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  <title>Lume</title>
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            These are the search results for the query, showing results 921 to 935.
        
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  <item rdf:about="http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/aplicacao-do-ciclo-de-reciclagem-de-materiais-no-polipropileno">
    <title>Aplicação do Ciclo de Reciclagem de Materiais no Polipropileno</title>
    <link>http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/aplicacao-do-ciclo-de-reciclagem-de-materiais-no-polipropileno</link>
    <description>A preocupação com o meio ambiente vem ganhando ênfase ao longo dos anos em
todos os setores da sociedade. Os efeitos nocivos causados por materiais inadequados,
utilizados na fabricação de diversos produtos, que, após o uso, são descartados sem um
tratamento adequado tem sido tema primordial na pauta nacional e internacional. Neste
sentido, esse trabalho consiste no estudo sobre ciclos de reciclagem do polipropileno e a
avaliação de possíveis oscilações de suas propriedades mecânicas ao longo desses ciclos.
Para isso, foram realizados ensaios de tração, impacto e de análise térmica como, TGA e
DSC, a fim de avaliar o comportamento desse material sobre determinados aspectos.
Primeiramente, o polipropileno virgem, triturado, era colocado em uma máquina
injetora de plástico para criar corpos de prova, de dimensões padronizadas, que seriam
usados nos ensaios mencionados. O primeiro ensaio realizado em cada início de ciclo de
reciclagem era o de impacto. No entanto, para a realização do ensaio de impacto o corpo de
prova, devia ser provido de um entalhe de medidas padronizadas, concentrando, dessa
forma, tensões na raiz do entalhe, provocando a fragilidade do material na vizinhança e
elevando o limite elástico do material na área. No ensaio de impacto a principal
característica que devia ser observada era a medida de energia absorvida pelo corpo de
prova para se deformar e romper, calculada pela variação de energia potencial gravitacional
do martelo antes e após o impacto. O próximo ensaio era o de tração. O corpo de prova era
fixado nas garras de fixação da máquina de tração e submetido a um esforço, aplicando-se
uma carga gradativa e registrando cada valor de força correspondente a um diferente tipo de
alongamento do material. Nesse ensaio, era gerado um gráfico tensão-deformação no qual
era possível analisar o comportamento do material ao longo do ensaio, sua deformação de
ruptura, sua tensão máxima e o seu módulo elástico.
Após esses dois ensaios eram realizadas duas técnicas de análise térmica, conhecidas
como, TGA (Análise Termogravimétrica) e DSC (Varredura Diferencial de Calorimetria).
O TGA trata-se de uma técnica destrutiva de análise térmica na qual, monitora-se a
variação de massa de uma amostra em função da temperatura ou do tempo de exposição da
amostra em um ambiente de temperatura e atmosfera controladas. O DSC possui o mesmo
principio básico do TGA, obter informação através da mudança de temperatura. Sua
diferença em ralação ao TGA é que essa técnica não depende da variação de massa.
Através desse estudo, foi desenvolvido um artigo que foi publicado no congresso
internacional Polymer Processing Society, na Alemanha, no ano de 2013. Os resultados
obtidos com esse estudo permitiram concluir que, não houve uma degradação acentuada do
material, ao longo dos ciclos de reciclagem, permitindo o polipropileno ser reutilizado na
fabricação de bens de consumo. </description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>WAGNER SILVA WESSFLL</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2015-09-23T19:49:06Z</dc:date>
    <dc:type>Video</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/aplicacao-de-polimeros-superabsorventes-na-agricultura-1">
    <title>Aplicação de polímeros superabsorventes na agricultura</title>
    <link>http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/aplicacao-de-polimeros-superabsorventes-na-agricultura-1</link>
    <description>Hidrogéis superabsorventes são polímeros hidrofílicos reticulados que quando aplicados
a certas condições aumentam de volume. Não são dissolvidos quando aplicados em
meio aquoso ou em presença de substância salina. Devido a sua principal característica
de alta absorção de água, há uma grande variedade de aplicações para este polímero
como, por exemplo o uso em produtos de higiene; medicamentos; lentes de contato
ópticas; imobilização de enzimas; aplicação na agricultura, onde ajudam a diminuir o
volume de água irrigada; entre outras. Estes agentes de absorção de água têm sua
capacidade alterada quando se varia o meio aplicado, temperatura, pH, etc.
O objetivo desse trabalho é sintetizar hidrogeis superabsorventes visando seu uso na
agricultura, onde sua alta capacidade de reter água pode ser determinante nesta
aplicação durante longos períodos de estiagem, já que durante a chuva ele incha e pode
liberar água periodicamente para o meio ajudando na hidratação e na nutrição de
plantas. A síntese dos polímeros superabsorventes de natureza acrílica foi realizada
através da polimerização de ácido acrílico sob agitação e aquecimento constante
utilizando Metileno-bisacrilamida (MBA) como reticulante. Foram sintetizados dois
tipos de hidrogéis superabsorventes, com dois tipos de soluções neutralizantes, sendo
estas soluções aquosas de KOH e de NH4OH. Persulfato de amônio/metabissulfito de
sódio ou persulfato de sódio/metabissulfito de sódio foram utilizados como pares
iniciadores redox. Além disto, também foi adicionada uréia na síntese dos hidrogéis,
com a intenção de avaliar a influência da presença de nitrogênio como nutriente para as
plantas nos polímeros superabsorventes.
Os polímeros sintetizados foram caracterizados e avaliados quanto ao grau de
inchamento, comportamento de reversibilidade em ciclos periódicos de absorção de
água e secagem em estufa, absorção de água no solo e testes preliminares de
comparação e observação do crescimento de plantas no solo com e sem os hidrogéis
sintetizados.</description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>WAGNER SILVA WESSFLL</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2015-10-23T11:04:37Z</dc:date>
    <dc:type>Video</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/aplicacao-de-polimeros-superabsorventes-na-agricultura">
    <title>Aplicação de Polímeros Superabsorventes na Agricultura</title>
    <link>http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/aplicacao-de-polimeros-superabsorventes-na-agricultura</link>
    <description>Hidrogéis superabsorventes são polímeros hidrofílicos reticulados que quando aplicados
a certas condições aumentam de volume. Não são dissolvidos quando aplicados em
meio aquoso ou em presença de substância salina. Devido a sua principal característica
de alta absorção de água, há uma grande variedade de aplicações para este polímero
como, por exemplo, o uso em produtos de higiene; medicamentos; lentes de contato
ópticas; imobilização de enzimas; aplicação na agricultura, onde ajudam a diminuir o
volume de água irrigada; entre outras. Estes agentes de absorção de água têm sua
capacidade alterada quando se varia o meio aplicado, temperatura, pH, etc.
O objetivo desse trabalho é sintetizar hidrogeis superabsorventes visando seu uso na
agricultura, onde sua alta capacidade de reter água e nutrientes pode ser determinante
nesta aplicação durante longos períodos de estiagem, já que durante a chuva ele incha e
pode liberar água periodicamente para o meio ajudando na hidratação e na nutrição de
plantas. A síntese dos polímeros superabsorventes de natureza acrílica foi realizada
através da polimerização de ácido acrílico sob agitação e aquecimento constante
utilizando Metileno-bisacrilamida (MBA) como reticulante. Foram sintetizados dois
tipos de hidrogéis superabsorventes, com dois tipos de soluções neutralizantes, sendo
estas soluções aquosas de KOH e de NH4OH. Persulfato de amônio/metabissulfito de
sódio ou persulfato de sódio/metabissulfito de sódio foram utilizados como pares
iniciadores redox. Além disto, também foram adicionados uréia e sulfato de potássio na
síntese dos hidrogéis, com a intenção de avaliar a influência da presença de nitrogênio e
potássio como nutrientes para as plantas nos polímeros superabsorventes.
Os polímeros sintetizados foram caracterizados e avaliados quanto ao grau de
inchamento, comportamento de reversibilidade em ciclos periódicos de absorção de
água e secagem em estufa, absorção de água no solo e testes preliminares de
comparação e observação do crescimento de plantas no solo com e sem os hidrogéis
sintetizados.</description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>WAGNER SILVA WESSFLL</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2015-10-05T22:10:22Z</dc:date>
    <dc:type>Video</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/aplicacao-de-acos-inoxidaveis-ferriticos-como-interconectores-em-celulas-a-combustivel-do-tipo-oxido-solido-sofc">
    <title>Aplicação de aços inoxidáveis ferríticos como interconectores em células a combustível do tipo óxido sólido (SOFC)</title>
    <link>http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/aplicacao-de-acos-inoxidaveis-ferriticos-como-interconectores-em-celulas-a-combustivel-do-tipo-oxido-solido-sofc</link>
    <description>As células a combustível de operação em altas temperaturas (800 a 1000 °C) do
tipo óxido sólido (SOFC), são sistemas de geração de energia que convertem
diretamente energia química em eletricidade pela combinação de um combustível com o
oxigênio. Com a redução da temperatura de operação desse tipo de célula para uma
faixa entre 600 e 800°C, a possiblidade do emprego de materiais metálicos como
interconectores têm sido proposta em substituição aos materiais cerâmicos
convencionais. Entre as ligas metálicas os aços inoxidáveis ferríticos têm sido propostos
devido às suas propriedades de condutividade elétrica, coeficiente de expansão térmica
compatível com os demais constituintes da célula e baixo custo. No entanto, quando
exposto a temperaturas elevadas em determinadas atmosferas o interconector em aço
inoxidável pode sofrer o aumento gradual da resistência elétrica, devido à formação de
uma camada de óxido sobre a superfície (Cr2O3). Além disso, pode ocorrer a migração
de cromo para o cátodo, comprometendo o desempenho eletroquímico da célula a
combustível. Desta maneira, para a utilização deste tipo de material é preciso modificar
a superfície do aço a fim de evitar a formação de camadas de óxido. Neste trabalho, o
aço inoxidável AISI 430 foi revestido com o material cerâmico do tipo perovskita
La0,6Sr0,4CoO3, através da técnica de spray-pirólise. Os filmes foram caracterizados
quanto a morfologia, estrutura, aderência e resistência a oxidação em altas temperaturas.</description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>WAGNER SILVA WESSFLL</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2015-10-22T22:54:23Z</dc:date>
    <dc:type>Video</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/aplicacao-da-tecnologia-de-pelotizacao-para-condicionamento-de-residuos-de-baixa-granulometria">
    <title>Aplicação da Tecnologia de Pelotização para Condicionamento de Resíduos de Baixa Granulometria</title>
    <link>http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/aplicacao-da-tecnologia-de-pelotizacao-para-condicionamento-de-residuos-de-baixa-granulometria</link>
    <description>Muitos processos industriais como a siderurgia e a geração de energia tem como coprodutos
materiais de baixa granulometria tais como “fly ash” e pó de aciaria elétrica,
dentre outros, em forma pulvurenta. O manuseio e transporte desses co-produtos traz
dificuldades tendo em vista sua baixa granulometria, tais como arraste por correntes de
ar, toxicidade e dificuldade de manipulação. Devido a isto o transporte a granel destes
materiais requer equipamento especial como caminhões à vácuo. Outro fator é a
dificuldade que este tipo de material apresenta para inclusão em outros processos de
beneficiamento, como co-processamento em industrias cimenteiras. Dentre os processos
possíveis para o melhorar as condições de transporte e manuseio de resíduos de baixa
granulometria tem-se a pelotização. Este processo é uma técnica de aglomeração de
partículas finas, desenvolvida inicialmente para transformar finos de minério de ferro
em material com propriedades físicas e químicas adequadas à utilização em aparelhos
de redução, com o objetivo de produzir ferro metálico. O presente trabalho tem como
objetivo aplicar técnicas de pelotização em disco pelotizador para a aglomeração de pó
de aciaria elétrica (PAE) de forma a obter pelotas viáveis e estáveis que permitam o seu
transporte e manuseio a baixo custo. Neste estudo foi utilizado um disco pelotizador
DN600 Engendrar, ensaiando-se as condições de otimização do processo, tal como nível
de umidade, agente ligante, rotação e inclinação do equipamento. Os resultados obtidos
sinalizam que esta técnica pode ser utilizada para condicionar os finos de pó de aciaria
em pelotas de resitência adequada ao transporte e manuseio, e com um custo reduzido,
já que estes equipamentos podem operar de forma contínua. As pelotas absorveram uma
maior quantidade de água de aproximadamente 15%, quantidade maior que os processos
tradicionais de aglomeração de minério de ferro que se situa entre 7 a 9%. O diâmetro
médio das pelotas foi de 8 a 12 mm. A participação do aluno bolsista se relacionou às
atividades de preparação de amostras de PAE para o processo de pelotização. Dentre as
tarefas executadas estão: quarteamento, uniformização, blendagem com ligante
adequado, determinação do teor de umidade adequado ao processamento do material e
finalmente a produção das pelotas.</description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>WAGNER SILVA WESSFLL</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2015-08-25T18:33:52Z</dc:date>
    <dc:type>Video</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/aplicacao-da-tecnica-de-eletrodialise-no-tratamento-de-drenagem-acida-de-minas">
    <title>Aplicação da Técnica de Eletrodiálise no Tratamento de Drenagem Ácida de Minas</title>
    <link>http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/aplicacao-da-tecnica-de-eletrodialise-no-tratamento-de-drenagem-acida-de-minas</link>
    <description>Um dos principais impactos causados pela atividade de mineração de carvão é a
poluição hídrica proveniente da drenagem ácida de minas (DAM). A DAM é produzida
pela reação conjunta de pirita, água e oxigênio atmosférico, e é intensificada na
presença de bactérias acidofílicas. Esta solução age como agente lixiviante dos minerais
presentes no resíduo, produzindo uma solução com metais dissolvidos e ácido sulfúrico.
O tratamento convencional da DAM consiste basicamente na neutralização e
precipitação dos metais pesados, mas têm se mostrado cada vez mais economicamente
inviável e tecnicamente deficiente. A eletrodiálise (ED) surgiu como um processo
atraente para o tratamento de efluentes de diversos segmentos, pois apresenta vantagens
como: não exige mudanças de fases; funciona de forma contínua; não necessita da
adição de reagentes e não gera resíduos poluentes ao meio ambiente. A ED utilizada
para tratar a DAM consiste na separação de cátions e ânions, através da aplicação de um
campo elétrico aplicado perpendicularmente à superfície de membranas íon-seletivas
para forçar esta separação. Neste trabalho investigou-se a possibilidade de aplicação da
ED no tratamento da DAM proveniente de duas fontes: uma boca de mina abandonada e
do módulo de rejeito de uma carbonífera em operação, ambas no município de
Criciúma/SC. Avaliou-se também a influência da presença do ferro na DAM, sendo
realizados ensaios de ED após a remoção prévia do ferro por precipitação. Como etapa
inicial, para cada ensaio de ED, previamente determinou-se a densidade de corrente
limite. Em seguida realizou-se a ED aplicando-se 80% deste valor da corrente limite. Os
ensaios de ED foram realizados até que a DAM atingisse a condutividade de
200 µS/cm, sendo retiradas alíquotas para a caracterização química a fim de se verificar
os percentuais de remoção dos cátions e ânions, ao longo dos ensaios. A ED mostrou-se
eficiente para a tratamento da DAM, removendo mais de 70% dos cátions e ânions,
possibilitando desta forma o reuso da água.</description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>WAGNER SILVA WESSFLL</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2015-11-19T19:11:08Z</dc:date>
    <dc:type>Video</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/antigenos-recombinantes-de-mycoplasma-hyopneumoniae-para-a-formulacao-de-vacinas-contra-pneumonia-enzootica-suina">
    <title>Antígenos recombinantes de Mycoplasma hyopneumoniae para a formulação de vacinas contra pneumonia enzoótica suína</title>
    <link>http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/antigenos-recombinantes-de-mycoplasma-hyopneumoniae-para-a-formulacao-de-vacinas-contra-pneumonia-enzootica-suina</link>
    <description>O vídeo, primeiramente, apresentará o nome do projeto, o grupo de
pesquisadores participantes e o local de realização do projeto. Em seguida, será
demonstrada uma breve introdução sobre a pneumonia enzoótica suína (PES), citando
os sintomas e a bactéria Mycoplasma hyopneumoniae como agente causador.
Após a introdução, serão expostas as justificativas e os objetivos desse projeto.
A PES afeta rebanhos de suínos causando grandes perdas econômicas para a
suinocultura. Como método de prevenção, os animais são imunizados com células
bacterianas inativadas (as bacterinas), que tem alto custo de produção devido às
dificuldades de multiplicação de M. hyopneumoniae in vitro e conferem apenas proteção
parcial contra a PES. Neste contexto, este projeto tem como objetivo o desenvolvimento
de novas formulações vacinais baseadas na tecnologia de DNA recombinante, a qual
permite que genes de M. hyopneumoniae sejam isolados e inseridos em outro
organismo. Para isso, foram selecionados genes que produzem proteínas de superfície,
que são aquelas expostas pela bactéria ao suíno. Estas proteínas são potencialmente
antigênicas, isto é, são capazes de estimular resposta do sistema imunológico do
hospedeiro (como a produção de anticorpos). No vídeo, a proteína estudada será
denominada MH1, uma vez que seu nome é protegido por patente (nº. PI0306775-0).
Em seguida, o vídeo apresentará as metodologias e os resultados obtidos na
caracterização imunológica preliminar da MH1. Para isso, foram realizados estudos para
avaliar a imunogenicidade (a capacidade da proteína de induzir a produção de
anticorpos sem o organismo ter sofrido uma infecção por M. hyopneumoniae) da MH1
utilizando a proteína purificada. Devido às dificuldades do cultivo de M.
hyopneumoniae, a produção da MH1 foi padronizada na bactéria Escherichia coli, a
qual é amplamente utilizada para produção de proteínas de outros organismos, devido a
facilidade de cultivo e custo relativamente mais baixo. Para isso, o gene da proteína
MH1 (que aqui será chamado mh1) foi clonado em um vetor de expressão procariótico
(uma animação demonstrando a clonagem será apresentada no vídeo) e que foi inserido 
na bactéria E. coli. Deste modo, a proteína MH1 é produzida pela própria bactéria e
logo após é purificada (o método de purificação, isto é, cromatografia de afinidade, será
mais bem ilustrado no vídeo). A MH1 purificada a partir de cultivos de E. coli passa a
ser chamada de proteína recombinante, uma vez que é produzida através da clonagem
de seu gene em um vetor de expressão. A MH1 recombinante purificada foi utilizada
para ensaios de imunização em camundongos, a fim de avaliar seu potencial para a
formulação de vacinas. Os ensaios foram realizados primeiramente em camundongos
para avaliar a produção de anticorpos induzida pela proteína purificada, isto é, sem um
quadro de infecção. Analisando o soro dos camundongos imunizados pode-se concluir
que a proteína MH1 é altamente imunogênica devido à produção de anticorpos
induzida, ressaltando seu potencial para o uso em vacinas.
Em seguida, o vídeo apresentará as metodologias empregadas na construção da
vacina de DNA utilizando o gene mh1. Também será explicado o mecanismo de ação
destas vacinas, em que os animais imunizados devem ser capazes de produzir a MH1. A
vacina de DNA possibilita a produção da proteína pelo animal imunizado porque é
desenvolvida utilizando um vetor de expressão, contendo o gene mh1, que é específico
para células eucarióticas, facilitando a expressão em animais. A eficiência da vacina
será previamente testada em camundongos, a fim de avaliar a produção de anticorpos
induzida, e futuramente em suínos, para analisar o potencial protetor contra a PES.
Ao final do vídeo, serão apresentadas as perspectivas do projeto, bem como os
agradecimentos e o apoio financeiro.</description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>WAGNER SILVA WESSFLL</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2015-10-28T22:42:53Z</dc:date>
    <dc:type>Video</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/antigenos-recombinantes-de-mycoplasma-hyopneumoniae-para-a-formulacao-de-vacinas-baseadas-em-construcoes-de-dna-contra-a-pneumonia-enzootica-suina">
    <title>Antígenos recombinantes de Mycoplasma hyopneumoniae para a formulação de vacinas baseadas em construções de DNA contra a pneumonia enzoótica suína</title>
    <link>http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/antigenos-recombinantes-de-mycoplasma-hyopneumoniae-para-a-formulacao-de-vacinas-baseadas-em-construcoes-de-dna-contra-a-pneumonia-enzootica-suina</link>
    <description>A suinocultura possui destaque no Brasil, que abriga um rebanho estimado em 40
milhões de cabeças, sendo a região Sul possuidora de cerca de 50% do rebanho e
responsável por mais de 60% dos abates. Contudo, devido às doenças respiratórias, 70%
dos suínos apresentam lesões pulmonares no momento do abate, sendo que 0,5% seriam
desviados da linha de abate por essa causa, ocasionando um grande prejuízo para a
suinocultura. Entre as doenças respiratórias de suínos, destaca-se a pneumonia enzoótica
suína (PES), que é caracterizada pela presença de tosse seca, não produtiva e
normalmente crônica. Ela causa retardo do crescimento, atraso no ganho de peso, e tem
alta morbidade e baixa mortalidade. A PES tem como agente etiológico a bactéria
Mycoplasma hyopneumoniae, que coloniza o trato respiratório dos suínos. O resultado
da adesão e colonização altera o sistema imune do hospedeiro e suas defesas
pulmonares, o que o torna mais suscetível a infecções secundárias.
Algumas práticas podem auxiliar a prevenção da doença, mas a vacinação é ainda
uma das estratégias mais eficientes. Contudo, as vacinas atuais não impedem a
colonização do epitélio respiratório pela bactéria, apesar de amenizar os sintomas da
doença. Essas vacinas consistem em células bacterianas inativadas (bacterinas), que
possuem custo de produção relativamente alto devido à dificuldade de cultivar M.
hyopneumoniae in vitro. Deste modo, novas formulações vacinais, baseadas nas
técnicas de DNA recombinante, são alternativas promissoras para o combate da PES.
As vacinas baseadas em proteínas recombinantes purificadas apresentam vantagens na
indução da produção de anticorpos específicos contra a bactéria. As formulações
vacinais recombinantes baseadas em DNA, por sua vez, são de fácil desenvolvimento e
produção e apresentam bom potencial para a indução de resposta imune celular
protetora. Além disso, são termoestáveis, fator que facilita seu transporte e
armazenamento. Estas vacinas de DNA incluem sequências codificadoras de proteínas
antigênicas específicas que serão expressas pelo próprio animal imunizado, o que
desencadeia resposta imune celular específica, que apresenta uma permanência elevada,
necessária para a eliminação do patógeno.
O objetivo deste trabalho é a caracterização imunológica de três antígenos
recombinantes de M. hyopneumoniae a partir de imunizações tanto com proteínas
recombinantes como com construções de DNA. Os três antígenos em questão são aqui
chamados de MH1, MH2 e MH3. Através das técnicas de DNA recombinante, as
sequências de DNA codificadoras destes antígenos foram clonadas e expressas em
Escherichia coli, sendo purificadas na forma de proteínas recombinantes. Os potenciais
vacinais dos antígenos MH1, MH2 e MH3 foram inicialmente evidenciados através de
ensaios de imunização de camundongos, cujos dados estão sendo apresentados por outra
estudante de nosso grupo (Rafaela Milan Bonotto). As mesmas sequências de DNA
codificadoras de MH1, MH2 e MH3 foram utilizadas na construção de plasmídeos
capazes de levar à produção dos antígenos correspondentes em animais imunizados com
os plasmídeos recombinantes. Os potenciais vacinais das construções de DNA foram
analisados através da imunização de camundongos e posterior avaliação da produção de
anticorpos e da resposta celular induzida. As construções de DNA baseadas em MH1 e
MH2 não foram capazes de produzir anticorpos específicos anti-MH1 e anti-MH2,
enquanto que a baseada em MH3 produziu quantidades moderadas de anticorpos antiMH3.
Como esperado para vacinas de DNA, todas as construções foram capazes de
induzir a secreção de moléculas sinalizadoras pró-inflamatórias, chamadas de citocinas,
que são características da resposta imune celular contra o patógeno. Neste contexto, as
construções de DNA apresentam potenciais vacinais promissores, sendo que ensaios de
imunização em suínos devem ser realizados para confirmar a capacidade
imunoprotetora destas vacinas frente a infecções por M. hyopneumoniae.</description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>WAGNER SILVA WESSFLL</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2015-10-07T00:44:04Z</dc:date>
    <dc:type>Video</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/antigenos-recombinantes-de-mycoplasma-hyopneumoniae-para-a-formulacao-de-vacinas-contra-a-pneumonia-enzootica-suina">
    <title>Antígenos recombinantes de Mycoplasma hyopneumoniae para a formulação de vacinas contra a pneumonia enzoótica suína</title>
    <link>http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/antigenos-recombinantes-de-mycoplasma-hyopneumoniae-para-a-formulacao-de-vacinas-contra-a-pneumonia-enzootica-suina</link>
    <description>Mycoplasma  hyopneumoniae 
é  o  agente  etiológico  da  pneumonia  enzoótica 
suína  (PES),  que  é  uma  doença  respiratória  crônica 
responsável  por  grandes 
perdas  econômicas  na  suinocultura.  As  vacinas  usada
s  contra  PES  são 
constituídas por células bacterianas inativadas, se
ndo chamadas de bacterinas. 
Estas  vacinas  apresentam  custo  relativamente  alto  d
e  produção,  devido  às 
dificuldades  de  cultivo  de 
M.  hyopneumoniae
,  além  de  oferecerem  apenas 
proteção   parcial   aos  animais  vacinados.  A   partir  do
  sequenciamento   do 
genoma  de  linhagens  de 
M.
hyopneumoniae
,  o  trabalho  de  identificação  de 
genes codificadores de proteínas potencialmente ant
igênicas (que são capazes 
de  induzir  resposta  imune)  foi  acelerado,  permitind
o  a  seleção  de  diversos 
antígenos  como   candidatos   para   utilização   em  vacina
  contra   a   PES.   A 
produção e caracterização imunológica de antígenos 
recombinantes (proteínas 
de 
M.    hyopneumoniae
    expressas    a    partir    da    clonagem    dos    genes 
correspondentes    em    outra    bactéria)    é    uma    etapa    do    p
rocesso    de 
desenvolvimento  de  vacinas  alternativas,  potencialm
ente  mais  eficientes  e  a 
um  custo  menor  que  o  de  bacterinas.  Neste  trabalho,
  estão  sendo  avaliadas 
três  proteínas  antigênicas  de 
M.  hyopneumoniae
,  que  serão  chamadas  de 
MH1,  MH2,  MH3,  uma  vez  que  suas  identidades  são  pro
tegidas  por  patente. 
Para isso, a sequência de DNA codificadora (CDS) co
mpleta da proteína MH1 
e  as  CDSs  parciais  das  proteínas  MH2,  MH3  foram  clo
nadas  em  um  vetor  de 
expressão  plasmidial  e  as  proteínas  recombinantes  c
orrespondentes  foram 
expressas na bactéria 
Escherichia coli
. Esta metodologia foi empregada devido 
à facilidade de cultivo de 
E. coli
 em relação a 
M. hyopneumoniae
, reduzindo o 
tempo  e  o  custo  de  produção  dos  antígenos  expressad
os.  Os  antígenos 
recombinantes  foram  expressos  como  proteínas  de  fus
ão  com  uma  proteína 
marcadora  (GST)  e  purificados  de  extratos  proteicos
  totais  da  bactéria  por 
cromatografia  de  afinidade.  Os  antígenos  recombinan
tes  obtidos  tiveram  a 
porção  correspondente  à  GST  removida  por  clivagem  p
roteolítica.  Devido  à 
contaminação  destes  antígenos  com  lipopolissacaríde
os  (LPS)  antigênicos 
oriundos  da  parede  celular  da  bactéria,  foi  necessá
ria  ainda  a  aplicação  de 
uma etapa adicional de purificação, para extração d
e LPS, antes da realização 
de    ensaios    imunológicos.    Devido    às    características 
diferenciais    de 
hidropaticidade  dos  antígenos,  diferentes  protocolo
s  para  a  remoção  de  LPS 
tiveram  que  ser  padronizados  e  aplicados  a  cada  uma
  delas.  Os  antígenos 
recombinantes  purificados  e  livres  de  LPS  foram  ent
ão  utilizados  em  ensaios 
de  imunização  de  camundongos,  para  avaliação  de  imu
nogenicidade.  Os 
resultados  obtidos  demonstraram  que  os  antígenos  re
combinantes  MH1,  MH2 
e  MH3  são  imunogênicos,  tendo  sido  demonstrada  a  ca
pacidade  dos  três  de 
induzir    uma    resposta    imune    humoral    (produção    de    imu
noglobulinas 
específicas).   Além   disso,   a   resposta   celular   induzi
da   pelos   antígenos 
recombinantes  está  sendo  avaliada  com  base  na  produ
ção  de  citocinas  por 
esplenócitos  (células  do  baço)  dos animais  imunizad
os.  Após a demonstração 
inicial  da  imunogenicidade  dos  antígenos  MH1,  MH2  e
  MH3,  as  respectivas 
CDS também foram clonadas em vetor plasmidial de ex
pressão em células de 
mamíferos. Os clones (construções de DNA) resultant
es serão testados através 
de  ensaios  de  imunização  de  camundongos  com  DNA,  pa
ra  avaliação  do 
potencial destas construções para utilização no des
envolvimento de vacinas de 
DNA.  Após  a  conclusão  da  avaliação  imunológica  em  c
amundongos,  os 
antígenos  recombinantes  e  as  construções  de  DNA  mai
s  promissoras  serão 
utilizadas,   individualmente   ou   em   diferentes   combin
ações,   em   ensaios 
preliminares de imunização em suínos.</description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>WAGNER SILVA WESSFLL</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2015-10-26T19:17:37Z</dc:date>
    <dc:type>Video</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/analise-em-frequencia-de-nucleos-para-pequenos-transformadores-construidos-pelos-processos-da-metalurgia-do-po">
    <title>ANÁLISE EM FREQUÊNCIA DE NÚCLEOS PARA PEQUENOS TRANSFORMADORES CONSTRUÍDOS PELOS PROCESSOS DA METALURGIA DO PÓ</title>
    <link>http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/analise-em-frequencia-de-nucleos-para-pequenos-transformadores-construidos-pelos-processos-da-metalurgia-do-po</link>
    <description>O vídeo abordará a obtenção de núcleos magnéticos maciços, pelos processos da
Metalurgia do Pó (M/P), utilizados em pequenos transformadores de baixa potência.
Foram construídos os núcleos a partir de pós de ferro com elementos de liga
(sinterizados) e com resina fenólica (curados), embutidos os enrolamentos e
realizados ensaios de rendimento e perdas em função da freqüência da onda
senoidal de entrada. Após, o desempenho dos transformadores desenvolvidos foi
comparado aos usuais transformadores de chapas laminadas, resultando em
características de funcionamento similares aos convencionais.
A substituição das chapas laminadas por um bloco maciço, apresenta uma boa
alternativa no processo de fabricação de transformadores, pois reduz a sobra de
material, o tempo de montagem e, consequentemente, o custo de fabricação.
As etapas a serem mostradas no vídeo serão: 1-Histórico; 2-Mistura dos pós; 3-
Compacação; 4-Sinterização ou cura; 5-Usinagem; 6-Ensaios; 7-Resultados.</description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>WAGNER SILVA WESSFLL</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2015-11-19T18:41:08Z</dc:date>
    <dc:type>Video</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/analise-dos-conflitos-socioambientais-relacionados-aos-recursos-hidricos-nos-municipios-do-medio-vale-do-itajai-sc-com-a-implantacao-de-agencia-reguladora-via-consorcio-publico-ttttt">
    <title>Análise dos conflitos socioambientais relacionados aos recursos hídricos, nos municípios do Médio Vale do Itajaí/SC, com a implantação de agência reguladora - via consórcio público</title>
    <link>http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/analise-dos-conflitos-socioambientais-relacionados-aos-recursos-hidricos-nos-municipios-do-medio-vale-do-itajai-sc-com-a-implantacao-de-agencia-reguladora-via-consorcio-publico-ttttt</link>
    <description>Este estudo teve como objetivo analisar os conflitos relacionados ao uso dos recursos hídricos, nos municípios do médio vale do Itajaí/SC, a partir da implantação de uma agência reguladora - via consórcio público. A água é um recurso natural imprescindível à vida e o tema vem ganhando cada vez mais importância e destaque no cenário nacional e internacional, devido a relevância do seu manejo sustentável para o bem-estar das populações e para o desenvolvimento dos países. Justifica-se, assim, o estudo da atuação de instituições que exerçam a governança deste recurso através da regulação e fiscalização, que incentivem melhores práticas e que forneçam a sua correta utilização a fim de garantir a sobrevivência da atual e das futuras gerações. O Brasil, através da Lei Federal nº 9.433/1997, instituiu a Política Nacional de Recursos Hídricos e da Lei Federal nº 11.445/2007, considerada o marco regulatório do saneamento básico no país, criando diretrizes para o uso responsável dos recursos naturais. Considerando o exposto, este estudo avaliou os conflitos socioambientais referentes aos recursos hídricos, que surgiram em decorrência da união dos municípios do Médio Vale do Itajaí/SC, após a instituição de Agência de Regulação, via Consórcio Público, visando o cumprimento das imposições legais concernentes aos serviços de saneamento básico. Este estudo se propõe ainda analisar as políticas públicas e respectivos Planos de Saneamentos Básicos elaborados pelos municípios consorciados como instrumentos para a preservação dos recursos hídricos, através da busca de alternativas de gestão sustentável e desenvolvimento regional, do respeito às peculiaridades de cada consorciado integrante da bacia hidrográfica do Rio Itajaí, na Região do Médio Vale do Itajaí, no Estado de Santa Catarina, com o acompanhamento das ações dos regulados através da fiscalização, controle e regulação dos serviços. O estudo se deu através de pesquisa aplicada, tendo como forma de abordagem, a pesquisa de campo exploratória e participativa, bem como bibliográfica e documental, empreendida por meio de observação participativa e com entrevistas realizadas com gestores, usuários, colaboradores e prestadores de serviços, resultando em um documentário, que é parte integrante da versão final da dissertação.</description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>JANDREY DE MELLO LOPES</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2020-08-10T18:59:28Z</dc:date>
    <dc:type>Video</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/analise-de-isolados-de-escherichia-coli-comensais-de-aves-para-validacao-da-pcr-pentaplex-como-metodo-de-diagnostico-rapido-de-e.-coli-patogenicas-aviarias">
    <title>Análise de isolados de Escherichia coli comensais de aves para validação da PCR Pentaplex como método de diagnóstico rápido de E. coli patogênicas aviárias</title>
    <link>http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/analise-de-isolados-de-escherichia-coli-comensais-de-aves-para-validacao-da-pcr-pentaplex-como-metodo-de-diagnostico-rapido-de-e.-coli-patogenicas-aviarias</link>
    <description>A Escherichia coli é um importante membro da microbiota intestinal de aves
e mamíferos. No entanto, algumas cepas adquiriram fatores de virulência que as
tornaram patogênicas para o homem e outros animais. As Escherichia coli
patogênicas aviárias (APEC) causam infecções extra-intestinais em aves,
denominadas colibacilose (Kaper, et al. 2004), o que acarreta perdas econômicas
significativas na avicultura. Entre os genes associados à virulência de APEC estão
os genes iroN, iutA, iss, ompT e hlyF, propostos por Johnson et. al.(Johnson, et al.
2008) como marcadores de virulência dessas cepas. A fim de validar a PCR
Pentaplex como uma possível ferramenta de diagnóstico de APEC para as cepas
brasileiras, testamos a presença desses cinco genes pela PCR Pentaplex em 193
isolados APEC e 100 isolados de E. coli ambientais coletadas de aviário. Esses
isolados foram testados in vivo em pintos de um dia e aos quais foi atribuído um
índice de patogenicidade. Como dois dos cinco genes (ompT e hlyF) estavam
sempre associados nas mesmas amostras, um deles foi eliminado da análise.
Assim, foi possível dividir as cepas em dois grandes grupos: cepas nãopatogênicas,
com 0 ou 1 gene, e cepas patogênicas, com 2, 3 ou 4 genes. A PCR
Pentaplex classificou corretamente como patogênicas 95% das APEC, mas
apenas 50% das amostras ambientais foram classificadas como não-patogênicas.
Neste trabalho, isolei amostras fecais diretamente da cloaca de frangos de corte
saudáveis, que em princípio devem ser apatogênicas e, portanto, não deveriam
apresentar esses genes marcadores. Até o momento, 62 isolados foram testados
para os cinco genes pela PCR Pentaplex. Destes 62 isolados: 5 (8%) não
apresentaram nenhum dos genes, 15 (24%), um gene, 23 (37%), dois genes, 5
(8%), três genes,e 14 (23%) amostras apresentaram os quatro genes. Ou seja,
apenas 20 (32%) das 62 amostras fecais puderam ser confirmadas como nãopatogênicas
pela PCR Pentaplex para iroN, iutA, iss e ompT/hlyF. Portanto,
enquanto a PCR Pentaplex se mostrou um bom método de diagnóstico rápido
para confirmar que isolados de lesões são realmente patogênicos, ela não foi
capaz de confirmar que um isolado comensal é não-patogênico.</description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>WAGNER SILVA WESSFLL</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2015-09-25T21:35:28Z</dc:date>
    <dc:type>Video</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/analise-da-viabilidade-e-do-tamanho-dos-graos-de-polen-em-pereiras-europeias">
    <title>ANÁLISE DA VIABILIDADE E DO TAMANHO DOS GRÃOS DE PÓLEN EM PEREIRAS EUROPÉIAS</title>
    <link>http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/analise-da-viabilidade-e-do-tamanho-dos-graos-de-polen-em-pereiras-europeias</link>
    <description>O Brasil é um dos maiores importadores mundiais de peras e somente no Sul do
País existe possibilidade do cultivo de pereiras européias (Pyrus communis L.), mas as
plantas têm apresentado necrose de gemas, florescimento desuniforme e falhas na
polinização, com conseqüência negativa na frutificação efetiva. Este trabalho, parte de
um projeto mais amplo de estudo da biologia floral e frutificação de pereiras européias
na região ecoclimática do Planalto Superior da Serra do Nordeste do Rio Grande do Sul,
visa estimar a viabilidade e o tamanho dos grãos de pólen de cinco cultivares: ‘Abate
Fetel’, ‘Clapp’s Favourite’, ‘Packham’s Triumph’, ‘Santa Maria’ e ‘William’s’. O vídeo
apresentado na feira consistirá na apresentação dos dois locais envolvidos na realização
do projeto: primeiramente a área de campo experimental, no município de São
Francisco de Paula e, posteriormente, o laboratório de citogenética localizado no
Departamento de Plantas Forrageiras e Agrometeorologia da Faculdade de Agronomia
da UFRGS. A primeira parte do vídeo constará da exposição do local de cultivo e das
diferentes cultivares estudadas durante a época da poda de inverno e coleta das flores na
primavera do ciclo 2011/2012. As amostras coletadas são compostas por cinco
repetições, acondicionadas em frascos com fixador composto por formol, ácido acético
e álcool etílico (1:1:8) A segunda parte do vídeo trata das metodologias empregadas no
laboratório para o acondicionamento das amostras de 2011/2012, a análise de
viabilidade dos grãos de pólen e sua medição das coletas realizadas nos ciclos de
2009/2010 e 2010/2011. O material coletado é transferido para álcool (70%) e
armazenado a 4°C para posterior confecção de lâminas. Para a análise dos grãos de
pólen, três anteras de uma flor são retiradas sob lupa, esmagadas e coradas em carmin
propiônico. São confeccionadas quatro lâminas por repetição e avaliada, sob
visualização em microscópio, a viabilidade de 2000 grãos de pólen. Os grãos de pólen
são considerados viáveis quando apresentam a exina intacta e o citoplasma fica
plenamente corado. A medição é realizada nas amostras do ciclo 2009/2010, em uma
das quatro lâminas confeccionadas, onde 10 grãos de pólen são medidos com régua
presente na lente do microscópio. Todas as amostras (41) das cultivares analisadas até o
momento apresentaram viabilidade de 85,10% a 97,80%, evidenciando uma alta
fertilidade masculina das mesmas, o que demonstra que esse não é o problema da baixa 
produção dessas cultivares. No vídeo serão mostradas imagens capturadas do
microscópio demonstrando essa alta viabilidade. O eixo dos grãos de pólen variou entre
13 e 16 µm.</description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>WAGNER SILVA WESSFLL</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2015-11-10T22:47:56Z</dc:date>
    <dc:type>Video</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/analise-da-permanencia-in-vivo-de-celulas-tronco-mesenquimais-em-transplante-alogenico">
    <title>ANÁLISE DA PERMANÊNCIA IN VIVO DE CÉLULAS-TRONCO MESENQUIMAIS EM TRANSPLANTE ALOGÊNICO</title>
    <link>http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/analise-da-permanencia-in-vivo-de-celulas-tronco-mesenquimais-em-transplante-alogenico</link>
    <description>As células-tronco mesenquimais (CTMs) têm sido amplamente utilizadas para a
medicina regenerativa. As mesmas são facilmente obtidas a partir de diferentes tecidos
animais e têm sido o foco de diversos estudos científicos devido a sua facilidade de
obtenção e alto potencial terapêutico. Estudos clínicos utilizam essas células com o
objetivo de tratar as mais variadas doenças, porém muitas questões relacionadas a sua
biologia ainda não foram totalmente elucidadas. Entre as características apresentadas
por essas células pode-se destacar a capacidade de diferenciação em células da linhagem
mesenquimal, como adipócitos, osteoblastos e condroblastos. Além disso, as CTMs são
capazes de responder a estímulos do ambiente, auxiliando no processo de regeneração
tecidual. Uma das últimas características descobertas das CTMs é a capacidade de
modulação da resposta imune frente a diferentes contextos. Dependendo dos sinais
recebidos, as CTMs podem atuar em processos pró-inflamatórios, auxiliando na
eliminação de patógenos ou antiinflamatórios, impedindo o aparecimento de uma
resposta imune exacerbada. Este trabalho teve como objetivo isolar isolar células-tronco
mesenquimais do rim, pâncreas, pulmão, baço, aorta e gordura de camundongos
C57BI/6 e caracterizá-las quanto aos marcadores de superfície e potencial de
diferenciação adipogênico e osteogênico in vitro. Adicionalmente, realizou-se a análise
in vivo da permanência das CTMs transplantadas sob a cápsula renal de camundongos
imunocompetentes. A análise microscópica demonstrou células com morfologia típica
de CTMs. Os marcadores de superfície encontrados por citometria de fluxo
apresentaram algumas variações, dependendo do órgão isolado. A presença do marcador
CD90.2 foi de apenas 5,6% no rim, enquanto nos outros órgãos esteve sempre acima de
70%. As células do pulmão apresentaram a menor quantidade do marcador Sca-1
(4,8%), nos outros órgãos a variação ficou entre 17 e 51%. O marcador CD44 esteve
presente em todos os tecidos, porém em baixa expressão. Já os marcadores de
macrófagos, células endoteliais e células do sistema imune não foram expressos em
nenhum dos órgãos isolados. A análise da diferenciação em osteoblastos demonstrou
uma grande deposição de matriz de cálcio em todos os órgãos testados. As células
provenientes do pulmão, rim e gordura, por exemplo, mostraram uma maior facilidade
para diferenciação adipogênica, enquanto que as células provenientes do pâncreas, baço
e aorta apresentaram um menor número de células com vacúolos lipídicos. Foram
realizados ainda, testes in vivo para avaliar a imunogenicidade das CTMs, utilizando-se
células isoladas da gordura de camundongos transgênicos para o gene GFP+
transplantadas sob a cápsula renal de camundongos imunocompetentes. Os rins dos
animais foram coletados e avaliados em microscópio com fluorescência aos 7, 14 e 28
dias. Os resultados demonstram que os animais geneticamente idênticos (transplante
singênico) apresentaram células visíveis até o 28º dia pós-transplante. Os animais
geneticamente distintos (transplante alogênico) permaneceram com as células
implantadas intactas até os sete dias após o transplante. No entanto, aos quatorze dias,
poucas células foram vistas e em trinta dias não foram mais visualizadas células. Esses
resultados indicam que as células transplantadas estejam sofrendo rejeição pelo sistema
imune do hospedeiro. Conclui-se que foi possível isolar células-tronco mesenquimais de
todos os órgãos testados. Porém, as células foram rejeitadas pelo organismo do
hospedeiro duas semanas após o implante celular. Entretanto, os resultados obtidos com
o transplante de células em animais imunocompetentes irão ajudar a entender os
mecanismos de ação dessas células na modulação da resposta imune. Suporte
financeiro: CNPq, CAPES, FAPERGS, SEDETEC/UFRGS e Instituto de Pesquisa com
Células-tronco.</description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>WAGNER SILVA WESSFLL</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2015-09-30T19:53:17Z</dc:date>
    <dc:type>Video</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/alternadores">
    <title>Alternadores</title>
    <link>http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/alternadores</link>
    <description>Vídeo de 6 min que descreve o funcionamento dos geradores de tensão alternada - alternadores.</description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>JANDREY DE MELLO LOPES</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2020-08-10T18:00:56Z</dc:date>
    <dc:type>Video</dc:type>
  </item>




</rdf:RDF>
