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  <title>Lume</title>
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            These are the search results for the query, showing results 761 to 775.
        
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  <item rdf:about="http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/sistema-de-avaliacao-subjetiva-de-qualidade-de-audio">
    <title>Sistema de Avaliação Subjetiva de Qualidade de Áudio</title>
    <link>http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/sistema-de-avaliacao-subjetiva-de-qualidade-de-audio</link>
    <description>O presente resumo descreve as atividades desenvolvidas na Bolsa de Iniciação
Tecnológica, cujo plano de trabalho é a Implementação de Circuitos para Interfaces
Analógico/Digitais, durante o período de 01/02/2013 a 31/07/2013. A ideia principal do
projeto consiste em desenvolver um Sistema de Avaliação Subjetiva de Qualidade de
Áudio, juntamente com a criação de dispositivos fundamentais de áudio para interfaces de
gravação e reprodução. Somente com tais circuitos e dispositivos será possível fazer uma
análise quantitativa e qualitativa de áudio baseada em estatísticas, permitindo-nos
concluir quais são as topologias de circuito e componentes mais adequados para cada
aplicação.
Quando falamos em avaliação subjetiva de áudio, estamos nos referindo à
capacidade de notar diferenças em sons provenientes de equipamentos de áudio distintos,
comparando-os e apontando os aspectos observados. O termo subjetivo deve-se ao fato de
que tal capacidade varia de pessoa para pessoa e, em virtude disso, é preciso fazer vários
testes para chegar a alguma conclusão concreta. Usando a estatística como ferramenta,
será possível perceber que algumas diferenças, aparentemente sutis, são observadas com
relativa facilidade pelos ouvintes, e, ao descobrirmos a causa de tais variações no som,
estamos um passo mais perto de compreender os fatores mais relevantes e necessários
para se ter um som realmente agradável, considerando aspectos ignorados por muitos até
então.
Como forma de viabilizar os testes, desenvolveu-se um mecanismo que facilita a
comparação de dois sons provenientes de diferentes fontes, ao qual demos o nome de
Cabo A/B Microcontrolado. O funcionamento deste dispositivo é relativamente simples,
de forma que possui duas entradas (A e B) e apenas uma delas é selecionada para saída.
Esta seleção geralmente é feita por meio de uma chave, porém, visando tornar o processo
mais rápido e aleatório, um microcontrolador Arduino realiza esta seleção através de
comandos vindos de um computador, garantindo eficiência e confiabilidade. A vantagem
deste microcontrolador poder randomizar a saída deve-se ao fato de que neste caso o
ouvinte só precisa adivinhar se a saída é a entrada A ou a entrada B, provando que
percebe diferença entre estes sons. Em nível de hardware, o Cabo A/B Microcontrolado
foi desenvolvido usando relés para chavear a saída, alimentados diretamente pelo
microcontrolador. Além disso, possui um controle de volume para cada entrada,
facilitando ajustes finos. Um interface em Java está sendo desenvolvida para esta
aplicação, tornando seu uso mais amigável e prático.
Dentre as outras atividades realizadas, destacam-se a criação de um circuito para
comparar amplificadores operacionais, permitindo-nos conferir o áudio que passa através
deles. Uma fonte de alimentação simétrica também foi ajustada para ser usada com o
referido circuito, juntamente com um transformador simétrico, o qual também conta com
um circuito de proteção. Desta forma, garantimos a eficiência energética do circuito.
Além disso, gabinetes foram criados para facilitar o transporte destes dispositivos.
É importante citar que todas as atividades estão relacionadas e que o Cabo A/B
Microcontrolado poderá ser acoplado ao circuito que testa os amplificadores, facilitando
as comparações. A integração total ainda está em desenvolvimento e diversos testes serão
feitos e definidos em breve.</description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>WAGNER SILVA WESSFLL</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2015-10-05T22:32:24Z</dc:date>
    <dc:type>Video</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/sistema-de-analise-de-dados-hidrometeorologicos-telemetricos-para-utilizacao-em-tempo-real">
    <title>SISTEMA DE ANÁLISE DE DADOS HIDROMETEOROLÓGICOS TELEMÉTRICOS PARA UTILIZAÇÃO EM TEMPO REAL</title>
    <link>http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/sistema-de-analise-de-dados-hidrometeorologicos-telemetricos-para-utilizacao-em-tempo-real</link>
    <description>O projeto consistiu do desenvolvimento de um programa em ambiente Visual
Basic.net que permitisse a consistência rápida de dados hidrolometeorológicos. Minha
participação consistiu no aprendizado da linguagem de programação, pesquisa de
análises estatísticas para aplicação em dados hidrometeorológicos e desenvolvimento
do programa, sempre com o auxílio dos orientadores Walter Collischonn e Fernando
Fan.
O objetivo específico do presente trabalho foi propor um sistema de análise de
dados, com capacidade de filtrar os dados para remoção de erros espúrios, baseado
em análises estatísticas e nas variações sequenciais, e também de sugerir valores para
substituir erros encontrados, a fim de completar as séries de dados. O sistema criado
foi testado com sucesso em dados de estações pluviométricas, fluviométricas e
linimétricas da bacia do Rio São Francisco, encontrando os erros e sugerindo valores
para correção conforme o esperado. Dados os bons resultados obtidos, como próximo
passo do projeto, ele será acoplado a um sistema de previsão de vazões para o uso em
tempo real.</description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>WAGNER SILVA WESSFLL</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2015-10-05T22:31:40Z</dc:date>
    <dc:type>Video</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/personalizando-um-repositorio-dspace-para-o-padrao-obaa-de-metadados">
    <title>Personalizando um Repositório DSpace para o Padrão OBAA de Metadados</title>
    <link>http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/personalizando-um-repositorio-dspace-para-o-padrao-obaa-de-metadados</link>
    <description>Atualmente, existem padrões de metadados para objetos de aprendizagem. O padrão
OBAA, inserido na realidade brasileira, provê metadados que possibilitam o acesso de
pessoas com necessidades especiais, bem como permite a interoperabilidade entre a Web,
dispositivos móveis e a TV digital. Além disso, está previsto seu uso no contexto da Web
Semântica, provendo técnicas que simplifiquem a interpretação realizada pela máquina. Dessa
forma, os principais objetivos do trabalho podem ser descritos em duas etapas: a adaptação de
um repositório DSPace ao padrão OBAA, que possa ser utilizado por diversas instituições de
ensino, e a adequação dos atuais repositórios de objetos de aprendizagem às necessidades da
Web Semântica.
Com o objetivo de lidar com o domínio educacional, o padrão OBAA faz o reuso de
dois padrões já reconhecidos internacionalmente, o IEE-LOM e o IMS AccessForAll. Essa
escolha impactou na substituição do Dublin Core, que possui um conjunto de metadados
restritos e que já vem configurado na ferramenta utilizada para o gerenciamento do
repositório, o DSpace. Assim, após a configuração dos arquivos para a especificação do
padrão OBAA, a correta descrição dos metadados foi uma preocupação à parte, afim de
garantir o armazenamento dos Objetos de Aprendizagem conforme as características do
padrão.
Inicialmente, fazer uma cópia do repositório oficial é o procedimento padrão para a
correta elaboração do novo repositório, a primeira etapa do trabalho. Uma das opções
oferecidas pelo DSpace para realizar esta tarefa é o harvester, compatível com o protocolo
OAI-PMH, sendo essencial coletar todos os objetos já presentes no repositório oficial e copiá-
los para o repositório novo.
Uma vez copiados todos os objetos, a solução que simplifica a manipulação do
repositório e de seu conteúdo, dando o primeiro passo para a adequação do presente
repositório a alguns princípios da Web Semântica, é a instalação de uma API REST
compatível com o DSpace. Existem diversas opções de implementação disponíveis, porém, a
mais confiável e mais consistente é a oficial, que já é compatível com o DSpace 3.0. A versão
da API que mais condiz com os parâmetros do repositório em desenvolvimento, no entanto, é
a 1.8, pois evita problemas de migração entre versões.
Essa atualização para um novo repositório, baseado no antigo, que está operante, visa
sua disponibilização no servidor oficial do padrão OBAA. Futuramente, está prevista a
simplificação do processo de submissão de objetos de aprendizagem para o repositório por
meio do uso de ontologias que, apoiadas a Perfis de Aplicação, auxiliem no processo de
descrição dos mesmos, partindo para uma solução de armazenamento em triplas.</description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>WAGNER SILVA WESSFLL</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2015-10-05T22:11:17Z</dc:date>
    <dc:type>Video</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/aplicacao-de-polimeros-superabsorventes-na-agricultura">
    <title>Aplicação de Polímeros Superabsorventes na Agricultura</title>
    <link>http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/aplicacao-de-polimeros-superabsorventes-na-agricultura</link>
    <description>Hidrogéis superabsorventes são polímeros hidrofílicos reticulados que quando aplicados
a certas condições aumentam de volume. Não são dissolvidos quando aplicados em
meio aquoso ou em presença de substância salina. Devido a sua principal característica
de alta absorção de água, há uma grande variedade de aplicações para este polímero
como, por exemplo, o uso em produtos de higiene; medicamentos; lentes de contato
ópticas; imobilização de enzimas; aplicação na agricultura, onde ajudam a diminuir o
volume de água irrigada; entre outras. Estes agentes de absorção de água têm sua
capacidade alterada quando se varia o meio aplicado, temperatura, pH, etc.
O objetivo desse trabalho é sintetizar hidrogeis superabsorventes visando seu uso na
agricultura, onde sua alta capacidade de reter água e nutrientes pode ser determinante
nesta aplicação durante longos períodos de estiagem, já que durante a chuva ele incha e
pode liberar água periodicamente para o meio ajudando na hidratação e na nutrição de
plantas. A síntese dos polímeros superabsorventes de natureza acrílica foi realizada
através da polimerização de ácido acrílico sob agitação e aquecimento constante
utilizando Metileno-bisacrilamida (MBA) como reticulante. Foram sintetizados dois
tipos de hidrogéis superabsorventes, com dois tipos de soluções neutralizantes, sendo
estas soluções aquosas de KOH e de NH4OH. Persulfato de amônio/metabissulfito de
sódio ou persulfato de sódio/metabissulfito de sódio foram utilizados como pares
iniciadores redox. Além disto, também foram adicionados uréia e sulfato de potássio na
síntese dos hidrogéis, com a intenção de avaliar a influência da presença de nitrogênio e
potássio como nutrientes para as plantas nos polímeros superabsorventes.
Os polímeros sintetizados foram caracterizados e avaliados quanto ao grau de
inchamento, comportamento de reversibilidade em ciclos periódicos de absorção de
água e secagem em estufa, absorção de água no solo e testes preliminares de
comparação e observação do crescimento de plantas no solo com e sem os hidrogéis
sintetizados.</description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>WAGNER SILVA WESSFLL</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2015-10-05T22:10:22Z</dc:date>
    <dc:type>Video</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/planta-de-pirolise-rapida-projeto-montagem-e-configuracao-do-sistema-de-controle">
    <title>Planta de Pirólise Rápida: Projeto, Montagem e Configuração do Sistema de Controle</title>
    <link>http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/planta-de-pirolise-rapida-projeto-montagem-e-configuracao-do-sistema-de-controle</link>
    <description>A pirólise rápida de biomassas é um processo de conversão
termoquímica que ocorre a elevadas temperaturas (i.e., em torno de 500 °C) na
ausência de oxigênio, o qual permite a obtenção de bio-óleo, gás e carvão a
partir das mais diversas fontes de biomassa. O principal produto desse
processo é o bio-óleo, que, devido às suas propriedades, pode ser utilizado
como combustível e na produção de químicos com valor agregado. O
rendimento e a qualidade desse produto são dependentes das condições de
operação da planta. Assim, é necessário que o processo seja conduzido
segundo um rigoroso controle dos parâmetros críticos de operação, sendo
necessário o planejamento de um sistema de controle eficiente e robusto.
O principal objetivo deste trabalho foi desenvolver uma planta
laboratorial de pirólise rápida de biomassas visando estudar a produção de bio-
óleo. Os objetivos específicos deste trabalho de iniciação tecnológica incluem
os testes iniciais da planta de pirólise rápida e consequentes melhorias e
desenvolvimento de novos componentes. Além disso, houveram atividades
relacionadas ao Intertravamento do sistema de controle e segurança da planta.
A planta laboratorial de pirólise rápida, atualmente em fase inicial de
testes, foi idealizada e projetada visando flexibilidade, para que seja possível
um estudo amplo das condições operacionais do processo. Para tal foram
desenvolvidos dois reatores de pirólise, sendo um aquecido resistivamente e
outro via micro-ondas, ambos operando em regime de leito fluidizado.
Para o reator de aquecimento resistivo, o sistema de aquecimento
projetado, que operava de forma direta, onde havia o aquecimento do gás de
fluidização, foi insuficiente. Esse sistema foi substituído por um sistema de
sopro de ar quente externo de alta potência, desenvolvido e construído com o
uso de componentes baratos e abundantes no mercado. Paralelamente foi
desenvolvido um novo sistema de controle de potência para ambos os
sistemas de aquecimento utilizando uma plataforma ARDUINO e um TRIAC,
permitindo melhor controle de temperatura e melhorias de segurança.
Com o novo sistema, foram realizados testes de aquecimento, cujos
resultados levaram à reestruturação do reator de aquecimento resistivo. Ao
sistema de alimentação do reator foi incorporada uma junta cerâmica, evitando
perdas térmicas e a torrefação das biomassas alimentadas. A carcaça de
isolamento térmico teve sua estrutura modificada e foi facilitado o processo de
preparação do sistema para experimentos. Depois de realizados os primeiros
testes de pirólise rápida, observou-se a necessidade de modificar e expandir o
sistema de condensação de bio-óleo, que também se mostrou insuficiente. O
permutador de calor do tipo casco e tubo foi substituído por um conjunto de
permutadores multi-tubulares, com maior área e eficiência de troca térmica.
Juntamente essas melhorias de processo foi realizado um trabalho
paralelo na área de automação e segurança, a partir do qual foram elaborados
um artigo, publicado na revista Controle e Instrumentação, e um programa para
o controlador lógico programável instalado na planta, cuja função é prover a
inicialização segura de experimentos.</description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>WAGNER SILVA WESSFLL</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2015-10-02T20:48:39Z</dc:date>
    <dc:type>Video</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/estudo-da-estabilidade-de-embalagens-commodities">
    <title>ESTUDO DA ESTABILIDADE DE EMBALAGENS COMMODITIES</title>
    <link>http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/estudo-da-estabilidade-de-embalagens-commodities</link>
    <description> A vida atual da sociedade é muito agitada, onde a rapidez e praticidade são
fundamentais. E nisso, as embalagens descartáveis de polímeros termoplásticos
contribuem muito com o seu dia-a-dia. Estas com produtos alimentícios estão sendo
cada vez mais utilizadas pelas pessoas devido a praticidade e rapidez de uma refeição
faz parte da sua rotina. Por outro lado, existe uma insegurança da sociedade pelo
material das embalagens que podem ser colocadas no freezer e posteriormente no forno
micro-ondas. Dependendo da embalagem, pode-se armazenar, congelar, descongelar,
aquecer e servir alimentos. Assim, saber se uma embalagem é considerada inerte
quimicamente é fundamental para saber qual delas é adequada para o contato direto com
o alimento, aquecimento em micro-ondas e qual apresenta uma alta resistência sob
baixíssima temperatura. Assim, um aspecto importante a ser analisado é a estabilidade
térmica do polímero utilizado na embalagem. A temperatura elevada é um dos
parâmetros mais importantes e preocupantes em relação à degradação do material e a
migração de espécies químicas (da embalagem como do alimento), uma vez que essa
última é controlada principalmente por processos de difusão. A migração é definida
como a transferência de substâncias a partir da parede da embalagem para o alimento,
por fenômenos de natureza físico-química. Apesar da inércia total não existir, e por isso
os fenômenos de migração ocorrer em todos os materiais, os materiais plásticos são sem
dúvida os mais problemáticos, dada a natureza das moléculas dos materiais, e por isso
alvo de maior atenção. Quando um polímero se encontra em contato com um líquido, tal
como alimentos ou produtos químicos, em condições de temperaturas elevadas, em
geral dois processos de transferência de massa podem ocorrer simultaneamente: o
líquido pode penetrar pelas paredes do polímero, enquanto que os aditivos, monômeros
e espécies de baixo peso molecular provenientes da degradação do polímero podem se
difundir para fora do mesmo. O objetivo desde trabalho é realizar um estudo
comparativo do desempenho de algumas embalagens de polímeros commodities quando
expostas ao freezer e micro-ondas, com alimento de natureza neutra, ácida e oleosa, em
freezer e micro-ondas. Foram utilizados três pacotes de amostras testes, o primeiro
pacote utilizamos embalagens de PET, PEAD, PP, PS e EPS no qual foi utilizado água
para simular um alimento neutro, o segundo pacote foi utilizado amostras de PP, PEAD
e EPS as quais simularam armazenamento de alimentos ácidos, utilizando molho de
tomate com pH 5, e o último pacote foi utilizado PP, PEAD e EPS o qual simulou
armazenamento de alimentos oleosos, utilizando óleo reaproveitável de uma lancheria
da universidade com um pH 5, em todos estes pacotes foi utilizado as mesmas formas
de embalagens para cada polímero. Primeiramente ficaram 72 horas armazenados no
freezer e após passaram por 40 ciclos de micro-ondas, cada um com o seu tipo de
líquido , estes processos foram feitos com um volume de 75% da altura da embalagem.
Estas amostras foram caracterizadas por ensaios físicos, reológicos, ópticos e
morfológicos. Ficou claro que o PET não é bom para esse tipo de uso, mas também
notou uma degradação no EPS em ambos os meios, ácido e oleoso, entretanto, o PP e o
PEAD são confiáveis para uso em micro-ondas.</description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>WAGNER SILVA WESSFLL</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2015-10-02T20:48:31Z</dc:date>
    <dc:type>Video</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/estudo-da-quantificacao-lipidios-microalgais-atraves-de-fluorescencia-2d">
    <title>Estudo da Quantificação Lipídios Microalgais Através de Fluorescência 2D</title>
    <link>http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/estudo-da-quantificacao-lipidios-microalgais-atraves-de-fluorescencia-2d</link>
    <description>A crescente necessidade por combustíveis alternativos, frente ao
crescimento constante da demanda energética, faz com que sejam necessárias
pesquisas sobre novas fontes energéticas eficientes e não agressivas ao meio
ambiente. Cada vez mais as microalgas tem se apresentado como uma
alternativa para a produção de biodiesel, visto as vantagens que seu cultivo
apresenta, como crescimento em terras não cultiváveis, biorremediacao e
grande acumulo de lipídios. Em virtude disso, torna-se imprescindível a
utilização de um método para quantificação de lipídios presentes em
microalgas que seja rápido e confiável. Visando essa necessidade, estudou-se
o desenvolvimento de uma metodologia de quantificação lipídica através de
medidas de espectrofluorescência. Para a proposta e calibração de modelos,
utilizaram-se soluções de azeite em acetona devido às similaridades deste com
os lipídios produzidos pelas microalgas. A primeira etapa valeu-se da aplicação
da metodologia PSCM (Pure Spectra Chemometric Modeling), obtendo-se
modelos de predição de concentração de azeite com diferentes estruturas e,
após análise desses modelos, foram definidos quais modelos são indicados
para proceder predições de concentração com erros relativos aceitáveis. Para
avaliar a robustez dos modelos obtidos, realizam-se testes com outra marca de
azeite comercial, apresentando resultados positivos na caracterização de duas
das quatro amostras avaliadas, sendo que o resultado ineficaz foi atribuído a
erros experimentais, não correlacionados aos modelos propostos. A segunda
etapa deste trabalho e composta pelo cultivo das microalgas em diferentes
porcentagens de vinhaça, os quais apresentaram crescimento da biomassa.
Durante todo o cultivo foram realizadas medidas de espectrofluorescência,
posteriormente avaliadas pelos modelos quimiométricos previamente
ajustados. A aplicação direta desses modelos na quantificação lipídica das
microalgas não apresentou resultados satisfatórios, no entanto, os resultados
indicam que a metodologia apresenta viabilidade técnica e pode ser melhorada
através de calibrações dos modelos quimiométricos utilizando dados reais de
processo e não soluções padronizadas de laboratório, viabilizando o
acompanhamento da concentração de lipídios nos fotobiorreatores através de
medidas de espectroscopia fluorescente.</description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>WAGNER SILVA WESSFLL</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2015-10-02T20:48:21Z</dc:date>
    <dc:type>Video</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/controle-pid-em-placa-raspberry">
    <title>Controle PID em placa Raspberry</title>
    <link>http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/controle-pid-em-placa-raspberry</link>
    <description>O presente trabalho trata de um sistema de controle de baixo custo. A
utilização de um sistema microprocessado como a Raspberry Pi tem se
mostrado de grande valia à várias utilizações em que se requer um bom
desempenho, mas o critério de baixo custo é o critério mais importante.
 Idealmente, o projeto é direcionado para pequenas unidades produtoras
de etanol, localizadas em pequenas propriedades rurais que cultivem cana-deaçúcar,
por exemplo. As unidades serão autônomas, controladas pela
Raspberry, e se comunicarão com uma central via sinal GPRS.
Para demonstrar a atuação do controlador implementado na Raspberry,
a mesma foi conectada a uma planta, presente no Departamento de
Engenharia Química (DEQUI). A planta possui tanques, em que obtemos os
valores de nível no tanque através de células de carga que medem a massa do
tanque. Sabido o volume e forma do tanque, e a massa específica do líquido,
temos o volume de líquido e o seu respectivo nível dentro do mesmo. Na parte
inferior do tanque, temos uma válvula como uma restrição para a saída do
fluído, sendo essa restrição constante, e não variável durante o processo. A
partir da medida do nível, atuamos na vazão da bomba para controlar o
mesmo.
 A planta adquire o sinal dos sensores e transmite a uma máquina do
laboratório, o computador “Laplace/72” via RS-232. O software Elipse E3 é
responsável pela aquisição dessas mensagens, e extração dos valores de
interesse. O software Matlab é então encarregado de adquirir esses valores do
software anterior e escrevê-los em um arquivo ”py” que se encontra na
Raspberry. Cabe a Raspberry rodar ciclicamente a rotina do controlador PID,
em que o arquivo com os dados de nível serão abertos e interpretados, e a
partir deles, ações de controle serão calculadas e escritas em um novo arquivo,
que fará o caminho reverso até chegar na planta.
 É possível alterar os parâmetros do controlador remotamente, via
qualquer computador localizado na rede do DEQUI, o que simula a unidade
central. Dados como o nível de referência e constantes do controlador (Kp, Ki,
Kd) podem ser alteradas pelo usuário, conforme os interesses de nível a ser
atingido, bem como os requisitos de desempenho necessários.</description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>WAGNER SILVA WESSFLL</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2015-10-02T20:48:12Z</dc:date>
    <dc:type>Video</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/caracterizacao-de-proteinas-recombinantes-de-mycoplasma-hyopneumoniae-para-a-formulacao-de-vacinas-contra-a-pneumonia-enzootica-suina">
    <title>Caracterização de proteínas recombinantes de Mycoplasma hyopneumoniae para a formulação de vacinas contra a pneumonia enzóotica suína</title>
    <link>http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/caracterizacao-de-proteinas-recombinantes-de-mycoplasma-hyopneumoniae-para-a-formulacao-de-vacinas-contra-a-pneumonia-enzootica-suina</link>
    <description>A pneumonia enzoótica suína (PES) é uma doença crônica, causada pela bactéria
Mycoplasma hyopneumoniae, que está associada a perdas significativas na produção de
suínos no mundo todo. Os sintomas clínicos são geralmente tardios, notados apenas 10-
15 dias após a primeira infecção, sendo eles tosse esporádica e seca, febre leve e falta de
apetite. A estratégia mais utilizada atualmente para prevenir a doença é o uso de vacinas
comercias queconsistem basicamente em células bacterianas inativadas (bacterinas), as
quaisapresentam um alto custo de produção devido às dificuldades de cultivo de M.
hyopneumoniae. Além disso, estas vacinas reduzem apenas parcialmente a doença,
sendo incapazes de evitar a colonização do trato respiratório do hospedeiro.
Neste contexto, a identificação e caracterização de novos antígenos é importante
para o desenvolvimento de vacinas recombinantesbaseadas em proteínas, as quais
podem ser mais eficientes que bacterinas. O objetivo geral deste projeto é a
caracterização imunológica de antígenos de M. hyopneumoniae para o desenvolvimento
de formulações vacinais recombinantes utilizando antígenos purificados. Na etapa
anterior foram identificados no genoma da bactéria e selecionadas sequências de DNA
codificadoras de algumas proteínas potencialmente antigênicas, que aqui são
identificadas como MH1, MH2, MH3 (em função do sigilo determinado pela patente).
Através das técnicas de DNA recombinante, assequências de DNA codificadoras dos
antígenos MH1, MH2 e MH3 foramclonadas e expressas em Escherichia colie as
proteínas recombinantes expressas foram purificadas. A expressão e purificação em
Escherichia colié um método mais simples e rápido de produção de antígenos
recombinantes em grandeescala.
Os antígenos recombinantes foram caracterizados imunologicamente a partirda
imunização de camundongos. A presença de anticorpos específicos anti-MH1, antiMH2
e anti-MH3 foi detectada nos soros dos camundongos imunizados. Deste modo
podemos concluir que os três antígenos recombinantes são imunogênicos, isto é, têm a
capacidade de induzir resposta imune nos camundongos imunizados. Além disso, a
resposta imune celular induzida por cada antígeno recombinante foi avaliada através da
detecção de moléculas sinalizadoras, chamadas citocinas, que podem ser pró-
inflamatórias ou anti-inflamatórias. Os antígenos MH2 e MH3 foram capazes de induzir
a secreção de citocinas pró-inflamatórias que fazem parte dos mecanismos de defesa
contra a infecção bacteriana, sendo, portanto, bons alvos para o desenvolvimento de
vacinas. Entretanto, o antígeno MH1 induziu a secreção de uma citocina reguladora que
tem ação anti-inflamatória, sendo que seu potencial vacinal deverá ser melhor estudado
e caracterizado. Portanto outros estudos devem ser realizados a fim de validar estes
antígenos como vacinais. Paralelamente, estão sendo feitos estudos de caracterização
imunológica utilizando construções de DNA. Esses resultados serão apresentados pela
aluna do nosso grupo (Carolina LumertzMartello). Posteriormente, os antígenos e/ou
construções de DNA com maior potencial vacinal em camundongos serão utilizados em
ensaios de imunização de suínos, visando ao desenvolvimento de uma formulação
vacinal. </description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>WAGNER SILVA WESSFLL</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2015-10-02T20:48:02Z</dc:date>
    <dc:type>Video</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/montagem-e-caracterizacao-de-um-dispositivo-fotovoltaico-organico">
    <title>Montagem e Caracterização de um Dispositivo Fotovoltaico Orgânico</title>
    <link>http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/montagem-e-caracterizacao-de-um-dispositivo-fotovoltaico-organico</link>
    <description>Neste trabalho esta sendo montada e caracterizada uma célula solar orgânica, obtida
através de uma heterojunção de Poli(3-hexiltiofeno)/PCBM. Com o objetivo de se
melhorar a eficiência do dispositivo está sendo estudado o efeito de materiais
plasmônicos nos níveis de energia da Banda de Valência e Banda de Condução do
Poli(3-hexiltiofeno). Através de análises eletroquímicas na presença e na ausência de
luz tem se estudado o efeito de nanoparticulas de ouro na resistência em série e no
potencial de circuito aberto dos dispositivos. Com estas informações obtivemos uma
caracterização mais detalhada dos materiais que compõe as células e embora até o
momento tenhamos obtido dispositivos com baixa eficiência (0,00002%), os resultados
gerados neste trabalho irão contribuir para a montagem de sistemas mais eficientes. Os
resultados preliminares demonstram que adição de nanoparticulas metálicas proporciona
o efeito de ressonância de plasmon de superfície, que aumenta a geração de
fotocorrente. A próxima etapa do trabalho envolvera a montagem de dispositivos em
ambiente com baixa umidade e de acordo com resultados da literatura, devemos obter
sistemas mais eficientes.</description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>WAGNER SILVA WESSFLL</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2015-10-02T20:47:52Z</dc:date>
    <dc:type>Video</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/processos-em-fabricacao-digital-em-arquitetura-e-design">
    <title>PROCESSOS EM FABRICAÇÃO DIGITAL EM ARQUITETURA E DESIGN</title>
    <link>http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/processos-em-fabricacao-digital-em-arquitetura-e-design</link>
    <description>Iniciei o trabalho da pesquisa lendo sobre fabricação digital e parametrização, e
conhecendo os equipamentos e instalações disponíveis no laboratório.
Em seguida, como meio de estudo e fixação de conceitos, preparei uma
apresentação no programa Power Point para uma palestra sob o nome de
Geometrias Inteligentes e ministrada pela Profª. Dra. Underléa Miotto Bruscato
em Santa Maria, RS. Utilizei como base de pesquisa trabalhos publicados em
periódicos científicos, livros, apresentações anteriores e informações
adquiridas via internet.
Para a Semana Acadêmica 2012/2 conjunta dos cursos de Arquitetura e
Urbanismo e Design, o grupo de pesquisa organizou uma oficina entitulada
“Sala de Estar ao Ar Livre”, em que, usando o software Rhinoceros e
equipamentos do laboratório, foi criado um banco paramétrico. A oficina
englobou explicações sobre o software, corte e montagem de protótipos e do
modelo tamanho original, fixação no solo e finalização (cobertura com terra e
grama) – vídeo em anexo.
Trabalhei na configuração, organização e atualização da plataforma online da
pesquisa (http://ufrgs.br/parametricodesign): com inserção de artigos
publicados, eventos, notícias e outros.
Após isso, participei como ouvinte no workshop realizado pelo Projeto Alfa
Gaviota (Grupos Académicos para la VIsualización Orientada por Tecnologias
Apropiadas) e em encontros, ambos com estudantes e professores de Design e
Arquitetura de faculdades regionais e internacionais.
Com este ano, aprendi muito sobre os novos conceitos de fabricação digital e
parametrização, e de que maneira eles influenciam as formas do design, a
estrutura da arquitetura e os planejamentos do urbanismo.</description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>WAGNER SILVA WESSFLL</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2015-10-02T20:47:42Z</dc:date>
    <dc:type>Video</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/mapeamento-das-iniciativas-brasileiras-na-industria-de-semicondutores">
    <title>MAPEAMENTO DAS INICIATIVAS BRASILEIRAS NA INDÚSTRIA DE SEMICONDUTORES</title>
    <link>http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/mapeamento-das-iniciativas-brasileiras-na-industria-de-semicondutores</link>
    <description>Um Sistema Produto­Serviço, do inglês Product Service System (PSS), é uma estratégia de negócios
que consiste em substituir a venda de produtos físicos, pela venda de sistemas contendo produtos e
serviços que, juntos, são capazes de atender às demandas dos clientes (MANZINI; VEZZOLI, 2002).
Esse conceito propicia o desenvolvimento de soluções inovadoras e sustentáveis, especialmente pela
redução na intensidade material dos produtos e consequente redução do impacto ambiental. Optou­se
por estudar casos de empresas nas quais ocorram PSS, com o intuito de identificar os tipos de rede de
valor e suas relações com as características do negócio (natureza de negócio, cultura da empresa,
porte, riscos do negócio, mercados, politicas estimuladoras e outras). Desta forma, elegeu­se o
segmento da indústria de semicondutores que, embora não seja especificamente um PSS, costuma se
organizar em redes e clusters visando à apropriação de valor e operacionalização dos processos da
cadeia produtiva, em função da complexidade e altos riscos envolvidos. O objetivo desta pesquisa é,
portanto, fazer uma análise cronológica das iniciativas brasileiras na indústria de semicondutores,
verificando os tipos de arranjos adotados nestas iniciativas e relacionar com as políticas
governamentais, como a Lei da Informática, Programa de Apoio à Indústria de Semicondutores
(PADIS), Programa Nacional de Microeletrônica, entre outros, tiveram (têm) impacto real no
fortalecimento da indústria. No primeiro estágio do projeto a intenção é realizar uma revisão da
literatura com vista ao melhor entendimento dos tópicos tratados no projeto. Dentre eles: o que é rede
de valor, o que é cluster industrial, quando estas estratégias são adequadas, quais os exemplos de
clusters industriais existentes atualmente no segmento do semicondutores, como é composta a cadeia
de produção de um semicondutor, quais as iniciativas brasileiras na área de semicondutores. Em um
segundo estágio da pesquisa serão mapeadas as inicitivas brasileiras na indústria de semicondutores em
ordem cronológica, a partir da década de 80 (período que registra as primeiras referências na área).
Essas iniciativas também estão divididas de acordo com a sua natureza em três grupos: (1) Instituição
de Ensino, (2) empresas Prestadoras de Serviço (públicas ou privadas) e (3) Empresas fabricantes de
semicondutores. Durante o mapeamento será necessário identificar os tipos de arranjo aos quais estes
grupos pertencem e relacionar seu surgimento com iniciativas políticas da época. O mapeamento está
ocorrendo através da localização de informações na internet, através de entrevistas com especialistas e,
posteriormente, com entrevistas qualitativas com os próprios gestores das instituições de ensino,
empresas publicas ou privadas fabricantes de semicondutores no Brasil. O resultado esperado do
trabalho será um mapa contendo as diferentes iniciativas encontradas, as características de arranjo
desenvolvidas e suas relações com as políticas governamentais. Como resultados esperados, também
deverão ser encontrados outros fatores que levaram à formação dos arranjos, que vão além das
políticas governamentais.</description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>WAGNER SILVA WESSFLL</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2015-10-02T20:47:29Z</dc:date>
    <dc:type>Video</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/modelando-uma-luminaria-06">
    <title>Modelando uma luminária - 06</title>
    <link>http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/modelando-uma-luminaria-06</link>
    <description>Este vídeo faz parte de uma coleção de vídeos tutoriais mostra como modelar uma luminária com o 3DSMax 2014.</description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Gabriela Trindade Perry</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2015-10-01T19:41:25Z</dc:date>
    <dc:type>Video</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/modelando-uma-luminaria-07">
    <title>Modelando uma luminária - 07</title>
    <link>http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/modelando-uma-luminaria-07</link>
    <description>Este vídeo faz parte de uma coleção de vídeos tutoriais mostra como modelar uma luminária com o 3DSMax 2014.</description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Gabriela Trindade Perry</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2015-10-01T19:41:12Z</dc:date>
    <dc:type>Video</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/sintese-da-d-ribonolactona-desenvolvimento-de-um-protocolo-sustentavel">
    <title>Síntese da D-ribonolactona - desenvolvimento de um protocolo sustentável</title>
    <link>http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/sintese-da-d-ribonolactona-desenvolvimento-de-um-protocolo-sustentavel</link>
    <description>D-Ribonolactona (1) é um intermediário importante para a síntese de antivirais, Lcarboidratos,
lactonas de ocorrência natural, antitumorais como o varitriol e riboflavina.
Porém, sua preparação envolve reagentes extremamente tóxicos como bromo molecular,
solventes halogenados e catalisadores metálicos de elevado custo. Assim, o
desenvolvimento de protocolos simples e sustentáveis para a obtenção da Dribonolactona
(1) é de grande apelo. Uma alternativa para oxidação de álcoois
secundários é a geração bromo molecular in situ a partir dos sais brometo e bromato
tornando o processo mais seguro e ambientalmente atrativo.
Neste trabalho apresentamos a substituição do bromo molecular por sais de bromo na
oxidação de D-ribose (2) a D-ribonolactona (1) (Esquema).
Esquema: oxidação da D-ribose para obtenção da D-ribonolactona.
Os compostos obtidos foram caracterizados por infravermelho. Confirmou-se a
formação de 1 por meio da banda de estiramento da carbonila em 1770 cm-1
,
característica da D-ribonolactona (1). Além disso, o espectro obtido na oxidação de 2
utilizando o par brometo/bromato, é idêntico ao espectro do produto obtido utilizando
bromo molecular da literatura.
A oxidação da D-ribose (2) utilizando-se sais de bromo mostrou-se possível
demonstrando a potencialidade do método desenvolvido. Assim, a proteção intelectual
desta metodologia é de suma importância para a síntese da D-ribonolactona (1) como
precursora de compostos de grande apelo biológico. A presente metodologia será
futuramente estendida para a oxidação do carbono anomérico de outros carboidratos.
Estudos para o aumento de escala vêm sendo realizados em nosso grupo.</description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>WAGNER SILVA WESSFLL</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2015-10-01T18:53:39Z</dc:date>
    <dc:type>Video</dc:type>
  </item>




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