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  <title>Lume</title>
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            These are the search results for the query, showing results 721 to 735.
        
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  <item rdf:about="http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/elaboracao-de-iogurte-probiotico-a-base-de-leite-organico">
    <title>Elaboração de iogurte probiótico a base de leite orgânico</title>
    <link>http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/elaboracao-de-iogurte-probiotico-a-base-de-leite-organico</link>
    <description>A preocupação crescente com a saúde tem levado as pessoas a buscarem alimentos mais
saudáveis e livres de substâncias prejudiciais. Nesse contexto, os alimentos orgânicos
têm se destacado por serem produtos em que sua produção se preocupa com o
consumidor em termos de saúde e com a preservação do meio ambiente. São produtos
elaborados sem agrotóxicos e outras substâncias sintéticas que possam causar danos à
saúde das pessoas e ao meio ambiente. Além disso, a produção orgânica favorece a
agricultura e a mão de obra familiar, principalmente por tratar-se de uma produção em
pequenos volumes, sendo geralmente suficiente o número de pessoas na família para
gerar os produtos finais em pequena escala. O objetivo do presente trabalho foi elaborar
iogurtes com leite convencional e orgânico pasteurizados, acrescentando diferentes
concentrações de culturas probióticas (0,5%, 1,0%, 1,5%) e acompanhar a curva de
fermentação (pH e percentual de acidez), assim como verificar a viabilidade das
culturas lácticas e a acidez ao longo do armazenamento (28 dias). Os iogurtes foram
elaborados com a seguinte matéria prima: 500 ml de leite, 60g de açúcar e 200mg de
fermento (Biorich®), que contém Streptococcus thermophilus, Lactobacillus
acidophilus e Bifidobacterium BB-12®. Para o iogurte convencional foi utilizado
açúcar refinado e leite pasteurizado convencionais, enquanto que para o iogurte
orgânico foi utilizado açúcar orgânico demerara e leite orgânico. Após a adição dos
ingredientes e o tratamento térmico, as formulações foram incubadas em banho maria a
42°C por 1 hora, e em seguida foram feitas medições de pH e percentual de acidez a
cada 30 minutos, até que os valores chegassem a aproximadamente 4,7 e 0,4
respectivamente. Nos dias subseqüentes ao preparo (1°, 7°, 14°, 21°, 28°) foram
realizadas medições de pH e percentual de acidez. As análises microbiológicas foram
realizadas no mesmo intervalo indicado acima, utilizando-se ágar M17 adicionado de
lactose, em superfície, incubadas em jarra de anaerobiose a 37°C por 72 horas para
verificação da viabilidade das culturas lácticas até o final do período de armazenamento
de 28 dias. Nas análises de pH e percentual de acidez do iogurte convencional, a média
foi de 5,0 e 0,41 respectivamente, ao final de 4h48min (±0,2) de fermentação. Ao longo
dos 28 dias de armazenamento, nas três amostras analisadas de iogurte convencional, a
média de pH foi de 4,3 (±0,12) e de percentual de acidez foi de 0,63 (±0,06). Até o
presente momento elaborou-se uma amostra de iogurte orgânico, que apresentou pH de
4,9 e 0,41 de percentual de acidez ao final de 4h30min de incubação. Após 28 dias de
armazenamento, o percentual de acidez atingiu 0,73 e pH 4,3. Nas análises
microbiológicas, a média da contagem de bactérias lácticas viáveis no iogurte
convencional foi de 5,9x108 UFC/mL no primeiro dia de armazenamento e 2,7x108
UFC/mL aos 28 dias. Já no iogurte orgânico as contagens foram de 1,4x109 UFC/mL e
7,0x107 UFC/mL no dia 1 e 28 de armazenamento. Esses resultados estão superiores aos
exigidos pela legislação, que descreve um mínimo de 106 UFC/mL, quando há presença
de bifidobactérias na cultura. De acordo com os resultados preliminares descritos, foi
possível observar que o iogurte convencional e o orgânico não apresentaram diferenças
quanto aos parâmetros analisados. Com isso conclui-se que é viável a utilização de leite
orgânico pasteurizado para a elaboração de iogurte probiótico na concentração de 1,0%.
Está sendo dada continuidade ao trabalho, onde diferentes percentuais de fermento serão
testados e avaliados com respeito à utilização dos diferentes leites. Pretende-se analisar
as amostras sensorialmente para fins de comparação, preferência do consumidor e
intenção de compra.</description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>WAGNER SILVA WESSFLL</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2015-10-16T21:46:18Z</dc:date>
    <dc:type>Video</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/utilizacao-de-nanofibras-polimericas-como-veiculos-para-dispersao-de-atrativo-sintetico-trimedlure-para-a-mosca-das-frutas-ceratitis-capitata-wied">
    <title>Utilização de nanofibras poliméricas como veículos para dispersão de atrativo sintético Trimedlure para a mosca-das-frutas Ceratitis capitata Wied</title>
    <link>http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/utilizacao-de-nanofibras-polimericas-como-veiculos-para-dispersao-de-atrativo-sintetico-trimedlure-para-a-mosca-das-frutas-ceratitis-capitata-wied</link>
    <description>A mosca-do-Mediterrâneo Ceratitis capitata Wied. é uma das pragas de
maior importância na fruticultura mundial, seus danos podem causar prejuízos
econômicos significativos, podendo limitar a produção frutícola e prejudicar a
exportação para países com restrições quarentenárias à praga.
O monitoramento da população desta espécie em pomares comerciais
tem sido realizado através da utilização de armadilhas contendo o feromônio
sintético Trimedlure.
Dentre as matrizes utilizadas como veículo para liberação de ativos,
as nanofibras vem ganhando destaque por agregarem características que
permitem a liberação controlada dos ativos aliado a biodegradabilidade.
O uso dessa tecnologia, voltada para o setor agrícola, é uma forma
inovadora de produzir matrizes para liberação de voláteis em condições de
campo ambientalmente seguras.
O objetivo deste trabalho foi desenvolver e avaliar a utilização de
nanofibras, produzidas por eletrospinning, como veículo para liberação do
atrativo sintético Polycore Trimedlure (Agrisense), para C. capitata.
As nanofibras foram produzidas pela empresa TECNANO e
confeccionadas com quatro diferentes polímeros: poliester-1, acetato de
polivinila, éster de celulose, poliester-2, ambos contendo 50% de Polycore
Trimedlure. Os bioensaios foram realizados no BIOECOLAB (UFRGS) e
com o auxílio do eletroantenógrafo foi possível verificar a presença, ou não,
do atrativo nas nanofibras através da análise do tamanho das respostas
eletroantenográficas de machos de C. capitata. Foram utilizados 10 insetos
diferentes para cada formulação de nanofibra.
Posteriormente, em condições de semi-campo, foi avaliada a
atratividade de machos aos mesmos tipos de nanofibras com e sem o
Trimedlure. No centro de placas adesivas foram colocadas, individualmente,
porções de 4cm2
 de cada um dos tipos de nanofibras e o controle. As placas
foram equidistantemente dispostas dentro de gaiolas de voile de 2,0 m x 1,9 m
x 1,9 m (AxLxC) onde foram liberados 50 machos da mosca-do-Mediterrâneo
com idade entre 20 e 30 dias. As avaliações foram realizadas 24 horas após a
montagem do experimento, registrando-se o número de insetos aderidos em
cada placa adesiva. Em cada uma das 10 repetições as placas contendo os 
tratamentos foram rotacionadas no sentido horário.
Os bioensaios eletroantenográficos mostraram que todas as
formulações de nanofibras contendo Trimedlure produziram respostas
significativamente maiores que seus respectivos controles (KrusKal-Wallis;
H=65,123; P&lt;0,05). Entretanto não foi observada diferença significativa
entre as diferentes formulações contendo o Trimedlure. Nos bioensaios em
condições de semi-campo foi verificado um número significativamente maior
de machos de C. capitata capturados nas placas adesivas iscadas com os
diferentes polímeros (poliester-1, acetato de polivinila, éster de celulose,
poliester-2) contendo o Trimedlure do que nos controles, sem o atrativo
(Kruskal-Wallis; H=20,298; P&lt;0,01). Entre os tratamentos contendo o atrativo, o
número de moscas capturadas foi semelhante.
Esses resultados nos permitem inferir que as nanofibras avaliadas
tem potencial de utilização no manejo de C. capitata. Serão realizados mais
estudos para verificar o potencial de atratividade destas formulações em
condições de campo.</description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>WAGNER SILVA WESSFLL</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2015-10-16T21:41:17Z</dc:date>
    <dc:type>Video</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/desenvolvimento-de-software-embarcado-de-modulo-de-gerenciamento-eletronico-para-motor-rotativo-de-combustao-interna-1">
    <title>Desenvolvimento de Software Embarcado de Módulo de Gerenciamento Eletrônico para Motor Rotativo de Combustão Interna</title>
    <link>http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/desenvolvimento-de-software-embarcado-de-modulo-de-gerenciamento-eletronico-para-motor-rotativo-de-combustao-interna-1</link>
    <description>Em 2011 a empresa Gyrum(1)
, Pré-Incubada
Externamente na UFRGS, começou o desenvolvimento de um
motor rotativo de combustão interna inovador. Surgiu,
portanto, a necessidade da criação de um software de
gerenciamento eletrônico inexistente no mercado e que fosse
capaz de controlar sua combustão de forma precisa e capaz de
garantir seu correto funcionamento. O objetivo do projeto da
BIT - Bolsa de Iniciação Tecnológica foi desenvolver tal software
embarcado em linguagem C de programação para utilização em
microcontroladores capaz de gerenciar todo o sistema de injeção
de combustível e ignição da mistura, acionando válvulas
injetoras de combustível e bobinas de ignição, realizando a
leitura de todos os sensores necessários, como temperaturas,
pressões, rotação, entre outros, em tempo real de
funcionamento. O complexo programa deve ainda possibilitar
ao novo motor rotativo competir com concorrentes grandes e
estabelecidos no mercado. Portanto, praticamente todas as
funções oferecidas pelo microcontrolador foram usadas no
projeto, desde controle de timers até rotinas de PWM – Pulse
Width Modulation, sendo implementadas no microcontrolador
PIC18F4550 visando ao domínio da linguagem de programação
e do microcontrolador. Após a simulação em software dessas
rotinas fez-se a simulação em placas de circuito impresso
(circuito físico) para teste das mesmas. A união de rotinas e
funcionalidades do microcontrolador foi implementada, apesar
dos diversos problemas de compatibilidade, através do
sequenciamento e manipulação de interrupções. Ao final do
primeiro ano, o resultado parcial esperado foi atingido,
gerando-se um software embarcado capaz de gerenciar um
motor de combustão interna. Com o motor rotativo em
desenvolvimento, a BIT continuará com testes em conjunto com
a parte mecânica do motor, gerando o código do produto final
ao término das atividades.</description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>WAGNER SILVA WESSFLL</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2015-10-16T21:32:10Z</dc:date>
    <dc:type>Video</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/desenvolvimento-de-um-estator-prototipo-segmentado-obtido-por-metalurgia-do-po">
    <title>Desenvolvimento de um estator-protótipo segmentado obtido por metalurgia do pó</title>
    <link>http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/desenvolvimento-de-um-estator-prototipo-segmentado-obtido-por-metalurgia-do-po</link>
    <description>Atualmente, para a construção dos núcleos (rotores e estatores) são utilizadas
pacotes de chapas empilhadas de aço isoladas eletricamente. O processo de
obtenção de ligas magnéticas através metalurgia do pó (M/P) é alternativa para
a produção desses núcleos, principalmente para aplicação em altas
freqüências. No entanto, nos processos convencionais de compactação e
sinterização, o tamanho da peça é um fator limitante, uma vez que as potências
requeridas para compactação são proporcionais a sua área transversal. Dessa
maneira, foi desenvolvido um estator conciliando as técnicas de sinterização
por fase líquida e o design de peças segmentadas para contornar essa
desvantagem.
Este trabalho apresenta o processo de construção do núcleo (pacote do estator
inclinado) de um gerador, máquina elétrica de 7,5 kW, produzido pelo processo
alternativo da metalurgia do pó. A partir da manufatura e posterior usinagem
por eletrofio, observou-se um alto grau de acabamento e uma facilidade de
produção em larga escala com poucas etapas se comparado aos tradicionais
de chapas de aço.
A participação do bolsista de iniciação tecnológica no projeto, se inicia na
pesquisa e seleção de materiais magnéticos para construção do protótipo do
núcleo magnético, e posteriormente na obtenção da peças por metalurgia do
pó em laboratório.</description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>WAGNER SILVA WESSFLL</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2015-10-16T21:26:40Z</dc:date>
    <dc:type>Video</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/estudo-experimental-de-tecnicas-avancadas-de-controle-e-automacao-industrial">
    <title>Estudo Experimental de Técnicas Avançadas de Controle e Automação Industrial</title>
    <link>http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/estudo-experimental-de-tecnicas-avancadas-de-controle-e-automacao-industrial</link>
    <description>Este projeto de pesquisa de Iniciação Tecnológica teve como
objetivo testar a possibilidade de controle remoto de uma unidade
laboratorial (planta de seis tanques esféricos) visando a futura aplicação
em mini‐plantas industriais. Para receber e transmitir os dados coletados
desta unidade, foi utilizada a rede GPRS de telefonia celular através de um
modem. Já a coleta dos dados enviados pelo modem se dá via internet
através de uma porta serial virtual. Para o monitoramento das variáveis e
dispositivos foi através do software de Sistema SCADA.
Durante o período inicial foi estudado as atividades realizadas no
projeto anterior, assim como seus resultados e possíveis propostas para
implantação do mesmo. Após alguns testes iniciais, decidiu‐se estudar o
desempenho de controle em malha fechada utilizando o esquema de
transmissão remoto. Para tanto, foi necessário coletar os dados
diretamente da planta para comparar com os obtidos através do modem.
Para armazenar e posteriormente comparar com os dados transmitidos e
recebidos pelo modem foi utilizado um Módulo de Aquisição e Registro
FieldLogger I/O.
Foram realizados os testes com setpoint fixo de nível de um dos
tanques, para os tempos de amostragem da malha de controle de 1, 3, 5 e
10 segundos. O controlador foi implementado no cliente remoto no
software Matlab. Analisando os dados e os gráficos coletados, constatou‐
se que a perda de dados, para pequenos tempos de amostragem, era
muito significativa, de tal forma que o controle da unidade laboratorial foi
menos efetivo se comparado às amostragens de tempos maiores, como
no teste de 10 segundos.
Ao fim do projeto ficou claro que utilizar a tecnologia de telefonia
celular GPRS para fazer o controle remoto total de uma planta industrial
fica inviável, pois há muita perda na transmissão e recepção de dados e
muita instabilidade, o que impossibilita o controle adequado da planta. É
somente recomendável o uso desta tecnologia para o monitoramento dos
dados obtidos de uma planta industrial. Estão sendo estudadas
tecnologias que permitam o efetivo monitoramento e otimização do
desempenho da planta à distância.</description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>WAGNER SILVA WESSFLL</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2015-10-15T21:27:18Z</dc:date>
    <dc:type>Video</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/forjamento-de-precisao-de-pecas-vazadas-a-partir-de-billets-tubulares">
    <title>Forjamento de precisão de peças vazadas a partir de billets tubulares</title>
    <link>http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/forjamento-de-precisao-de-pecas-vazadas-a-partir-de-billets-tubulares</link>
    <description>O estudo de forjamento de precisão de peças vazadas a partir de billets tubulares é o
tema do deste projeto de iniciação tecnológica. Neste projeto estuda-se como
melhorar o forjamento de peças que antes eram forjadas com billet maciço sendo
necessário usinar o furo central, perdendo material e tendo que ter uma etapa de
usinagem na fabricação da peça. Forjando a peça a partir de um billet tubular pode-se
excluir a etapa da usinagem, reduzindo-se a perda de material.
Para estudar como melhorar o forjamento destas peças, usou-se um programa de
simulação numérica, denomindo Simufact Forming, versão 10.0. Os modelos usados no
programa de simulação, foram desenvolvidos em um software 3D, SolidWorks. Depois
de projetada a peça, as matrizes para o billet tubular e também para billet maciço
iniciou-se a simulação do processo de fabricação.
No processo atual, precisa-se ter uma matriz para pré-forma, uma para rebarbamento
mais uma para conformar a peça final, tendo ainda que usinar o furo central. Simulouse
o processo atual para comparar com os resultados do processo com o billet tubular.
Durante o estudo viu-se que o billet tubular tem um problema quando conformado: o
furo central pode ir diminuindo o diâmetro, tendo que usinar a peça para corrigir e
ficar com o diâmetro correto. Após algumas simulações, constatou-se que o billet
tubular precisa ter um mandril para impedir que o diâmetro interno do billet diminua.
O mandril, para a peça do estudo, deve ter um ângulo de cerca de três graus para
ajudar no escoamento do material e o tamanho deve ser suficiente apenas para
manter o diâmetro do furo central.
Para fazer a simulação precisa-se conhecer alguns dados do processo de fabricação,
tais como, o tipo de prensa, a temperatura das matrizes e do billet, o tipo de atrito.
Também é necessária a existência de uma malha, no billet, para o programa fazer os
cálculos numéricos da simulação. Com essa simulação, pode-se analisar a variação de
temperatura, escoamento do material, deformação plástica. Com esses resultados
pode-se analisar onde podem ocorrer dobras e possíveis trincas na peça e também
analisar o fluxo do material.
Com o resultado final das simulações, constatou-se ser possível fazer a conformação
em uma etapa com o billet tubular, sendo mais rápido e mais econômico o processo de
fabricação desta peça.</description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>WAGNER SILVA WESSFLL</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2015-10-15T21:27:06Z</dc:date>
    <dc:type>Video</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/sistemas-de-revestimento-para-fachada-reforcados-com-tela-metalica-1">
    <title>Sistemas de revestimento para fachada reforçados com tela metálica</title>
    <link>http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/sistemas-de-revestimento-para-fachada-reforcados-com-tela-metalica-1</link>
    <description>Atualmente existem várias técnicas construtivas que vêm sendo utilizadas com o objetivo de
sanar problemas originados a partir da ocorrência de movimentos diferenciais em
revestimento com base composta por materiais distintos, os quais reagem de maneiras
diferentes quando expostos a esforços. Entre estas técnicas ressalta-se o uso de telas
metálicas como uma alternativa de reforço do emboço em sistemas de revestimento ou para o
reparo de fissuras em alvenaria, para absorver tensões, deformações e garantir o desempenho
do sistema. O uso da mesma é amparado por normas como NBR 7200 (ABNT, 1998) e NBR
13755 (ABNT, 1996), cujas recomendações, no entanto, exigem estudos científicos para a
verificação dos parâmetros técnicos da tela metálica utilizada com estes fins.
O projeto apresentado neste resumo faz parte de um projeto maior de doutorado que analisa
a interação tela metálica /revestimento aplicado sobre a interface alvenaria /estrutura.
Portanto, antes da verificação desta interação, é importante conhecer as características de
todos os materiais empregados inclusive da própria tela metálica que será utilizada no ensaio a
ser proposto. Neste sentido, este projeto propõe uma metodologia de ensaio para avaliação
de desempenho da tela metálica adotada em reforço de sistemas de revestimento.
Para isso, foram realizados dois ensaios de caracterização da tela metálica com fio e malha
usuais no reforço de revestimento de fachadas, produzida por um fabricante conhecido no
mercado. O primeiro foi o ensaio de tração de arame de aço efetuado conforme as normas
NBR 6207 (ABNT, 1982), NBR ISO 6892 (ABNT, 2002) e ASTM E8/E8M (2011). Este foi feito no
Laboratório de Metalurgia Física (LAMEF), pertencente à UFRGS, com temperatura e umidade
controlada. Foi utilizada, para tal ensaio, uma máquina de tração com capacidade de até 250
KN, modelo Instron 5585, com uma taxa de deslocamento de 40%/min. Foram usadas 6
amostras do arame de aço que compõe a malha da tela metálica, com aproximadamente 30
cm de comprimento cada.
O segundo ensaio foi criado inspirado no anterior, com o propósito de verificar a resistência à
tração, a carga de ruptura e os locais de ruptura da tela metálica ensaiada. Foram utilizadas 6
amostras de 30x50 cm de uma tela metálica eletrossoldada galvanizada, de malha 25x25 mm e
diâmetro de fio de 1,24 mm. Definiu-se a velocidade de carregamento 0,05KN/s como a
melhor conveniente para este ensaio. Para realização do mesmo, utilizou-se uma máquina de
ensaios universais da marca SHIMADZU, modelo UH-F 2000KN, disponível no Laboratório de
Ensaios e Modelos Estruturais (LEME) da UFRGS. O ensaio foi realizado com temperatura e
umidade controlada de 23±2ºC e umidade relativa do ar de 60±5%.
A partir do ensaio de tração do arame de aço foi possível obter a carga de ruptura, o limite de
resistência e o percentual de alongamento médios dos arames ensaiados, de respectivamente,
649,10 N; 537,25 MPa; 13,10%. Obteve-se um desvio padrão para o limite de resistência de
10,32 e um coeficiente de variação de 1,92%, considerados baixos, evidenciando a elevada
precisão do ensaio. Quanto aos resultados do ensaio de resistência à tração da tela metálica,
foi obtida como carga de ruptura média 8,42 kN, com desvio padrão de 0,22 e um coeficiente
de variação de 2,64%. </description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>WAGNER SILVA WESSFLL</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2015-10-15T21:26:54Z</dc:date>
    <dc:type>Video</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/producao-e-caracterizacao-de-nanoponteiras-usando-focused-ion-beam-para-montagem-de-um-sistema-tip-enhanced-raman-spectroscopy-ters">
    <title>Produção e Caracterização de nanoponteiras usando Focused Ion Beam para montagem de um sistema Tip Enhanced Raman Spectroscopy ? TERS</title>
    <link>http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/producao-e-caracterizacao-de-nanoponteiras-usando-focused-ion-beam-para-montagem-de-um-sistema-tip-enhanced-raman-spectroscopy-ters</link>
    <description>Este projeto de inovação encontra-se dentro do tema principal da Rede Brasileira de Pesquisa e
Instrumentação em Nano-Espectroscopia Óptica (MCTI/CNPq), pertencente a um projeto na linha Microscopia
Óptica de Ponta de Prova (scannig probe optical microscopy, SPOM). A proposta da rede está focada na
construção e uso de um instrumento científico, que se encontra no estado da arte da técnica, visando leva-lo ao final
de um processo de inovação.
A atuação do laboratório de Conformação Nanométrica e do laboratório de Laser &amp; Óptica no IF-UFRGS
nesta rede, corresponde ao desenvolvimento de nano-sondas ópticas para amplificação do sinal em espectroscopia
Raman e na realização de experimentos de campo próximo casados a óptica resolvida no tempo.
O processo de fabricação de nanoponteiras metálicas (NPM) e sua estruturação é uma atividade que já foi
iniciada nesses laboratórios resultando em trabalhos de conclusão de graduação e de pós-graduação (mestrado
concluído e doutorado em andamento). O trabalho atual visa estabelecer os parâmetros de fabricação e
nanoestruturação destas sondas com o objetivo de amplificação de sinais envolvendo transições Raman, ou seja,
com transferência de energia entre sonda e meio analisado.
As NPM, de tungstênio ou ouro, são produzidas por um processo eletroquímico, onde a aplicação de uma
diferença de potencial em extremidades do eletrodo embebida em solução ocasiona o desbaste do metal. O
processo continua até que o fio rompa com atuação do seu peso, gerando a estrutura da ponteira no local onde
ocorreu o estiramento. Múltiplos são os fatores que compreendem uma excelente manufatura da ponteira, entre
eles a qualidade do eletrólito, o comprimento do fio utilizado, o diâmetro do mesmo e do anel que formará o contra
eletrodo e também o isolamento acústico durante o desbaste. O trabalho tem se concentrado em estabelecer as
condições ótimas para reprodução de estruturas cônicas de pequeno ângulo de ápice, além de superfícies lisas para
evitar o espalhamento de luz em rugosidades.
A amplificação do campo óptico na região próxima à ponta é o mecanismo principal de interação específica
da luz com o meio material a ser analisado. Um meio de alcançar campos tão intensos nesta região é utilizar a
propagação de ondas de densidade eletrônicas sobre a superfície do material, conhecidos como plásmon-poláritons
de superfície. Isto é possível acoplando luz para a excitação da onda eletrônica através de ranhuras igualmente
espaçadas sobre a nanoponteira em uma região distante do ápice. A construção desse tipo de estrutura é feita no
sistema de feixe de íons focalizados (focused ion beam, FIB), onde um feixe de íons de Ga bombardeia as regiões
definidas através de um padrão de imagem do tipo bitmap. No FIB, através também de bitmap de densidade
gradual é possível melhorar a qualidade da extremidade das ponteiras. 
Para o teste e caracterização destas ponteiras será implementado um sistema comercial de AFM/SNOM
junto ao laboratório de Conformação Nanométrica e uma nova sala está sendo reformada para esta função. A
demanda principal da reforma é a redução de ruído acústico e o desempenho requerido, de isolamento acústico
próximo a 20 decibéis, foi certificado através de testes realizados por uma equipe especializada.</description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>WAGNER SILVA WESSFLL</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2015-10-15T21:26:43Z</dc:date>
    <dc:type>Video</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/resposta-do-arroz-irrigado-a-niveis-de-adubacao-em-experimento-de-longa-duracao">
    <title>RESPOSTA DO ARROZ IRRIGADO A NÍVEIS DE ADUBAÇÃO EM EXPERIMENTO DE LONGA DURAÇÃO</title>
    <link>http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/resposta-do-arroz-irrigado-a-niveis-de-adubacao-em-experimento-de-longa-duracao</link>
    <description>A lavoura de arroz irrigado é uma das principais culturas do Rio Grande do Sul. Atualmente, a área
cultivada gira em torno de 1,1 milhão de ha, com uma produção anual de 7,7 milhões de toneladas de
arroz. Com o recente advento de projetos de geração e transferência de tecnologia, como o PROJETO 10
do IRGA, o produtor teve acesso a um conjunto de práticas que permitiram um aumento de produtividade
na casa de 2,0 Mg ha-1
, em menos de 10 anos, alcançando a média de 7,4 Mg ha-1
de arroz na safra
2011/12. Dentre essas práticas, o manejo correto da irrigação, da época de semeadura e da adubação se
destacam. Desta forma, este trabalho, este trabalho, que está sendo realizado por oito anos consecutivos
na mesma área, tem por objetivo avaliar a resposta do arroz irrigado a diferentes níveis de adubação e seu
efeito em atributos químicos de solo, ao longo do tempo. O experimento foi iniciado na Safra 2004/5 e
conduzido na Estação Experimental do Arroz (EEA) do Instituto RioGrandense do Arroz (IRGA) em
Cachoeirinha do Sul-RS. A análise de solo, amostrada em fevereiro/2012, indicou os seguintes valores:
teor de argila 18%; pH (água), 5,2; P e K disponíveis (Mehlich 1), 13,4 e 43 mg dm-3
, respectivamente;
Ca, Mg e Al trocáveis (KCl 1,0 mol L-1
), 2,3, 0,8 e 0,5 cmolc L
-1
, respectivamente; CTCpH 7,0, 8,1 cmolc L
-
1
e matéria orgânica, 14 g kg
-1
. As parcelas vêm recebendo continuamente os mesmos tratamentos de
adubação, desde a primeira safra (2004/05). Os mesmos são em referência às expectativas de resposta à
adubação, conforme as recomendações técnicas (SOSBAI, 2010), e são: 1. Testemunha (sem adubação);
2. Resposta Baixa; 3. Resposta Média; 4. Resposta Alta; e 5. Reposta Muito alta, à adubação. Na safra
2011/12, a semeadura foi realizada no dia 31/10/2011, com a variedade Puita INTA CL e com o restante
das práticas seguindo as Recomendações Técnicas para a Cultura do Arroz Irrigado (SOSBAI, 2010). O
delineamento experimental é de blocos casualisados, com três repetições. Os dados de análise do solo
foram submetidos à análise de variância (ANOVA), as médias foram comparadas pelo teste de Tukey
(p/0,05); e os rendimentos de grãos foram submetidos à análise de regressão. Não houve incremento na
fertilidade inicial do solo ao longo dos anos em nenhum dos tratamentos, e sim, um decréscimo nos teores
de fósforo e potássio disponíveis. Mesmo que o teor de nitrogênio na folha bandeira não tenha sido
afetado, rendimento de grãos de arroz aumentou com o nível de adubação (R2
= 0,96), atingindo em torno
de 10 Mg ha-1
no maior nível de adubação, com um acréscimo de 4,0 Mg ha-1
em relação á testemunha.
Como conclusão, pode-se afirmar que a despeito das quantidades de adubos anualmente adicionadas ao
solo, o aumento de produtividade continua a ocorrer de forma significativa, mesmo após longo período de
exploração intensiva, ocorrendo, entretanto, perdas expressivas de fósforo e, especialmente de potássio,
no solo.</description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>WAGNER SILVA WESSFLL</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2015-10-15T21:26:31Z</dc:date>
    <dc:type>Video</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/prevalencia-da-mutacao-germinativa-tp53-r337h-em-pacientes-oncologicos-diagnosticados-com-tumores-comumente-descritos-na-sindrome-de-li-fraumeni-e-suas-variantes">
    <title>PREVALÊNCIA DA MUTAÇÃO GERMINATIVA TP53 R337H EM PACIENTES ONCOLÓGICOS DIAGNOSTICADOS COM TUMORES COMUMENTE DESCRITOS NA SÍNDROME DE LI-FRAUMENI E SUAS VARIANTES</title>
    <link>http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/prevalencia-da-mutacao-germinativa-tp53-r337h-em-pacientes-oncologicos-diagnosticados-com-tumores-comumente-descritos-na-sindrome-de-li-fraumeni-e-suas-variantes</link>
    <description>A Síndrome de Li-Fraumeni (SLF) e a sua variante Like (LFL) são síndromes
autossômicas dominantes de predisposição hereditária a vários tipos de câncer
diagnosticados em idade jovem. Mutações germinativas no gene TP53, que ocorrem em
sua grande maioria no domínio de ligação ao DNA, estão associadas com a doença. No
Sul do Brasil, a mutação germinativa p.R337H, localizada na região que corresponde ao
domínio de oligomerização da proteína p53, tem sido relatada em 0.3% da população
geral, sendo a mutação germinativa de TP53 com a maior frequência já identificada.
Apesar do considerável entendimento da epidemiologia molecular da mutação, poucos
foram os estudos realizados para compreender os efeitos funcionais desta variante
alélica. Embora o sequenciamento do gene seja a metodologia mais utilizada para a
detecção de mutações, métodos alternativos podem ser utilizados para o rastreamento
e/ou confirmação de mutações já identificadas. Sendo assim, o objetivo principal do
presente estudo foi à realização de diferentes metodologias para a identificação de
mutações em indivíduos com diagnóstico clínico da SLF e LFL. Além disso, foram
estabelecidas culturas celulares (cultura primária de fibroblastos) de pacientes
portadores de mutações no gene TP53 para posteriores estudos funcionais. Como
método inicial e de rastreamento de indivíduos com suspeita de SLF e LFL foi realizada
a técnica de HRM. Nos casos em que alguma alteração foi encontrada, o
sequenciamento das regiões codificadoras do gene foi utilizado para a identificação da
mutação específica. Para o diagnóstico molecular é recomendado que o resultado
positivo para a mutação seja confirmado em uma análise independente ou por métodos
diferentes. Com o objetivo de analisar comparativamente o resultado da genotipagem
utilizando diferentes métodos, foram também estabelecidas às técnicas de PCR em
Tempo Real e PCR-RFLP (utilizando a enzima de restrição HhaI). Com este estudo foi
possível conhecer e obter treinamento em diferentes metodologias moleculares
utilizadas para diagnóstico. Além disso, foi possível ter contato com outros estudos que
estão sendo realizados no Laboratório de Medicina Genômica do Centro de Pesquisa
Experimental do HCPA, que incluem diversas técnicas, como por exemplo, obtenção de
material biológico para isolamento de células, estabelecimento e manutenção de
fibroblastos em cultura para estudos funcionais.</description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>WAGNER SILVA WESSFLL</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2015-10-15T21:25:31Z</dc:date>
    <dc:type>Video</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/geopolimeros-aplicados-a-engenharia-civil">
    <title>Geopolímeros Aplicados à Engenharia Civil</title>
    <link>http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/geopolimeros-aplicados-a-engenharia-civil</link>
    <description>O consumo de cimento no mundo e especialmente, nos países em desenvolvimento
como o Brasil, por exemplo, tem aumentado ano após ano. O cimento é um dos
principais constituintes do concreto tendo a função de aglomerante. O consumo mundial
de cimento em 2009 representou um total de 3,004 bilhões de toneladas, sendo que
44 milhões de toneladas desse valor apenas no Brasil. Logo, pode-se ter uma idéia
da importância e necessidade desse material. Por outro lado, o cimento é também
um grande emissor de CO2, sendo responsável em média de 5% a 8% do total das
emissões anuais desse gás poluente, além de ser um grande consumidor de recursos
naturais na produção desse material. A liberação de CO2 ocorre na etapa de combustão e
descarbonatação do processo de produção do cimento.
Assim, é fundamental o estudo de forma a encontrar outros materiais alternativos
sustentáveis a fim de substituir o cimento em sua composição nos concretos e
argamassas. O objetivo desse trabalho foi o desenvolvimento de um cimento à base de
pela cinza volante, denominado geopolímero, em substituição ao cimento Portland.
A cinza volante consiste em um subproduto industrial sendo obtido pela captação
eletrostática das poeiras dos gases da queima de combustível das centrais termoelétricas
a carvão.
Para o estudo, primeiramente foi caracterizado o material, de modo que foi
realizada uma análise pelo método de difração e de fluorescência de raios X. O
primeiro identifica quais os minerais constituintes da cinza e o segundo determina
quantitativamente quais são os macro e micro constituintes do material.
A próxima etapa desenvolveu-se de forma que foi realizada uma separação de fases da
cinza volante com o escopo de obter a fase vítrea desses materiais, a qual se apresenta
com uma maior reatividade, sendo esta necessária para que o material seja cimentante.
A separação de fases consiste em primeiramente misturar a cinza com água e deixá-la
decantar por um breve período de tempo, após a água com as partículas em suspensão
é separada das partículas que se encontram ao fundo, e estas descartadas. Novamente
deixa-se a mistura decantar, agora por um período de 24 horas. Após esse tempo, retirase
o material que ficou retido ao fundo, levando-o para a estufa para que ele possa secar.
Essa etapa tem duração em torno de 24 horas também.
Posteriormente foi realizada novamente uma caracterização, agora de uma amostra do
material obtido com o processo de separação de fases utilizando a análise por difração e
fluorescência por raios X.
 O passo seguinte foi a utilização dessa cinza volante, e assim foram efetuados corpos
de prova para a realização de um ensaio de resistência à compressão. Foram moldados
corpos de prova de cinza volante sem separação de fases, com separação de fases e
também com cimento portland, tendo todos os mesmos traços com a finalidade de
comparar os resultados e determinar se seriam satisfatórios ou não, ou seja, se é viável 
a substituição do cimento pela cinza volante sem perdas na resistência. Os ensaios estão
em andamento.</description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>WAGNER SILVA WESSFLL</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2015-10-15T21:25:20Z</dc:date>
    <dc:type>Video</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/ensaio-de-coletores-tubulares-evacuados-para-analise-de-eficiencia">
    <title>ENSAIO DE COLETORES TUBULARES EVACUADOS PARA ANÁLISE DE EFICIÊNCIA</title>
    <link>http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/ensaio-de-coletores-tubulares-evacuados-para-analise-de-eficiencia</link>
    <description>Este trabalho faz parte do projeto de pesquisa de mestrado desenvolvido por
Tiago Manea, sob orientação do Prof. Arno Krenzinger, realizado no Laboratório de
Energia Solar da UFRGS (LABSOL), tendo eu auxiliado no ensaio resumido abaixo.
A utilização de coletores solares é uma boa opção para o aquecimento de
água, pois estes captam energia limpa e gratuita. Os dois tipos de coletores mais
utilizados são os planos e os tubulares evacuados, sendo estes últimos amplamente
aplicados na China. O coletor deste projeto utiliza o método de extração de calor por
transferência direta, como mostra o esquema abaixo.
A eficiência deste tipo de coletor é calculada através da razão entre a energia
solar incidente sobre o coletor e a energia utilizada para aquecer o fluido de dentro do
reservatório (neste caso, a própria água). A norma brasileira que rege os ensaios para
a determinação da eficiência de coletores solares é a NBR 15747-2 (ABNT, 2009).
Porém, como o tempo de ensaio depende da constante de tempo do coletor, é
necessária a utilização da norma americana ASHRAE 93-2003 (ASHRAE, 2003).
A constante de tempo de um coletor é o intervalo de tempo necessário para
que a diferença de temperatura entre a entrada e a saída do coletor atinja 63,2 % do
seu valor de regime permanente. A norma americana citada acima especifica todos os
requisitos mínimos, como por exemplo, de a irradiância solar total ter de ser maior do
que 700 W/m².
De acordo com a norma brasileira, o tempo de ensaio deve ser de quatro vezes
a constante de tempo para a obtenção dos dados acrescidos de um pré
condicionamento também de quatro vezes a constante de tempo. Com o ensaio
completo, observou-se que o valor desta constante era de aproximadamente 40 min,
sendo um valor bastante alto se comparado ao dos coletores solares planos. De
acordo com este valor, o tempo total do ensaio levaria mais de 5 horas, sendo,
portanto, impraticável, pois em um período tão longo há muitas variações no ambiente,
como a temperatura local, a irradiância e inclusive a velocidade do vento.</description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>WAGNER SILVA WESSFLL</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2015-10-15T21:25:03Z</dc:date>
    <dc:type>Video</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/tratamento-da-hiperatividade-vesical-e-incontinencia-de-urgencia-empregando-neuromodulacao-via-estimulacao-tibial-e-exercicios-pelvicos-estudo-multicentrico">
    <title>Tratamento da hiperatividade vesical e incontinência de urgência empregando neuromodulação via estimulação tibial e exercícios pélvicos ? estudo multicêntrico</title>
    <link>http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/tratamento-da-hiperatividade-vesical-e-incontinencia-de-urgencia-empregando-neuromodulacao-via-estimulacao-tibial-e-exercicios-pelvicos-estudo-multicentrico</link>
    <description>Introdução: Incontinência urinária (IU) é definida como qualquer perda
involuntária de urina, cerca de 50% das mulheres com incontinência têm IU de esforço,
30% IU mista e 20% IU de urgência. Enquanto a hiperatividade vesical (HV) é uma
síndrome definida como urgência urinária com ou sem incontinência de urgência e
usualmente associada à frequência urinária e noctúria. A hiperatividade vesical (HV) é
considerada a segunda causa de incontinência, sendo sua prevalência estimada em
20% dos casos de IU. Nessa condição clínica, há a presença de contrações do
músculo detrusor durante o período de enchimento vesical, provocando início da
micção, inabilidade de cessá-la e perda irregular de quantidades variáveis de urina.
A terapia farmacológica, baseada em drogas que bloqueiam receptores
muscarínicos do detrusor, é relacionada a bons resultados em muitas pacientes,
embora a taxa de adesão seja baixa, devido ao custo, melhora pouco satisfatória e,
sobretudo efeitos colaterais sistêmicos anticolinérgicos.
O tratamento clínico não farmacológico destas afecções incluem: tratamento
comportamental, fisioterapêutico e dieta. Em relação ao tratamento fisioterápico, utilizase
principalmente a eletroestimulação, cujo mecanismo de ação não é totalmente
conhecido, mas sabe-se que ativa reflexos inibitórios pelos nervos pudendos aferentes.
Há, dessa forma, ativação de fibras simpáticas nos gânglios pélvicos e no músculo
detrusor, bem como inibição central de eferentes motores para a bexiga e de aferentes
pélvicos e pudendos provenientes da bexiga, regulando a função miccional.
O nervo tibial posterior é um nervo misto que contém fibras originadas do
mesmo segmento espinhal que a inervação parassimpática para a bexiga (L5-S2). A
convergência de sinais provenientes da estimulação desse nervo modula a atividade
autonômica do comando neural vesical.
Objetivos: Desenvolvimento de um equipamento portátil com tecnologia
nacional para aplicação da técnica de estimulação do nervo tibial posterior utilizando
eletrodos de superfície. Posteriormente, execução de um ensaio clínico randomizado
empregando estimulação tibial e exercícios pélvicos no tratamento da hiperatividade
vesical e incontinência urinária de urgência(IUU), no intuito de validar o novo
equipamento.
Metodologia: O equipamento utiliza um microcontrolador para controle e
processamento dos sinais e funciona como um logger monitorando o tempo de
utilização e a intensidade de corrente ajustada. Isso permite o controle efetivo do tempo
de uso e da intensidade de corrente na utilização domiciliar. Neste estudo é utilizada
frequência de 20 Hz e largura de pulso de 200 μs. A intensidade da corrente é ajustada
no máximo tolerável pela paciente e tem duração de 20 minutos. Os eletrodos são
posicionados em uma tornozeleira elástica visando facilitar a utilização domiciliar. Na
questão do estudo clínico randomizado, as pacientes triadas respondem questionários
sobre qualidade de vida e sobre incontinência urinária e são randomizadas em dois
grupos. No primeiro, realizam exercícios perineais padronizados e retreinamento
vesical. No outro grupo, realizam a aplicação domiciliar da técnica de estimulação do
nervo tibial posterior. O estudo terá a duração de 16 semanas e a paciente retornará ao
hospital quinzenalmente para controle da utilização correta das terapias propostas.
Após as oito semanas iniciais de tratamento, os grupos trocam as suas modalidades
terapêuticas.
Metas: Randomizar pelo menos 30 pacientes com hiperatividade vesical e/ou
incontinência de urgência a fim de demonstrar uma maior efetividade do aparelho de 
eletroestimulação em relação ao uso de exercícios pélvicos no tratamento dessas
doenças.
Participação: Eu Samuel Millán Menegotto fiz parte do grupo que triou as paciente e
estou, no momento, trabalhando como parte da equipe que vem acompanhando as
pacientes com HV e IUU que foram randomizadas, a fim de testar a efetividade do
aparelho de eletroestimulação do nervo tibial posterior, desenvolvido em conjunto com
o setor de engenharia do Hospital de Clínica de Porto Alegre. Até o momento, as
pacientes randomizadas para o uso do equipamento de estimulação do nervo tibial
posterior, que vem seguindo o acompanhamento comigo, parecem estar respondendo
bem quanto à melhora da qualidade de vida, também não houve efeitos colaterais
maiores, que fizessem com que as pacientes interrompessem o uso do aparelho. No
entanto, ainda não temos a comparação com a realização dos exercícios pélvicos, por
não ter terminado a fase de acompanhamento, assim, os resultados finais e análise
estatística dos dados ainda está para ser computada.</description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>WAGNER SILVA WESSFLL</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2015-10-15T21:24:50Z</dc:date>
    <dc:type>Video</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/otimizacao-do-cultivo-de-celulas-tronco-mesenquimais-para-uso-clinico">
    <title>Otimização do cultivo de células-tronco mesenquimais para uso clínico</title>
    <link>http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/otimizacao-do-cultivo-de-celulas-tronco-mesenquimais-para-uso-clinico</link>
    <description>Introdução: Estudos com células-tronco mesenquimais (CTM) demonstram seus benefícios
em diversas situações na área de hematologia, principalmente para doença do enxerto contra o
hospedeiro. As CTMs são normalmente expandidas em meio suplementado com Soro Fetal
Bovino (SFB), contudo a OMS publicou um memorando alertando sobre o risco de
xenorreação. Por esse motivo tem se explorado a utilização de um suplemento de origem
humana, o lisado de plaquetas (LP). O número ideal de células necessárias para a terapia
ainda não está bem definido, mas há a indicação de se usar 2x106
células/Kg. Há a necessidade
de padronizar a melhor maneira de cultivo dessas células, em um tempo curto de cultivo, mas
com um alto número de células. Outro fator importante é a opção de usar células do mesmo
doador de células-tronco hematopoéticas (CTH), para diminuir a chance de transmissão de
vírus, visto que o receptor receberia células apenas de um doador, com isso usamos células
retiradas do filtro e bolsa utilizados no transplante de CTH. Objetivos: determinar a
superioridade ou a não inferioridade do lisado de plaquetas humanas como fator de expansão
de CTM, determinar a concentração ideal de plaqueamento e dias entre cada passagem.
Verificar se as células retiradas do filtro e bolsa do transplante de células tronco
hematopoéticas podem ser usadas em grau clínico. Materiais e Métodos: As células nucleadas
foram retiradas dos filtros e bolsas utilizadas no transplante de CTH e após a primeira
passagem foram cultivadas em diferentes concentrações (2000/cm2
, 3000/cm2
, 4000/cm2
,
5000/cm2
, 6000/cm2 e 7000/cm2
) com 10% de SFB e 10% de LP, até a cultura atingir 80% de
confluência. Também foram plaqueadas células, na mesma concentração, com 10% de SFB e
10% de LP e após sete dias foram tripsinizadas e contadas, para analisar o quanto elas
cresceram nesse período de tempo. Realizamos cultivos para ver a expansão de CTM obtidas
do filtro e bolsa do transplante de CTH é viável para uso clínico. Resultados: A proliferação
das CTM em presença de LP e de SFB foi em média de 11,88 e 2,5 vezes, respectivamente,
em um período de 7 dias (p=0,05). A maior concentração de plaqueamento, usando LP, levou
menos tempo (6 dias) para atingir a confluência quando comparado com as três menores (7,55
a 8,55 dias) (p=0.005). No crescimento de células obtidas do filtro e bolsa do TCH obtivemos
de 10x109
 a 10 x 1011células. Conclusão: Este estudo sugere que o LP é um suplemento de
melhor escolha na produção de CTM e que é possível obter um número de células suficientes
para o tratamento de um paciente com 70kg a partir do resíduo de células obtidos dos filtros e
bolsas utilizadas no TCH.</description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>WAGNER SILVA WESSFLL</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2015-10-15T21:24:33Z</dc:date>
    <dc:type>Video</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/agua-eletrolizada-acida-em-odontologia-producao-e-avaliacao">
    <title>Água Eletrolizada Ácida em Odontologia - Produção e Avaliação</title>
    <link>http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/agua-eletrolizada-acida-em-odontologia-producao-e-avaliacao</link>
    <description>A estomatite protética (EP) ou candidíase atrófica crônica é a forma mais comum
de candidíase oral e apresenta uma alta prevalência entre os portadores de próteses
totais. Apesar de ser uma doença multifatorial, um dos principais fatores etiológicos é a
colonização da superfície interna da prótese pelo fungo Candida albicans. A prótese
contaminada serve como reservatório do fungo e passa a atuar como agente de
manutenção, progressão e reincidência da doença. Higiene oral deficitária e infecções
por Candida são muito comuns entre idosos portadores de prótese total. Estudos têm
mostrado que mesmo quando a terapia antifúngica é adotada, em muitos casos, a
reinfecção ocorre pouco tempo após o fim do tratamento. Portanto, o tratamento da EP
deve, obrigatoriamente, envolver uma cuidadosa desinfecção das peças protéticas. Os
pacientes idosos, muitas vezes apresentam limitações motoras que dificultam a
realização de procedimentos de higiene oral. Apesar da grande variedade de métodos
disponíveis de desinfecção, aquela por imersão em soluções químicas continua sendo
a mais amplamente utilizada para limpeza e descontaminação de próteses totais.
Entretanto a maioria dos agentes usados para essa desinfecção apresenta toxicidade
ao paciente e danos ao meio ambiente. Nos últimos anos diversos protocolos de
tratamentos e tipos de desinfetantes têm surgido como possíveis alternativas para
desinfecção de próteses totais. Dentre eles estão o ácido peracético, a água
ozonatada, o gás ozônio e mais recentemente a energia de microondas e a água
eletrolisada ácida (AEA). Contudo, a produção da AEA é realizada por equipamentos
importados e com alto custo. Sendo assim, o objetivo do presente estudo foi
desenvolver um protótipo de baixo custo para produção de água eletrolisada ácida e,
posteriormente, avaliar sua eficácia como agente desinfetante de resinas acrílicas. Dois 
compartimentos foram separados entre si por uma membrana de troca iônica. Em
ambos os compartimentos foi colocada uma solução aquosa de cloreto de sódio a 5%
(100 ml). Os mesmos receberam uma corrente elétrica de 32 V e 375 mA. No lado
positivo alcançou-se pH 2,50 e potencial redox de 1250 mV, em 40 min. Para a avaliar
a eficácia da desinfecção promovida pela AEA foram confeccionados 20 corpos de
prova de resina acrílica termopolimerizada (5,0 x 5,0 x 2,0 mm) que receberam
acabamento com lixas d’água 600, 1000 e 2000 e polimento com pedra pomes e
branco de espanha. Os corpos de prova foram esterilizados em autoclave e divididos
em quatro grupos, conforme a solução na qual foram imersos, por 10 minutos. No
grupo 1, os corpos de prova (CP) ficaram imersos em água destilada estéril. Os CP dos
grupos 2, 3 e 4 foram contaminados em saliva por 1 min e em seguida imersos em
água destilada estéril, em glutaraldeído 2% e em AEA, respectivamente. Após as
imersões, cada corpo de prova foi colocado em um tubo de ensaio contendo 2ml de
BHI e encubados a 37°C (±1°C), por 24 horas. Os grupos foram então avaliados quanto
ao turvamento do meio de cultura. Houve turvamento apenas no grupo contaminado e
imerso em água destilada estéril, indicando presença bacteriana. Os grupos
contaminados e imersos em glutaraldeído 2% e em AEA não apresentaram
turvamento, assim como o grupo não contaminado. Concluiu-se que a AEA é um
agente desinfetante eficaz contra os microorganismos orais, de fácil produção, baixo
custo, biodegradável, sem efeito deletério para o meio ambiente e com alto potencial
para aplicação na Odontologia.</description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>WAGNER SILVA WESSFLL</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2015-10-14T20:55:55Z</dc:date>
    <dc:type>Video</dc:type>
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