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  <title>Lume</title>
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            These are the search results for the query, showing results 601 to 615.
        
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    <title>Programa Esporte e Lazer da Cidade - PELC Vida Saudável (Porto Alegre, 2009) - Evento Região Humaitá/Navegantes</title>
    <link>http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/programa-esporte-e-lazer-da-cidade-pelc-vida-saudavel-porto-alegre-2009-evento-regiao-humaita-navegantes</link>
    <description>Vídeo compilado referente ao Evento da Região Humaitá/Navegantes. Na filmagem contém oficinas de dança para terceira idade e crianças, jogos e danças indígenas e Samba.</description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>JANDREY DE MELLO LOPES</dc:creator>
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    <dc:date>2016-02-19T14:47:20Z</dc:date>
    <dc:type>Video</dc:type>
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  <item rdf:about="http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/secretario-nacional-do-ministerio-do-esporte-fala-sobre-o-programa-segundo-tempo">
    <title>Secretário Nacional do Ministério do Esporte fala sobre o Programa Segundo Tempo</title>
    <link>http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/secretario-nacional-do-ministerio-do-esporte-fala-sobre-o-programa-segundo-tempo</link>
    <description>Depoimento do Secretário Nacional de Esportes Educativos, Júlio Filgueira, realizado no dia 01/09/2009, no evento de distribuição das camisetas aos participantes do programa na cidade de Brusque.</description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>JANDREY DE MELLO LOPES</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2016-02-19T14:35:19Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/programa-esporte-e-lazer-da-cidade-pelc-vida-saudavel-alongamento">
    <title>Programa Esporte e Lazer da Cidade - PELC - Vida Saudável - Alongamento</title>
    <link>http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/programa-esporte-e-lazer-da-cidade-pelc-vida-saudavel-alongamento</link>
    <description>Vídeo do Programa Esporte e Lazer da cidade - PELC - Vida Saudável organizado e promovido pela TV Unisinos e Ministério do Esporte. O vídeo tem como tema o alongamento.</description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>JANDREY DE MELLO LOPES</dc:creator>
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    <dc:date>2016-02-19T14:25:26Z</dc:date>
    <dc:type>Video</dc:type>
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  <item rdf:about="http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/capacitacao-dos-coordenadores-de-nucleo-do-programa-segundo-tempo-2008-educacao-para-o-desenvolvimento-humano-pelo-esporte-compilacao">
    <title>Capacitação dos Coordenadores de Núcleo do Programa Segundo Tempo (2008) - Educação para o Desenvolvimento Humano pelo Esporte - Compilação</title>
    <link>http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/capacitacao-dos-coordenadores-de-nucleo-do-programa-segundo-tempo-2008-educacao-para-o-desenvolvimento-humano-pelo-esporte-compilacao</link>
    <description>Compilação do Vídeo da Capacitação dos Coordenadores de Núcleo do Programa Segundo Tempo (2008) - Educação para o Desenvolvimento Humano pelo Esporte, exibindo um pequeno recorte das atividades realizadas.</description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>JANDREY DE MELLO LOPES</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2016-02-19T14:12:23Z</dc:date>
    <dc:type>Video</dc:type>
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  <item rdf:about="http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/programa-esporte-e-lazer-da-cidade-pelc-vida-saudavel-capoeira">
    <title>Programa Esporte e Lazer da Cidade - PELC- Vida Saudável - Capoeira</title>
    <link>http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/programa-esporte-e-lazer-da-cidade-pelc-vida-saudavel-capoeira</link>
    <description>Vídeo do Programa Esporte e Lazer da cidade - PELC - Vida Saudável organizado e promovido pela TV Unisinos e Ministério do Esporte. O vídeo tem como tema a Capoeira.</description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>JANDREY DE MELLO LOPES</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2016-02-19T14:00:54Z</dc:date>
    <dc:type>Video</dc:type>
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  <item rdf:about="http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/utilizacao-de-polimeros-condutores-eletronicos-na-preparacao-de-revestimentos-com-propriedades-antifouling-e-de-protecao-contra-a-corrosao-de-metais">
    <title>UTILIZAÇÃO DE POLÍMEROS CONDUTORES ELETRÔNICOS NA PREPARAÇÃO DE REVESTIMENTOS COM PROPRIEDADES ANTIFOULING E DE PROTEÇÃO CONTRA A CORROSAO DE METAIS</title>
    <link>http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/utilizacao-de-polimeros-condutores-eletronicos-na-preparacao-de-revestimentos-com-propriedades-antifouling-e-de-protecao-contra-a-corrosao-de-metais</link>
    <description>Os materiais poliméricos normalmente são ótimos isolantes elétricos. Há, no entanto,
uma classe especial de polímeros que são condutores elétricos, tendo hoje diversas
aplicações tecnológicas. O foco deste trabalho será, portanto, discutir o uso da
polianilina (PAni), um tipo de polímero condutor, na síntese de revestimentos anticorrosivos
e antifouling. Além de uma breve descrição histórica dos polímeros
condutores e de algumas curiosidades, os tópicos que serão abordados no vídeo
documentário serão os seguintes:
 Síntese do polímero condutor
 Preparação dos revestimentos
 Preparação dos corpos de prova e aplicação das tintas
 Ensaio de aderência
 Medidas eletroquímicas
 Desempenho antifouling
Síntese da polianilina:
No vídeo, esse tópico será abordado de forma que fique clara a síntese da PAni-ES
(forma sal de esmeraldina da PAni, dopada com HCl). A explicação envolverá o
processo de produção do polímero condutor, a reação química de síntese e os dados
técnicos dos equipamentos utilizados. Fotos do processo e do ambiente de trabalho
serão expostas junto ao vídeo.
Preparação dos revestimentos:
Esta etapa do trabalho que consistirá na preparação da tinta será mostrada no vídeo,
juntamente com os equipamentos envolvidos. Ou seja, será mostrada a PAni sendo 
misturada à resina com aditivos de forma a se obter um produto com as características
de uma tinta industrial.
Preparação dos corpos de prova e aplicação das tintas:
Serão descritas as etapas de preparação das placas metálicas para posterior aplicação da
tinta, ou seja, o vídeo apresentará uma explicação química do desengraxe, decapagem e
fosfatização das peças metálicas. Serão levadas amostras para exposição com os corpos
de prova antes e depois de sua preparação, assim como placas pintadas com os
revestimentos.
Ensaio de aderência:
Este ensaio visa à verificação da aderência dos filmes de tinta em contato com a placa
metálica. A norma deste ensaio será esclarecida no vídeo e serão levadas amostras do
ensaio de aderência para a exposição.
Medições eletroquímicas:
Esta etapa consiste em avaliar o poder de proteção contra a corrosão dos revestimentos
obtidos a partir das tintas processadas no laboratório. Para isso, utilizou-se a técnica de
impedância eletroquímica que permite quantificar a resistência do eletrólito frente ao
revestimento anticorrosivo. Gráficos de Nyquist foram obtidos para descrever o grau de
corrosão da tinta em uma solução agressiva de NaCl e, portanto, fotos que descrevem
tais gráficos serão expostas junto a um modelo de célula eletroquímica montada para as
nossas análises.
Análise do comportamento antifouling das tintas:
As placas preparadas foram fixadas em estrutura de plástico e imersas nas águas do lago
Guaíba no SAVA Clube/Porto Alegre para avaliar a incrustação de organismos de água
doce. Placas pintadas também foram imersas no rio Tramandaí para teste em ambiente
marinho, nas instalações da TRANSPETRO – Petrobrás Transporte S.A.na praia de
Imbé.</description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>WAGNER SILVA WESSFLL</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2015-11-20T23:38:54Z</dc:date>
    <dc:type>Video</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/aplicacao-da-tecnica-de-eletrodialise-no-tratamento-de-drenagem-acida-de-minas">
    <title>Aplicação da Técnica de Eletrodiálise no Tratamento de Drenagem Ácida de Minas</title>
    <link>http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/aplicacao-da-tecnica-de-eletrodialise-no-tratamento-de-drenagem-acida-de-minas</link>
    <description>Um dos principais impactos causados pela atividade de mineração de carvão é a
poluição hídrica proveniente da drenagem ácida de minas (DAM). A DAM é produzida
pela reação conjunta de pirita, água e oxigênio atmosférico, e é intensificada na
presença de bactérias acidofílicas. Esta solução age como agente lixiviante dos minerais
presentes no resíduo, produzindo uma solução com metais dissolvidos e ácido sulfúrico.
O tratamento convencional da DAM consiste basicamente na neutralização e
precipitação dos metais pesados, mas têm se mostrado cada vez mais economicamente
inviável e tecnicamente deficiente. A eletrodiálise (ED) surgiu como um processo
atraente para o tratamento de efluentes de diversos segmentos, pois apresenta vantagens
como: não exige mudanças de fases; funciona de forma contínua; não necessita da
adição de reagentes e não gera resíduos poluentes ao meio ambiente. A ED utilizada
para tratar a DAM consiste na separação de cátions e ânions, através da aplicação de um
campo elétrico aplicado perpendicularmente à superfície de membranas íon-seletivas
para forçar esta separação. Neste trabalho investigou-se a possibilidade de aplicação da
ED no tratamento da DAM proveniente de duas fontes: uma boca de mina abandonada e
do módulo de rejeito de uma carbonífera em operação, ambas no município de
Criciúma/SC. Avaliou-se também a influência da presença do ferro na DAM, sendo
realizados ensaios de ED após a remoção prévia do ferro por precipitação. Como etapa
inicial, para cada ensaio de ED, previamente determinou-se a densidade de corrente
limite. Em seguida realizou-se a ED aplicando-se 80% deste valor da corrente limite. Os
ensaios de ED foram realizados até que a DAM atingisse a condutividade de
200 µS/cm, sendo retiradas alíquotas para a caracterização química a fim de se verificar
os percentuais de remoção dos cátions e ânions, ao longo dos ensaios. A ED mostrou-se
eficiente para a tratamento da DAM, removendo mais de 70% dos cátions e ânions,
possibilitando desta forma o reuso da água.</description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>WAGNER SILVA WESSFLL</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2015-11-19T19:11:08Z</dc:date>
    <dc:type>Video</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/ensaios-acelerados-de-corrosao">
    <title>Ensaios Acelerados de Corrosão</title>
    <link>http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/ensaios-acelerados-de-corrosao</link>
    <description>O vídeo será um documentário que irá tratar da utilização de ensaios acelerados para
determinação da resistência à corrosão de materiais metálicos em geral e de
revestimentos protetores inorgânicos (zincados, niquelados, cromados, etc. ) e orgânicos
(tintas anticorrosivas). Os ensaios são realizados no LACOR- Laboratório de Corrosão,
Proteção e Reciclagem de Materiais, pertencente ao Departamento de Materiais da
Escola de Engenharia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul.
1. Definição de Corrosão:
A corrosão é um tipo de deterioração que pode ser facilmente encontrada em peças
metálicas, que produz alterações prejudiciais e indesejáveis nos elementos estruturais.
Tendo o produto da corrosão um volume diferente do material original, este acaba
perdendo suas qualidades essenciais, tais como resistência mecânica, elasticidade,
ductilidade, estética, etc.
Em certos casos quando a corrosão está em níveis elevados, torna-se impraticável
sua remoção, sendo, portanto, a prevenção e o controle as melhores formas de evitar
problemas.
Os ensaios acelerados de corrosão são utilizados no acompanhamento do
desenvolvimento de um produto ou no controle de qualidade após sua produção.
2. Apresentação do laboratório:
O setor de ensaios acelerados do LACOR é referência no estado do Rio Grande do
Sul no que diz respeito a ensaios de corrosão. O Laboratório atende, além de trabalhos
de alunos, cerca de 140 indústrias do ramo metal-mecânico de diferentes partes do 
estado, que utilizam os ensaios do LACOR como avaliação de seus processos. Desse
modo, as empresas podem oferecer a seus clientes um produto testado e aprovado.
O laboratório possui um sistema da qualidade que atende à norma NBR ISO/IEC
17025 – Requisitos gerais para competência de laboratórios de ensaio e calibração,
utilizando equipamentos calibrados e materiais de referência certificados, reconhecido
junto à Rede Metrológica do Rio Grande do Sul.
Alguns dos ensaios realizados são: Ensaio de Corrosão por exposição à Névoa
Salina, Ensaio de Corrosão por exposição à Câmara Úmida, Determinação de
espessuras, Migração Subcutânea, Grau de Empolamento, entre outros.
Diversas amostras foram ensaiadas nos diferentes ensaios. Os resultados são
apresentados por meio de registros em formulários específicos acompanhados ou não
por registros fotográficos.
Serão apresentadas as rotinas de ensaios e os resultados obtidos.
A Câmara de Névoa Salina simula uma atmosfera agressiva, como a marinha.
Os principais parâmetros que devem ser ajustados são temperatura, pressão do ar
comprimido, volume e densidade de solução salina, volume no fundo do tanque. As
amostras ficam em exposição a uma névoa salina com condições padronizadas e são
observadas a cada 24 horas para avaliar o avanço da corrosão.
A Câmara Úmida simula uma atmosfera com uma umidade relativa de 100%. As
amostras ficam em exposição na câmara sendo avaliadas em relação ao avanço da
corrosão a cada 24 horas de ensaio.
Em amostras pintadas a aderência deve ser determinada antes do ensaio e no
término do ensaio avalia-se o grau de empolamento (densidade e tamanho de
bolhas), o grau de enferrujamento e a migração subcutânea.
3. Importância dos ensaios:
A certificação é a definição de atributos ou de um serviço e a garantia de que eles se
enquadram em normas predefinidas.
É cada vez mais um diferencial possuir um produto certificado. A empresa garante
credibilidade e confiança. Até mesmo para si própria, pois é o resultado de seu trabalho.</description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>WAGNER SILVA WESSFLL</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2015-11-19T19:01:48Z</dc:date>
    <dc:type>Video</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/analise-em-frequencia-de-nucleos-para-pequenos-transformadores-construidos-pelos-processos-da-metalurgia-do-po">
    <title>ANÁLISE EM FREQUÊNCIA DE NÚCLEOS PARA PEQUENOS TRANSFORMADORES CONSTRUÍDOS PELOS PROCESSOS DA METALURGIA DO PÓ</title>
    <link>http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/analise-em-frequencia-de-nucleos-para-pequenos-transformadores-construidos-pelos-processos-da-metalurgia-do-po</link>
    <description>O vídeo abordará a obtenção de núcleos magnéticos maciços, pelos processos da
Metalurgia do Pó (M/P), utilizados em pequenos transformadores de baixa potência.
Foram construídos os núcleos a partir de pós de ferro com elementos de liga
(sinterizados) e com resina fenólica (curados), embutidos os enrolamentos e
realizados ensaios de rendimento e perdas em função da freqüência da onda
senoidal de entrada. Após, o desempenho dos transformadores desenvolvidos foi
comparado aos usuais transformadores de chapas laminadas, resultando em
características de funcionamento similares aos convencionais.
A substituição das chapas laminadas por um bloco maciço, apresenta uma boa
alternativa no processo de fabricação de transformadores, pois reduz a sobra de
material, o tempo de montagem e, consequentemente, o custo de fabricação.
As etapas a serem mostradas no vídeo serão: 1-Histórico; 2-Mistura dos pós; 3-
Compacação; 4-Sinterização ou cura; 5-Usinagem; 6-Ensaios; 7-Resultados.</description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>WAGNER SILVA WESSFLL</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2015-11-19T18:41:08Z</dc:date>
    <dc:type>Video</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/determinacao-da-espessura-do-manto-de-intemperismo-utilizando-sismica-de-refracao-rasa-na-area-de-seival-rs">
    <title>DETERMINAÇÃO DA ESPESSURA DO MANTO DE INTEMPERISMO UTILIZANDO SÍSMICA DE REFRAÇÃO RASA NA ÁREA DE SEIVAL - RS</title>
    <link>http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/determinacao-da-espessura-do-manto-de-intemperismo-utilizando-sismica-de-refracao-rasa-na-area-de-seival-rs</link>
    <description>Este trabalho tem por objetivo principal avaliar a acuracidade do método de
refração rasa na estimativa da espessura do manto de intemperismo na área de SeivalRS.
O estudo foi conduzido em uma área de pesquisa de minério de carvão, onde o
conhecimento das características e da espessura do solo impacta diretamente na
avaliação dos custos de exploração e explotação. Para a aquisição de dados, usou-se um
sismógrafo de 24 canais e geofones de refração de 10 Hz. A fonte sísmica utilizada foi
uma marreta de 6 kg e a configuração de tiros/receptores foi determinada pelo método
de tratamento de dados escolhido: Generalized Reciprocal Method (GRM), que se
caracteriza por encontrar boas soluções mesmo em terrenos com refratores acidentados.
Os perfis de velocidade, obtidos através do GRM, foram confrontados com as
informações de 10 furos de sondagem existentes na área, permitindo uma avaliação da
precisão do método nesta área. A sísmica de refração rasa é um método não invasivo,
barato, de rápida aquisição e de baixíssimo impacto ambiental. A sua implementação,
na indústria do carvão, permite otimizar os custos de exploração e explotação, quando
bem executada e bem interpretada. Os resultados práticos mostraram que na maior
parte dos pontos investigados a diferença entre a estimativa de espessura feita por
sísmica e a verificada por sondagem foi inferior a 2 metros.</description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>WAGNER SILVA WESSFLL</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2015-11-19T18:30:04Z</dc:date>
    <dc:type>Video</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/recuperacao-do-mineral-pirita-fes2-de-rejeitos-do-processamento-de-carvao-por-elutriacao-aquosa">
    <title>Recuperação do mineral Pirita (FeS2) de rejeitos do processamento de carvão por elutriação aquosa</title>
    <link>http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/recuperacao-do-mineral-pirita-fes2-de-rejeitos-do-processamento-de-carvao-por-elutriacao-aquosa</link>
    <description>Objetivo geral científico-tecnológico: Um dos principais problemas na extração de
carvão mineral no Brasil é sua elevada concentração de pirita, o que implica o descarte
de grande parte deste após o beneficiamento, contaminando bacias geográficas em
função da geração de águas ácidas (drenagem ácida de minas-DAM). Por outro lado, a
Pirita é matéria prima para a elaboração de reagentes e enxofre. Este trabalho visa à
separação seletiva de pirita a partir de um rejeito piritoso proveniente do processamento
de carvão mineral. Assim, a proposta resolve ou minimiza um impacto ambiental e por
outro lado gera produtos, com teores de enxofre suficientemente elevados, para o seu
aproveitamento e utilização econômica.
Processo de Elutriação: A amostra, obtida da empresa Carbonífera Criciúma S.A. (SC),
foi cominuída e peneirada a seco até 100 % &lt; 500 µm. Foram realizadas análises
elementar (fluorescência de raios-X, PANalytical® MiniPal4), granulométrica (CILAS®
1064) e de teor de cinzas (NBR 8289). A amostra de rejeito apresentou 72 % FeS2
(pirita), diâmetro médio volumétrico de 31 µm e 65 % de teor de cinzas. Para o
processo de elutriação, foi utilizada uma coluna de vidro de diâmetro interno de 48,5
mm e altura de 880 mm e diferentes velocidades superficiais de água. O processo
baseia-se nas diferenças de velocidade de sedimentação das partículas, em que
partículas leves - como argilominerais e carvão - são arrastadas pela velocidade de fluxo
ascendente da água, e partículas mais densas (pirita) são mantidas no fundo da coluna.
As velocidades de elutriação utilizadas variaram entre 1,1 e 3,8 cm/s. O maior teor de
pirita foi obtido em uma velocidade de elutriação de 2,9 cm/s, correspondendo a 92 %
(FeS2). Nesta condição experimental, a recuperação mássica total foi de 37 % e a
recuperação mássica de FeS2 obtida igual a 48 %.
Procedimento: Inicialmente foram determinados os parâmetros operacionais de
elutriação: entre outros: pH, vazão e tempo de elutriação, concentração de sólidos (taxa
água/sólidos) e grau de dispersão. A amostra é dispersa na coluna pela abertura
superior e uma válvula controla o fluxo ascendente de água na vazão desejada pela parte
inferior da coluna. O material arrastado que sai pela parte superior da coluna (saída
lateral) é coletado e o material retido na coluna (sedimentado) é separado pela válvula
inferior. Os produtos da elutriação são pesados (sedimentado e rejeito), filtrados a vácuo
com papel-filtro, secados em estufa a 110ºC por mais de 12 h. Os produtos secos são
analisados por enxofre total e conteúdo de pirita usando fluorescência de raio X (FRX).
Conclusão: A técnica de elutriação desenvolvida continua otimizando parâmetros 
químicos, pH e reagentes de agregação (xantatos). Os resultados obtidos são excelentes
e permitem acreditar que a aplicação real da técnica seja viável. Foram obtidos teores
de pirita de 92 % e recuperação mássica de FeS2 de 48 %, a partir de um rejeito piritoso
(72 % FeS2) da jigagem. Um estudo piloto será realizado nas melhores condições
experimentais obtidas em nível de bancada.</description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>WAGNER SILVA WESSFLL</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2015-11-19T18:18:26Z</dc:date>
    <dc:type>Video</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/substituicao-de-combustiveis-fosseis-por-biomassa-na-siderurgia">
    <title>Substituição de Combustíveis Fósseis por Biomassa na Siderurgia</title>
    <link>http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/substituicao-de-combustiveis-fosseis-por-biomassa-na-siderurgia</link>
    <description>O carvão fóssil é a base da matriz energética na produção de aço, o qual é
utilizado tanto na injeção em altos-fornos quanto para a produção de coque metalúrgico.
A busca por reduzir as emissões de CO2 para a atmosfera na siderurgia tem levado a
pesquisas com materiais renováveis, como a biomassa, para serem incorporados em
misturas com carvão. Diversas biomassas têm potencial para serem utilizadas em
misturas, como o carvão vegetal, restos florestais, capim elefante e côco de babaçu. Na
pesquisa foram avaliadas e comparadas propriedades físicas, químicas e reatividade,
além de comparadas as vantagens e desvantagens da utilização de diferentes biomassas
em relação às matérias-primas tradicionais. As biomassas foram submetidas a testes
térmicos a fim de aumentar a qualidade deste insumo para seu uso em misturas e suas
características foram comparadas com as características dos combustíveis tradicionais -
carvão e coque.</description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>WAGNER SILVA WESSFLL</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2015-11-11T18:34:03Z</dc:date>
    <dc:type>Video</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/agata-em-artefatos-de-concreto">
    <title>ÁGATA EM ARTEFATOS DE CONCRETO</title>
    <link>http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/agata-em-artefatos-de-concreto</link>
    <description>Considerado um dos três maiores produtores de gemas de ágata no Brasil, e sendo o
responsável pelo abastecimento dos maiores centros de lapidação existentes, o Rio Grande
do Sul, concentra um número elevado de ocorrências de geodos com alto significado
econômico, com áreas de extração localizadas na região centro do estado atingindo norte do
Uruguai, sendo as maiores ocorrências as localizadas nos municípios gaúchos de Lajeado e
Soledade.
Com o crescimento do setor mineral surgiram muitas empresas de beneficiamento dessas
rochas, as quais geram quantidades significativas de resíduos. Estes, em sua maior parte,
são destinados de forma inadequada, oferecendo riscos de contaminação ao solo e aos
recursos hídricos. Enquadrando seu conhecimento com a legislação ambiental, que rege a
necessidade do fechamento do ciclo produtivo, a engenharia tem se mostrado capaz de
absorver um dos últimos processos, a destinação dos resíduos de beneficiamento das pedras
preciosas.
Assim, neste contexto, identificando o atual cenário, o objetivo deste projeto tecnológico é
a utilização de resíduos de ágata britados, em substituição aos agregados naturais, para
fabricação de artefatos de concreto, como placa para pisos, pawers e blocos. Estes produtos
serão caracterizados e avaliados quanto às propriedades físicas, químicas e mecânicas para
utilização deste resíduo a nível comercial, com a transferência de tecnologia e inovação ao
setor da construção.
A utilização adequada de resíduos para a fabricação de artefatos de concreto deve ter vários
aspectos analisados. No caso deste projeto com ágata, iniciaram-se os trabalhos com a
conscientização do impacto ambiental causado pelos depósitos a céu aberto, no pátio das
empresas ou até a margem de vias e uma análise de quantidades e possibilidades de
emprego do material. Após a coleta do material, o primeiro procedimento foi a retirada da
contaminação do resíduo, ocasionado pelo uso de óleos minerais na operação de corte e
pré-formação, esta limpeza foi realizada com produtos desengraxastes e jateamento com
água quente. Depois de seco, o material foi britado em um britador de mandíbulas para a
obtenção de frações granulométricas necessárias. Como este procedimento gerou-se um
agregado lamelar, o que não é conveniente para o empacotamento desejado dos agregados, 
foi então realizado uma nova moagem em um moinho martelo, o que gerou um agregado
com melhores condições de ser utilizado em concretos.
Com as granulometrias separadas realizaram-se ensaios de reação álcali-agregado e
verificou-se que o resíduo apresenta um potencial reativo, necessitando de novas
caracterizações a fim de disponibilizá-lo ao mercado. Estudos ainda estão sendo realizados,
para um controle de qualidade rigoroso no processo de produção, para avaliar a viabilidade
técnica do uso deste tipo de resíduo em materiais de construção.</description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>WAGNER SILVA WESSFLL</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2015-11-11T18:26:38Z</dc:date>
    <dc:type>Video</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/interface-de-monitoramento-analise-e-controle-remoto-de-plantas-laboratoriais">
    <title>Interface de Monitoramento, Análise e Controle Remoto de Plantas Laboratoriais</title>
    <link>http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/interface-de-monitoramento-analise-e-controle-remoto-de-plantas-laboratoriais</link>
    <description>O objetivo deste trabalho foi desenvolver uma ferramenta de baixo custo, fácil
utilização e manutenção que permita a realização remota de experimentos, obtenção de
dados de planta laboratorial e processamento dos mesmos, além da opção de testar
previamente os experimentos que serão realizados através de simulações.
A ferramenta conta com uma interface principal, que contém uma animação que
representa aproximadamente os níveis dos tanques em cada instante de tempo, além de
uma área gráfica onde é possível acompanhar a evolução ao longo do tempo dos níveis
dos tanques. A obtenção de dados é feita via OPC, um padrão industrial. A interface de
processamento de dados possui diversas ferramentas de análise estatística e tratamento.
Os principais diferenciais da ferramenta desenvolvida são sua flexibilidade, ou
seja, o usuário pode escolher se prefere realizar experimentos offline (simulação) ou
online (acessando a planta real); sua expansibilidade (possibilidade de inserção de novas
ferramentas de processamento), além da possibilidade de inserção de material didático
relacionado aos experimentos e de adaptar sua estrutura para realizar experimentos
remotos em outros tipos de plantas laboratoriais.</description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>WAGNER SILVA WESSFLL</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2015-11-11T18:22:24Z</dc:date>
    <dc:type>Video</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/viabilidade-de-se-utilizar-tecnicas-de-fluorescencia-bidimensional-para-se-determinar-o-acumulo-de-lipidios-em-microalgas">
    <title>Viabilidade de se Utilizar Técnicas de Fluorescência Bidimensional para se Determinar o Acúmulo de Lipídios em Microalgas</title>
    <link>http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/viabilidade-de-se-utilizar-tecnicas-de-fluorescencia-bidimensional-para-se-determinar-o-acumulo-de-lipidios-em-microalgas</link>
    <description>Duração aproximada Informação
Parte 1 0 – 3 min
Breve introdução do tema no contexto ambiental e energético,
relacionado a emissões de CO2 e energias renováveis, e
inserção do trabalho no projeto, por meio de imagens
informativas e áudio.
Parte 2 3 – 5 min
Demonstração dos principais materiais e métodos utilizados,
por meio de tabelas de dados, filmagens e fotos das atividades
desenvolvidas no laboratório.
Parte 3 5 – 8 min Apresentação de resultados obtidos, por meio de tabelas,
gráficos, imagens e áudio.
Parte 4 8 – 10 min
Conclusões sobre os resultados e ideias para novos trabalhos,
baseado nas experiências anteriores. Essa parte será
apresentada por meio de um diálogo entre pesquisadores do
laboratório e por meio de imagens, esquemas e gráficos
demonstrativos.
Parte 5 10 – 13 min
Apresentação da principal técnica que será utilizada na
continuação do projeto, a espectroscopia de fluorescência 2D
e sua aplicação na determinação de propriedades das
microalgas. Essa parte será apresentada por meio de um
diálogo entre pesquisadores no laboratório e por meio de
imagens, esquemas e gráficos demonstrativos. 
Detalhamento dos temas abordados em cada uma das partes.
Parte 1: aquecimento global, energias renováveis e as vantagens das microalgas,
inserção do estudo no projeto do grupo de pesquisa, principais objetivos.
Parte 2: detalhamento dos procedimentos realizados no laboratório: preparação de
meios de cultivo e de material em geral, inóculos de microalgas, utilização da planta de
fotobiorreatores, planejamento experimental, metodologias de determinação de
biomassa e lipídios.
Parte 3: resultados em três etapas: melhor metodologia de determinação de lipídios,
resultados preliminares de produção de biomassa e lipídios e resultados
complementares. Análise por meio de ferramentas estatísticas, indicando a significância
dos parâmetros estudados, temperatura e concentração de nitrato no meio de cultivo.
Parte 4: conclusões principais, problemas experimentais enfrentados e novas ideias
para trabalhos futuros: avaliação da utilização de meio de cultivo proveniente de
diferentes fontes salinas, monitoramento do crescimento por diferentes comprimentos
de onda em espectrofotometria visível, substituição dos aeradores nos fotobiorreatores
para evitar acúmulo de células, utilização de espectroscopia de fluorescência 2D para
monitoramento do crescimento celular e acúmulo de lipídios.
Parte 5: descrição da metodologia, suas principais aplicações, vantagens e como pode
ser aplicada na continuação do estudo.</description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>WAGNER SILVA WESSFLL</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2015-11-11T17:43:04Z</dc:date>
    <dc:type>Video</dc:type>
  </item>




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