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  <title>Lume</title>
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            These are the search results for the query, showing results 561 to 575.
        
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  <item rdf:about="http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/desenvolvimento-de-hamburgueres-bubalinos-adicionados-de-ingredientes-funcionais-e-analise-sensorial">
    <title>DESENVOLVIMENTO DE HAMBÚRGUERES BUBALINOS ADICIONADOS DE INGREDIENTES FUNCIONAIS E ANÁLISE SENSORIAL</title>
    <link>http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/desenvolvimento-de-hamburgueres-bubalinos-adicionados-de-ingredientes-funcionais-e-analise-sensorial</link>
    <description>A carne e seus derivados estão entre os alimentos mais consumidos nas dietas
dos povos ocidentais. Entre seus derivados destaca-se o hambúrguer, por ser um
produto processado de grande praticidade. Com a crescente demanda por alimentos
mais saudáveis, torna-se importante o desenvolvimento de produtos que apresentem tais
características. Neste contexto, o uso da carne bubalina, por apresentar baixos teores de
gordura e colesterol, e a adição de ingredientes funcionais, como a aveia e a linhaça,
podem agregar tais características. Sendo assim, este trabalho teve por objetivo avaliar a
intenção de compra e a preferência do consumidor a Hambúrgueres de carne bubalina
adicionados de ingredientes funcionais através de análise sensorial. Os cortes cárneos
comerciais utilizados como matéria-prima foram paleta (dianteiro - D) e/ou músculo
(traseiro - T) de bubalinos, oriundos de estabelecimentos com Sistema de Inspeção
Federal. A carne foi moída e adicionados os demais ingredientes da formulação base, e
distribuídos em um arranjo fatorial de 2 (músculos do quarto D e misto, com músculos
dos quartos D e T - DT) x 2 (farinha de aveia - A e de rosca - R) x 2 (com e sem linhaça
- L), totalizando oito tratamentos. A fase experimental foi dividida em duas etapas. A
primeira consistia em análise sensorial com 21 provadores semi-treinados, que
atribuíram escores através de uma escala hedônica de sete pontos (1= nunca compraria;
7= compraria sempre). A segunda etapa consistia em avaliar a preferência comparativa
dos dois tratamentos que apresentaram o maior escore na etapa anterior, frente a um
hambúrguer bovino de marca comercial (controle), utilizando teste de Tukey (P&lt;0,05),
através do Programa SASM. Os tratamentos com cortes cárneos de dianteiro
adicionados de farinha de rosca (DR), seguido do hambúrguer com cortes de dianteiro,
adicionados de aveia e linhaça (DAL) obtiveram tendência de maior escore na intenção
de compra (P=0,08), e foram selecionados para o teste de preferência comparativa, no
qual o tratamento DAL apresentou a maior preferência (45%) comparado ao controle
(30%) e DR (25%).</description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>WAGNER SILVA WESSFLL</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2015-09-25T21:34:03Z</dc:date>
    <dc:type>Video</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/desenvolvimento-de-filmes-polimericos-para-liberacao-de-compostos-antimicrobianos">
    <title>Desenvolvimento de filmes poliméricos para liberação de compostos antimicrobianos</title>
    <link>http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/desenvolvimento-de-filmes-polimericos-para-liberacao-de-compostos-antimicrobianos</link>
    <description>A preocupação com o descarte de embalagens sintéticas impulsionou o
desenvolvimento de embalagens feitas a partir de filmes biodegradáveis, cuja degradação
é dada pela ação de microrganismos no solo. Uma solução para esse problema é a
produção de filmes que podem ser feitos a partir de biopolímeros renováveis, como por
exemplo, lipídios, proteínas, polissacarídeos e outros materiais. Os filmes biodegradáveis
chamam atenção por sua vasta gama de aplicações, como a produção de embalagens, e sua
capacidade de agir como suporte para substâncias ativas, tais como antioxidantes e
agentes antimicrobianos.
Este trabalho aborda a produção de filmes produzidos a partir dos polímeros
naturais alginato de sódio e gelatina. O alginato de sódio é um polissacarídeo extraído de
algas marrons da classe Phaeophyceae, que se destaca por ser termoestável e ter
características reológicas ajustáveis. Já a gelatina é uma proteína produzida
industrialmente, de baixo custo, e com excelentes propriedades filmogênicas. Os filmes
poliméricos foram preparados através da técnica de evaporação do solvente empregandose
a concentração total em massa de 2 % (m/v) em solução aquosa, e também nas
seguintes proporções em massa: alginato (100) e gelatina (100), alginato/gelatina
(30/70), alginato/gelatina (50/50) e (70/30). As soluções foram preparadas em 40mL de
água deionizada e então submetidas à agitação por 15 minutos a 45 ºC, para solubilização.
Em seguida, a mistura dos polímeros é realizada incorporando a solução de gelatina na de
alginato de sódio e levando novamente a agitação por mais 15 minutos. Após o
resfriamento, a mistura é vertida em uma placa de petri e deixada em repouso para
evaporação do solvente a temperatura ambiente em capela. Os filmes são modificados
através da adição de cloridrato de 1-etil-3-(3-dimetilaminopropil) carbodiimida (EDC)
para que os mesmos tornem-se insolúveis em soluções aquosas. A reticulação da gelatina é
feita incorporando-se 30 mmol de EDC na solução de gelatina pura, e a do alginato,
imergindo-se o filme pronto em uma solução de CaCl2 5% por 15 minutos e secando na
estufa. Foram realizadas análises de espectroscopia na região do infravermelho (FTIR) nos
filmes com e sem adição de EDC a fim de evidenciar as modificações químicas
provenientes do método de reticulação. Nos filmes de gelatina reticulados com EDC notase
um aumento na intensidade da banda de amida I em relação à banda de amida II, que é
mais visível no filme de gelatina pura. Nos filmes de alginato reticulados com CaCl2,
percebe-se um alargamento na banda de O-H em relação ao filme sem a reticulação. Os
testes de solubilidade e intumescimento elucidaram diferenças na solubilização e
comprovaram o efeito dos agentes de reticulação. Os dados obtidos neste trabalho
evidenciam as modificações estruturais e mostram que é possível a alteração na
solubilidade dos filmes com os agentes reticulantes. Desta forma, é possível entrar na
próxima etapa do trabalho que é a incorporação de agentes antimicrobianos nos filmes de
interesse. As aplicações destes filmes vão desde a produção de novos materiais para
liberação de compostos antimicrobianos, até a incorporação destes filmes em embalagens
de alimentos.</description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>WAGNER SILVA WESSFLL</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2015-10-01T18:15:29Z</dc:date>
    <dc:type>Video</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/desenvolvimento-de-composicoes-elastomericas-de-alto-desempenho">
    <title>Desenvolvimento de Composições Elastoméricas de alto desempenho</title>
    <link>http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/desenvolvimento-de-composicoes-elastomericas-de-alto-desempenho</link>
    <description>O projeto “Desenvolvimento de Composições Elastoméricas de Alto
Desempenho” vem sendo desenvolvido no Instituto de Química da
Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e tem por objetivo
elaborar e caracterizar composições elastoméricas à base de borrachas
comerciais visando a obtenção de um composto de alto desempenho, ou seja,
mais resistente a temperaturas, fluidos e pressões do que os compostos de
borracha usuais. Além disso, buscam-se propriedades específicas, como
condutividade elétrica. Como as borrachas puras não são capazes de atingir
todas as propriedades desejáveis em um artefato final necessita-se adicionar
cargas específicas capazes de conferir propriedades como resistência
mecânica e à deformação permanente, abrasão, dureza, entre outras.
Assim, visando atender essas exigências e as necessidades de
específicas do segmento automotivo e petroquímico, buscou-se material com
propriedades adequadas eeconômica e tecnologicamente viáveis.
Utilizou-se para isto, borracha HNBR – borracha nitrílica hidrogenada
com 46% de acrilonitrila (ACN), e cargas como flakes de grafite de diferentes
granulometrias tratamento (e natureza), isoladamente, ou em associação ao
negro de fumo (carga tradicional de caráter altamente reforçante) e peróxidos
como sistema de cura.
Entre as principais atividades desenvolvidas como bolsista destacam-se
a elaboração das planilhas de formulação, a preparação dos componentes e
obtenção das misturas em câmara de mistura, a obtenção das curvas
reométricas para a determinação do tempo ótima de cura e a cura dos
compostos em prensa e a obtenção dos corpos de prova. Na caracterização
avaliaram propriedades macroscópicas como o comportamento frente à
tensão-deformação, dureza, resistência a solvente (medidas de inchamento).
Quanto à morfologia foram realizadas análises de Difração de raios X e
microscopia eletrônica de varredura (MEV).
Os resultados iniciais de morfologia apontam para uma boa interação
carga-matriz, com as propriedades finais dependentes da natureza e do
tamanho da partícula, podendo-se atingir propriedades similares à carga negro
de fumo. Principalmente, o grafite modificado apresenta-se como uma carga
promissora para determinadas propriedades, como condutividade elétrica e
menor permeabilidade não atingíveis com negro de fumo.
Trabalhos terão prosseguimento tanto na parte da formulação,
processamento e caracterização.</description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>WAGNER SILVA WESSFLL</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2015-09-29T18:09:42Z</dc:date>
    <dc:type>Video</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/desenvolvimento-de-bioprodutos-como-estrategia-antibiofilme">
    <title>DESENVOLVIMENTO DE BIOPRODUTOS COMO ESTRATÉGIA ANTIBIOFILME</title>
    <link>http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/desenvolvimento-de-bioprodutos-como-estrategia-antibiofilme</link>
    <description>Os fungos leveduriformes apresentam elevada capacidade de formação de estruturas
conhecidas como biofilmes que facilitam o processo de adesão e colonização das cepas constituintes
sobre o hospedeiro ou material inerte. O desenvolvimento de um bioproduto que tenha capacidade de
fixação física em um local com potencial para formação de biofilme e que permita a liberação
controlada de antifúngico constitui-se em uma estratégia inovadora. O emprego da nanotecnologia é
bastante promissor como estratégia antibiofilme em função de apresentar múltiplas vantagens, entre elas
aumentar o desempenho de formulações farmacêuticas, aprimorando aspectos relacionados à
estabilidade de fármacos veiculados, potencializando a sua ação e melhorando as características
biofarmacêuticas. O maior impacto deste trabalho reside em sua potencialidade para formação de um
bioproduto que possa ser empregado em larga escala para promoção da atividade antibiofilme de fungos
patogênicos em ambientes hospitalares e ambulatoriais. Considerando a elevada prevalência de
infecções fúngicas e a formação de biofilmes especialmente em pacientes imunocomprometidos, o
objetivo deste trabalho é avaliar a capacidade de filmes poliméricos associados a sistema da
nanopartículas (nanocápsulas) com ou sem antifúngicos comerciais funcionarem como suporte para
estratégia antibiofilme. </description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>WAGNER SILVA WESSFLL</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2015-08-24T18:03:27Z</dc:date>
    <dc:type>Video</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/desenhos-e-deslocamentos-memoria-e-objetos-proximos-6">
    <title>Desenhos e deslocamentos : memória e objetos próximos - 6</title>
    <link>http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/desenhos-e-deslocamentos-memoria-e-objetos-proximos-6</link>
    <description>A pesquisa visa a abordagem do processo de criação em desenho, aqui entendido como uma ação - no caso riscar o papel. Para que uma ação seja realizada uma anterior deve ter existido; assim, o desenho surge a partir de determinado encadeamento de ações. Penso que a memória de experiências seja recorrente no processo de criação, por isto há uma repetição do que já foi feito em tempos remotos e muitas vezes esquecido. Recorremos às lembranças para pautar nosso direcionamento do agora. Também, nesta pesquisa, o desenho desdobra-se em lambes, na relação de deslocar-se na e entre cidades, na repetição de desenhos e no registro que dá origem aos vídeos time-lapses. O deslocamento é territorial e por vias da memória. Um traço segue adiante e também executa paradas, desta maneira, retornar é seguir adiante, seja com os traços sobre o papel, seja pelas experiências de vida que permeiam o processo de criação.</description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>JANDREY DE MELLO LOPES</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2020-02-05T12:55:08Z</dc:date>
    <dc:type>Video</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/desenhos-e-deslocamentos-memoria-e-objetos-proximos-5">
    <title>Desenhos e deslocamentos : memória e objetos próximos - 5</title>
    <link>http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/desenhos-e-deslocamentos-memoria-e-objetos-proximos-5</link>
    <description>A pesquisa visa a abordagem do processo de criação em desenho, aqui entendido como uma ação - no caso riscar o papel. Para que uma ação seja realizada uma anterior deve ter existido; assim, o desenho surge a partir de determinado encadeamento de ações. Penso que a memória de experiências seja recorrente no processo de criação, por isto há uma repetição do que já foi feito em tempos remotos e muitas vezes esquecido. Recorremos às lembranças para pautar nosso direcionamento do agora. Também, nesta pesquisa, o desenho desdobra-se em lambes, na relação de deslocar-se na e entre cidades, na repetição de desenhos e no registro que dá origem aos vídeos time-lapses. O deslocamento é territorial e por vias da memória. Um traço segue adiante e também executa paradas, desta maneira, retornar é seguir adiante, seja com os traços sobre o papel, seja pelas experiências de vida que permeiam o processo de criação.</description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>JANDREY DE MELLO LOPES</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2020-02-05T12:54:02Z</dc:date>
    <dc:type>Video</dc:type>
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  <item rdf:about="http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/desenhos-e-deslocamentos-memoria-e-objetos-proximos-4">
    <title>Desenhos e deslocamentos : memória e objetos próximos - 4</title>
    <link>http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/desenhos-e-deslocamentos-memoria-e-objetos-proximos-4</link>
    <description>A pesquisa visa a abordagem do processo de criação em desenho, aqui entendido como uma ação - no caso riscar o papel. Para que uma ação seja realizada uma anterior deve ter existido; assim, o desenho surge a partir de determinado encadeamento de ações. Penso que a memória de experiências seja recorrente no processo de criação, por isto há uma repetição do que já foi feito em tempos remotos e muitas vezes esquecido. Recorremos às lembranças para pautar nosso direcionamento do agora. Também, nesta pesquisa, o desenho desdobra-se em lambes, na relação de deslocar-se na e entre cidades, na repetição de desenhos e no registro que dá origem aos vídeos time-lapses. O deslocamento é territorial e por vias da memória. Um traço segue adiante e também executa paradas, desta maneira, retornar é seguir adiante, seja com os traços sobre o papel, seja pelas experiências de vida que permeiam o processo de criação.</description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>JANDREY DE MELLO LOPES</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2020-02-05T12:53:24Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/desenhos-e-deslocamentos-memoria-e-objetos-proximos-3">
    <title>Desenhos e deslocamentos : memória e objetos próximos - 3</title>
    <link>http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/desenhos-e-deslocamentos-memoria-e-objetos-proximos-3</link>
    <description>A pesquisa visa a abordagem do processo de criação em desenho, aqui entendido como uma ação - no caso riscar o papel. Para que uma ação seja realizada uma anterior deve ter existido; assim, o desenho surge a partir de determinado encadeamento de ações. Penso que a memória de experiências seja recorrente no processo de criação, por isto há uma repetição do que já foi feito em tempos remotos e muitas vezes esquecido. Recorremos às lembranças para pautar nosso direcionamento do agora. Também, nesta pesquisa, o desenho desdobra-se em lambes, na relação de deslocar-se na e entre cidades, na repetição de desenhos e no registro que dá origem aos vídeos time-lapses. O deslocamento é territorial e por vias da memória. Um traço segue adiante e também executa paradas, desta maneira, retornar é seguir adiante, seja com os traços sobre o papel, seja pelas experiências de vida que permeiam o processo de criação.</description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>JANDREY DE MELLO LOPES</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2020-02-05T12:52:36Z</dc:date>
    <dc:type>Video</dc:type>
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  <item rdf:about="http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/desenhos-e-deslocamentos-memoria-e-objetos-proximos-2">
    <title>Desenhos e deslocamentos : memória e objetos próximos - 2</title>
    <link>http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/desenhos-e-deslocamentos-memoria-e-objetos-proximos-2</link>
    <description>A pesquisa visa a abordagem do processo de criação em desenho, aqui entendido como uma ação - no caso riscar o papel. Para que uma ação seja realizada uma anterior deve ter existido; assim, o desenho surge a partir de determinado encadeamento de ações. Penso que a memória de experiências seja recorrente no processo de criação, por isto há uma repetição do que já foi feito em tempos remotos e muitas vezes esquecido. Recorremos às lembranças para pautar nosso direcionamento do agora. Também, nesta pesquisa, o desenho desdobra-se em lambes, na relação de deslocar-se na e entre cidades, na repetição de desenhos e no registro que dá origem aos vídeos time-lapses. O deslocamento é territorial e por vias da memória. Um traço segue adiante e também executa paradas, desta maneira, retornar é seguir adiante, seja com os traços sobre o papel, seja pelas experiências de vida que permeiam o processo de criação.</description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>JANDREY DE MELLO LOPES</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2020-02-05T12:52:11Z</dc:date>
    <dc:type>Video</dc:type>
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  <item rdf:about="http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/desenhos-e-deslocamentos-memoria-e-objetos-proximos-1">
    <title>Desenhos e deslocamentos : memória e objetos próximos - 1</title>
    <link>http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/desenhos-e-deslocamentos-memoria-e-objetos-proximos-1</link>
    <description>A pesquisa visa a abordagem do processo de criação em desenho, aqui entendido como uma ação - no caso riscar o papel. Para que uma ação seja realizada uma anterior deve ter existido; assim, o desenho surge a partir de determinado encadeamento de ações. Penso que a memória de experiências seja recorrente no processo de criação, por isto há uma repetição do que já foi feito em tempos remotos e muitas vezes esquecido. Recorremos às lembranças para pautar nosso direcionamento do agora. Também, nesta pesquisa, o desenho desdobra-se em lambes, na relação de deslocar-se na e entre cidades, na repetição de desenhos e no registro que dá origem aos vídeos time-lapses. O deslocamento é territorial e por vias da memória. Um traço segue adiante e também executa paradas, desta maneira, retornar é seguir adiante, seja com os traços sobre o papel, seja pelas experiências de vida que permeiam o processo de criação.</description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>JANDREY DE MELLO LOPES</dc:creator>
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    <dc:date>2020-02-05T12:40:09Z</dc:date>
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  </item>


  <item rdf:about="http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/desejos-serranos-a-emancipacao-de-uma-paisagem-nos-campos-de-cima-da-serra-rio-grande-do-sul-brasil-3-ttttt">
    <title>Desejos serranos : a emancipação de uma paisagem nos Campos de Cima da Serra, Rio Grande do Sul, Brasil - 3</title>
    <link>http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/desejos-serranos-a-emancipacao-de-uma-paisagem-nos-campos-de-cima-da-serra-rio-grande-do-sul-brasil-3-ttttt</link>
    <description>No campo das ciências sociais aplicadas, essa pesquisa qualitativa aprofunda ação prévia de conhecimento, em campo empírico centrado nos distritos rurais de Vila Seca e Criúva, situados nas circunvizinhanças do município de Caxias do Sul, no estado do Rio Grande do Sul, o mais setentrional do Brasil. Em relação com outros municípios lindeiros e situado na região mais abrangente dos Campos de Cima da Serra, esse meio é constituído de um mosaico predominantemente autóctone de campos e de floresta de araucárias, atravessado por mananciais e habitado por uma população de aproximadamente 4000 pessoas. Cuja principal atividade de trabalho é a criação semiextensiva de gado de corte e de leite, de características campesinas e associada a outras atividades, em uma composição de ocupações múltiplas que é característica da ruralidade brasileira contemporânea. Nesse lugar de particularidades socioculturais intrincadas estão situadas 70 % das reservas atuais de água potável para o que é a segunda maior população urbana do estado, quase meio milhão de pessoas na totalidade desse município. Uma situação que tem aportado paulatinas restrições normativas às longevas práticas agrícolas ali desenvolvidas. Em incoerente ato de origem urbana, tendo em vista o estado de conservação ambiental que esses agricultores mantêm em seu território de vida e as licenças que a cidade concede a atividades poluentes no mesmo espaço geográfico. Anterior estudo que faço testemunha empiricamente sobre a existência da noção de paisagem para os habitantes do lugar, em um contexto espaciotemporal associado às atividades agrícolas. Assim reconstituí, em abordagem etnográfica associada ao conhecimento da história agrária, uma trajeção de paisagem no sentido dado por Augustin Berque. Os estudos dessa primeira fase nessa tese de doutorado são aprofundados pela poética do habitar de Tim Ingold; com o objetivo geral de desvelar as atitudes emancipatórias contidas nessa paisagem, buscando entender sua duração e tendo em vista sua relação com vizinhança urbana, contudo a partir da perspectiva dos projetos de vida desses habitantes rurais. O método analítico-descritivo escolhido consiste no acesso à memória coletiva desses moradores, com o intuito de realizar uma narrativa visual compartilhada. Tal ato ocorreu ao longo de observação participante que acompanhou as familiares tarefas de caráter campesino e as festividades coletivas dos habitantes locais, bem como as suas interfaces com instâncias normativas urbanas. A etnografia resultante é híbrida, consistindo do filme Desejos em Paisagens Serranas e de um interligado texto ilustrado. Concluo principalmente pela existência de eventos emancipatórios empreendidos pelos habitantes, caracterizando os anseios de continuidade temporal da paisagem do lugar, contudo em sua diversidade e delicados aspectos de alteridade. Um mundo de visão trajetivo que em sua duração manifesta uma ética ecumenal. Muito distinto do temporâneo mundo de visão associado aos quadros técnicos normativos urbanos, que em suas especificidades ambientais e sanitárias mostram comprometimento prioritário com o imediatismo das necessidades funcionais do viver citadino e com os mecanismos cambiantes de sustentação de suas alianças de negócio.</description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>JANDREY DE MELLO LOPES</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2019-02-11T13:53:55Z</dc:date>
    <dc:type>Video</dc:type>
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    <title>Desejos serranos : a emancipação de uma paisagem nos Campos de Cima da Serra, Rio Grande do Sul, Brasil - 1</title>
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    <description>No campo das ciências sociais aplicadas, essa pesquisa qualitativa aprofunda ação prévia de conhecimento, em campo empírico centrado nos distritos rurais de Vila Seca e Criúva, situados nas circunvizinhanças do município de Caxias do Sul, no estado do Rio Grande do Sul, o mais setentrional do Brasil. Em relação com outros municípios lindeiros e situado na região mais abrangente dos Campos de Cima da Serra, esse meio é constituído de um mosaico predominantemente autóctone de campos e de floresta de araucárias, atravessado por mananciais e habitado por uma população de aproximadamente 4000 pessoas. Cuja principal atividade de trabalho é a criação semiextensiva de gado de corte e de leite, de características campesinas e associada a outras atividades, em uma composição de ocupações múltiplas que é característica da ruralidade brasileira contemporânea. Nesse lugar de particularidades socioculturais intrincadas estão situadas 70 % das reservas atuais de água potável para o que é a segunda maior população urbana do estado, quase meio milhão de pessoas na totalidade desse município. Uma situação que tem aportado paulatinas restrições normativas às longevas práticas agrícolas ali desenvolvidas. Em incoerente ato de origem urbana, tendo em vista o estado de conservação ambiental que esses agricultores mantêm em seu território de vida e as licenças que a cidade concede a atividades poluentes no mesmo espaço geográfico. Anterior estudo que faço testemunha empiricamente sobre a existência da noção de paisagem para os habitantes do lugar, em um contexto espaciotemporal associado às atividades agrícolas. Assim reconstituí, em abordagem etnográfica associada ao conhecimento da história agrária, uma trajeção de paisagem no sentido dado por Augustin Berque. Os estudos dessa primeira fase nessa tese de doutorado são aprofundados pela poética do habitar de Tim Ingold; com o objetivo geral de desvelar as atitudes emancipatórias contidas nessa paisagem, buscando entender sua duração e tendo em vista sua relação com vizinhança urbana, contudo a partir da perspectiva dos projetos de vida desses habitantes rurais. O método analítico-descritivo escolhido consiste no acesso à memória coletiva desses moradores, com o intuito de realizar uma narrativa visual compartilhada. Tal ato ocorreu ao longo de observação participante que acompanhou as familiares tarefas de caráter campesino e as festividades coletivas dos habitantes locais, bem como as suas interfaces com instâncias normativas urbanas. A etnografia resultante é híbrida, consistindo do filme Desejos em Paisagens Serranas e de um interligado texto ilustrado. Concluo principalmente pela existência de eventos emancipatórios empreendidos pelos habitantes, caracterizando os anseios de continuidade temporal da paisagem do lugar, contudo em sua diversidade e delicados aspectos de alteridade. Um mundo de visão trajetivo que em sua duração manifesta uma ética ecumenal. Muito distinto do temporâneo mundo de visão associado aos quadros técnicos normativos urbanos, que em suas especificidades ambientais e sanitárias mostram comprometimento prioritário com o imediatismo das necessidades funcionais do viver citadino e com os mecanismos cambiantes de sustentação de suas alianças de negócio.</description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>JANDREY DE MELLO LOPES</dc:creator>
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    <dc:date>2019-02-11T13:51:16Z</dc:date>
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    <title>Desejos serranos : a emancipação de uma paisagem nos Campos de Cima da Serra, Rio Grande do Sul, Brasil - 5</title>
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    <description>No campo das ciências sociais aplicadas, essa pesquisa qualitativa aprofunda ação prévia de conhecimento, em campo empírico centrado nos distritos rurais de Vila Seca e Criúva, situados nas circunvizinhanças do município de Caxias do Sul, no estado do Rio Grande do Sul, o mais setentrional do Brasil. Em relação com outros municípios lindeiros e situado na região mais abrangente dos Campos de Cima da Serra, esse meio é constituído de um mosaico predominantemente autóctone de campos e de floresta de araucárias, atravessado por mananciais e habitado por uma população de aproximadamente 4000 pessoas. Cuja principal atividade de trabalho é a criação semiextensiva de gado de corte e de leite, de características campesinas e associada a outras atividades, em uma composição de ocupações múltiplas que é característica da ruralidade brasileira contemporânea. Nesse lugar de particularidades socioculturais intrincadas estão situadas 70 % das reservas atuais de água potável para o que é a segunda maior população urbana do estado, quase meio milhão de pessoas na totalidade desse município. Uma situação que tem aportado paulatinas restrições normativas às longevas práticas agrícolas ali desenvolvidas. Em incoerente ato de origem urbana, tendo em vista o estado de conservação ambiental que esses agricultores mantêm em seu território de vida e as licenças que a cidade concede a atividades poluentes no mesmo espaço geográfico. Anterior estudo que faço testemunha empiricamente sobre a existência da noção de paisagem para os habitantes do lugar, em um contexto espaciotemporal associado às atividades agrícolas. Assim reconstituí, em abordagem etnográfica associada ao conhecimento da história agrária, uma trajeção de paisagem no sentido dado por Augustin Berque. Os estudos dessa primeira fase nessa tese de doutorado são aprofundados pela poética do habitar de Tim Ingold; com o objetivo geral de desvelar as atitudes emancipatórias contidas nessa paisagem, buscando entender sua duração e tendo em vista sua relação com vizinhança urbana, contudo a partir da perspectiva dos projetos de vida desses habitantes rurais. O método analítico-descritivo escolhido consiste no acesso à memória coletiva desses moradores, com o intuito de realizar uma narrativa visual compartilhada. Tal ato ocorreu ao longo de observação participante que acompanhou as familiares tarefas de caráter campesino e as festividades coletivas dos habitantes locais, bem como as suas interfaces com instâncias normativas urbanas. A etnografia resultante é híbrida, consistindo do filme Desejos em Paisagens Serranas e de um interligado texto ilustrado. Concluo principalmente pela existência de eventos emancipatórios empreendidos pelos habitantes, caracterizando os anseios de continuidade temporal da paisagem do lugar, contudo em sua diversidade e delicados aspectos de alteridade. Um mundo de visão trajetivo que em sua duração manifesta uma ética ecumenal. Muito distinto do temporâneo mundo de visão associado aos quadros técnicos normativos urbanos, que em suas especificidades ambientais e sanitárias mostram comprometimento prioritário com o imediatismo das necessidades funcionais do viver citadino e com os mecanismos cambiantes de sustentação de suas alianças de negócio.</description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>JANDREY DE MELLO LOPES</dc:creator>
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    <dc:date>2019-04-18T17:37:45Z</dc:date>
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    <title>Desejos serranos : a emancipação de uma paisagem nos Campos de Cima da Serra, Rio Grande do Sul, Brasil - 2</title>
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    <description>No campo das ciências sociais aplicadas, essa pesquisa qualitativa aprofunda ação prévia de conhecimento, em campo empírico centrado nos distritos rurais de Vila Seca e Criúva, situados nas circunvizinhanças do município de Caxias do Sul, no estado do Rio Grande do Sul, o mais setentrional do Brasil. Em relação com outros municípios lindeiros e situado na região mais abrangente dos Campos de Cima da Serra, esse meio é constituído de um mosaico predominantemente autóctone de campos e de floresta de araucárias, atravessado por mananciais e habitado por uma população de aproximadamente 4000 pessoas. Cuja principal atividade de trabalho é a criação semiextensiva de gado de corte e de leite, de características campesinas e associada a outras atividades, em uma composição de ocupações múltiplas que é característica da ruralidade brasileira contemporânea. Nesse lugar de particularidades socioculturais intrincadas estão situadas 70 % das reservas atuais de água potável para o que é a segunda maior população urbana do estado, quase meio milhão de pessoas na totalidade desse município. Uma situação que tem aportado paulatinas restrições normativas às longevas práticas agrícolas ali desenvolvidas. Em incoerente ato de origem urbana, tendo em vista o estado de conservação ambiental que esses agricultores mantêm em seu território de vida e as licenças que a cidade concede a atividades poluentes no mesmo espaço geográfico. Anterior estudo que faço testemunha empiricamente sobre a existência da noção de paisagem para os habitantes do lugar, em um contexto espaciotemporal associado às atividades agrícolas. Assim reconstituí, em abordagem etnográfica associada ao conhecimento da história agrária, uma trajeção de paisagem no sentido dado por Augustin Berque. Os estudos dessa primeira fase nessa tese de doutorado são aprofundados pela poética do habitar de Tim Ingold; com o objetivo geral de desvelar as atitudes emancipatórias contidas nessa paisagem, buscando entender sua duração e tendo em vista sua relação com vizinhança urbana, contudo a partir da perspectiva dos projetos de vida desses habitantes rurais. O método analítico-descritivo escolhido consiste no acesso à memória coletiva desses moradores, com o intuito de realizar uma narrativa visual compartilhada. Tal ato ocorreu ao longo de observação participante que acompanhou as familiares tarefas de caráter campesino e as festividades coletivas dos habitantes locais, bem como as suas interfaces com instâncias normativas urbanas. A etnografia resultante é híbrida, consistindo do filme Desejos em Paisagens Serranas e de um interligado texto ilustrado. Concluo principalmente pela existência de eventos emancipatórios empreendidos pelos habitantes, caracterizando os anseios de continuidade temporal da paisagem do lugar, contudo em sua diversidade e delicados aspectos de alteridade. Um mundo de visão trajetivo que em sua duração manifesta uma ética ecumenal. Muito distinto do temporâneo mundo de visão associado aos quadros técnicos normativos urbanos, que em suas especificidades ambientais e sanitárias mostram comprometimento prioritário com o imediatismo das necessidades funcionais do viver citadino e com os mecanismos cambiantes de sustentação de suas alianças de negócio.</description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>JANDREY DE MELLO LOPES</dc:creator>
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    <dc:date>2019-02-11T13:52:34Z</dc:date>
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    <dc:creator>JANDREY DE MELLO LOPES</dc:creator>
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    <dc:date>2019-02-11T13:55:21Z</dc:date>
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