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  <title>Lume</title>
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            These are the search results for the query, showing results 521 to 535.
        
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    <title>Diálogos de um ser a dois : uma perspectiva para dançar tango (Vídeo 4)</title>
    <link>http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/dialogos-de-um-ser-a-dois-uma-perspectiva-para-dancar-tango-video-4</link>
    <description>O tema dessa pesquisa surgiu de minha experiência nos ambientes de prática da dança de salão, no qual o conceito de condução se encontra instituído. Entretanto essa perspectiva carrega peculiaridades que descaracterizam aspectos das danças sociais. A partir desse contexto, tenho por objetivos refletir sobre a prática do tango sob uma perspectiva de diálogo entre os parceiros, buscando compreender quais as particularidades desse modo de dançar tango. Bem como aprofundar as relações entre a prática do Contato Improvisação (CI) e do tango, a fim de ancorar essa nova perspectiva de dançar, pois o CI contribuiria como um referencial de uma prática de dança a dois na qual não há condução e sim diálogo sendo assim os parceiros não exerceriam uma função apenas. A abordagem metodológica desse estudo parte do pressuposto da pesquisa em dança, buscando no conceito operacional de empatia cinestésica uma possibilidade de utilizar das minhas percepções durante o dançar como dados etnográficos. A coleta de informação foi realizada através de notas esparsas em um caderno de anotação durante e pós o período de ensaio com meu parceiro. Para tanto se sugere uma abordagem a partir do ponto de vista do diálogo, no qual os dois parceiros disponibilizam sua corporeidade para dividir com o outro algo que se tornará comum entre ambos, contribuindo para que se estabeleça uma dança aberta (improvisada), fazendo com que seus papeis sejam mais dinâmicos e favorecendo a experiência de um ser a dois (Merleau-Ponty, 1999).</description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>BEATRIZ HELENA PIRES DE SOUZA CESTARI</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2015-03-31T18:04:54Z</dc:date>
    <dc:type>Video</dc:type>
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  <item rdf:about="http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/dialogos-de-um-ser-a-dois-uma-perspectiva-para-dancar-tango-video-3">
    <title>Diálogos de um ser a dois : uma perspectiva para dançar tango (Vídeo 3)</title>
    <link>http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/dialogos-de-um-ser-a-dois-uma-perspectiva-para-dancar-tango-video-3</link>
    <description>O tema dessa pesquisa surgiu de minha experiência nos ambientes de prática da dança de salão, no qual o conceito de condução se encontra instituído. Entretanto essa perspectiva carrega peculiaridades que descaracterizam aspectos das danças sociais. A partir desse contexto, tenho por objetivos refletir sobre a prática do tango sob uma perspectiva de diálogo entre os parceiros, buscando compreender quais as particularidades desse modo de dançar tango. Bem como aprofundar as relações entre a prática do Contato Improvisação (CI) e do tango, a fim de ancorar essa nova perspectiva de dançar, pois o CI contribuiria como um referencial de uma prática de dança a dois na qual não há condução e sim diálogo sendo assim os parceiros não exerceriam uma função apenas. A abordagem metodológica desse estudo parte do pressuposto da pesquisa em dança, buscando no conceito operacional de empatia cinestésica uma possibilidade de utilizar das minhas percepções durante o dançar como dados etnográficos. A coleta de informação foi realizada através de notas esparsas em um caderno de anotação durante e pós o período de ensaio com meu parceiro. Para tanto se sugere uma abordagem a partir do ponto de vista do diálogo, no qual os dois parceiros disponibilizam sua corporeidade para dividir com o outro algo que se tornará comum entre ambos, contribuindo para que se estabeleça uma dança aberta (improvisada), fazendo com que seus papeis sejam mais dinâmicos e favorecendo a experiência de um ser a dois (Merleau-Ponty, 1999).</description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>BEATRIZ HELENA PIRES DE SOUZA CESTARI</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2015-03-31T18:02:29Z</dc:date>
    <dc:type>Video</dc:type>
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  <item rdf:about="http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/dialogos-de-um-ser-a-dois-uma-perspectiva-para-dancar-tango-video-2">
    <title>Diálogos de um ser a dois : uma perspectiva para dançar tango (Vídeo 2)</title>
    <link>http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/dialogos-de-um-ser-a-dois-uma-perspectiva-para-dancar-tango-video-2</link>
    <description>O tema dessa pesquisa surgiu de minha experiência nos ambientes de prática da dança de salão, no qual o conceito de condução se encontra instituído. Entretanto essa perspectiva carrega peculiaridades que descaracterizam aspectos das danças sociais. A partir desse contexto, tenho por objetivos refletir sobre a prática do tango sob uma perspectiva de diálogo entre os parceiros, buscando compreender quais as particularidades desse modo de dançar tango. Bem como aprofundar as relações entre a prática do Contato Improvisação (CI) e do tango, a fim de ancorar essa nova perspectiva de dançar, pois o CI contribuiria como um referencial de uma prática de dança a dois na qual não há condução e sim diálogo sendo assim os parceiros não exerceriam uma função apenas. A abordagem metodológica desse estudo parte do pressuposto da pesquisa em dança, buscando no conceito operacional de empatia cinestésica uma possibilidade de utilizar das minhas percepções durante o dançar como dados etnográficos. A coleta de informação foi realizada através de notas esparsas em um caderno de anotação durante e pós o período de ensaio com meu parceiro. Para tanto se sugere uma abordagem a partir do ponto de vista do diálogo, no qual os dois parceiros disponibilizam sua corporeidade para dividir com o outro algo que se tornará comum entre ambos, contribuindo para que se estabeleça uma dança aberta (improvisada), fazendo com que seus papeis sejam mais dinâmicos e favorecendo a experiência de um ser a dois (Merleau-Ponty, 1999).</description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>BEATRIZ HELENA PIRES DE SOUZA CESTARI</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2015-03-31T17:55:01Z</dc:date>
    <dc:type>Video</dc:type>
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  <item rdf:about="http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/dialogos-de-um-ser-a-dois-uma-perspectiva-para-dancar-tango-video-1">
    <title>Diálogos de um ser a dois : uma perspectiva para dançar tango (Vídeo 1)</title>
    <link>http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/dialogos-de-um-ser-a-dois-uma-perspectiva-para-dancar-tango-video-1</link>
    <description>O tema dessa pesquisa surgiu de minha experiência nos ambientes de prática da dança de salão, no qual o conceito de condução se encontra instituído. Entretanto essa perspectiva carrega peculiaridades que descaracterizam aspectos das danças sociais. A partir desse contexto, tenho por objetivos refletir sobre a prática do tango sob uma perspectiva de diálogo entre os parceiros, buscando compreender quais as particularidades desse modo de dançar tango. Bem como aprofundar as relações entre a prática do Contato Improvisação (CI) e do tango, a fim de ancorar essa nova perspectiva de dançar, pois o CI contribuiria como um referencial de uma prática de dança a dois na qual não há condução e sim diálogo sendo assim os parceiros não exerceriam uma função apenas. A abordagem metodológica desse estudo parte do pressuposto da pesquisa em dança, buscando no conceito operacional de empatia cinestésica uma possibilidade de utilizar das minhas percepções durante o dançar como dados etnográficos. A coleta de informação foi realizada através de notas esparsas em um caderno de anotação durante e pós o período de ensaio com meu parceiro. Para tanto se sugere uma abordagem a partir do ponto de vista do diálogo, no qual os dois parceiros disponibilizam sua corporeidade para dividir com o outro algo que se tornará comum entre ambos, contribuindo para que se estabeleça uma dança aberta (improvisada), fazendo com que seus papeis sejam mais dinâmicos e favorecendo a experiência de um ser a dois (Merleau-Ponty, 1999).</description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>BEATRIZ HELENA PIRES DE SOUZA CESTARI</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2015-03-31T17:38:54Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/dia-do-futebol-feminino-2015-porto-alegre-2015">
    <title>Dia do Futebol Feminino 2015 (Porto Alegre, 2015)</title>
    <link>http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/dia-do-futebol-feminino-2015-porto-alegre-2015</link>
    <description>Vídeo com compilação de imagens de atividades desenvolvidas no Dia do Futebol Feminino que envolveu futebol, futsal, fetevôlei, futesabão e atividades culturais.</description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>JANDREY DE MELLO LOPES</dc:creator>
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    <dc:date>2016-03-14T17:37:29Z</dc:date>
    <dc:type>Video</dc:type>
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  <item rdf:about="http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/determinacao-do-tempo-de-retardo-da-ignicao-nos-motores-diesel">
    <title>Determinação do Tempo de Retardo da Ignição nos Motores Diesel</title>
    <link>http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/determinacao-do-tempo-de-retardo-da-ignicao-nos-motores-diesel</link>
    <description>O óleo diesel é o principal combustível utilizado no Brasil, devido a grande utilização
no transporte rodoviário. Esse combustível é derivado do petróleo e constituído basicamente por
hidrocarbonetos. Além disso, é líquido e a sua queima ocorre quando obtemos uma alta taxa de
compressão no interior da câmara de combustão nos motores de ciclo Diesel. Oferece mais
segurança na prevenção de incêndios, entretanto, é o combustível mais poluente para o meio
ambiente devido a sua composição. De modo a minimizar os efeitos nocivos desse combustível
na natureza, é importante determinar o tempo de retardo - intervalo entre a injeção de
combustível e o aumento da pressão na câmara de combustão- . Quanto menor é esse tempo,
menor é a formação de contaminantes atmosféricos - material particulado (MP) e
hidrocarbonetos não queimados (HC's) - e melhor a qualidade da combustão e a eficiência do
ciclo térmico. Os ensaios foram realizados em um motor Diesel Toyama - 3,2 kW (80% da
potência máxima), injeção mecânica de combustível, 3600 rpm -, além de outros instrumentos
como: controladores e sensores de temperatura e de pressão, célula de carga com capacidade de
10kg para medida do consumo de combustível, filtro de microfibra de vidro com 47 mm de
diâmetro para a coleta de MP e condensador para o recolhimento dos HC's. O tempo de retardo
foi obtido de modo experimental através da utilização um sensor de pressão indutivo no sistema
de injeção e no interior da câmara de combustão. Esse valor deverá ser correlacionado com o
número de cetano (NC) - tendência de auto-ignição do combustível - dos combustíveis
analisados. Combustíveis com alto número de cetano possuem um menor tempo de retardo, ou
seja, inflamam rapidamente quando injetados na câmara de combustão e conseguem realizar a
reação de combustão completa. Combustíveis com menor número de cetano possuem um
elevado tempo de retardo. Essa queima tardia pode ocasionar o mau funcionamento do motor,
como danos mecânicos e perda de potência, além do aumento de emissões de fumaça e material
particulado. As análises foram realisadas usando os combustíveis S10, S500, M500 e S1800, os
quais foram modificados com padrões secundários -U17 (NC baixo) e T23 (NC alto) -, para
obtermos formulações parecidas, mas com NC distintos. Portanto, temos os seguintes
combustíveis: S10, S10m, S500, S500m, M500, M500m, S1800 e S1800m, todos com número
de cetanos conhecidos. Os combustíveis que possuem maior NC (S10, S1800, M500m e
S500m) obtiveram um menor tempo de retardo, diferentemente do restante dos combustíveis
(M500, S500, S10m, S1800m) que, por terem um menor número de cetanos, tiveram um maior
tempo de retardo. O consumo específico foi pouco afetado pelas alterações no NC, entretanto a
diferença de valores nas emissões de contaminantes foi notável: S1800m obteve diminuição de
40% em acumulo de MP e aumento de 20% de HC's em relação ao S1800; S10m diminuiu 20%
emissão de MP e aumentou 10% emisão de HC's comparado ao S10; S500 e M500 tiveram um
aumento de 50% nas emissões de MP e uma diminuição de 20% nas emissões de HC's
comparados aos seus formulados, S500m e M500m.</description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>WAGNER SILVA WESSFLL</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2015-10-20T21:15:37Z</dc:date>
    <dc:type>Video</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/determinacao-do-grau-de-infestacao-com-mosca-do-chifre-haematobia-irritans-a-partir-de-imagens-termicas">
    <title>Determinação do grau de infestação com mosca-do-chifre (Haematobia irritans) a partir de imagens térmicas</title>
    <link>http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/determinacao-do-grau-de-infestacao-com-mosca-do-chifre-haematobia-irritans-a-partir-de-imagens-termicas</link>
    <description>Infestações com moscas-do-chifre (Haematobia irritans) podem levar a prejuízos
econômicos consideráveis na pecuária de corte devido à perda de volume sanguíneo do
hospedeiro e pelo desconforto provocado pela picada deste inseto. Métodos rápidos e
precisos que determinam o grau de infestação por mosca-do-chifre são pouco estudados,
sendo a contagem direta a técnica mais comumente empregada. As moscas são contadas
somente em uma das laterais do animal e o número encontrado é multiplicado por dois
para obter-se o valor total de ectoparasita. A termografia infravermelho (TI) é uma
técnica que permite obter uma imagem termográfica que representa a temperatura do
objeto fotografado. Como as moscas possuem temperatura diferente do pêlo do bovino,
elas se destacam nas fotografias termográficas, aparecendo nas imagens com uma
coloração distinta da superfície do animal. Este trabalho objetivou testar a contagem
automática de moscas-do-chifre a partir de fotografias termográficas editadas em um
software específico para o tratamento de imagens. Para isso foram fotografados 10
bovinos da raça Devon com o termógrafo FLIR ® T300. Estes bovinos estavam com
uma infestação média de moscas do chifre, sendo 1 metro a distância escolhida como
padrão entre o equipamento e os animais. As imagens obtidas foram analisadas no
QuickReport ® , programa que utiliza o gradiente térmico para contrastar os
ectoparasitas do pêlo do animal , e pelo programa ImageJ ®, que permite realizar a
contagem automática dos pontos contrastados anteriormente. Realizou-se então o teste
de correlação entre a contagem visual das moscas destacadas pelo programa
QuickReport ® e a contagem automática pelo programa ImageJ ®.Como os insetos
têm sua temperatura regulada pelo ambiente, às moscas apareceram nas fotografias com
a temperatura inferior ao do pêlo do animal. Por meio do programa QuickReport ®, o
pêlo do animal ficou com a coloração amarela e as moscas-do chifre como pontos
pretos. As imagens foram então importadas para o programa ImageJ ® e por meio da
função ‘cont’ foi possível contar estes pontos pretos que representavam as moscas-dochifre.
Foi obtido no teste de correlação entre a contagem visual na foto e a contagem
automática pelo programa ImageJ ® o valor de 0,82, o que representa uma alta precisão
na contagem automática realizada pelo software. Por meio desta técnica foi possível
quantificar a infestação de moscas do chifre de uma forma mais rápida e precisa do que
as metodologias usuais, contando ainda com a possibilidade de arquivar estas
informações para futuras recontagens. </description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>WAGNER SILVA WESSFLL</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2015-08-21T18:37:06Z</dc:date>
    <dc:type>Video</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/determinacao-de-ni-e-v-em-petroleo-bruto-por-espectrometria-de-absorcao-atomica-com-forno-de-grafite">
    <title>Determinação de Ni e V em Petróleo Bruto por Espectrometria de Absorção Atômica com Forno de Grafite</title>
    <link>http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/determinacao-de-ni-e-v-em-petroleo-bruto-por-espectrometria-de-absorcao-atomica-com-forno-de-grafite</link>
    <description>O petróleo é composto essencialmente por uma mistura de hidrocarbonetos e
compostos de nitrogênio, enxofre e oxigênio. Além de gerar combustíveis como gasolina,
óleo diesel e querosene de aviação, o petróleo é também a base de diversos produtos
industrializados, que vão da parafina à nafta petroquímica, tecidos e plásticos. São
encontrados frequentemente no petróleo, ao nível de traços, alguns metais como: Al, Ca, Cu,
Fe, Mg, Mn, Na, Ni, Ti e V, onde entre esses, o Ni e V são os mais abundantes. A presença de
metais em petróleo pode provocar desativação dos catalisadores no processo de refino,
contaminação ambiental e redução da qualidade dos derivados produzidos. Por isso, o
desenvolvimento de metodologias analíticas para determinação de metais em petróleo é de
grande interesse. Dentre as técnicas analíticas para determinação de metais em petróleo, a
espectrometria de absorção atômica (AAS) é amplamente empregada devido ao relativo baixo
custo de operação e fácil manuseio. Entre os atomizadores utilizados nas técnicas de AAS, o
forno de grafite (GF) merece destaque em razão da elevada sensibilidade e maior resistência à
presença de carbono residual em soluções decompostas devido a sua remoção na etapa de
pirólise. As análises de petróleo e derivados são, geralmente, um desafio analítico devido à
complexidade dessas matrizes e requerem procedimentos apropriados na etapa de preparo
e/ou introdução de acordo com a técnica analítica escolhida. Neste sentido, a aplicação da
técnica GF AAS foi avaliada para a determinação de Ni e V, presentes em nível de traços, em
petróleo bruto.
Inicialmente, foram avaliadas as técnicas de decomposição por via úmida em sistema
fechado com aquecimento convencional e radiação micro-ondas. Após a decomposição das
amostras foi efetuado o ajuste do programa de aquecimento do GF AAS. Para avaliar a
exatidão do procedimento proposto foi utilizado o material de referência certificado NIST
1634c (trace elements in fuel oil) e a comparação dos resultados obtidos empregando a
técnica de ICP-MS. Cabe ressaltar que os resultados foram concordantes em um nível de
confiança de 95%, sendo, portanto adequado para a determinação de Ni e V em petróleo.</description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>WAGNER SILVA WESSFLL</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2015-08-25T17:40:44Z</dc:date>
    <dc:type>Video</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/determinacao-da-espessura-do-manto-de-intemperismo-utilizando-sismica-de-refracao-rasa-na-area-de-seival-rs">
    <title>DETERMINAÇÃO DA ESPESSURA DO MANTO DE INTEMPERISMO UTILIZANDO SÍSMICA DE REFRAÇÃO RASA NA ÁREA DE SEIVAL - RS</title>
    <link>http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/determinacao-da-espessura-do-manto-de-intemperismo-utilizando-sismica-de-refracao-rasa-na-area-de-seival-rs</link>
    <description>Este trabalho tem por objetivo principal avaliar a acuracidade do método de
refração rasa na estimativa da espessura do manto de intemperismo na área de SeivalRS.
O estudo foi conduzido em uma área de pesquisa de minério de carvão, onde o
conhecimento das características e da espessura do solo impacta diretamente na
avaliação dos custos de exploração e explotação. Para a aquisição de dados, usou-se um
sismógrafo de 24 canais e geofones de refração de 10 Hz. A fonte sísmica utilizada foi
uma marreta de 6 kg e a configuração de tiros/receptores foi determinada pelo método
de tratamento de dados escolhido: Generalized Reciprocal Method (GRM), que se
caracteriza por encontrar boas soluções mesmo em terrenos com refratores acidentados.
Os perfis de velocidade, obtidos através do GRM, foram confrontados com as
informações de 10 furos de sondagem existentes na área, permitindo uma avaliação da
precisão do método nesta área. A sísmica de refração rasa é um método não invasivo,
barato, de rápida aquisição e de baixíssimo impacto ambiental. A sua implementação,
na indústria do carvão, permite otimizar os custos de exploração e explotação, quando
bem executada e bem interpretada. Os resultados práticos mostraram que na maior
parte dos pontos investigados a diferença entre a estimativa de espessura feita por
sísmica e a verificada por sondagem foi inferior a 2 metros.</description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>WAGNER SILVA WESSFLL</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2015-11-19T18:30:04Z</dc:date>
    <dc:type>Video</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/desenvolvimento-de-video-como-estrategia-de-comunicacao-no-programa-de-cessacao-do-tabagismo-do-lpnec">
    <title>Desenvolvimento de video como estratégia de comunicação no programa de cessação do tabagismo do LPNeC</title>
    <link>http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/desenvolvimento-de-video-como-estrategia-de-comunicacao-no-programa-de-cessacao-do-tabagismo-do-lpnec</link>
    <description>O Laboratório de Psicologia Experimental, Neurociências e Comportamento ofereceu
apoio para servidores e acadêmicos da universidade que desejassem parar de fumar
oferecendo grupos para cessação de tabagismo. Esta iniciativa aconteceu em parceria
com o Programa Viva Mais, do Departamento de Atenção à Saúde (DAS) e no contexto
da campanha UFRGS Livre da Fumaça do Tabaco. Uma das necessidades do programa
era o desenvolvimento de material de apoio aos grupos, dentre eles videos. Por isso, foi
elaborado em equipe um roteiro de um video de apoio para pessoas que marcaram uma
data para parar de fumar. No roteiro são abordadas as etapas típicas do desenvolvimento
da dependência de nicotina, da sua manutenção e dos prejuízos associados ao
tabagismo. Este material terá várias aplicações, desde o uso pontual em grupos de
cessação do tabagismo, modalidades de tratamento à distância (terapia pela internet,
aplicativos), compartilhamento através de redes sociais e divulgação destes programas e
do laboratório. Esta atividade integrou conceitos de divulgação científica, comunicação
e psicologia na promoção de saúde.</description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>WAGNER SILVA WESSFLL</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2015-10-07T00:24:32Z</dc:date>
    <dc:type>Video</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/desenvolvimento-de-uma-rotina-matematica-para-predicao-da-economia-de-corrida-em-humanos">
    <title>Desenvolvimento de uma rotina matemática para predição da economia de corrida em humanos</title>
    <link>http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/desenvolvimento-de-uma-rotina-matematica-para-predicao-da-economia-de-corrida-em-humanos</link>
    <description>Este projeto objetivou a construção de rotinas matemáticas no software LabVIEW com base em
equações preditivas de energia metabólica despendida durante a corrida. Essas equações foram
formuladas para corrida de mamíferos quadrúpedes e já foram utilizadas em bípedes (Kram &amp; Taylor,
1990; Roberts et al., 1998). O desenvolvimento da rotina é importante, pois facilita o cálculo e posterior
visualização dos dados. Além disso, ela possibilita a inserção de novas variáveis fisiológicas e
biomecânicas relacionadas à economia de corrida (ECO). Com isso, o principal objetivo é aplicá-la a
humanos e verificar o comportamento do coeficiente de custo (constante existente na equação) além da
força externa vertical, para verificar a possível utilização dessas equações em humanos.</description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>WAGNER SILVA WESSFLL</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2015-10-14T19:30:20Z</dc:date>
    <dc:type>Video</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/desenvolvimento-de-uma-metodologia-para-analise-do-efeito-de-creep-groan-em-pares-tribologicos">
    <title>Desenvolvimento de uma metodologia para análise do efeito de "creep-groan" em pares tribológicos</title>
    <link>http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/desenvolvimento-de-uma-metodologia-para-analise-do-efeito-de-creep-groan-em-pares-tribologicos</link>
    <description>O ruído produzido em frenagens é um parâmetro cada vez mais importante no
projeto e desenvolvimento de materiais de fricção veicular (pastilhas e lonas de freio).
Caracterizado por ser de baixa frequência, o ruído de “creep-groan” apresenta
significativa relevância para esse tipo de avaliação, ele é gerado pelo fenômeno de
“stick-slip” que decorre do efeito de ‘cola-desliza’ presente no contato da pastilha contra
o disco de freio.
Porém, não existe atualmente uma metodologia consolidada, capaz de
quantificar a suscetibilidade dos materiais de fricção ao efeito de “stick-slip” e,
consequentemente, ao ruído “creep-groan”. Em busca de uma solução para esse
desafio tecnológico, a fabricante de produtos de fricção FRAS-LE e o Laboratório de
Tribologia da UFRGS (LATRIB) firmaram uma parceria, a qual visa estabelecer um
procedimento efetivo para a realização de ensaios e para a caracterização dos diversos
materiais de ficção avaliados.
O equipamento utilizado (tribômetro) para a realização de testes experimentais é
patenteado pelo LATRIB e caracteriza-se por possibilitar um ensaio em condições
similares às encontradas em veículos. Através de um servomotor controlado por um
inversor de frequência, o disco de freio, presente no tribômetro, tem sua rigidez
torcional e sua rotação controladas, enquanto que variáveis como posição angular e
temperatura são monitoradas. Na atuação, o material de fricção (corpo de prova) é
pressionado contra o disco através de um atuador pneumático que permite o controle
da força ao longo do tempo, variável monitorada através de uma célula de carga.
Dessa forma, o fenômeno de “stick-slip” produzido gera uma variação de torque medida
através de sensores instalados no eixo. O atrito desenvolvido durante o fenômeno é
calculado através dos dados experimentais de força normal e torque que são gerados
durante os ensaios.
O processamento dos dados é feito através do software Matlab. As principais
funcionalidades do programa de análise são: a definição dos pontos de “stick-slip”
através do estudo da curva de posição angular do disco, fornecida pelo encoder; a
apresentação gráfica de dados experimentais (força, torque, atrito, posição angular); e
o tratamento estatístico dos dados obtidos nos ensaios laboratoriais. O procedimento
de ensaio apresenta diferentes etapas visando reproduzir o histórico do filme tribológico
gerado durante as frenagens em veículo e os principais resultados obtidos no
processamento dos dados são: atritos estáticos e dinâmicos, energia armazenada
durante o “stick” e potência liberada no “slip”.
O projeto aproxima-se do seu escopo ao definir uma metodologia padrão para
ensaios de ruídos do tipo “creep-groan”. Dessa forma é possível ordenar os materiais
e, com isso, avaliar a influência das matérias primas e dos procedimentos adotados
sobre o desempenho dos materiais de fricção avaliados.</description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>WAGNER SILVA WESSFLL</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2015-09-29T18:56:51Z</dc:date>
    <dc:type>Video</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/desenvolvimento-de-uma-metodologia-baseada-na-modificacao-superficial-de-filmes-de-polibutadieno-por-irradiacao-uv-para-aumentar-a-adesao-do-filme-sola-com-o-calcado">
    <title>Desenvolvimento de uma metodologia baseada na modificação superficial de filmes de polibutadieno por irradiação UV para aumentar a adesão do filme (sola) com o calçado</title>
    <link>http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/desenvolvimento-de-uma-metodologia-baseada-na-modificacao-superficial-de-filmes-de-polibutadieno-por-irradiacao-uv-para-aumentar-a-adesao-do-filme-sola-com-o-calcado</link>
    <description>O Laboratório de fotoquímica e superfícies LAFOS tem larga experiência em modificar
superfícies de polímeros utilizando o tratamento com radiação UV assistido na presença de
uma atmosfera reativa, e nos últimos três anos, conseguimos modificar superfícies de diversos
polímeros naturais e sintéticos com alta eficiência e em muitos casos, as modificações
realizadas permaneceram longos períodos de tempo, resultado que contrasta com outras
técnicas.
No final do ano de 2010 a empresa Artecola Indústrias Químicas Ltda, visitou nosso laboratório
de pesquisa no Instituto de Química (IQ) UFRGS, para propor uma consultoria:
Os representantes da ARTECOLA relataram que a empresa conta com um sistema industrial
para modificar a superfície de solas de calçado e que esta utiliza radiação UV na presença de
ar como etapa prévia à colocação do adesivo. O interesse principal, conforme a empresa
explicou, é substituir a sola atualmente utilizada na indústria, por um polímero à base de
butadieno (nomeadas SBS-BR pela empresa fornecedora ARTECOLA.) por ser mais econômico
e apresentar um melhor aspecto visual e ao tato. Os profissionais da ARTECOLA informaram
que o problema talvez tivesse origem na metodologia empregada na sua área industrial de
Campo Bom – RS, pois não conseguiam ligar eficientemente o SBS-BR à cola epóxi.
Com intuito de iniciar as pesquisas para avaliar o problema, a empresa enviou material ao
Laboratório LAFOS/UFRGS e foram realizados testes preliminares de aumento da
hidrofilicidade do SBS-BR bem como um estudo preliminar de envelhecimento, sendo obtidos
resultados positivos.
Com base nos aspectos do trabalho, realizaram-se as primeiras experiências. Foram iniciadas
medições de ângulo de contato com água e determinação de valores médios em alguns
polímeros (PBU, PSU, etc.). Realizamos os primeiros ensaios de irradiação em diferentes
tempos (0,15,30 e 60 minutos) com oxigênio e ácido acrílico como atmosferas reativas. O
reator utilizado consiste em uma janela de quartzo posicionada em frente a uma lâmpada UV
250w .Os resultados mostraram um aumento na hidrofilicidade da superfície , evidenciado
pela diminuição do ângulo de contato conforme os tempos de fotólise acima citados
aumentavam. Durante aproximadamente um mês foram realizadas novas medições , que
comprovaram a permanência da modificação na superfície.
Logo após essas experiências, novas amostras de maior tamanho enviadas pela ARTECOLA
(5x3)mm foram utilizadas como teste em um novo reator construído especificamente para
esse fim no LAFOS. As amostras foram fotolisadas durante 15 e 60 minutos, com atmosfera
reativa de oxigênio (fluxo ~ 10-20 ml/min), no reator SEUV (sistema de esterilização UV) 5
lâmpadas germicidas de 6 Watts As amostras foram previamente limpas com tolueno
conforme recomendação da empresa. Logo após as seções de tratamento foram realizadas
medidas por ângulo de contato com água. Os resultados obtidos acima revelam que o reator
proporciona uma fotólise praticamente homogênea e depois de vários testes como este, foi
possível realizar a fotólise das amostras oficiais dadas pela empresa ARTECOLA.
As amostras oficiais foram fotolisadas com o reator SEUV nas mesmas condições anteriores,
perpendicularmente à posição das lâmpadas durante diferentes tempos (0,15,30 e 60
minutos). Logo após o tratamento , foi colocada a cola epóxi [(PVC 110 AFL(L16)] utilizada pela
empresa ARTECOLA nas superfícies dos filmes modificados superficialmente;
Finalmente as amostras modificadas foram enviadas para Empresa ARTECOLA onde foram
realizados testes de adesão de acordo com os procedimentos em prática na empresa. Logo
após a análise das amostras , os resultados foram encaminhados para o LAFOS/UFRGS , e De
acordo com os testes realizados, a amostra irradiada durante 60 minutos apresentou
resultado de colagem adequado(40,3 N/cm), demostrando que com uma maior exposição do
material à radiação UV com atmosfera reativa de oxigênio a superfície demonstrará uma
hidrofilicidade maior, resultando em uma melhor adesão à sola do calçado. A fonte de
irradiação utilizada nos testes no LAFOS foi de baixa intensidade, portanto no uso de fontes
com maior fluxo de fótons os tempos de irradiação serão reduzidos proporcionalmente à
potencia do sistema de iluminação. 
Sendo assim, conclui-se que a metodologia aplicada obteve sucesso, provando ser um método
eficaz em relação a adesão da sola de calçado com o polímero SBS/BR. </description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>WAGNER SILVA WESSFLL</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2015-10-14T18:22:45Z</dc:date>
    <dc:type>Video</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/desenvolvimento-de-uma-metodologia-baseada-na-modificacao-superficial-de-filmes-de-polibutadieno-por-irradiacao-uv-para-melhorar-a-adesao-do-filme-sola-com-o-calcado">
    <title>Desenvolvimento de uma metodologia baseada na modificação superficial de filmes de polibutadieno por irradiação UV para melhorar a adesão do filme(sola) com o calçado</title>
    <link>http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/desenvolvimento-de-uma-metodologia-baseada-na-modificacao-superficial-de-filmes-de-polibutadieno-por-irradiacao-uv-para-melhorar-a-adesao-do-filme-sola-com-o-calcado</link>
    <description>O Laboratório de fotoquímica e superfícies LAFOS tem larga experiência em modificar
superfícies de polímeros utilizando o tratamento com radiação UV assistido na presença
de uma atmosfera reativa, e nos últimos três anos, conseguimos modificar superfícies
de diversos polímeros naturais e sintéticos com alta eficiência e durabilidade, resultado
que contrasta com outras técnicas. No final do ano passado a empresa Artecola
Indústrias Químicas Ltda, visitou nosso laboratório de pesquisa no Instituto de Química
(IQ) UFRGS, para propor uma consultoria. Os representantes da ARTECOLA relataram
que a empresa conta com um sistema industrial para modificar a superfície de solas de
calçado e que esta utiliza radiação UV na presença de ar como etapa prévia à colocação
do adesivo. O interesse principal é substituir a sola atualmente utilizada na indústria, por
um polímero à base de butadieno (nomeadas SBS-BR pela empresa fornecedora
ARTECOLA.) por ser mais econômico e apresentar um melhor aspecto visual e ao tato.
Os profissionais da ARTECOLA informaram que o problema talvez tivesse origem na
metodologia empregada na sua área industrial de Campo Bom – RS, pois não
conseguiam ligar eficientemente o SBS-BR à cola epóxi. Com intuito de iniciar as
pesquisas para avaliar o problema, a empresa enviou material ao Laboratório
LAFOS/UFRGS e foram realizados testes preliminares de aumento da hidrofilicidade
do SBS-BR bem como um estudo preliminar de envelhecimento, sendo obtidos
resultados positivos. Com base nos aspectos do trabalho, realizaram-se as primeiras
experiências. Foram iniciadas medições de ângulo de contato com água e determinação
de valores médios em alguns polímeros (PBU, PSU, etc.). Realizamos os primeiros
ensaios de irradiação em diferentes tempos (0,15,30 e 60 minutos) com oxigênio e ácido
acrílico como atmosferas reativas. O reator utilizado consiste em uma janela de quartzo
posicionada em frente a uma lâmpada UV 250w .Os resultados mostraram um aumento
na hidrofilicidade da superfície , evidenciado pela diminuição do ângulo de contato
conforme os tempos de fotólise acima citados aumentavam. Durante aproximadamente
um mês foram realizadas novas medições, que comprovaram a permanência da
modificação na superfície. Logo após essas experiências, novas amostras de tamanho
maior enviadas pela ARTECOLA (5x3)mm foram utilizadas como teste em um novo
reator.As amostras foram fotolisadas por 15 e 60 minutos , com atmosfera reativa de
oxigênio (fluxo ~ 10-20 ml/min), no reator SEUV (sistema de esterilização UV)
equipado com 5 lâmpadas germicidas de 6 Watts. As amostras foram previamente
limpas com tolueno conforme recomendação da empresa. Logo após as seções de
tratamento foram realizadas medidas por ângulo de contato com água. Os resultados
obtidos acima revelam que o reator proporciona uma fotólise praticamente homogênea e
depois de vários testes como este, foi possível realizar a fotólise das amostras oficiais
dadas pela empresa. As amostras oficiais foram fotolisadas com o reator SEUV nas
mesmas condições anteriores, perpendicularmente à posição das lâmpadas durante
diferentes tempos (0,15,30 e 60 minutos ). Logo após o tratamento, foi colocada a cola
epóxi [(PVC 110 AFL(L16)] nas superfícies dos filmes modificados superficialmente;
As amostras modificadas foram enviadas para a Empresa, onde foram realizados testes
de adesão de acordo com os procedimentos em prática na empresa. Logo após a análise
das amostras , os resultados foram encaminhados para o LAFOS/UFRGS , e De acordo
com os testes realizados, a amostra irradiada durante 60 minutos apresentou resultado
de colagem adequado(40,3 N/cm), demonstrando que com uma maior exposição do
material à radiação UV com atmosfera reativa de oxigênio a superfície demonstrará
uma hidrofilicidade maior, resultando em uma melhor adesão à sola do calçado.A fonte
de irradiação utilizada nos testes no LAFOS é de baixa intensidade, portanto no uso de
fontes com maior fluxo de fótons os tempos de irradiação serão reduzidos
proporcionalmente à potência do sistema de iluminação.</description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>WAGNER SILVA WESSFLL</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2015-09-30T20:36:02Z</dc:date>
    <dc:type>Video</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/desenvolvimento-de-uma-interface-grafica-para-o-estudo-da-mecanica-de-materiais-compositos">
    <title>Desenvolvimento de uma interface gráfica para o estudo da mecânica de materiais compósitos</title>
    <link>http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/desenvolvimento-de-uma-interface-grafica-para-o-estudo-da-mecanica-de-materiais-compositos</link>
    <description>Não há, atualmente, um software nacional no mercado capaz de calcular
as propriedades necessárias requeridas para o desenvolvimento de peças
fabricadas em materiais compósitos e os demais chegam a custar R$ 9.200,00
por licença acadêmica. Assim, o trabalho do projeto foi o de desenvolver uma
versão preliminar de um software nacional, com módulos e funções similares
aos softwares comerciais hoje disponíveis. Para aferir os resultados gerados,
os valores calculados foram comparados com resultados experimentais e com
resultados gerados nos softwares comerciais já disponíveis no laboratório.
Primeiramente, a fim de identificar os modelos de micromecânica
principais e mais utilizados atualmente, realizou-se uma vasta pesquisa
bibliográfica. Os modelos encontrados foram separados em diferentes
categorias com base no tipo de reforço. Essa abordagem foi muito importante
para o desenvolvimento do projeto, pois forneceu uma boa base para a
estrutura da aplicação.
Na escolha da linguagem de programação, levamos em conta a
necessidade da portabilidade do software. A fim de atender esse requisito, a
linguagem de programação escolhida para o projeto foi a Python.
Depois de três meses de desenvolvimento, a primeira versão beta do
software foi apresentada no 20º Congresso Brasileiro de Engenharia e Ciência
dos Materiais (CBECIMAT), que aconteceu nos dias 4 a 8 de novembro de
2012. Após o evento, muitas mudanças ocorreram no sentido de tornar a
utilização do software o mais simples possível. O produto final, o software
MECH-Gcomp, atende a quase todas as especificações e objetivos listados na
proposta do projeto e será uma ótima ferramenta para o ensino e estudo
acadêmico de micromecânica de materiais compósitos.</description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>WAGNER SILVA WESSFLL</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2015-08-21T18:31:02Z</dc:date>
    <dc:type>Video</dc:type>
  </item>




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