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  <title>Lume</title>
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            These are the search results for the query, showing results 481 to 495.
        
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    <title> Estudo comparativo sobre representações visuais em interfaces com base em ícones de dispositivos móveis da Apple (Vídeo 11)</title>
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    <description>Esta dissertação teve por objetivo verificar se existe um diferencial estético nas representações visuais nas interfaces gráficas dos dispositivos móveis da Apple e, se existir, se esse diferencial efetivamente influencia o vínculo do usuário com a marca e se o usuário tem consciência dele. Para tanto é apresentada uma breve análise diacrônica sobre as interfaces computacionais, bem como uma descrição de momentos chave na história da referida empresa. A partir disto, são abordadas questões que abrangem o posicionamento da marca Apple, pois desde a popularização das interfaces gráficas (GUI) a mesma tem sido associada tanto ao conceito de boas interfaces, quanto tem esta relação contestada. Existem ainda autores que consideram que o sucesso da marca Apple deve-se menos à qualidade de seus produtos (hardware e interfaces gráficas) que à força das ações de marketing da empresa. Para compreender de forma mais pontual as interfaces que eram objeto de estudo e as diretrizes que envolvem a construção de seu desenho, foram analisados os guias de desenvolvimento de interfaces da Apple para o iOS (iOS Human Interface Guidelines) e do Android (Android Developers), atualmente seu principal concorrente. A fim de tentar analisar a percepção que usuários têm das especificidades e dos diferenciais estéticos entre as referidas interfaces, foram construídas duas simulações, cada qual com características de um dos sistemas. Sessões experimentais com usuários, seguidas de entrevista, compuseram a fase empírica, de cunho qualitativo, em que se procurou verificar qual conjunto de ícones os participantes preferiam e por que. Os resultados encontrados apontam que questões estéticas são importantes na percepção que as pessoas têm das interfaces. Essa atenção às configurações estéticas parece contribuir para a percepção geral que se tem dos produtos onde os ícones se apresentam. A partir desses resultados é possível afirmar que a estética faz parte do conjunto de fatores, que constroem a percepção final – positiva ou negativa, de uma interface e, com ela, dos produtos de uma determinada marca. Por outro lado, embora o conjunto de ícones construído de acordo com os parâmetros do Guia de Desenvolvimento de Interfaces da Apple tenha sido preferido por dois terços dos participantes, não houve identificação daquele grupo de ícones com as interfaces da marca Apple. Isso sugere que a construção da marca é alicerçada na qualidade estética de suas interfaces, mas indica também a importância das ações de marketing na atribuição de maior qualidade estética às interfaces da Apple.</description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>BEATRIZ HELENA PIRES DE SOUZA CESTARI</dc:creator>
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    <title>Estudo comparativo sobre representações visuais em interfaces com base em ícones de dispositivos móveis da Apple (Vídeo 5)</title>
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    <description>Esta dissertação teve por objetivo verificar se existe um diferencial estético nas representações visuais nas interfaces gráficas dos dispositivos móveis da Apple e, se existir, se esse diferencial efetivamente influencia o vínculo do usuário com a marca e se o usuário tem consciência dele. Para tanto é apresentada uma breve análise diacrônica sobre as interfaces computacionais, bem como uma descrição de momentos chave na história da referida empresa. A partir disto, são abordadas questões que abrangem o posicionamento da marca Apple, pois desde a popularização das interfaces gráficas (GUI) a mesma tem sido associada tanto ao conceito de boas interfaces, quanto tem esta relação contestada. Existem ainda autores que consideram que o sucesso da marca Apple deve-se menos à qualidade de seus produtos (hardware e interfaces gráficas) que à força das ações de marketing da empresa. Para compreender de forma mais pontual as interfaces que eram objeto de estudo e as diretrizes que envolvem a construção de seu desenho, foram analisados os guias de desenvolvimento de interfaces da Apple para o iOS (iOS Human Interface Guidelines) e do Android (Android Developers), atualmente seu principal concorrente. A fim de tentar analisar a percepção que usuários têm das especificidades e dos diferenciais estéticos entre as referidas interfaces, foram construídas duas simulações, cada qual com características de um dos sistemas. Sessões experimentais com usuários, seguidas de entrevista, compuseram a fase empírica, de cunho qualitativo, em que se procurou verificar qual conjunto de ícones os participantes preferiam e por que. Os resultados encontrados apontam que questões estéticas são importantes na percepção que as pessoas têm das interfaces. Essa atenção às configurações estéticas parece contribuir para a percepção geral que se tem dos produtos onde os ícones se apresentam. A partir desses resultados é possível afirmar que a estética faz parte do conjunto de fatores, que constroem a percepção final – positiva ou negativa, de uma interface e, com ela, dos produtos de uma determinada marca. Por outro lado, embora o conjunto de ícones construído de acordo com os parâmetros do Guia de Desenvolvimento de Interfaces da Apple tenha sido preferido por dois terços dos participantes, não houve identificação daquele grupo de ícones com as interfaces da marca Apple. Isso sugere que a construção da marca é alicerçada na qualidade estética de suas interfaces, mas indica também a importância das ações de marketing na atribuição de maior qualidade estética às interfaces da Apple.</description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>BEATRIZ HELENA PIRES DE SOUZA CESTARI</dc:creator>
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    <dc:date>2015-03-26T20:41:43Z</dc:date>
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    <title>Estudo comparativo sobre representações visuais em interfaces com base em ícones de dispositivos móveis da Apple (Vídeo 4)</title>
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    <description>Esta dissertação teve por objetivo verificar se existe um diferencial estético nas representações visuais nas interfaces gráficas dos dispositivos móveis da Apple e, se existir, se esse diferencial efetivamente influencia o vínculo do usuário com a marca e se o usuário tem consciência dele. Para tanto é apresentada uma breve análise diacrônica sobre as interfaces computacionais, bem como uma descrição de momentos chave na história da referida empresa. A partir disto, são abordadas questões que abrangem o posicionamento da marca Apple, pois desde a popularização das interfaces gráficas (GUI) a mesma tem sido associada tanto ao conceito de boas interfaces, quanto tem esta relação contestada. Existem ainda autores que consideram que o sucesso da marca Apple deve-se menos à qualidade de seus produtos (hardware e interfaces gráficas) que à força das ações de marketing da empresa. Para compreender de forma mais pontual as interfaces que eram objeto de estudo e as diretrizes que envolvem a construção de seu desenho, foram analisados os guias de desenvolvimento de interfaces da Apple para o iOS (iOS Human Interface Guidelines) e do Android (Android Developers), atualmente seu principal concorrente. A fim de tentar analisar a percepção que usuários têm das especificidades e dos diferenciais estéticos entre as referidas interfaces, foram construídas duas simulações, cada qual com características de um dos sistemas. Sessões experimentais com usuários, seguidas de entrevista, compuseram a fase empírica, de cunho qualitativo, em que se procurou verificar qual conjunto de ícones os participantes preferiam e por que. Os resultados encontrados apontam que questões estéticas são importantes na percepção que as pessoas têm das interfaces. Essa atenção às configurações estéticas parece contribuir para a percepção geral que se tem dos produtos onde os ícones se apresentam. A partir desses resultados é possível afirmar que a estética faz parte do conjunto de fatores, que constroem a percepção final – positiva ou negativa, de uma interface e, com ela, dos produtos de uma determinada marca. Por outro lado, embora o conjunto de ícones construído de acordo com os parâmetros do Guia de Desenvolvimento de Interfaces da Apple tenha sido preferido por dois terços dos participantes, não houve identificação daquele grupo de ícones com as interfaces da marca Apple. Isso sugere que a construção da marca é alicerçada na qualidade estética de suas interfaces, mas indica também a importância das ações de marketing na atribuição de maior qualidade estética às interfaces da Apple.</description>
    
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    <dc:creator>BEATRIZ HELENA PIRES DE SOUZA CESTARI</dc:creator>
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    <title>Estudo comparativo sobre representações visuais em interfaces com base em ícones de dispositivos móveis da Apple (Vídeo 3)</title>
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    <description>Esta dissertação teve por objetivo verificar se existe um diferencial estético nas representações visuais nas interfaces gráficas dos dispositivos móveis da Apple e, se existir, se esse diferencial efetivamente influencia o vínculo do usuário com a marca e se o usuário tem consciência dele. Para tanto é apresentada uma breve análise diacrônica sobre as interfaces computacionais, bem como uma descrição de momentos chave na história da referida empresa. A partir disto, são abordadas questões que abrangem o posicionamento da marca Apple, pois desde a popularização das interfaces gráficas (GUI) a mesma tem sido associada tanto ao conceito de boas interfaces, quanto tem esta relação contestada. Existem ainda autores que consideram que o sucesso da marca Apple deve-se menos à qualidade de seus produtos (hardware e interfaces gráficas) que à força das ações de marketing da empresa. Para compreender de forma mais pontual as interfaces que eram objeto de estudo e as diretrizes que envolvem a construção de seu desenho, foram analisados os guias de desenvolvimento de interfaces da Apple para o iOS (iOS Human Interface Guidelines) e do Android (Android Developers), atualmente seu principal concorrente. A fim de tentar analisar a percepção que usuários têm das especificidades e dos diferenciais estéticos entre as referidas interfaces, foram construídas duas simulações, cada qual com características de um dos sistemas. Sessões experimentais com usuários, seguidas de entrevista, compuseram a fase empírica, de cunho qualitativo, em que se procurou verificar qual conjunto de ícones os participantes preferiam e por que. Os resultados encontrados apontam que questões estéticas são importantes na percepção que as pessoas têm das interfaces. Essa atenção às configurações estéticas parece contribuir para a percepção geral que se tem dos produtos onde os ícones se apresentam. A partir desses resultados é possível afirmar que a estética faz parte do conjunto de fatores, que constroem a percepção final – positiva ou negativa, de uma interface e, com ela, dos produtos de uma determinada marca. Por outro lado, embora o conjunto de ícones construído de acordo com os parâmetros do Guia de Desenvolvimento de Interfaces da Apple tenha sido preferido por dois terços dos participantes, não houve identificação daquele grupo de ícones com as interfaces da marca Apple. Isso sugere que a construção da marca é alicerçada na qualidade estética de suas interfaces, mas indica também a importância das ações de marketing na atribuição de maior qualidade estética às interfaces da Apple.</description>
    
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    <dc:creator>BEATRIZ HELENA PIRES DE SOUZA CESTARI</dc:creator>
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    <title>Estudo comparativo sobre representações visuais em interfaces com base em ícones de dispositivos móveis da Apple (Vídeo 7)</title>
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    <title>Estudo comparativo sobre representações visuais em interfaces com base em ícones de dispositivos móveis da Apple (Vídeo 6)</title>
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    <description>Esta dissertação teve por objetivo verificar se existe um diferencial estético nas representações visuais nas interfaces gráficas dos dispositivos móveis da Apple e, se existir, se esse diferencial efetivamente influencia o vínculo do usuário com a marca e se o usuário tem consciência dele. Para tanto é apresentada uma breve análise diacrônica sobre as interfaces computacionais, bem como uma descrição de momentos chave na história da referida empresa. A partir disto, são abordadas questões que abrangem o posicionamento da marca Apple, pois desde a popularização das interfaces gráficas (GUI) a mesma tem sido associada tanto ao conceito de boas interfaces, quanto tem esta relação contestada. Existem ainda autores que consideram que o sucesso da marca Apple deve-se menos à qualidade de seus produtos (hardware e interfaces gráficas) que à força das ações de marketing da empresa. Para compreender de forma mais pontual as interfaces que eram objeto de estudo e as diretrizes que envolvem a construção de seu desenho, foram analisados os guias de desenvolvimento de interfaces da Apple para o iOS (iOS Human Interface Guidelines) e do Android (Android Developers), atualmente seu principal concorrente. A fim de tentar analisar a percepção que usuários têm das especificidades e dos diferenciais estéticos entre as referidas interfaces, foram construídas duas simulações, cada qual com características de um dos sistemas. Sessões experimentais com usuários, seguidas de entrevista, compuseram a fase empírica, de cunho qualitativo, em que se procurou verificar qual conjunto de ícones os participantes preferiam e por que. Os resultados encontrados apontam que questões estéticas são importantes na percepção que as pessoas têm das interfaces. Essa atenção às configurações estéticas parece contribuir para a percepção geral que se tem dos produtos onde os ícones se apresentam. A partir desses resultados é possível afirmar que a estética faz parte do conjunto de fatores, que constroem a percepção final – positiva ou negativa, de uma interface e, com ela, dos produtos de uma determinada marca. Por outro lado, embora o conjunto de ícones construído de acordo com os parâmetros do Guia de Desenvolvimento de Interfaces da Apple tenha sido preferido por dois terços dos participantes, não houve identificação daquele grupo de ícones com as interfaces da marca Apple. Isso sugere que a construção da marca é alicerçada na qualidade estética de suas interfaces, mas indica também a importância das ações de marketing na atribuição de maior qualidade estética às interfaces da Apple.</description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>BEATRIZ HELENA PIRES DE SOUZA CESTARI</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2015-03-27T13:02:57Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/estimativa-de-emissao-de-metano-por-ruminantes-em-ambientes-pastoris">
    <title>Estimativa de emissão de metano por ruminantes em ambientes pastoris</title>
    <link>http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/estimativa-de-emissao-de-metano-por-ruminantes-em-ambientes-pastoris</link>
    <description>A emissão de gases de efeito estufa (GEE) provenientes da produção animal é uma das
maiores preocupações globais na atualidade, visto a crescente demanda mundial de
alimentos concomitantemente com o aumento do rebanho mundial. Os sistemas pastoris
utilizados na produção de ruminantes convivem continuamente com GEE como metano
e óxido nitroso, originados de processos metabólicos nos animais, respectivamente. Em
função disso, o objetivo deste trabalho foi de estimar a emissão de metano por ovinos
em pasto de azevém em sistema de integração lavoura-pecuaria. O trabalho foi
desenvolvido na Estação Experimental Agronômica da UFRGS, em Eldorado do Sul. A
área experimental é de aproximadamente 4,7 hectares (ha), composta por quatro
tratamentos, sendo duas intensidades de pastejo (moderada e baixa) e dois métodos de
pastoreio (contínuo e rotativo) em azevém anual. Foi utilizado um delineamento de
blocos casualizados, em esquema fatorial (2 intensidades x 2 métodos de pastoreio x 3
repetições). As intensidades de pastejo foram definidas pela oferta de forragem (OF),
2,5 (moderada) e 5,0 (baixa) vezes o potencial de consumo diário dos animais. Foram
utilizados cordeiros cruza Texel e Ile de France com aproximadamente 22 kg de peso
vivo (PV). Cada unidade experimental (potreiro) foi composta por três unidades
amostrais (animais), sendo estes mantidos por todo o período experimental. Para ajuste
da carga animal (kg de PV ha-1
) nas unidades experimentais foi utilizada a técnica
denominda “put and take”. Os animais foram pesados no início do período experimental
e no final de cada ciclo de pastejo, com jejum prévio de sólidos e de líquidos de
aproximadamente 12 horas. Para a medição da produção de metano dos animais em
pastejo foi utilizada uma técnica empregando-se o marcador hexafluoreto de enxofre
(SF6). A técnica consiste em colocar no rúmen do animal uma cápsula que libera o SF6.
A taxa de liberação do gás da cápsula é conhecida antes da inserção no rúmen. Assumese,
neste método, que o padrão de emissão de SF6 simule o padrão de emissão de
metano (CH4). Após a dosagem das cápsulas, os animais são equipados com uma
mochila que fica presa na região dorsal e nela ficam contidos os equipamentos de coleta
dos gases produzidos pelos animais durante um período de cinco dias consecutivos.
Como os ruminantes eructam e respiram a maior parte do CH4, a coleta de ar em torno
do focinho e das narinas deve resultar em estimativa precisa da produção de CH4 pelo
animal. Grande parte do CH4 presente no intestino é absorvida pela corrente sanguínea e
expirada, sendo, portanto, também medida pela técnica do SF6. As concentrações de
CH4 e do SF6 são determinadas usando cromatografia gasosa. Com estes resultados foi
realizada análise de variância e teste de Tukey a 5% de significância. O uso desta 
técnica mostrou-se eficiente para estimar as emissões de metano. Houve interação entre
métodos e intensidades de pastoreio, sendo o pastoreio rotativo – moderado superior aos
demais. As médias de produção de CH4 foram de 1016,8; 666,6; 655,4 e 594,9 g ha-1
dia-1
, respectivamente, para os sistemas: rotativo – moderada ; rotativo – baixa, continuo
– baixa e continuo – moderada. Em sistemas pastoris, existe alta correlação entre a
carga animal e a produção de CH4 por área. As emissões de metano diminuem quando o
ganho de peso médio diário aumenta, pois pastos de melhor qualidade que
proporcionam maior desempenho individual, aumentando assim a produtividade, tem
potencial mitigador das emissões de metano.</description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>WAGNER SILVA WESSFLL</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2015-10-14T19:47:05Z</dc:date>
    <dc:type>Video</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/espaco-da-arte-a-transformacao-do-aluno-de-teatro-em-professor-ttttt">
    <title>Espaço da arte : a transformação do aluno de teatro em professor</title>
    <link>http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/espaco-da-arte-a-transformacao-do-aluno-de-teatro-em-professor-ttttt</link>
    <description>A história do ensino de teatro na associação Espaço da Arte, que trabalha com arte educação com crianças, jovens e adultos do interior e da região metropolitana do Rio Grande Sul há 15 anos, é o tema dessa pesquisa, que tem como objetivo principal compreender o processo de transformação do aluno de teatro em professor na referida instituição. A partir da metodologia da história oral, oito arte educadores têm suas trajetórias artísticas investigadas. Ao traçar um panorama histórico e cultural do Espaço da Arte, entrevistas e análise de documentos são instrumentos para a reflexão sobre o ensino do teatro em oficinas, suas metodologias e a relação com seus alunos. A pesquisa é organizada abarcando os conceitos de memória e história oral.</description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>JANDREY DE MELLO LOPES</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2020-02-05T12:57:30Z</dc:date>
    <dc:type>Video</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/entrevista-com-jussara-issa-musse">
    <title>Entrevista com Jussara Issa Musse</title>
    <link>http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/entrevista-com-jussara-issa-musse</link>
    <description>Entrevista com Jussara Issa Musse.</description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>JANDREY DE MELLO LOPES</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2016-11-16T16:47:59Z</dc:date>
    <dc:type>Video</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/entrevista-com-juliana-vieira-2">
    <title>Entrevista com Juliana Vieira - 2</title>
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    <description>A violinista Juliana Vieira é a convidada deste Música em Pessoa. Ela acaba de concluir o bacharelado em Música na UFRGS, integra o grupo As Mulheres de Bah e leciona em escolas de Porto Alegre. No programa, ela retoma o início de seu contato com o violino, em Caxias do Sul, faz um balanço da graduação recém-concluída e fala sobre seus projetos futuros. Ao lado do pianista Érico Bezerra, ainda interpreta trecho da Sonata para violino e piano, de César Franck.</description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>JANDREY DE MELLO LOPES</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2019-12-09T19:31:39Z</dc:date>
    <dc:type>Video</dc:type>
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  <item rdf:about="http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/entrevista-com-juliana-vieira">
    <title>Entrevista com Juliana Vieira</title>
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    <description>A violinista Juliana Vieira é a convidada deste Música em Pessoa. Ela acaba de concluir o bacharelado em Música na UFRGS, integra o grupo As Mulheres de Bah e leciona em escolas de Porto Alegre. No programa, ela retoma o início de seu contato com o violino, em Caxias do Sul, faz um balanço da graduação recém-concluída e fala sobre seus projetos futuros. Ao lado do pianista Érico Bezerra, ainda interpreta trecho da Sonata para violino e piano, de César Franck.</description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>JANDREY DE MELLO LOPES</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2019-12-05T17:17:40Z</dc:date>
    <dc:type>Video</dc:type>
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  <item rdf:about="http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/entrevista-com-julia-reis-2">
    <title>Entrevista com Júlia Reis - 2</title>
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    <description>O Música em Pessoa recebe a violinista, cantora e compositora Júlia Reis. Aluna do Bacharelado em Música Popular da UFRGS, ela recentemente ganhou o segundo prêmio do 14º Festival de Música de Porto Alegre. Ela conta sobre sua formação e trajetória até aqui, além de compartilhar com os ouvintes faixas de seu EP 'Perspectivas', lançado em 2018. No vídeo, Julia apresenta 'Despertei', composição própria que levou ao palco do Auditório Araújo Vianna na final da competição.</description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>JANDREY DE MELLO LOPES</dc:creator>
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    <dc:date>2019-12-09T19:33:09Z</dc:date>
    <dc:type>Video</dc:type>
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  <item rdf:about="http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/entrevista-com-julia-reis">
    <title>Entrevista com Júlia Reis</title>
    <link>http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/entrevista-com-julia-reis</link>
    <description>O Música em Pessoa recebe a violinista, cantora e compositora Júlia Reis. Aluna do Bacharelado em Música Popular da UFRGS, ela recentemente ganhou o segundo prêmio do 14º Festival de Música de Porto Alegre. Ela conta sobre sua formação e trajetória até aqui, além de compartilhar com os ouvintes faixas de seu EP 'Perspectivas', lançado em 2018. No vídeo, Julia apresenta 'Despertei', composição própria que levou ao palco do Auditório Araújo Vianna na final da competição.</description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>JANDREY DE MELLO LOPES</dc:creator>
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    <dc:date>2019-12-05T17:20:17Z</dc:date>
    <dc:type>Video</dc:type>
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  <item rdf:about="http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/entrevista-com-alexandre-aguiar-lopes-2">
    <title>Entrevista com Alexandre Aguiar Lopes - 2</title>
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    <description>Recém-chegado a Porto Alegre, o professor da Universidade Federal da Integração Latino-Americana (Unila) Alexandre Aguiar Lopes está cursando doutorado no Programa de Pós-Graduação em Música da UFRGS. Na entrevista, o violonista conta sobre sua trajetória e dá uma mostra de seu repertório, interpretando obras de Agustín Barrios, Heitor Villa-Lobos, Luis de Milán e Manuel Ponce, como o ‘Prelúdio nº 8’.</description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>JANDREY DE MELLO LOPES</dc:creator>
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    <dc:date>2019-12-09T19:29:52Z</dc:date>
    <dc:type>Video</dc:type>
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  <item rdf:about="http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/entrevista-com-alexandre-aguiar-lopes">
    <title>Entrevista com Alexandre Aguiar Lopes</title>
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    <description>Recém-chegado a Porto Alegre, o professor da Universidade Federal da Integração Latino-Americana (Unila) Alexandre Aguiar Lopes está cursando doutorado no Programa de Pós-Graduação em Música da UFRGS. Na entrevista, o violonista conta sobre sua trajetória e dá uma mostra de seu repertório, interpretando obras de Agustín Barrios, Heitor Villa-Lobos, Luis de Milán e Manuel Ponce, como o ‘Prelúdio nº 8’.</description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>JANDREY DE MELLO LOPES</dc:creator>
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    <dc:date>2019-12-05T17:14:24Z</dc:date>
    <dc:type>Video</dc:type>
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