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  <title>Lume</title>
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            These are the search results for the query, showing results 401 to 415.
        
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    <title>Interfaces térreas entre edificações e espaços abertos públicos : efeitos para estética, uso e percepção de segurança urbana - 5</title>
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    <description>Esta pesquisa examina e compara os níveis de satisfação e preferência estética de espaços abertos públicos delimitados por interfaces térreas com diferentes taxas de conexão visual, diferentes posições da interface em relação à calçada, e diferentes posições das edificações em relação às edificações adjacentes. Também é objetivo avaliar o impacto das diferentes taxas de conexão visual e física, dos diferentes usos dos recuos frontais, dos tipos de usos nos pavimentos térreos e da configuração espacial no uso dos espaços abertos públicos. Adicionalmente, as taxas de conexão visual e física, os diferentes tipos de elementos que configuram a interfaces e os diferentes usos nos pavimentos térreos também são avaliados quanto à percepção de segurança urbana e ocorrência de crimes. Para tanto, foram selecionadas seis quadras na cidade de Caxias do Sul e divididas em três grupos, conforme o predomínio das seguintes características: altas taxas de conexão visual (acima de 66% de permeabilidade) e física (acima de 10 portas/100m de rua); taxas médias de conexão visual (entre 33% e 66% de permeabilidade) e física (entre 6 e 10 portas/100m de rua); e baixas taxas de conexão visual (entre 0% de 33% de permeabilidade) e física (entre 0 e 5 portas/100m de rua). Tais quadras foram avaliadas por moradores e trabalhadores dessas quadras quanto à estética, ao uso e a segurança urbana. Ainda, vídeos de percursos urbanos delimitados por interfaces térreas com distintos atributos, de acordo com cada objetivo, foram avaliados no tocante a estética e a percepção de segurança urbana, por um grupo de arquitetos e outros de não arquitetos com curso universitário. Os dados foram coletados através de múltiplos métodos utilizados na área de estudos Ambiente e Comportamento, tais como: contagens de movimento, observações de comportamento, questionários e entrevistas. A análise dos dados quantitativos foi realizada através de testes estatísticos não paramétricos. Os dados de natureza qualitativa foram analisados através de frequência, conteúdo e importância dos pontos mencionados pelos entrevistados nas quadras selecionadas. Os resultados revelam que os impactos estéticos positivos das interfaces térreas estão relacionados com taxas de permeabilidade visual acima de 66%. Ainda, altas taxas de conexão física e visual associadas a usos nos pavimentos térreos conectados com o movimento das calçadas têm impacto positivo no uso dos espaços abertos públicos, principalmente em relação às atividades estacionárias. Os resultados também mostram que a percepção de segurança urbana é influenciada positivamente por interfaces térreas caracterizadas por taxas de conexão visual acima de 66% e funcional acima de 10 portas/100m de rua. Assim, espera-se que os resultados obtidos no tocante às interfaces térreas possam contribuir para a tomada de decisões de profissionais envolvidos com a forma urbana e na elaboração de legislações urbanísticas que qualificam a estética urbana e contribuam para o uso e segurança dos espaços abertos públicos.</description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>JANDREY DE MELLO LOPES</dc:creator>
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    <dc:date>2019-02-07T13:16:27Z</dc:date>
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    <title>Interfaces térreas entre edificações e espaços abertos públicos : efeitos para estética, uso e percepção de segurança urbana - 4</title>
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    <description>Esta pesquisa examina e compara os níveis de satisfação e preferência estética de espaços abertos públicos delimitados por interfaces térreas com diferentes taxas de conexão visual, diferentes posições da interface em relação à calçada, e diferentes posições das edificações em relação às edificações adjacentes. Também é objetivo avaliar o impacto das diferentes taxas de conexão visual e física, dos diferentes usos dos recuos frontais, dos tipos de usos nos pavimentos térreos e da configuração espacial no uso dos espaços abertos públicos. Adicionalmente, as taxas de conexão visual e física, os diferentes tipos de elementos que configuram a interfaces e os diferentes usos nos pavimentos térreos também são avaliados quanto à percepção de segurança urbana e ocorrência de crimes. Para tanto, foram selecionadas seis quadras na cidade de Caxias do Sul e divididas em três grupos, conforme o predomínio das seguintes características: altas taxas de conexão visual (acima de 66% de permeabilidade) e física (acima de 10 portas/100m de rua); taxas médias de conexão visual (entre 33% e 66% de permeabilidade) e física (entre 6 e 10 portas/100m de rua); e baixas taxas de conexão visual (entre 0% de 33% de permeabilidade) e física (entre 0 e 5 portas/100m de rua). Tais quadras foram avaliadas por moradores e trabalhadores dessas quadras quanto à estética, ao uso e a segurança urbana. Ainda, vídeos de percursos urbanos delimitados por interfaces térreas com distintos atributos, de acordo com cada objetivo, foram avaliados no tocante a estética e a percepção de segurança urbana, por um grupo de arquitetos e outros de não arquitetos com curso universitário. Os dados foram coletados através de múltiplos métodos utilizados na área de estudos Ambiente e Comportamento, tais como: contagens de movimento, observações de comportamento, questionários e entrevistas. A análise dos dados quantitativos foi realizada através de testes estatísticos não paramétricos. Os dados de natureza qualitativa foram analisados através de frequência, conteúdo e importância dos pontos mencionados pelos entrevistados nas quadras selecionadas. Os resultados revelam que os impactos estéticos positivos das interfaces térreas estão relacionados com taxas de permeabilidade visual acima de 66%. Ainda, altas taxas de conexão física e visual associadas a usos nos pavimentos térreos conectados com o movimento das calçadas têm impacto positivo no uso dos espaços abertos públicos, principalmente em relação às atividades estacionárias. Os resultados também mostram que a percepção de segurança urbana é influenciada positivamente por interfaces térreas caracterizadas por taxas de conexão visual acima de 66% e funcional acima de 10 portas/100m de rua. Assim, espera-se que os resultados obtidos no tocante às interfaces térreas possam contribuir para a tomada de decisões de profissionais envolvidos com a forma urbana e na elaboração de legislações urbanísticas que qualificam a estética urbana e contribuam para o uso e segurança dos espaços abertos públicos.</description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>JANDREY DE MELLO LOPES</dc:creator>
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    <dc:date>2019-02-07T13:15:56Z</dc:date>
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    <title>Interfaces térreas entre edificações e espaços abertos públicos : efeitos para estética, uso e percepção de segurança urbana - 3</title>
    <link>http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/interfaces-terreas-entre-edificacoes-e-espacos-abertos-publicos-efeitos-para-estetica-uso-e-percepcao-de-seguranca-urbana-3-1</link>
    <description>Esta pesquisa examina e compara os níveis de satisfação e preferência estética de espaços abertos públicos delimitados por interfaces térreas com diferentes taxas de conexão visual, diferentes posições da interface em relação à calçada, e diferentes posições das edificações em relação às edificações adjacentes. Também é objetivo avaliar o impacto das diferentes taxas de conexão visual e física, dos diferentes usos dos recuos frontais, dos tipos de usos nos pavimentos térreos e da configuração espacial no uso dos espaços abertos públicos. Adicionalmente, as taxas de conexão visual e física, os diferentes tipos de elementos que configuram a interfaces e os diferentes usos nos pavimentos térreos também são avaliados quanto à percepção de segurança urbana e ocorrência de crimes. Para tanto, foram selecionadas seis quadras na cidade de Caxias do Sul e divididas em três grupos, conforme o predomínio das seguintes características: altas taxas de conexão visual (acima de 66% de permeabilidade) e física (acima de 10 portas/100m de rua); taxas médias de conexão visual (entre 33% e 66% de permeabilidade) e física (entre 6 e 10 portas/100m de rua); e baixas taxas de conexão visual (entre 0% de 33% de permeabilidade) e física (entre 0 e 5 portas/100m de rua). Tais quadras foram avaliadas por moradores e trabalhadores dessas quadras quanto à estética, ao uso e a segurança urbana. Ainda, vídeos de percursos urbanos delimitados por interfaces térreas com distintos atributos, de acordo com cada objetivo, foram avaliados no tocante a estética e a percepção de segurança urbana, por um grupo de arquitetos e outros de não arquitetos com curso universitário. Os dados foram coletados através de múltiplos métodos utilizados na área de estudos Ambiente e Comportamento, tais como: contagens de movimento, observações de comportamento, questionários e entrevistas. A análise dos dados quantitativos foi realizada através de testes estatísticos não paramétricos. Os dados de natureza qualitativa foram analisados através de frequência, conteúdo e importância dos pontos mencionados pelos entrevistados nas quadras selecionadas. Os resultados revelam que os impactos estéticos positivos das interfaces térreas estão relacionados com taxas de permeabilidade visual acima de 66%. Ainda, altas taxas de conexão física e visual associadas a usos nos pavimentos térreos conectados com o movimento das calçadas têm impacto positivo no uso dos espaços abertos públicos, principalmente em relação às atividades estacionárias. Os resultados também mostram que a percepção de segurança urbana é influenciada positivamente por interfaces térreas caracterizadas por taxas de conexão visual acima de 66% e funcional acima de 10 portas/100m de rua. Assim, espera-se que os resultados obtidos no tocante às interfaces térreas possam contribuir para a tomada de decisões de profissionais envolvidos com a forma urbana e na elaboração de legislações urbanísticas que qualificam a estética urbana e contribuam para o uso e segurança dos espaços abertos públicos. </description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>JANDREY DE MELLO LOPES</dc:creator>
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    <dc:date>2019-02-07T13:15:24Z</dc:date>
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    <title>Interfaces térreas entre edificações e espaços abertos públicos : efeitos para estética, uso e percepção de segurança urbana - 2</title>
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    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>JANDREY DE MELLO LOPES</dc:creator>
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    <dc:date>2019-02-07T13:14:23Z</dc:date>
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    <title>Interfaces térreas entre edificações e espaços abertos públicos : efeitos para estética, uso e percepção de segurança urbana - 6</title>
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    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>JANDREY DE MELLO LOPES</dc:creator>
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    <dc:date>2019-02-07T13:17:35Z</dc:date>
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    <title>Interfaces térreas entre edificações e espaços abertos públicos : efeitos para estética, uso e percepção de segurança urbana - 1</title>
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    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>JANDREY DE MELLO LOPES</dc:creator>
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    <dc:date>2019-02-07T13:11:11Z</dc:date>
    <dc:type>Video</dc:type>
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  <item rdf:about="http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/interface-de-monitoramento-analise-e-controle-remoto-de-plantas-laboratoriais">
    <title>Interface de Monitoramento, Análise e Controle Remoto de Plantas Laboratoriais</title>
    <link>http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/interface-de-monitoramento-analise-e-controle-remoto-de-plantas-laboratoriais</link>
    <description>O objetivo deste trabalho foi desenvolver uma ferramenta de baixo custo, fácil
utilização e manutenção que permita a realização remota de experimentos, obtenção de
dados de planta laboratorial e processamento dos mesmos, além da opção de testar
previamente os experimentos que serão realizados através de simulações.
A ferramenta conta com uma interface principal, que contém uma animação que
representa aproximadamente os níveis dos tanques em cada instante de tempo, além de
uma área gráfica onde é possível acompanhar a evolução ao longo do tempo dos níveis
dos tanques. A obtenção de dados é feita via OPC, um padrão industrial. A interface de
processamento de dados possui diversas ferramentas de análise estatística e tratamento.
Os principais diferenciais da ferramenta desenvolvida são sua flexibilidade, ou
seja, o usuário pode escolher se prefere realizar experimentos offline (simulação) ou
online (acessando a planta real); sua expansibilidade (possibilidade de inserção de novas
ferramentas de processamento), além da possibilidade de inserção de material didático
relacionado aos experimentos e de adaptar sua estrutura para realizar experimentos
remotos em outros tipos de plantas laboratoriais.</description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>WAGNER SILVA WESSFLL</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2015-11-11T18:22:24Z</dc:date>
    <dc:type>Video</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/intensidades-de-ausencia-narrativas-sobre-a-criacao-do-ator">
    <title>Intensidades de ausência : narrativas sobre a criação do ator</title>
    <link>http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/intensidades-de-ausencia-narrativas-sobre-a-criacao-do-ator</link>
    <description>Este estudo questiona os modos pelos quais a autora experienciou possibilidades de presença, através da ausência na sua atuação, no espetáculo Cinco Tempos para a Morte, do grupo teatral porto-­‐alegrense Usina do Trabalho do Ator (2010). Articula‐se a noção de ausência com reflexões acerca da produção de presença, desenvolvidas pelo pesquisador alemão Hans Ulrich Gumbrect (2010) e com o pensamento de Walter Benjamin (1993) sobre a experiência. Toma‐se a ideia de experiência como algo que pode ser narrado. Problematiza‐se a ausência relacionando‐a com o jogo cênico de reações sutis, silêncios, pequenos movimentos, imobilidades sustentadas, gestos de proporções reduzidas, ausência de iniciativas, estabelecimento de um vazio interior e retenção de informações que possibilitem leituras interpretativas do espectador. Descreve‐se o processo criativo de cinco figuras criadas pela autora nesse espetáculo e compartilham‐se elementos do processo de criação correspondente a cada uma delas. Relaciona‐se a ausência à imobilidade, à presença, à omissão, ao real e à experiência. A pesquisa se aproxima do pensamento de Jacques Copeau, Corinne Enaudeau, Yoshi Oida, Eugen Herrigel, Étienne Decroux, Eugenio Barba, Georges Banu, Ariane Mnouchkine, Peter Brook, Zeami, Martin Jay, entre outros. Esta investigação observa modos por intermédio dos quais os efeitos de presença, no jogo próximo da ausência, podem ser percebidos com maior ou menor intensidade em relação aos efeitos de sentido impostos pelas interpretações.</description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>BEATRIZ HELENA PIRES DE SOUZA CESTARI</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2015-03-18T21:18:05Z</dc:date>
    <dc:type>Video</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/insonia-a-tecnologia-audiovisual-como-catalisador-para-a-imersao-no-teatro">
    <title>Insônia : a tecnologia audiovisual como catalisador para a imersão no teatro</title>
    <link>http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/insonia-a-tecnologia-audiovisual-como-catalisador-para-a-imersao-no-teatro</link>
    <description>Esta dissertação caracteriza-se como memorial reflexivo de uma pesquisa empírica, que se enquadra no campo de estudos dos processos de criação cênica. A pesquisa se articula em torno da questão da imersão na cena contemporânea, aqui despertada pelo contato com obras que têm como denominador comum a relação intrínseca da cena e da tecnologia e, ao mesmo tempo, investem na experiência de inundamento sensorial de seus espectadores. A partir dessa perspectiva, investigo procedimentos que possam promover essa experiência teatral imersiva. Para isso, desenvolvo uma pesquisa em dois módulos. O primeiro, um estudo bibliográfico, que visa reconhecer tensões conceituais sobre a perspectiva da imersão. Neste reconheço os princípios de provocação do efeito imersão para serem aplicados no segundo módulo da pesquisa. O segundo módulo dedico à investigação empírica por meio do agenciamento de um experimento cênico conduzido pelos disparadores de imersão discriminados nos desdobramentos teóricos. Esses desvendados por articulação de dispositivos tecnológicos com elementos da linguagem teatral: tempo, espaço, presença, dimensão real e ficcional e manipulação dos sentidos. A partir dessa premissa, desenvolvi o experimento cênico “Insônia”. Disseco o processo de criação e, por consequência, problematizo as descobertas e soluções cênicas encontradas no caminho.</description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>JANDREY DE MELLO LOPES</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2018-06-04T17:18:11Z</dc:date>
    <dc:type>Video</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/influencia-do-combustivel-na-sintese-de-oxidos-nanoestruturados">
    <title>Influência do Combustível na Síntese de Óxidos Nanoestruturados</title>
    <link>http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/influencia-do-combustivel-na-sintese-de-oxidos-nanoestruturados</link>
    <description>Dentre as técnicas para produção de óxidos catalisadores, a síntese por
combustão contínua em solução (SCS) tem sido muito aplicada devido à possibilidade
de produzir, a baixo custo, pós nanoestruturados altamente puros e homogêneos.
Quanto menor o diâmetro das partículas, maior é a atividade do catalisador. Na SCS o
tamanho do particulado produzido depende das variáveis do processo. Com o objetivo
de formular a metodologia ideal para preparação de óxidos nanoestruturados
destinados a catálise, foram estudadas a relação de concentração combustíveloxidante,
e a utilização de glicina e de polietileno glicol peso molecular 200 (PEG 200)
como combustíveis na SCS de catalisadores a base de Ferro, Magnésio e Molibdênio.
O produto da síntese foi caracterizado por DRX, MEV e Granulometria. Foram
realizadas também análises granulométricas e de área superficial específica. Os
resultados indicaram alta pureza do nanomaterial obtido para baixas concentrações de
combustível, e uma grande variação nos tamanhos das nanoestruturas conforme a
concentração e o tipo de combustível utilizado.</description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>WAGNER SILVA WESSFLL</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2015-09-29T18:32:02Z</dc:date>
    <dc:type>Video</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/influencia-da-temperatura-no-concreto-com-adicao-de-borracha-de-pneu">
    <title>Influência da Temperatura no Concreto com Adição de Borracha de Pneu</title>
    <link>http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/influencia-da-temperatura-no-concreto-com-adicao-de-borracha-de-pneu</link>
    <description>A grande quantidade de resíduos de pneus gerados anualmente tem resultado em um sério problema ambiental,
principalmente devido à falta de gerenciamento no que se refere à coleta e destinação final. No Brasil, somente
no ano de 2010, a produção de pneus é estimada em 67 milhões de unidades, tendo ainda cerca de 18 milhões de
unidades importadas, contabilizando um total de 85 milhões de unidades de pneus colocados em serviço. O
Brasil recicla cerca de 74% dessa demanda. Apesar de alto, esse índice ainda não é satisfatório, no que diz
respeito ao impacto ambiental que os 26% excedentes podem causar. Considerando estes dados e a crescente
busca por métodos de reutilizar os pneus inservíveis (pneus que não podem mais ser recapados), foi iniciada no
LEME uma linha de pesquisa que visa estudar formas de reaproveitamento das partículas de borracha e fibras
obtidas pela trituração de pneus inservíveis. Os primeiros resultados obtidos por Albuquerque (2008) e Graeff
(2011) foram muito positivos e o presente estudo buscou caracterizar de forma mais intensa a utilização da
borracha moída de pneus como adição em matrizes cimentícias. Buscando agregar novo conhecimento, o
trabalho se focou no estudo do comportamento do concreto com adição de borracha quando submetido a
temperaturas elevadas. Para caracterizar o uso da adição de borracha de pneu foram moldados corpos de prova
cilíndricos e painéis, com 3 porcentagens de adição (1, 2 e 3%), usando 2 matrizes, uma de alta resistência e
outra de resistência normal. Cada combinação de traço e porcentagem de adição foi submetida a vários
patamares de temperatura (23, 60, 80, 350, 650 e 800°C), sendo monitorada a evolução da temperatura e das
deformações no interior das amostras. Após a exposição corpos de prova cilíndricos extraídos e moldados foram
submetidos a ensaios de compressão para determinação da resistência residual. Desta forma foi possível avaliar
os eventuais benefícios e problemas associados à incorporação dessa adição em situações de aquecimento
equivalentes ao uso em barragens e durante incêndios.</description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>WAGNER SILVA WESSFLL</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2015-10-28T21:04:47Z</dc:date>
    <dc:type>Video</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/influencia-da-silica-ativa-e-do-acabamento-superficial-no-desgaste-por-abrasao-em-concretos-proporcionados-para-pisos">
    <title>Influência da sílica ativa e do acabamento superficial no desgaste por abrasão em concretos proporcionados para pisos</title>
    <link>http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/influencia-da-silica-ativa-e-do-acabamento-superficial-no-desgaste-por-abrasao-em-concretos-proporcionados-para-pisos</link>
    <description>O desgaste superficial por abrasão constitui uma manifestação patológica frequente em pisos de
concreto. Este fenômeno decorre do atrito entre partículas secas e a superfície do material, que
causa um arrancamento progressivo das camadas mais externas comprometendo assim a
durabilidade da estrutura, sua aparência estética e mesmo o adequado desempenho de suas funções.
Para corrigir tal inconveniente, são necessários gastos elevados com reparo ou ainda a substituição
dos compósitos, o que não é desejável. Nesse contexto, entender melhor os mecanismos que
desencadeiam os processos abrasivos e identificar os parâmetros relacionados a eles tem
considerável relevância.
Estudos já indicaram a importância de um correto proporcionamento dos materiais na mistura e da
cuidadosa execução dos concretos para reduzir a tendência de abrasão dos compósitos. Sendo
assim, esse trabalho tem como objetivo verificar e corroborar tais constatações existentes. Foram
avaliadas a influência da presença de sílica ativa – material considerado pozolânico por ter ação
química e reagir consumindo os compostos menos resistentes e lixiviáveis do concreto em uma
etapa secundária; espera-se com a utilização da sílica ativa que o desgaste por abrasão seja
diminuído - por meio da moldagem de um concreto de referência sem substituição e um com 10%
em substituição à massa de cimento; e do acabamento superficial, que também partiu da
comparação entre um concreto de referência sem tratamento superficial e um com o acabamento.
Demais parâmetros, como o consumo de água, tipo de cimento, e equipamentos usados na
moldagem das amostras foram mantidos constantes para que não tivessem seus efeitos confundidos
com o que realmente define os objetivos desse trabalho.
O desempenho dos concretos quanto à resistência ao desgaste por abrasão não pode ser avaliado
diretamente, sendo assim, o que se pôde fazer foi correlacionar outras características que podem ser
ensaiadas e medidas. Os ensaios adotados, então, foram o de dureza superficial por esclerometria,
que consiste em uma massa martelo que impulsionada por uma mola se choca com a área de ensaio,
fornecendo assim um índice esclerométrico – relacionado à reflexão do impacto, que é maior
quanto maior a dureza do material; e o de resistência à abrasão através do método prescrito pela
norma NBR 12042, que fornece índices de desgaste de uma peça após circular em um abrasor
mecânico tipo Asmler, o qual acelera os processos de desgaste. Nesse ensaio são tomadas as
dimensões iniciais da amostra antes do percurso no abrasor, uma com metade do percurso realizado
e uma ao final, e como o material tende a desgastar, quanto maior for o índice menor é a resistência
à abrasão.
Foi feito também o ensaio de exsudação prescrito na NBR 15558. A exsudação consiste na ascensão
da água do concreto para a superfície; acredita-se que esse fenômeno ocasiona perda de resistência
nas camadas superficiais, e consequentemente tem forte relação com o desgaste por abrasão.
Ensaios de resistência à compressão uniaxial e tração na flexão, que são frequentes no controle
tecnológico de concretos empregados em pisos também foram realizados, com a finalidade de
correlacionar os resultados àqueles obtidos quanto ao desgaste por abrasão.
Os resultados encontrados mostraram que o efeito isolado da sílica ativa empregada não foi
significativo, fato que pode estar relacionado ao tipo de cimento empregado, que já possui adições
minerais em sua composição - CP V ARI RS. Mas, o aumento na quantidade de finos (colocação da
sílica ativa) efetivamente reduziu a exsudação dos concretos e isso proporcionou uma interação
desse fator com tipo de tratamento superficial; os concretos que receberam o acabamento
apresentaram melhor desempenho da superfície, e melhor ainda, quando livres da exsudação. Além
disso, não foi possível correlacionar a resistência à compressão e resistência a tração com a dureza
superficial e a resistência à abrasão a partir dos dados obtidos.</description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>WAGNER SILVA WESSFLL</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2015-09-23T19:58:13Z</dc:date>
    <dc:type>Video</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/influencia-da-morfologia-dos-nts-de-tio2-na-producao-de-h2">
    <title>Influência da morfologia dos NTs de TiO2 na produção de H2</title>
    <link>http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/influencia-da-morfologia-dos-nts-de-tio2-na-producao-de-h2</link>
    <description>O crescente aumento da demanda de energia no mundo vem intensificando a necessidade
da procura por fontes alternativas e renováveis de energia. O hidrogênio (H2) é considerado uma
excelente opção, porém mais de 90% do hidrogênio comercializado hoje é obtido da reforma do
gás natural, ou seja, não é renovável. A obtenção do hidrogênio a partir a quebra da molécula da
água em processos fotocatalíticos vem recebendo muita atenção nos últimos anos. A
fotodegradação de compostos orgânicos para produção de hidrogênio usando fotocatalisadores a
base nanotubos de dióxido de titânio (NTs de TiO2) e a radiação solar como fonte de energia é o
objetivo principal desse trabalho.
Os fotocatalisadores a base de NTs de TiO2 foram produzidos pelo processo de
anodização. Essa técnica permite controlar a morfologia dos nanotubos conforme os parâmetros
utilizados no processo. Para obtenção dos fotocatalisadores foram utilizados discos de titânio
comercial de 96,9% de pureza. Os mesmos foram posicionados em reatores e submersos em
solução de ETG + 10 wt% H2O + 0.25wt% NH4F. A diferença de potencial entre o ânodo (Ti) e o
cátodo (Cu) foi mantida através de uma fonte de corrente contínua. Para obter nanotubos com
diferentes morfologias foram variados o tempo de anodização e a tensão utilizada no processo.
Após isto, os fotocatalisadores foram submetidos a um tratamento térmico a 400°C, em atmosfera
ambiente, por três horas. A diferença na morfologia devido aos diferentes parâmetros utilizados
na anodização foi verificada a partir de imagens típicas de Microscopia Eletrônica de Varredura
(MEV). A estrutura cristalina dos NTs de TiO2 foi analisada por difração de raios x (DRX).
Para avaliar a influência da morfologia dos NTs de TiO2, na produção de H2, os
fotocatalisadores foram submetidos a ensaios fotocatalíticos. Utilizando uma lâmpada de xenônio
mercúrio os fotocatalisadores foram irradiados em um reator de quartzo contendo solução de
1,9M de glicerina. A produção de H2 foi quantificada por cromatografia gasosa (CG). Como
resultado final foi possível comparar a produção de hidrogênio em função das diferentes
morfologias dos nanotubos de dióxido de titânio, resultado dos diferentes parâmetros utilizados
na anodização.</description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>WAGNER SILVA WESSFLL</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2015-10-23T11:43:01Z</dc:date>
    <dc:type>Video</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/incorporacao-de-biomassa-na-producao-de-aco-para-a-reducao-de-emissoes-de-co2">
    <title> 	Incorporação de biomassa na produção de aço para a redução de emissões de CO2</title>
    <link>http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/incorporacao-de-biomassa-na-producao-de-aco-para-a-reducao-de-emissoes-de-co2</link>
    <description>O projeto visa o estudo de
 diferentes formas de utilização de biomassas 
de madeira e resíduos oriundos
 do cultivo de plantas pa
ra utilização no processo 
siderúrgico. A biomassa obtida para fins en
ergéticos é uma fonte renovável de energia e 
considerada neutra do ponto de vista das emissões de CO
2
. As biomassas podem ser 
aplicadas em diferentes etapas do proces
so siderúrgico, tais
 como: coqueificação, 
injeção (PCI) pelas ventaneiras dos alto
s-fornos (AF), pelotização e briquetes 
autorredutores. As atividades da bolsist
a se concentraram na caracterização das 
matérias-primas (eucalipto, resíduo de eu
calipto, pinus, finos de carvão vegetal 
industrial e carvão mineral), pré-tratamento
 das biomassas e testes em termobalança 
visando o uso das biomassas no PCI. As biomassas foram pré-tratadas térmicamente em 
atmosfera de N
2
 em um forno vertical em duas te
mperaturas para gerar amostras 
torrefeitas (250°C) e amostras carbonizada
s (460°), as quais podem apresentar 
características mais adequadas ao PCI comp
aradas às biomassas “cruas”. Conforme o 
esperado, comparadas às biomassas cruas o 
pré-tratamento levou a um aumento no teor 
de cinzas (este permanecendo ainda baixo e adequado para PCI), redução nos teores de 
voláteis, H e S, aumento nos teores de C e 
N e aumento no poder calorífico. Além disso, 
as biomassas tratadas em laboratório apre
sentaram combustibilidade maior do que os 
finos de carvão vegetal industrial e do que o 
carvão em termobalança. Tais resultados 
indicam a potencialidade da utilização de 
biomassas como combustível auxiliar no AF. 
Esta etapa do trabalho constitui apenas o iníc
io de um longo estudo que visa incorporar 
tais biomassas em misturas com carvão mi
neral no PCI. A fim de fundamentar ainda 
mais este estudo, ainda serão feitos testes ma
is específicos com as biomassas e carvões, 
tais como, combustibilidade em forno de queda livre, reatividade ao CO
2
 em 
termobalança, análise da estrutura em microsc
ópios ótico e de varre
dura, análise da área 
superficial, entre outros.</description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>WAGNER SILVA WESSFLL</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2015-10-26T17:34:36Z</dc:date>
    <dc:type>Video</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/implantacao-e-operacao-de-planta-piloto-para-a-producao-do-coagulante-sulfato-ferrico-a-partir-da-pirita-presente-em-rejeitos-de-carvao-1">
    <title>Implantação e Operação de Planta Piloto para a Produção do Coagulante Sulfato Férrico a Partir da Pirita Presente em Rejeitos de Carvão</title>
    <link>http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/implantacao-e-operacao-de-planta-piloto-para-a-producao-do-coagulante-sulfato-ferrico-a-partir-da-pirita-presente-em-rejeitos-de-carvao-1</link>
    <description>Devido à associação com matéria mineral, os carvões brasileiros precisam passar por
um processo de beneficiamento, gerando um rejeito composto por rochas sedimentares (siltitos
e folhelhos) e sulfeto de ferro (presente na forma de pirita – FeS2). Cerca de 50 a 70% do
material minerado é considerado rejeito. Esses rejeitos são dispostos em grandes áreas,
formando módulos contendo milhões de toneladas, que dão origem a um lixiviado ácido
conhecido como drenagem ácida de minas (DAM) com graves impactos ambientais. A DAM se
forma a partir da oxidação da pirita (presente nos rejeitos de carvão em concentração de 10 a
15% de FeS2) na presença do oxigênio do ar e da água da chuva. A oxidação desse mineral
reduz drasticamente o pH do ambiente e provoca a lixiviação do ferro presente na pirita e dos
demais metais que se encontram no rejeito. Esse processo dá origem a uma solução de baixo
pH, rica em metais solubilizados (Fe, Al, Mn e Zn) e que contamina corpos d’água superficiais
e subterrâneos.
Uma possível alternativa para reduzir os danos ambientais é o processamento mineral
dos rejeitos de carvão de forma a separar e concentrar pirita. Esses rejeitos, quando processados
para a concentração da pirita por jigagem, podem conter até 60 a 70% de pirita. Esse
concentrado de pirita pode ser empregado na produção de reagentes químicos, como o ácido
sulfúrico, sulfato ferroso e o sulfato férrico.
O sulfato férrico (Fe2(SO4)3), um reagente amplamente empregado no tratamento de
águas e efluentes. A sua produção é feita pelo ataque de sucata metálica com ácido sulfúrico.
Neste contexto, o grupo de pesquisa está desenvolvendo uma rota inovadora de produção de
sulfato férrico, que ocorre pelo processamento biohidrometalúrgico da pirita na presença de
água, oxigênio e bactérias acidofílicas. A grande vantagem é que nenhum insumo químico é
necessário no processo. Estudos neste sentido já foram conduzidos em escala de laboratório
pelo grupo de pesquisa, demonstrando sua viabilidade. Todavia, estudos em maior escala são
necessários para obtenção de parâmetros operacionais.
Assim, o objetivo do presente trabalho foi projetar, implantar operar uma planta piloto
para o processamento biohidrometalúrgico da pirita para a produção do coagulante sulfato
férrico.
A metodologia do trabalho consistiu no processamento de 300 kg de rejeito de carvão
em uma pilha onde foi recirculada água. A água lixiviada foi monitorada em relação ao teor de
ferro (total, Fe2+ e Fe3+), sulfatos e concentração de bactérias acidofílicas Acidithiobacillus 
ferrooxidans. O lixiviado obtido foi evaporado para a concentração de 120 g/L, concentração
necessária para a comercialização de coagulantes férricos. O coagulante produzido foi aplicado
no tratamento de água para abastecimento público.
Os resultados demonstram que, após 08 semanas de operação da planta piloto, foi
possível obter 500 L de uma solução de sulfato férrico com 24 g/L de Fe (praticamente 100%
na forma Fe3+). Assim, após evaporação, foi possível produzir aproximadamente 190 L de
coagulante com 12 % de Fe por tonelada ao mês. Isso permite concluir que seria necessário
processar 3.200 t/mês de concentrado de pirita para abastecer com água tratada uma cidade com
porte de 200.000 habitantes, como Criciúma. Algo totalmente viável no contexto da mineração
de carvão.
 As atividades do bolsista de iniciação tecnológica envolveram toda a instalação e
operação da planta piloto. O estudante participou das etapas de projeto, implantação e operação.
Auxiliou na coleta semanal de amostras do líquido lixiviado e realizou análises físico-químicas
e microbiológicas, as quais: teor de ferro (total, Fe2+ e Fe3+), sulfato, pH, Eh, condutividade e
contagem do número mais provável de bactérias acidofílicas. Realizou também das etapas de
evaporação e concentração do lixiviado e os estudos de tratamento de água para abastecimento
público com o reagente obtido.
 Os resultados do presente projeto permitem concluir que este processo está enquadrado
em inovação tecnológica, pois foi estabelecida uma rota inovadora de produção de sulfato
férrico. Já foram obtidos resultados em escala de bancada e piloto e o processo apresenta
potencial para produção industrial. O próximo passo, que seria uma meta desafiadora, seria
empreender uma pequena empresa.</description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>WAGNER SILVA WESSFLL</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2015-10-23T12:45:23Z</dc:date>
    <dc:type>Video</dc:type>
  </item>




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