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  <title>Lume</title>
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            These are the search results for the query, showing results 321 to 335.
        
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  <item rdf:about="http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/nanovesiculas-lipossomicas-compositas-de-fosfatidilcolina-e-anfifilicos-glicoconjugados">
    <title>Nanovesículas Lipossômicas Compósitas de Fosfatidilcolina e Anfifílicos Glicoconjugados</title>
    <link>http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/nanovesiculas-lipossomicas-compositas-de-fosfatidilcolina-e-anfifilicos-glicoconjugados</link>
    <description>Lipossomas têm sido aplicados como modelos de membranas biológicas, pois
são constituídos por bicamadas lipídicas. A estabilidade lipossômica é a chave para a
sua aplicação na indústria farmacêutica e na pesquisa como um importante modelo de
membrana celular. Anfifílicos glicosilados têm sido muito estudados devido à
possibilidade de se auto-organizarem em diversas nanoestruturas e servirem como uma
função bioativa, dando a essas nanoestruturas diversas aplicações, tais como o
transporte de fármacos à sítios de reconhecimento específicos por receptores.
Entretanto, existem poucos estudos de anfifílicos glicosilados constituídos em sua
estrutura de poli(óxido etileno) (PEO) e nenhum estudo sobre misturas desses anfifílicos
com compósitos de fosfatidilcolina. Neste trabalho, lipossomas glicoconjugados foram
obtidos a partir do anfifílico glicoconjugado C22PEOGlcNAc e da fosfatidilcolina
purificada da lecitina de soja. Os lipossomas foram preparados pelo método de
evaporação em fase reversa e a lecitina de soja bruta foi purificada por meio de processo
de extração para a obtenção da fosfatidilcolina purificada. Foram preparados lipossomas
contendo somente a fosfatidilcolina purificada (PC), lipossomas de fosfatidilcolina
purificada contendo o anfifílico glicoconjugado C22PEOGlcNAc 5:5 (C22PC) e
lipossomas contendo somente o anfifílico C22PEOGlcNAc (C22). A caracterização dos
lipossomas foi realizada por meio das técnicas de microscopia eletrônica de transmissão
(MET), potencial zeta (PZ), espalhamento de luz dinâmico (DLS) e estático (SLS) e
espalhamento de raios-X à baixo ângulo (SAXS). Os três sistemas lipossômicos obtidos
apresentaram um diâmetro médio de 100 nm e valores de PZ que sugerem relativa
estabilidade coloidal em suspensão. A determinação da temperatura de transição de fase
(Tf) por SLS mostrou que os lipossomas de C22PC apresentam uma Tf
 de 47 ○C, estando
na fase gel na temperatura corporal. A adição de fosfatidilcolina na membrana dos
lipossomas provocou um aumento de 15 ˚C na Tf em relação aos lipossomas compostos
apenas de C22PEOGlcNAc. Além disso, os perfis de SAXS obtidos para os lipossomas
compostos de C22PC sugerem a presença de lipossomas unilamelares em suspensão.
Sendo assim, os resultados obtidos até momento, do estudo físico-químico das
nanoestruturas lipossômicas de fosfatidilcolina e C22PEOGlcNAc, serão importantes
para estudos futuros com a aplicação desses lipossomas como carreadores de fármacos.</description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>WAGNER SILVA WESSFLL</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2015-08-21T17:47:01Z</dc:date>
    <dc:type>Video</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/nada-e-sempre-a-mesma-coisa.-um-motivo-em-desdobramento-atraves-da-labanalise">
    <title>Nada é sempre a mesma coisa. Um motivo em desdobramento através da Labanálise (Vídeo 1)</title>
    <link>http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/nada-e-sempre-a-mesma-coisa.-um-motivo-em-desdobramento-atraves-da-labanalise</link>
    <description>Este é um memorial descritivo e dissertativo da investigação artística feita através da utilização da Motif Writing (escrita por motivos) como propulsora de tarefas de movimento para a construção de dramaturgia em dança. A coreografia que resultou deste processo, A Cadeira _/ Uma Ilha, foi criada a partir da Motif Writing de um trecho do solo Experimento da Cadeira, visando a recriação e a multiplicação das qualidades expressivas dos movimentos do motif em outros corpos/sujeitos e relações dinâmicas entre estes, objetos, espaço e tempo. A pesquisa-criação conta com a participação das bailarinas Juliana Vicari e Luciana Hoppe, transformando o solo original em um trio. A escrita do motif relativo ao trecho selecionado da obra de referência utiliza o instrumental da Análise Laban de Movimento como ferramenta metodológica utilizada também para a condução do processo de criação. Inserido num contexto de pesquisa pós-positivista, com perspectiva artística, este memorial contém aspectos dissertativos sobre a Análise Laban em Movimento e a dramaturgia da dança como aportes para o relato do processo de criação. Ambos ajudam a compreender algumas das opções de trabalho buscadas e alcançadas, ou não, nesta investigação. Ao final deste texto comprovo a eficácia da motif writing tanto como ferramenta para reposição como para recriação da dramaturgia da obra de referência e que uma construção através deste procedimento requer a auto-revelação dos artistas. Descubro a 'reduplicação' do Outro em mim como potência criadora e afirmativa da minha ação como intérprete.</description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>BEATRIZ HELENA PIRES DE SOUZA CESTARI</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2015-03-19T18:38:28Z</dc:date>
    <dc:type>Video</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/nada-e-sempre-a-mesma-coisa.-um-motivo-em-desdobramento-atraves-da-labanalise-video-2">
    <title> 	Nada é sempre a mesma coisa. Um motivo em desdobramento através da Labanálise (Vídeo 2)</title>
    <link>http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/nada-e-sempre-a-mesma-coisa.-um-motivo-em-desdobramento-atraves-da-labanalise-video-2</link>
    <description>Este é um memorial descritivo e dissertativo da investigação artística feita através da utilização da Motif Writing (escrita por motivos) como propulsora de tarefas de movimento para a construção de dramaturgia em dança. A coreografia que resultou deste processo, A Cadeira _/ Uma Ilha, foi criada a partir da Motif Writing de um trecho do solo Experimento da Cadeira, visando a recriação e a multiplicação das qualidades expressivas dos movimentos do motif em outros corpos/sujeitos e relações dinâmicas entre estes, objetos, espaço e tempo. A pesquisa-criação conta com a participação das bailarinas Juliana Vicari e Luciana Hoppe, transformando o solo original em um trio. A escrita do motif relativo ao trecho selecionado da obra de referência utiliza o instrumental da Análise Laban de Movimento como ferramenta metodológica utilizada também para a condução do processo de criação. Inserido num contexto de pesquisa pós-positivista, com perspectiva artística, este memorial contém aspectos dissertativos sobre a Análise Laban em Movimento e a dramaturgia da dança como aportes para o relato do processo de criação. Ambos ajudam a compreender algumas das opções de trabalho buscadas e alcançadas, ou não, nesta investigação. Ao final deste texto comprovo a eficácia da motif writing tanto como ferramenta para reposição como para recriação da dramaturgia da obra de referência e que uma construção através deste procedimento requer a auto-revelação dos artistas. Descubro a 'reduplicação do Outro em mim‘ como potência criadora e afirmativa da minha ação como intérprete.</description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>BEATRIZ HELENA PIRES DE SOUZA CESTARI</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2015-03-24T20:16:41Z</dc:date>
    <dc:type>Video</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/na-distensao-da-experiencia-a-pintura-como-zona-de-aporte">
    <title>Na distensão da experiência : a pintura como zona de aporte</title>
    <link>http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/na-distensao-da-experiencia-a-pintura-como-zona-de-aporte</link>
    <description>Esta investigação teórico-poética tem como escopo o cruzamento de procedimentos na construção do campo pictórico, através de processos que envolvem a experiência em um território específico e sua distensão através da fotografia e do contato entre superfícies. Aponta questionamentos sobre a natureza da pintura e da fotografia em operações nas quais a indeterminação de suas fronteiras é potencializada por experiências em margens de rios e oceanos. Conceitos como distensão, margem e campo pictórico são aqui articulados para expandir o olhar sobre a pintura e a imagem fotográfica, impregnadas mutuamente pelo local da experiência.</description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>JANDREY DE MELLO LOPES</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2019-12-05T17:46:32Z</dc:date>
    <dc:type>Video</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/mui-leal-e-valorosa-cidade-de-porto-alegre-por-que-mesmo">
    <title>Mui Leal e valorosa cidade de Porto Alegre, por que mesmo?</title>
    <link>http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/mui-leal-e-valorosa-cidade-de-porto-alegre-por-que-mesmo</link>
    <description>Este trabalho de conclusão é composto de uma monografia e de um vídeo documentário, duas narrativas para a partir do conhecimento, do desvelamento de acontecimentos, de datas, de mapas, de personagens, trazer a tona uma contraposição historiográfica do que é dito como acontecimento único e fundador do Rio Grande do Sul. Seus ícones, heróis, bandeira, hino, o pertencer a esta construção, fazer uma busca na cidade atual em seu centro histórico, identificar os espaços que no passado foram representativos e que no presente narram uma história. Este trabalho propõe uma reflexão, cidade e história divergem, o passado que é contado não passou por esta cidade. A imagem de duas bandeiras retrata a intensão deste trabalho. Uma, a bandeira branca portoalegrense e seu brasão com o título em honra à reação aos farrapos, outra, a tricolor riograndense da história hegemônica, da mentalidade construída, da memória seletiva, dos vultos e datas incensados pela historiografia regional. “Mui leal e valorosa cidade de Porto Alegre” é o título desta cidade e deste trabalho, “por que mesmo?” é a problematização. Texto e documentário se complementam, um pela amplitude que permite no contraponto às restrições de tempo da narrativa audiovisual, outro pelas possibilidades dos recursos imagéticos e sonoros, mesmo que com as limitações em âmbitos técnicos e de produção. Três livros são referenciais, seis depoimentos de especialistas são fontes de conhecimentos e de considerações, ampliando discussões no abordar de conceitos como identidade e pertencimento, hegemonia e consentimento, de memória seletiva e da dialética de liberalismo e conservadorismo, das construções das nacionalidades e da heroicização dos mitos. Em duas diferentes narrativas, este trabalho se propõe a conhecer e a problematizar o cerco farroupilha à Porto Alegre e seus significados na guerra civil e no posterior desenvolvimento da cidade.</description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>JANDREY DE MELLO LOPES</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2016-06-09T19:26:41Z</dc:date>
    <dc:type>Video</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/mudanca-na-molhabilidade-do-polipropileno-via-ultravioleta-de-vacuo">
    <title>Mudança na molhabilidade do Polipropileno via Ultravioleta de vácuo</title>
    <link>http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/mudanca-na-molhabilidade-do-polipropileno-via-ultravioleta-de-vacuo</link>
    <description>O polipropileno (PP) possui baixa molhabilidade e consequentemente baixa adesão; para
muitas das aplicações do PP é necessário aumentar a molhabilidade do polímero. Este
material pode ter sua superfície alterada através de tratamentos que modifiquem suas
propriedades químicas (modificação na energia livre) e físicas (topográficas). Um método de
tratamento da superfície é a fotoquímica envolvendo a exposição da superfície à radiação
ultravioleta de vácuo, VUV ( &lt; 200 nm), juntamente com a exposição em gases reativos
como oxigênio (O2). Este trabalho tem por objetivo geral modificar a molhabilidade do
polipropileno pela funcionalização com O2 e com Silsesquioxano Poliédrico Oligomérico
(POSS), e assim avaliar as modificações de superfície. As amostras foram funcionalizadas nos
tempos de 10 a 60 min. As amostras funcionalizadas nos tempos de 10, 30 e 50 min foram
recobertas com o POSS-NCS (POSS-Isotiocianato). Também foi estudado o
envelhecimento da amostra funcionalizada com O2 durante 20 min, sendo que o tempo de
envelhecimento foi de 0 a 28 dias. As modificações químicas e físicas foram analisadas por
Espectroscopia de Infravermelho com Transforma de Fourier no modo Refletância Total
Atenuada (ATR-FTIR), Microscopia de Força Atômica (AFM) e medidas de Ângulo de
Contato estático (AC). Os resultados mostraram que o a molhabilidade do PP via
funcionalização com O2 e recobrimento com POSS é devido principalmente à mudança
química na superfície. O estudo do envelhecimento mostrou que há um efeito físico e não só
químico na mudança da molhabilidade.</description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>WAGNER SILVA WESSFLL</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2015-10-27T22:16:41Z</dc:date>
    <dc:type>Video</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/motores-diesel-qualidade-do-diesel-e-emissoes">
    <title>Motores Diesel: Qualidade do diesel e Emissões</title>
    <link>http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/motores-diesel-qualidade-do-diesel-e-emissoes</link>
    <description>O presente trabalho avalia os parâmetros da qualidade dos combustíveis
relativos ao numero de cetanos e teor de enxofre e seus efeitos nas emissões de
hidrocarbonetos voláteis e material particulado. Foram utilizados combustíveis de
diferentes procedências, teor de enxofre e número de cetanos. No processo de
amostragem foi utilizado um motor/gerador diesel Toyama 4kVA com injeção mecânica
operando na rotação de 3200 rpm e 3,4 kW de potencia. O sistema de amostragem
consiste de um filtro de fibra de vidro para retenção do material particulado em um
suporte de aço inox utilizando um forno com controle eletrônico para ajuste da
temperatura de amostragem e um condensador com água na temperatura de 5°C para
amostragem da fração orgânica volátil.
A composição dos combustíveis utilizados nos motores Diesel exerce uma
grande influência nas emissões que são provenientes da combustão incompleta e das
reações de craqueamento térmico nas regiões de alta temperatura. A parcela resultante
da combustão incompleta e composta de hidrocarbonetos de alto peso molecular com
estrutura similar à composição do combustível. O material particulado é resultante do
craqueamento térmico de hidrocarbonetos de alto peso molecular que apresentam
dificuldade de vaporização durante o processo de injeção na câmara de combustão.
O material particulado é retido em um filtro de fibra de vidro em temperatura
próxima da descarga. Os gases livres de material particulado são resfriados utilizando
um condensador separador da fração líquida condensável utilizando água na
temperatura de 5°C. A sucção dos gases de exaustão será realizada com auxílio de uma
bomba de vácuo e a medida do fluxo dos gases obtida a partir de um
indicador/registrador/integrador de vazão, com capacidade nominal máxima de 20
L/min. A pressão no condensador foi ajustada com uma válvula agulha situada antes da
sucção da bomba de vácuo.
A quantificação dos hidrocarbonetos (na forma de CH4) presentes na fração
líquida da exaustão é obtida indiretamente a partir da quantidade de CO2 produzida pela
reação de oxidação da amostra (em fluxo) com Oxigênio.
O procedimento para quantificação dos hidrocarbonetos da fração líquida envolve
a utilização da seguinte instrumentação: uma bomba infusora, para injeção em fluxo
constante da amostra líquida; um controlador de vazão de gás, para a obtenção de um
fluxo constante da mistura oxidante; um reator de quartzo; um catalisador de oxidação, 
um forno tubular para alta temperatura, um condensador/separador de liquido e um
cromatógrafo com detector de condutividade térmica.
 De acordo com os resultados obtidos a quantidade de hidrocarbonetos emitidos foi
de 0,36 a 0,43 g/kWh. Estes valores indicam que o nível de emissão dos
hidrocarbonetos voláteis esta de acordo com a regulamentação da PROCONVE P-6
equivalente a EURO IV onde os hidrocarbonetos totais emitidos não devem ultrapassar
de 0,46 g/kWh. Estes resultados demonstram que para atingir estes níveis de emissões
da legislação brasileira atual é necessária a utilização de catalisador de oxidação nos
motores Diesel tradicionais com injeção mecânica
Foi verificado que à medida que o número de cetanos aumenta, aumentam as
emissões de material particulado e diminuem as emissões de hidrocarbonetos voláteis.
O teor te enxofre não exerce efeito significativo nas emissões de matéria particulado.</description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>WAGNER SILVA WESSFLL</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2015-10-28T21:37:06Z</dc:date>
    <dc:type>Video</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/morredeiro-a-corporalidade-perturbadora-numa-criacao-cenica-de-horror-ttttt">
    <title>Morredeiro : a corporalidade perturbadora numa criação cênica de horror</title>
    <link>http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/morredeiro-a-corporalidade-perturbadora-numa-criacao-cenica-de-horror-ttttt</link>
    <description>Este memorial crítico-reflexivo tem como ponto de partida uma investigação teórico-prática a respeito da corporalidade perturbadora do ator numa cena teatral de horror. Reflete, portanto, sobre o processo de criação do espetáculo Morredeiro, uma apropriação poético-cênica daquela que aqui se considera a principal premissa do gênero do horror: o medo de que os corpos sejam feridos, deformados ou mortos. Parte de ponderações teóricas acerca do gênero, onde analisa o medo instintivo e o fascínio diante da espetacularização da morte como cerne do apelo que a cena faz aos espectadores, e pensa na íntima relação entre o olhar do espectador e a mostração cênica de um corpo em processo de morte. Reflete ainda sobre aspectos políticos da cena: o exercício da alteridade e da empatia corporal na visualização do corpo ferido; e o horror como instrumento de revolta diante de contextos políticos que promovem a morte dos sujeitos. Finalmente, ao se debruçar sobre o relato da criação do espetáculo, reflete sobre a experiência física do horror levado à cena através da corporalidade perturbadora dos atores, que nesse contexto foi investigada a partir da composição cênica dos seguintes elementos: a convenção teatral da degradação física dos personagens; a presença dos atores no aqui e agora; o risco físico dos próprios atores; a palavra vocalizada e as sonoridades corporais; e por fim, a atuação como personagens em processo de morte.</description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>JANDREY DE MELLO LOPES</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2019-12-05T19:12:07Z</dc:date>
    <dc:type>Video</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/montagem-e-caracterizacao-de-um-dispositivo-fotovoltaico-organico">
    <title>Montagem e Caracterização de um Dispositivo Fotovoltaico Orgânico</title>
    <link>http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/montagem-e-caracterizacao-de-um-dispositivo-fotovoltaico-organico</link>
    <description>Neste trabalho esta sendo montada e caracterizada uma célula solar orgânica, obtida
através de uma heterojunção de Poli(3-hexiltiofeno)/PCBM. Com o objetivo de se
melhorar a eficiência do dispositivo está sendo estudado o efeito de materiais
plasmônicos nos níveis de energia da Banda de Valência e Banda de Condução do
Poli(3-hexiltiofeno). Através de análises eletroquímicas na presença e na ausência de
luz tem se estudado o efeito de nanoparticulas de ouro na resistência em série e no
potencial de circuito aberto dos dispositivos. Com estas informações obtivemos uma
caracterização mais detalhada dos materiais que compõe as células e embora até o
momento tenhamos obtido dispositivos com baixa eficiência (0,00002%), os resultados
gerados neste trabalho irão contribuir para a montagem de sistemas mais eficientes. Os
resultados preliminares demonstram que adição de nanoparticulas metálicas proporciona
o efeito de ressonância de plasmon de superfície, que aumenta a geração de
fotocorrente. A próxima etapa do trabalho envolvera a montagem de dispositivos em
ambiente com baixa umidade e de acordo com resultados da literatura, devemos obter
sistemas mais eficientes.</description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>WAGNER SILVA WESSFLL</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2015-10-02T20:47:52Z</dc:date>
    <dc:type>Video</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/monitoramento-da-materia-organica-do-solo-em-argissolo-vermelho-apos-adicao-do-composto-de-dejetos-suinos">
    <title>Monitoramento da matéria orgânica do solo em Argissolo Vermelho após adição do composto de dejetos suínos</title>
    <link>http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/monitoramento-da-materia-organica-do-solo-em-argissolo-vermelho-apos-adicao-do-composto-de-dejetos-suinos</link>
    <description>Durante o período da bolsa de iniciação científica foram desenvolvidas
atividades em projetos de pesquisa, com destaque para o projeto “Monitoramento da
matéria orgânica do solo em Argissolo Vermelho após adição do composto de
dejetos suínos” da mestranda Ana Cristina Lüdtke do Programa de Pós-Graduação em
Ciência do Solo da Faculdade de Agronomia da Universidade Federal do Rio Grande do
Sul (UFRGS). Entretanto, houve colaborações nos projetos “Ácidos húmicos de
carvões do sul do Brasil: Obtenção e composição química” do mestrando Anderson
José Barcellos Leite do Programa de Pós-Graduação da Faculdade de Química da
Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS); “Avaliação da dinâmica do
carbono em áreas antropizadas do semi árido piauiense” da mestranda Ana Carolina
Câmara Ferreira do programa de Pós-Graduação em Agronomia – Manejo do solo e
água pela Universidade Federal do Piauí (UFPI); “Dinâmica do carbono pirogênico
em perfis de argissolo tropical e cambissolo subtropical” do doutorando Otavio dos
Anjos Leal do Programa de Pós-Graduação em Ciência do Solo da Faculdade de
Agronomia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Colaboração para
a Apresentação do trabalho “Humificação de dejetos de suínos em presença de
serragem”. O local de atuação das atividades da bolsa de iniciação científica foi no
Instituto de Química da UFRGS.
As atividades de laboratório para o projeto da mestranda Ana Cristina Lüdtke
estão relacionadas ao preparo das amostras de solo, coletadas no Departamento de
Suinocultura da UFSM, para posterior análise. As amostras de solo a serem analisadas
passaram por fracionamento físico granulométrico e moagem de amostra para
determinação do teor de carbono e análises espectroscópicas. As atividades de
laboratório para o projeto da mestranda Ana Carolina Câmara Ferreira estão
relacionadas principalmente na preparação e análise das amostras de solo coletadas em
São João do Piauí tais como concentração da matéria orgânica do solo e das frações
físicas densimétricas, fracionamento físico granulométrico e moagem de amostra para
determinação do teor de carbono, análises espectroscópicas e interpretação dos
espectros de IV. As atividades de laboratório para o projeto do mestrando Anderson
José Barcellos Leite estão relacionadas ao tratamento computacional de espectros de IV
de ácidos fúlvicos e ácidos húmicos. As atividades de laboratório para o projeto do
doutorando Otavio dos Anjos Leal estão relacionadas ao fracionamento físico
granulométrico e moagem de amostras de solo para determinação do teor de carbono e
análises espectroscópicas.
Além das atividades de rotina em laboratório químico como separação e descarte
de resíduos, preparo de soluções, organização do local da pesquisa, entre outros.</description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>WAGNER SILVA WESSFLL</dc:creator>
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    <dc:date>2015-09-25T21:34:33Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/moinho-coloidal">
    <title>Moinho Coloidal</title>
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    <description>Ensino de Operações Unitárias Farmacêuticas: Moinho Coloidal</description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Miriam Anders Apel</dc:creator>
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    <dc:date>2015-09-28T19:38:02Z</dc:date>
    <dc:type>Video</dc:type>
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    <title>Modelando uma luminária - 07</title>
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    <description>Este vídeo faz parte de uma coleção de vídeos tutoriais mostra como modelar uma luminária com o 3DSMax 2014.</description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Gabriela Trindade Perry</dc:creator>
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    <dc:date>2015-10-01T19:41:12Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/modelando-uma-luminaria-06">
    <title>Modelando uma luminária - 06</title>
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    <description>Este vídeo faz parte de uma coleção de vídeos tutoriais mostra como modelar uma luminária com o 3DSMax 2014.</description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Gabriela Trindade Perry</dc:creator>
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    <dc:date>2015-10-01T19:41:25Z</dc:date>
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    <title>Modelando uma luminária - 05</title>
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    <description>Este vídeo faz parte de uma coleção de vídeos tutoriais mostra como modelar uma luminária com o 3DSMax 2014.</description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Gabriela Trindade Perry</dc:creator>
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    <dc:date>2015-09-29T18:51:53Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/modelando-uma-luminaria-04">
    <title>Modelando uma luminária - 04</title>
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    <description>Este vídeo faz parte de uma coleção de vídeos tutoriais mostra como modelar uma luminária com o 3DSMax 2014.
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    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Gabriela Trindade Perry</dc:creator>
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    <dc:date>2015-09-29T18:51:48Z</dc:date>
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