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  <title>Lume</title>
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            These are the search results for the query, showing results 241 to 255.
        
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  <item rdf:about="http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/personalizando-um-repositorio-dspace-para-o-padrao-obaa-de-metadados">
    <title>Personalizando um Repositório DSpace para o Padrão OBAA de Metadados</title>
    <link>http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/personalizando-um-repositorio-dspace-para-o-padrao-obaa-de-metadados</link>
    <description>Atualmente, existem padrões de metadados para objetos de aprendizagem. O padrão
OBAA, inserido na realidade brasileira, provê metadados que possibilitam o acesso de
pessoas com necessidades especiais, bem como permite a interoperabilidade entre a Web,
dispositivos móveis e a TV digital. Além disso, está previsto seu uso no contexto da Web
Semântica, provendo técnicas que simplifiquem a interpretação realizada pela máquina. Dessa
forma, os principais objetivos do trabalho podem ser descritos em duas etapas: a adaptação de
um repositório DSPace ao padrão OBAA, que possa ser utilizado por diversas instituições de
ensino, e a adequação dos atuais repositórios de objetos de aprendizagem às necessidades da
Web Semântica.
Com o objetivo de lidar com o domínio educacional, o padrão OBAA faz o reuso de
dois padrões já reconhecidos internacionalmente, o IEE-LOM e o IMS AccessForAll. Essa
escolha impactou na substituição do Dublin Core, que possui um conjunto de metadados
restritos e que já vem configurado na ferramenta utilizada para o gerenciamento do
repositório, o DSpace. Assim, após a configuração dos arquivos para a especificação do
padrão OBAA, a correta descrição dos metadados foi uma preocupação à parte, afim de
garantir o armazenamento dos Objetos de Aprendizagem conforme as características do
padrão.
Inicialmente, fazer uma cópia do repositório oficial é o procedimento padrão para a
correta elaboração do novo repositório, a primeira etapa do trabalho. Uma das opções
oferecidas pelo DSpace para realizar esta tarefa é o harvester, compatível com o protocolo
OAI-PMH, sendo essencial coletar todos os objetos já presentes no repositório oficial e copiá-
los para o repositório novo.
Uma vez copiados todos os objetos, a solução que simplifica a manipulação do
repositório e de seu conteúdo, dando o primeiro passo para a adequação do presente
repositório a alguns princípios da Web Semântica, é a instalação de uma API REST
compatível com o DSpace. Existem diversas opções de implementação disponíveis, porém, a
mais confiável e mais consistente é a oficial, que já é compatível com o DSpace 3.0. A versão
da API que mais condiz com os parâmetros do repositório em desenvolvimento, no entanto, é
a 1.8, pois evita problemas de migração entre versões.
Essa atualização para um novo repositório, baseado no antigo, que está operante, visa
sua disponibilização no servidor oficial do padrão OBAA. Futuramente, está prevista a
simplificação do processo de submissão de objetos de aprendizagem para o repositório por
meio do uso de ontologias que, apoiadas a Perfis de Aplicação, auxiliem no processo de
descrição dos mesmos, partindo para uma solução de armazenamento em triplas.</description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>WAGNER SILVA WESSFLL</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2015-10-05T22:11:17Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/performance-imagem-o-corpo-como-processo-de-arquivamento-sedimentacao-e-devir-video-4">
    <title>Performance - imagem : o corpo como processo de arquivamento, sedimentação e devir (Vídeo 4)</title>
    <link>http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/performance-imagem-o-corpo-como-processo-de-arquivamento-sedimentacao-e-devir-video-4</link>
    <description>A performance e seus desdobramentos nas linguagens fotográfica e videográfica é o tema deste estudo, elaborado a partir do processo criativo da autora, desenvolvido entre os anos de 2010 e 2012. A relação entre o ato de performar e a imagem do corpo feminino permeiam a discussão presente nesta pesquisa. Através da proposição do conceito corpo sedimento, os aspectos inerentes à linguagem performática são expandidos, e a imagem se constitui como memória de experiências vividas em diferentes lugares e temporalidades. Dessa forma, os trabalhos propostos para a reflexão nesta dissertação de mestrado envolvem corpo feminino, imagem, tempo e espaço em um processo de acumulação e arquivamento, no qual o corpo registra e produz imagem a partir da performance.</description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>BEATRIZ HELENA PIRES DE SOUZA CESTARI</dc:creator>
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    <dc:date>2015-03-25T20:05:19Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/performance-imagem-o-corpo-como-processo-de-arquivamento-sedimentacao-e-devir-video-5">
    <title>Performance - imagem : o corpo como processo de arquivamento, sedimentação e devir (Vídeo 5)</title>
    <link>http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/performance-imagem-o-corpo-como-processo-de-arquivamento-sedimentacao-e-devir-video-5</link>
    <description>A performance e seus desdobramentos nas linguagens fotográfica e videográfica é o tema deste estudo, elaborado a partir do processo criativo da autora, desenvolvido entre os anos de 2010 e 2012. A relação entre o ato de performar e a imagem do corpo feminino permeiam a discussão presente nesta pesquisa. Através da proposição do conceito corpo sedimento, os aspectos inerentes à linguagem performática são expandidos, e a imagem se constitui como memória de experiências vividas em diferentes lugares e temporalidades. Dessa forma, os trabalhos propostos para a reflexão nesta dissertação de mestrado envolvem corpo feminino, imagem, tempo e espaço em um processo de acumulação e arquivamento, no qual o corpo registra e produz imagem a partir da performance.</description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>BEATRIZ HELENA PIRES DE SOUZA CESTARI</dc:creator>
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    <dc:date>2015-03-25T20:21:07Z</dc:date>
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    <title>Performance - imagem : o corpo como processo de arquivamento, sedimentação e devir (Vídeo 3)</title>
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    <description>A performance e seus desdobramentos nas linguagens fotográfica e videográfica é o tema deste estudo, elaborado a partir do processo criativo da autora, desenvolvido entre os anos de 2010 e 2012. A relação entre o ato de performar e a imagem do corpo feminino permeiam a discussão presente nesta pesquisa. Através da proposição do conceito corpo sedimento, os aspectos inerentes à linguagem performática são expandidos, e a imagem se constitui como memória de experiências vividas em diferentes lugares e temporalidades. Dessa forma, os trabalhos propostos para a reflexão nesta dissertação de mestrado envolvem corpo feminino, imagem, tempo e espaço em um processo de acumulação e arquivamento, no qual o corpo registra e produz imagem a partir da performance.</description>
    
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    <title>Performance - imagem : o corpo como processo de arquivamento, sedimentação e devir (Vídeo 2)</title>
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    <title>Performance - imagem : o corpo como processo de arquivamento, sedimentação e devir (Vídeo 1)</title>
    <link>http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/performance-imagem-o-corpo-como-processo-de-arquivamento-sedimentacao-e-devir-video-1</link>
    <description>A performance e seus desdobramentos nas linguagens fotográfica e videográfica é o tema deste estudo, elaborado a partir do processo criativo da autora, desenvolvido entre os anos de 2010 e 2012. A relação entre o ato de performar e a imagem do corpo feminino permeiam a discussão presente nesta pesquisa. Através da proposição do conceito corpo sedimento, os aspectos inerentes à linguagem performática são expandidos, e a imagem se constitui como memória de experiências vividas em diferentes lugares e temporalidades. Dessa forma, os trabalhos propostos para a reflexão nesta dissertação de mestrado envolvem corpo feminino, imagem, tempo e espaço em um processo de acumulação e arquivamento, no qual o corpo registra e produz imagem a partir da performance.</description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>BEATRIZ HELENA PIRES DE SOUZA CESTARI</dc:creator>
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    <dc:date>2015-03-25T19:39:43Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/perfil-do-consumidor-porto-alegrense-quanto-aos-tipos-e-importancia-das-certificacoes-da-carne-bovina">
    <title>Perfil do consumidor porto alegrense quanto aos tipos e importância das certificações da carne bovina</title>
    <link>http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/perfil-do-consumidor-porto-alegrense-quanto-aos-tipos-e-importancia-das-certificacoes-da-carne-bovina</link>
    <description>O consumidor brasileiro tem demonstrado grande interesse pela qualidade da carne
bovina consumida, além de uma preocupação maior com a segurança alimentar, sendo estes
pontos importantes na hora da compra pelo consumidor. Com isso, questões relacionadas à
certificação bovina vêm se destacando dentro do mercado consumidor. A certificação objetiva
a aferição de conformidade ou de origem da carne bovina. Entretanto, o conhecimento
relacionado aos tipos de certificação, por parte do consumidor, juntamente com a preferência
do local de compra não é bastante conhecido pelos diferentes elos da cadeia produtiva da
carne, possuindo alguns pontos que podem ser analisados e melhorados, visando aprimorar a
cadeia, além de serem ferramentas que podem auxiliar as empresas do ramo a compreender e
melhorar suas relações com os consumidores. O objetivo do presente estudo foi avaliar o
perfil do consumidor porto alegrense quanto ao conhecimento da certificação e sua
importância. As pesquisas foram realizadas na cidade de Porto Alegre - RS, no período de
janeiro a março e julho a setembro de 2011. Os dados foram coletados através da aplicação de
589 questionários nos principais parques da cidade. O levantamento de dados foi do tipo
survey com base longitudinal. Para se obter uma amostra significativa da população
estabeleceu-se uma margem de erro máximo de 4,12%, considerando um nível de confiança
de 95%. O questionário foi aplicado seguindo a estratificação da população por sexo e idade
através de dados do IBGE. Optou-se por realizar a pesquisa em parques por existir grandes
concentrações de pessoas com diferentes aspectos sociais, como faixa etária, sexo, estado
civil, nível de instrução e renda familiar. As perguntas realizadas no questionário foram em
relação ao conhecimento do entrevistado quanto à certificação da carne bovina, quanto aos
diversos tipos de certificação relacionando com a importância dada pelo consumidor. Estas
questões foram contrastadas com a renda familiar e o nível instrução. Os dados foram
analisados com o programa estatístico SAS® software, utilizando as programações PROC
FREQ, para estabelecer a frequência das diferentes variáveis e teste de quiquadrado utilizando
nível de significância de 5%, PROC CORRESP do conhecimento da certificação com nível de
renda, nível de instrução e sexo e local preferencial de compra da carne bovina e o PROC
CLUSTER para formar as árvores dos conglomerados das características de importância da
certificação com os diferentes níveis de rendas e de instrução. Não houve diferença estatística
(P&gt;0,05) para as variáveis sexo e idade em relação ao local de compra. Entretanto, os
consumidores com o nível de instrução médio, superior incompleto e superior completo e
maior renda familiar (P&lt;0,05) apresentaram preferência em comprar a carne bovina em
supermercados. A análise estatística multivariada de correspondência para o conhecimento da
certificação, local preferencial de compra e os fatores socioeconômicos indicou uma
tendência do consumidor do sexo masculino, com maior escolaridade e níveis elevados de
renda realizar a compra da carne bovina em supermercado/hipermercado. Com a mesma
análise, relacionou-se o conhecimento dos diferentes tipos de certificações - origem, orgânica,
qualidade, sanidade, marca, bem-estar e rastreabilidade - com as variáveis de renda familiar,
sexo e o nível de instrução, observou-se uma tendência dos consumidores do sexo feminino,
com baixa escolaridade e renda abaixo de R$3.000,00 não conhecerem os tipos de
certificação. Entretanto, há uma indicação do público masculino, com idade acima de 31 anos,
com maior escolaridade e renda acima de R$5.000,00 apresentar maior conhecimento sobre
essas variáveis, além de exigir a certificação na hora da compra. Foram construídas árvores de
clusters para a importância da certificação e para os tipos de certificação conhecidos em
relação a idade, nível de instrução e renda familiar dos consumidores observou-se para o
conhecimento dos tipos de certificação, uma semelhança para o perfil dos consumidores com
idade entre 21 a 50 anos, consumidores acima de 51 anos apresentaram perfil próximo,
contudo, consumidores com a idade abaixo de 20 anos apresentaram divergência com as
demais idades. Quanto ao nível de instrução, observou-se uma semelhança entre os
consumidores com ensino fundamental e médio, os consumidores com ensino superior 
completo e incompleto também apresentaram-se próximos, entretanto, os consumidores com
pós-graduação apresentaram um perfil diferenciado em relação aos demais graus de instrução.
Quanto ao nível de renda familiar, observou-se uma semelhança entre os consumidores com
renda de até R$3.000,00, todavia, os consumidores com rendas acima de R$3.001,00
apresentaram grande divergência com as demais rendas, formando um perfil específico entre
elas. Com isso, pode-se inferir que a relação entre os clusters é dependente de características
específicas dentro de cada cluster e, também, que o conhecimento dos tipos de certificação
pode variar dentro de cada cluster de acordo com a elevação da idade, do nível de instrução
ou da renda. O nível de instrução, renda familiar, idade e sexo são fatores que influenciam no
grau de conhecimento da certificação e sua importância, além de sua exigência na hora da
compra da carne bovina. Contudo, mais estudos devem ser realizados para um melhor
entendimento do perfil do consumidor e sua percepção quanto à importância da certificação
da carne bovina na cidade de Porto Alegre.
O presente trabalho é parte de um projeto maior entitulado “Rede de gestão da inovação
tecnológica aplicada à cadeia da carne bovina” no qual busca-se o desenvolvimento de uma
rede de difusão de conhecimento com objetivo de disseminar as inovações e técnicas
produtivas sustentáveis no agronegócio para que proporcionem vantagens competitivas e
desenvolvimento à cadeia da carne bovina brasileira. Para formação da rede de gestão da
inovação tecnológica do agronegócio, aplicada à cadeia da carne bovina, cinco etapas serão
desenvolvidas: Etapa I – Pesquisa e desenvolvimento de um sistema de informação; Etapa II –
Prospecção de cenários; Etapa III – Extensão e Formação de Recursos Humanos; Etapa IV –
Seleção e/ou elaboração de metodologias e Etapa V – Disseminação dos resultados. Este
trabalho está inserido na etapa I que tem por objetivo identificar padrões de mercado, listar os
principais stakeholders, definir e analisar os fatores chaves que influenciam no macro e no
micro ambiente do sistema agroindustrial, realizar análises conjunturais do comércio nacional
e internacional de carne bovina, identificar a necessidade de novas pesquisas de informação e
desenvolver um portal de informação, conhecimento e inovação. Um dos temas centrais de
discussão nessa etapa é traçar o perfil dos consumidores de carne bovina e avaliar suas
preferências. Inicialmente começamos o trabalho em Porto Alegre (RS), e por meio de
parcerias com outras universidades já obtemos dados do perfil do consumidor de carne bovina
de Belém (PA) e também de Arapongas (PR). Participei ativamente na coleta de dados na
cidade de Porto Alegre, realizando as entrevistas diretamente com as pessoas, também na
conferência do material coletado (verificando se a quantidade de questionários efetuados
atingia a meta estipulada para cada estrato de sexo e idade) e por fim auxiliei na digitação e
processamento dos dados.</description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>WAGNER SILVA WESSFLL</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2015-10-20T20:57:38Z</dc:date>
    <dc:type>Video</dc:type>
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  <item rdf:about="http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/perfil-da-expressao-de-microrna-no-autismo-classico-perspectivas-de-aplicacao-no-diagnostico-e-no-estudo-da-etiologia">
    <title>Perfil da expressão de microRNA no autismo clássico: perspectivas de aplicação no diagnóstico e no estudo da etiologia</title>
    <link>http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/perfil-da-expressao-de-microrna-no-autismo-classico-perspectivas-de-aplicacao-no-diagnostico-e-no-estudo-da-etiologia</link>
    <description>Os Transtornos do Espectro do Autismo (TEA), também denominado
simplesmente de autismo, têm atraído crescente atenção pública devido à sua
alta prevalência, elevado custo econômico e social e grande impacto aos
familiares. De acordo com o texto revisado do Manual Diagnóstico e Estatístico
de Transtornos Mentais (DSM-TR), o autismo é dividido em autismo clássico,
autismo não especificado e síndrome de Asperger. Estudos epidemiológicos
recentes nos Estados Unidos da América revelam a prevalência de um
diagnóstico de TEA para cada 88 crianças com desenvolvimento típico. Apesar
da grande variabilidade no quadro clínico, esses transtornos comprometem o
desenvolvimento através de três manifestações principais: alterações
qualitativas na interação social, alterações nas habilidades de comunicação e
presença de comportamentos e interesses estereotipados e repetitivos.
O autismo foi descrito pela primeira vez em 1943, pelo médico psiquiatra
Leo Kanner, e desde então se tem ampliado o número de estudos sobre o
TEA. Apesar disso, ainda não se conhece a etiologia e sua base molecular está
superficialmente compreendida. Mesmo depois de estabelecidas diversas
evidências de alterações neurológicas, genéticas e imunológicas relacionadas
ao transtorno, ainda não existe um marcador biológico definido. É justamente a
ausência desse marcador que torna muito difícil o estabelecimento de um
diagnóstico precoce. Como consequência, o início do tratamento
frequentemente é tardio, considerando que as primeiras manifestações dos
sintomas podem ser percebidas somente ao redor de três anos de idade,
concomitantemente com a possibilidade de realizar o diagnóstico.
Estudos epidemiológicos demonstram que para o desenvolvimento do
autismo, além da predisposição genética, é necessária a interação com fatores
ambientais. Assim, o autismo é caracterizado como um transtorno multifatorial,
sendo que alterações epigenéticas possivelmente estão relacionadas ao seu
desencadeamento. Nesse sentido é possível, por exemplo, detectar padrões
diferenciais de expressão de microRNA (miR) e do conteúdo de DNA nuclear
no autismo.
Os miR são sequências de aproximadamente 22 nucleotídeos de RNA
dupla fita não-codificante. Eles atuam na regulação da expressão de genes
específicos, geralmente inibindo a produção proteica por afetar a tradução e/ou
estabilidade do RNA mensageiro (RNAm) alvo. Essas moléculas
desempenham importantes papeis biológicos, estando associadas a muitas
funções do ciclo celular, expressão gênica neuronal e perfil sináptico. Padrões
alterados de expressão de miR têm sido correlacionados com várias patologias
de natureza multifatorial, incluindo o autismo.
O outro fator analisado, o DNA nuclear, consiste no conteúdo de DNA
livre circulante no sangue. A sua quantificação no soro é utilizada para avaliar
morte celular, que é proporcional à quantidade de DNA circulante. Em
situações de dano celular, quadros de doenças como o câncer e durante
processos inflamatórios há um aumento de DNA nuclear circulante.
Fundamentado nessas informações, os principais objetivos do presente
trabalho, exercido pelo grupo de pesquisa que participo, foram a quantificação
e comparação do padrão de expressão de 26 miR, em 8 crianças com autismo
clássico e 5 crianças com desenvolvimento típico, e a quantificação e
comparação do DNA nuclear em 19 crianças com autismo clássico e 17
crianças com desenvolvimento típico. Ambos os experimentos foram feitos
através da técnica da Reação em Cadeia da Polimerase (PCR) em tempo real,
através do sistema SYBR Green®
.
Para os miR, a análise estatística aplicada foi o Teste T para amostras
independentes, considerado significativo para p&lt;0,05. Verificou-se que 6 miR
apresentaram expressão alterada nos pacientes com autismo em relação ao
grupo controle. Um deles é o miR-34c, que mostrou expressão relativa
aumentada nos pacientes com autismo. O miR-34c apresenta atividade antiproliferativa
não associada com apoptose, sendo capaz de induzir a parada do
desenvolvimento celular quando super-expressado. Esse miR atua na inibição
do RNAm da proteína c-myc, que é o seu principal alvo. A c-myc está
relacionada com inúmeros mecanismos celulares, dentre eles proliferação,
diferenciação, renovação, metabolismo e ciclo celular, apoptose e
angiogênese. A expressão do gene C-MYC é indispensável durante o
desenvolvimento embrionário normal, e a sua desregulação é um dos principias
fatores relacionados a alterações em funções celulares.
Foi observada a redução da concentração de DNA nuclear no soro dos
pacientes com autismo. Nesse transtorno, o possível bloqueio da proteína cmyc
pela expressão aumentada do miR-34c reduziria a proliferação e a
atividade celular, mas aumentaria os níveis de sobrevivência. Com as células
morrendo menos, ocorreria um aumento no seu número e uma redução do
DNA nuclear circulante. Isso poderia justificar o maior número de células
encontrado em algumas regiões encefálicas dos pacientes com autismo, como
o córtex pré-frontal e amígdala.
Esses resultados são bastante promissores para os avanços nos
estudos dos mecanismos envolvidos no autismo. Uma próspera perspectiva de
aplicação dos mesmos está no desenvolvimento de exames diagnósticos e
tratamentos mais específicos para esse transtorno. Nesse sentido, o conjunto
dos 6 miR que estão alterados pode ser usado como ferramenta para contribuir
com o diagnóstico.
Este projeto, portanto, é inovador e tecnológico, pois pode resultar na
elaboração de um kit de diagnóstico precoce, visto que ainda não se tem
marcador clínico específico para o autismo. Inclusive já existe interesse
empresarial no desenvolvimento do kit, caso o mesmo seja validado. Assim,
além de contribuir para o diagnóstico precoce, esses miR alterados podem
servir como pistas para a compreensão da etiologia. Em função disso, novos
estudos serão desenvolvidos no laboratório para ampliar o número amostral e
buscar os alvos dos miR estudados.</description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>WAGNER SILVA WESSFLL</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2015-10-20T22:33:21Z</dc:date>
    <dc:type>Video</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/percursos-de-acessibilidade-cultural-casa-de-cultura-mario-quintana-uma-pesquisa-acao-inclusiva">
    <title>Percursos de acessibilidade cultural Casa de Cultura Mario Quintana : uma pesquisa-ação inclusiva</title>
    <link>http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/percursos-de-acessibilidade-cultural-casa-de-cultura-mario-quintana-uma-pesquisa-acao-inclusiva</link>
    <description>Este estudo discute a acessibilidade cultural e cidadã a partir de uma pesquisa-ação desenvolvida na Casa de Cultura Mario Quintana (CCMQ), em Porto Alegre. A pesquisa aborda as percepções de um grupo de pessoas com deficiências, físicas, visuais e auditivas interagindo com os diferentes ambientes desse espaço cultural de Porto Alegre, na tentativa de traçar percursos culturais possíveis ou não. Esse processo cultural investigativo é apresentado na forma de um documentário, através de uma metodologia de pesquisa-ação, além de trazer uma discussão sobre a existência de uma Cultura do Acesso. Isso significa dizer que, na medida em que as diferenças são vistas e inseridas no nosso cotidiano sociocultural, a acessibilidade perpassa uma questão de reivindicação ou uma prerrogativa de políticas públicas e se estabelece por meio de sensibilizações e percepções, através de demonstrações atitudinais de cidadãos que constroem o que se denomina de Cultura do Acesso.</description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>BEATRIZ HELENA PIRES DE SOUZA CESTARI</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2015-03-19T20:13:40Z</dc:date>
    <dc:type>Video</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/palestra-com-lea-campos-2">
    <title>Palestra com Lea Campos - 2</title>
    <link>http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/palestra-com-lea-campos-2</link>
    <description>Lea Campos (Asaléa de Campos Fornero Medina) em palestra realizada na Escola de Educação Física (ESEF) da UFRGS na qual narra sua trajetória na arbitragem de futebol. A apresentação de Lea foi realizada pela professora Silvana Goellner, coordenadora do GRECCO. Lea Campos foi apresentada por de Antônio Olavo dos Santos, organizador do Grenal de Praia realizado em Alântida do ano de 1973 e que foi arbitrado por Lea Campos.</description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>JANDREY DE MELLO LOPES</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2016-04-18T15:13:03Z</dc:date>
    <dc:type>Video</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/palestra-com-lea-campos-1">
    <title>Palestra com Lea Campos - 1</title>
    <link>http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/palestra-com-lea-campos-1</link>
    <description>Lea Campos (Asaléa de Campos Fornero Medina) em palestra realizada na Escola de Educação Física (ESEF) da UFRGS na qual narra sua trajetória na arbitragem de futebol. A apresentação de Lea foi realizada pela professora Silvana Goellner, coordenadora do GRECCO. Lea Campos foi apresentada por de Antônio Olavo dos Santos, organizador do Grenal de Praia realizado em Alântida do ano de 1973 e que foi arbitrado por Lea Campos.</description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>JANDREY DE MELLO LOPES</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2016-04-18T15:09:46Z</dc:date>
    <dc:type>Video</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/oxido-de-zinco-nanoestruturado-em-cimentos-endodonticos-a-base-de-metacrilato">
    <title>Óxido de zinco nanoestruturado em cimentos endodônticos a base de metacrilato</title>
    <link>http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/oxido-de-zinco-nanoestruturado-em-cimentos-endodonticos-a-base-de-metacrilato</link>
    <description>O tratamento endodôntico consiste na remoção da polpa dentária,
desinfecção dos canais radiculares e preenchimento dos mesmos com material
obturador. A obturação é responsável pelo selamento dos canais radiculares,
suprimindo espaços vazios no interior desses. Por isso, é uma fase essencial
para a manutenção da desinfecção, proporcionando saúde ao paciente. Os
cimentos endodônticos devem ser radiopacos, não ser solúveis aos líquidos
teciduais, ter escoamento adequado, não ser irritante ao organismo e ser
antimicrobiano. Dentre os cimentos existentes, os resinosos apresentam
melhores propriedades por serem constituídos de uma matriz resinosa
polimerizável e terem a presença de cargas inorgânicas. As cargas inorgânicas
são capazes de aferir ao material propriedades como radiopacidade, resistência
e melhor reologia. A carga inorgânica mais utilizada para cimentos endodônticos
é o óxido de zinco por apresentar biocompatibilidade, radiopacidade e
capacidade antimicrobiana. Além disso, o metal desse composto é de fácil
disponibilidade, tendo baixo preço e bom custo benefício. Visando aprimorar
características como as antimicrobianas, utilizou-se partículas de ZnO em
dimensões nanométricas. Entretanto, ainda não existe cimento resinoso
comercial com ZnO como carga inorgânica. O ZnO obtido apresenta
nanoestruturas com ramificações com média de diâmetro de 40 nm e área
superficial de 16 m²/g por partícula. Quando incorporado à matriz resinosa em
até 30% em peso, os cimentos apresentaram propriedades como radiopacidade,
sorção de água, solubilidade e grau de conversão compatíveis com os materiais
comerciais. A incorporação de ZnO à matriz resinosa não inibiu sua capacidade
antimicrobiana contra o e. faecalis, principal microrganismo presente nas lesões
endodônticas. Além disso, pode-se observar a penetração do cimento no tecido
radicular dentinário, mostrando que este efeito antimicrobiano pode ser
potencializado devido às propriedades reológicas obtidas. Portanto, foi
desenvolvido um material odontológico com propriedades físicas e químicas
satisfatórias, atingindo os principais requisitos dos cimentos endodônticos. Além
disso, o óxido utilizado nesse estudo como carga para formulação de um eficaz
cimento endodôntico tem aplicabilidade nas mais diversas áreas da tecnologia,
com importante desempenho econômico.</description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>WAGNER SILVA WESSFLL</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2015-08-26T20:48:50Z</dc:date>
    <dc:type>Video</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/otimizacao-do-cultivo-de-celulas-tronco-mesenquimais-para-uso-clinico">
    <title>Otimização do cultivo de células-tronco mesenquimais para uso clínico</title>
    <link>http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/otimizacao-do-cultivo-de-celulas-tronco-mesenquimais-para-uso-clinico</link>
    <description>Introdução: Estudos com células-tronco mesenquimais (CTM) demonstram seus benefícios
em diversas situações na área de hematologia, principalmente para doença do enxerto contra o
hospedeiro. As CTMs são normalmente expandidas em meio suplementado com Soro Fetal
Bovino (SFB), contudo a OMS publicou um memorando alertando sobre o risco de
xenorreação. Por esse motivo tem se explorado a utilização de um suplemento de origem
humana, o lisado de plaquetas (LP). O número ideal de células necessárias para a terapia
ainda não está bem definido, mas há a indicação de se usar 2x106
células/Kg. Há a necessidade
de padronizar a melhor maneira de cultivo dessas células, em um tempo curto de cultivo, mas
com um alto número de células. Outro fator importante é a opção de usar células do mesmo
doador de células-tronco hematopoéticas (CTH), para diminuir a chance de transmissão de
vírus, visto que o receptor receberia células apenas de um doador, com isso usamos células
retiradas do filtro e bolsa utilizados no transplante de CTH. Objetivos: determinar a
superioridade ou a não inferioridade do lisado de plaquetas humanas como fator de expansão
de CTM, determinar a concentração ideal de plaqueamento e dias entre cada passagem.
Verificar se as células retiradas do filtro e bolsa do transplante de células tronco
hematopoéticas podem ser usadas em grau clínico. Materiais e Métodos: As células nucleadas
foram retiradas dos filtros e bolsas utilizadas no transplante de CTH e após a primeira
passagem foram cultivadas em diferentes concentrações (2000/cm2
, 3000/cm2
, 4000/cm2
,
5000/cm2
, 6000/cm2 e 7000/cm2
) com 10% de SFB e 10% de LP, até a cultura atingir 80% de
confluência. Também foram plaqueadas células, na mesma concentração, com 10% de SFB e
10% de LP e após sete dias foram tripsinizadas e contadas, para analisar o quanto elas
cresceram nesse período de tempo. Realizamos cultivos para ver a expansão de CTM obtidas
do filtro e bolsa do transplante de CTH é viável para uso clínico. Resultados: A proliferação
das CTM em presença de LP e de SFB foi em média de 11,88 e 2,5 vezes, respectivamente,
em um período de 7 dias (p=0,05). A maior concentração de plaqueamento, usando LP, levou
menos tempo (6 dias) para atingir a confluência quando comparado com as três menores (7,55
a 8,55 dias) (p=0.005). No crescimento de células obtidas do filtro e bolsa do TCH obtivemos
de 10x109
 a 10 x 1011células. Conclusão: Este estudo sugere que o LP é um suplemento de
melhor escolha na produção de CTM e que é possível obter um número de células suficientes
para o tratamento de um paciente com 70kg a partir do resíduo de células obtidos dos filtros e
bolsas utilizadas no TCH.</description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>WAGNER SILVA WESSFLL</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2015-10-15T21:24:33Z</dc:date>
    <dc:type>Video</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/otimizacao-da-expressao-da-proteina-acessoria-uref-de-soja-glycine-max">
    <title>Otimização da expressão da proteína acessória UreF de soja (Glycine max)</title>
    <link>http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/otimizacao-da-expressao-da-proteina-acessoria-uref-de-soja-glycine-max</link>
    <description>O vídeo iniciará com uma breve introdução sobre o crescimento das plantas, falando da
importância do nitrogênio e de suas fontes, ressaltando a ureia e a enzima urease, que
catalisa sua reação de degradação. Será mostrada a via de ativação da urease em soja
(Glycine max), mostrando as proteínas acessórias envolvidas (UreD, UreF e UreG) e, ao
final, pondo em foco a UreF. Na sequência, serão mostrados os procedimentos realizados
para otimizar a produção de UreF de G. max em sistema recombinante, com o objetivo de
obtê-la em quantidade suficiente para realizar sua caracterização bioquímica e estrutural.
Para tanto, células de Escherichia coli da linhagem Rosetta2(DE3) foram transformadas
com o vetor de expressão pET15b contendo o cDNA de UreF. As células recombinantes
foram selecionadas por PCR, utilizando primers específicos para o gene de interesse. Estas
células foram então utilizadas para a expressão da proteína recombinante. Diferentes
temperaturas foram utilizadas para a expressão da proteína com IPTG como indutor.
Alíquotas da cultura foram coletadas em diferentes intervalos de tempo, para posterior
análise da expressão da proteína recombinante por SDS-PAGE. Estas análises estão em
andamento. As culturas overnight foram utilizadas para purificação da proteína, através de
cromatografia de afinidade por Ni2+. Como descrito para proteínas UreF de outros
organismos, UreF de soja apresenta-se insolúvel em condições de superexpressão e, por
isso, estratégias alternativas de purificação foram aplicadas. O lisado celular foi preparado
na presença de 8 M de ureia e, durante a cromatografia, um gradiente decrescente de ureia
foi utilizado para lavagem da coluna. Este processo visa a renaturação da proteína durante a
cromatografia. A proteína, livre de ureia e renaturada, foi eluída com tampão contendo
imidazol e analisada por SDS-PAGE. As melhores condições de expressão ainda estão
sendo analisadas; no entanto, através do protocolo de purificação empregado neste trabalho,
foi possível obter a proteína UreF intacta em sua forma solúvel, fato até então não obtido
para este tipo de proteína. Uma vez analisadas as condições de temperatura e tempo de
indução, outros fatores visando à otimização da expressão serão testados.</description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>WAGNER SILVA WESSFLL</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2015-10-16T21:53:29Z</dc:date>
    <dc:type>Video</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/os-estudantes-indigenas-em-cena-a-memoria-coletiva-sobre-a-inclusao-na-universidade-ttttt">
    <title>Os estudantes indígenas em cena : a memória coletiva sobre a inclusão na universidade</title>
    <link>http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/os-estudantes-indigenas-em-cena-a-memoria-coletiva-sobre-a-inclusao-na-universidade-ttttt</link>
    <description>Esta dissertação trata de uma pesquisa-ação que tem como objetivo geral desvelar a memória coletiva dos estudantes indígenas no processo de inclusão no ensino superior, no que se refere ao acesso e à permanência deles na Casa do Estudante Universitário – CEU, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul – UFRGS, no período de 2008 a 2013, para intervir na realidade acadêmica. Os objetivos específicos são os de conhecer o perfil dos estudantes indígenas para a caracterização e o reconhecimento das origens, da situação familiar e dos cursos em formação; sensibilizar a comunidade estudantil para participar do processo de investigação, a fim de envolvê-la na reflexão sobre a inclusão dos estudantes indígenas no ensino superior e na construção de mudanças para a garantia do acesso e da permanência desses estudantes na UFRGS; conhecer as experiências cotidianas vivenciadas por eles na interação com a comunidade universitária, para identificar os limites e as possibilidades do acesso e da permanência deles na UFRGS; construir coletivamente um vídeo da memória coletiva sobre a importância da inclusão, do acesso e da permanência desses estudantes na comunidade universitária para incidir na realidade acadêmica. Como procedimentos metodológicos, destacamos a revisão teórica realizada sobre a temática e as categorias memória coletiva, ações afirmativas, diversidade cultural, ensino superior, inclusão social e minorias étnicas. O desenvolvimento da pesquisa-ação consistiu em 04 (quatro) principais fases: fase exploratória (diagnóstico), fase principal (planejamento), fase ação (seminário e filmagens) e fase de avaliação (análise dos resultados e produção do vídeo). Participaram da pesquisa 6 (seis) estudantes indígenas da UFGRS que, coletivamente, produziram um vídeo o qual desvela as memórias guardadas acerca do processo de inclusão na UFRGS, os limites e as possibilidades do cotidiano acadêmico, as questões referentes ao acesso e à permanência deles na universidade, bem como as mudanças que propõem. A pesquisa se constituiu em uma importante estratégia para a implementação de mudanças no âmbito acadêmico no que diz respeito ao acesso e à permanência dos estudantes indígenas na UFRGS.</description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>BEATRIZ HELENA PIRES DE SOUZA CESTARI</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2015-03-18T20:06:59Z</dc:date>
    <dc:type>Video</dc:type>
  </item>




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