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  <title>Lume</title>
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            These are the search results for the query, showing results 121 to 135.
        
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  <item rdf:about="http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/serie-docentes-episodio-1-ser-professor-ttttt">
    <title>Série Docentes: Episódio 1 - Ser Professor</title>
    <link>http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/serie-docentes-episodio-1-ser-professor-ttttt</link>
    <description>A série apresenta um conjunto de 4 episódios em vídeo de 30' cada, com depoimentos de professores da Educação Básica sobre as experiências relacionadas com a prática docente. Cada episódio trata de um tema específico, que são: ser professor; relação professor-aluno; relação com a instituição escolar e a relação com o sistema de ensino.</description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>ANDRE ROLIM BEHR</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2016-04-05T13:39:13Z</dc:date>
    <dc:type>Video</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/serie-ciencias-basicas-da-saude-vetores-de-doencas-mosquito-palha">
    <title>Série Ciências Básicas da Saúde: Vetores de Doenças - Mosquito Palha</title>
    <link>http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/serie-ciencias-basicas-da-saude-vetores-de-doencas-mosquito-palha</link>
    <description>Esta animação apresenta o ciclo biológico do mosquito palha (Lutzomyia sp.), vetor das diferentes formas de leishmaniose. Ao executar a animação, você acessará os objetos que apresentam o ciclo da Leishmania sp. no homem e no próprio mosquito palha, bem como o processo inflamatório decorrente da infecção por este protozoário.</description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>RAFAEL DE OLIVEIRA CARVALHO</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2015-09-30T19:21:01Z</dc:date>
    <dc:type>Video</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/serie-ciencias-basicas-da-saude-resposta-humoral">
    <title>Série Ciências Básicas da Saúde - Resposta Humoral</title>
    <link>http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/serie-ciencias-basicas-da-saude-resposta-humoral</link>
    <description>Esta animação mostra os principais aspectos moleculares, celulares e teciduais associados à ativação de linfócitos B, secreção de anticorpos e mecanismos de eliminação de antígenos mediados pelo anticorpo, usando como exemplo uma infecção com o protozoário causador da leishmaniose.</description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>João Henrique Corrêa Kanan</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2015-09-16T17:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Video</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/seguranca-e-qualidade-na-atencao">
    <title>Segurança e qualidade na atenção</title>
    <link>http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/seguranca-e-qualidade-na-atencao</link>
    <description>Os ambientes de cuidado apresentados nos vídeos procuram contextualizar as metas internacionais de segurança do paciente intra e extra-hospitalar, tema transversal relevante na formação em saúde. Demonstra a avaliação do paciente para a classificação de risco em um serviço de saúde.</description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>JANDREY DE MELLO LOPES</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2019-12-26T16:31:02Z</dc:date>
    <dc:type>Video</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/secretario-nacional-do-ministerio-do-esporte-fala-sobre-o-programa-segundo-tempo">
    <title>Secretário Nacional do Ministério do Esporte fala sobre o Programa Segundo Tempo</title>
    <link>http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/secretario-nacional-do-ministerio-do-esporte-fala-sobre-o-programa-segundo-tempo</link>
    <description>Depoimento do Secretário Nacional de Esportes Educativos, Júlio Filgueira, realizado no dia 01/09/2009, no evento de distribuição das camisetas aos participantes do programa na cidade de Brusque.</description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>JANDREY DE MELLO LOPES</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2016-02-19T14:35:19Z</dc:date>
    <dc:type>Video</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/secretario-de-esporte-educacional-fala-sobre-edital-do-segundo-tempo">
    <title>Secretário de Esporte Educacional fala sobre edital do Segundo Tempo</title>
    <link>http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/secretario-de-esporte-educacional-fala-sobre-edital-do-segundo-tempo</link>
    <description>Está em andamento a chamada pública para escolher os próximos convênios do programa Segundo Tempo, do Ministério do Esporte. Até 12 de agosto de 2011 podem se inscrever órgãos da administração pública, direta e indireta, e entidades privadas sem fins lucrativos.</description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>JANDREY DE MELLO LOPES</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2016-03-03T16:54:24Z</dc:date>
    <dc:type>Video</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/scalaweb-promovendo-a-comunicacao-de-criancas-com-autismo-um-sistema-de-comunicacao-alternativa-on-line">
    <title>SCALAweb PROMOVENDO A COMUNICAÇÃO DE CRIANÇAS COM AUTISMO : um sistema de comunicação alternativa on-line</title>
    <link>http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/scalaweb-promovendo-a-comunicacao-de-criancas-com-autismo-um-sistema-de-comunicacao-alternativa-on-line</link>
    <description>O uso de tecnologias informatizadas para o desenvolvimento e letramento de crianças
com autismo tem mostrado bons resultados. O projeto Scala (Sistema de
Comunicação Alternativa para Letramento de Sujeitos com Autismo) visa suprir esta demanda
social com um
aplicativo desenvolvido especialmente para este público-alvo. O sistema, primeiramente
desenvolvido para dispositivos móveis está em fase de desenvolvimento na interface web. O
módulo web foi projetado nos moldes do seu antecessor e conta com ferramentas de interação
visual e auditiva para utilização com uma criança com autismo. Em uma interface
extremamente
amigável e intuitiva, a criança tem a possibilidade de criar diversas situações, utilizando cerca
de quatro mil imagens e um sintetizador de voz, para se comunicar com eficiência. Cada
situação criada pode ser salva e acessada por outras pessoas usuárias do software. Além de
utilizar as imagens disponíveis, as crianças podem também adicionar suas próprias imagens,
editar legendas, layouts, e guardar as situações criadas no ambiente. A possibilidade de
interação com o software e o compartilhamento de ideias com outras pessoas é benéfico à
criança pois incentiva a criação e compreensão de informações. O módulo web do aplicativo
foi planejado com base nos resultados obtidos pelo módulo portátil em teste com um grupo de
crianças, e através de reuniões da
equipe do projeto Scala. A acessibilidade e a usabilidade foram sempre visadas para garantir
que um maior número de usuários tenham acesso e facilidade ao utilizar o software. O
desenvolvimento acontece num processo em espiral, no qual cada elemento é verificada pela
equipe, testada com usuários e retorna para aperfeiçoar o desenvolvimento de forma a decidir
o melhor caminho a ser seguido. O sistema é composto por 3 módulos: prancha, história e
comunicação livre. O módulo prancha encontra-se em teste por usuários finais (professores e
alunos de escolas públicas) enquanto os outros módulos encontram-se em processo de
desenvolvimento.</description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>WAGNER SILVA WESSFLL</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2015-10-16T22:21:38Z</dc:date>
    <dc:type>Video</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/scala-sistema-de-comunicacao-alternativa-para-letramento-de-pessoas-com-autismo">
    <title>SCALA: SISTEMA DE COMUNICAÇÃO ALTERNATIVA PARA LETRAMENTO DE PESSOAS COM AUTISMO</title>
    <link>http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/scala-sistema-de-comunicacao-alternativa-para-letramento-de-pessoas-com-autismo</link>
    <description>O presente trabalho faz parte das atividades realizadas no desenvolvimento do
software SCALA. Este foi construído com um sistema de gerenciamento de símbolos
pictóricos e auditivos que permite a configuração e a escalabilidade do mesmo. Foi
concebido sob as licenças GNU para desenvolvimento e a Creative Commons para
garantir seu conteúdo aberto, com pretensão de atender a padrões de usabilidade e
acessibilidade na versão desktop. Através do software é possível a elaboração de
pranchas de comunicação que auxiliem no letramento de sujeitos com autismo.
Para que seja possível um melhor entendimento sobre o projeto descreve-se a seguir, de
forma reduzida os objetivos e conceitos referenciais mais importantes que o compõem.
O projeto tem o intuito de contribuir tanto no desenvolvimento de tecnologias assistivas,
como também com soluções tecnológicas e metodológicas não somente para o autismo,
mas para outros casos que envolvam déficits no letramento. Desta forma
desenvolvimento deste projeto tem um impacto inovador, tanto na temática (autismo e
letramento) como do ponto de vista tecnológico dos software existentes disponíveis de
forma gratuita e livre.
Com relação ao autismo trata-se de uma das síndromes que compõem os Transtornos
Globais do Desenvolvimento (TGD). Caracteriza-se, por anomalias na área da
comunicação e linguagem. O letramento refere-se à participação em práticas culturais
que envolvem a linguagem. Levando em conta o papel fundamental que a linguagem
tem para o desenvolvimento humano, os sistemas de comunicação alternativa efetivamse
como recursos de importância essencial em pessoas que apresentam algum déficit na
comunicação para a promoção de seu desenvolvimento. Considerando que pessoas com
autismo apresentam dificuldades na interação e comunicação, as habilidades de
comunicação são fundamentais e para seu desenvolvimento o uso de
ferramentas/sistema de Comunicação Alternativa e Aumentativa (CAA) permitem
promover a não somente a comunicação oral, mas também a escrita, de forma que se
constitua um instrumento de mediação para o letramento foco do presente projeto.
O desenvolvimento do software foi realizado por etapas contemplando
projeto/modelagem, layout e programação. O detalhamento das atividades do bolsista
serão descritas e apresentadas no vídeo. Foram desenvolvidas rotinas e programas
atendendo os critérios de modelagem. Em seguida, iniciou-se a parte de programação
propriamente dita com a linguagem Java para o desenvolvimento de cada parte da
programação que incluía o banco de imagens disponíveis no menu lateral direito, as
quais são distribuídas em diferentes categorias, cartões de comunicação que contam
com recursos de editar legenda, gravar áudio, ouvir legenda. Abaixo na tela, no menu
inferior, foram desenvolvidas as funções do sistema, sendo elas abrir prancha, salvar
prancha,importar imagem, exportar prancha como imagem, imprimir
prancha,modificar layout(há quatro tipos diferentes de layout para a distribuição dos
cartões na prancha),limpar prancha(ou seja, retirar todos os cartões de uma única vez da
tela principal) e ajuda, a qual contém tutoriais com demonstrações passo a passo sobre o
uso do sistema. . Também foram criadas rotinas para implementação do som, através do
executável integrado do E-speak(sintetizador de som). Ao longo do desenvolvimento,
testes de usabilidade e aplicação com usuário foram realizados e os problemas
identificados foram corrigidos para o funcionamento correto do software.</description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>WAGNER SILVA WESSFLL</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2015-11-04T23:22:28Z</dc:date>
    <dc:type>Video</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/scala-2013-web-e-android-nos-modulos-prancha-e-narrativas-visuais">
    <title>Scala – Web e Android, nos módulos prancha e narrativas visuais</title>
    <link>http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/scala-2013-web-e-android-nos-modulos-prancha-e-narrativas-visuais</link>
    <description>O presente resumo é um recorte do projeto SCALA (Sistema de Comunicação Alternativa para
letramento de pessoas com Autismo) que tem como objetivo apoiar sujeitos com déficits de
comunicação oral na promoção do desenvolvimento comunicacional, inclusão educacional e
social, com vistas ao seu letramento. Para tal, foi desenvolvido inicialmente, na plataforma web,
no módulo prancha. Neste resumo apresenta-se o desenvolvimento do módulo narrativas visuais,
e de ambos os módulos na plataforma Tablet/Android.
O aplicativo desenvolvido ambiente web, possui a linguagem de programação em servidor PHP5
e linguagem de modelagem de bancos de dados SQL. A Linguagem utilizada para a programação
em navegadores foi o Javascript. A versão dispositivo móvel na plataforma Android 3.0, com
foco em Tablets de 7 polegadas ou mais (resolução de vídeo de 600x1024). Pela intenção de
gratuidade e desejo de “código aberto”, optou-se por utilizar licença GNU e para o
desenvolvimento a Creative Commons. Os pictogramas utilizados no sistema foram, em sua
maioria, desenvolvidos pelo grupo ARASAAC. Com a utilização destas imagens e de imagens
próprias, o Sistema Scala conta com mais de 4000 (quatro mil), que foram traduzidas para o
português.
No tocante a metodologia, a base epistemológica do sistema SCALA é sócio-histórica, tanto na
concepção como no desenvolvimento e aplicação, isso implica numa reorganização conceitual do
processo de desenvolvimento de software conhecido como Design Centrado no Usuário (DCU)
para um Desenvolvimento Centrado em Contextos de Uso (DCC) que ultrapassa a análise
somente da interação sujeito-objeto e foca em processos de interação sujeito-objeto-sujeito, na
qual o objeto se estabelece como instrumento de mediação1
.
Inicialmente foi construído um banco de dados, armazenado em um servidor com as imagens
disponíveis para uso da tecnologia. E, seguida, foi desenvolvida a engenharia de software com o
intuito de contemplar ambos os módulos. Os requisitos do sistema foram detalhadamente
descritos e contemplaram as especificações e as funcionalidades do sistema. Para cada módulo,
foram desenvolvidos diagramas de casos de uso. O desing da interface foi cuidadosamente
elaborado para atingir o público-alvo, com formas simples, com poucos detalhes, de forma
amigável e intuitiva, direcionada ao público infantil.
Os módulos compartilham funcionalidades e o módulo narrativas visuais agrega algumas
funcionalidades a mais, as comuns aos dois módulos: abrir, salvar, desfazer, importar,exportar,
layout, limpar, enviar, visualizar/reproduzir e ajuda. As imagens estão divididas nas categorias:
Pessoas, Objetos, Natureza, Ações, Alimentos, Sentimentos e Qualidades. O usuário também tem
a opção de inserir imagens próprias no sistema. O módulo narrativas visuais é para construção de
histórias, possui funcionalidades específicas: sobreposição, aumento ou diminuição de tamanho,
inversão, exclusão, cor de fundo ou cenário. Há uma categoria extra: balões de conversação,
possibilita escrever a história ou gravá-la.
Durante todo o processo de desenvolvimento, testes foram sendo feitos pela equipe do Scala,
juntamente com as crianças, para identificar pontos a serem melhorados e repensados. Também
ocorreram três formações de professores, que avaliaram a tecnologia do SCALA. Com tais testes
foi possível construir uma boa relação do software com os usuários e adequá-lo aos contextos de
uso, de forma a ampliar a facilidade de utilização do sistema.
</description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>WAGNER SILVA WESSFLL</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2015-08-21T20:07:01Z</dc:date>
    <dc:type>Video</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/rock-my-art-ou-o-novo-esteticismo-de-porque-choras-ou-o-dia-em-que-eduk-entrou-para-a-historia-da-arte-ttttt">
    <title>Rock my art : ou O novo esteticismo de Porquê choras? ou O dia em que Eduk entrou para a história da arte</title>
    <link>http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/rock-my-art-ou-o-novo-esteticismo-de-porque-choras-ou-o-dia-em-que-eduk-entrou-para-a-historia-da-arte-ttttt</link>
    <description>A partir do estudo de um caso específico – a performance Porquê Choras?, de Rogério Nazari e Telmo Lanes, ocorrida em 14 de agosto de 1985, em Porto Alegre, e que contou com a participação do grupo de rock Defalla – este trabalho busca narrar uma História (Roqueira) da Arte, apontando momentos no século XX em que o campo das artes visuais foi cruzado com o da cultura popular massiva representada pelo rock. Em paralelo, esta pesquisa também propõe reflexões acerca do fazer da própria história da arte e das maneiras de produção da chamada pós-crítica.</description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>BEATRIZ HELENA PIRES DE SOUZA CESTARI</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2015-03-20T13:15:46Z</dc:date>
    <dc:type>Video</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/robotica-educacional-como-cenario-investigativo-nas-aulas-de-matematica">
    <title>Robótica educacional como cenário investigativo nas aulas de matemática</title>
    <link>http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/robotica-educacional-como-cenario-investigativo-nas-aulas-de-matematica</link>
    <description>Neste estudo apresento minha experiência com robótica nas aulas de Matemática da EMEF José Mariano Beck, desenvolvida durante os anos de 2007 e 2008. Ofereço um panorama da robótica na sociedade atual e caracterizo os termos robô, robótica e robótica educacional utilizados nesta pesquisa. Considero o estudo da robótica pedagógica e as implicações da utilização deste recurso, principalmente na mudança de concepção do papel do professor e do aluno nas aulas de matemática. Situo este trabalho na abordagem teórico-prática proposta por Ole Skovsmose, cujos cenários para investigação são pensados em paralelo com a sala de aula tradicional. O estudo se encerra com algumas relações entre a robótica e conceitos matemáticos explorados através de atividades práticas, além do relato de algumas repercussões desta experiência desenvolvida com a robótica nas minhas aulas de matemática. Também são pensadas algumas possibilidades futuras e o leitor deste trabalho é convidado a experimentar a robótica como um possível recurso didático e a construir seu próprio roteiro de experiências.</description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>BEATRIZ HELENA PIRES DE SOUZA CESTARI</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2015-03-23T19:41:35Z</dc:date>
    <dc:type>Video</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/revestimento-nanoceramico-como-substituicao-a-cromatizacao-e-a-fosfatizacao">
    <title>Revestimento Nanocerâmico Como Substituição a Cromatização e a Fosfatização</title>
    <link>http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/revestimento-nanoceramico-como-substituicao-a-cromatizacao-e-a-fosfatizacao</link>
    <description>Com o desenvolvimento da ciência, e a constante preocupação com a
preservação do meio ambiente, métodos antigos estão sendo substituídos por
novas tecnologias mais limpas e de menor impacto ambiental. Nessa linha
encontra-se o uso de cromo hexavalente, prejudicial à saúde humana, além de
contaminar leitos e rios por ser solúvel em água e a fosfatização que é
responsável pela eutrofização das mesmas. Novos processos sustentáveis têm
sido estudados para reduzir os impactos ambientais causados por esses
tratamentos, dentre os quais podemos citar os revestimentos chamados de
nanocerâmicos, por formarem camadas nano estruturadas com óxido de
zircônio na superfície do substrato. Vários parâmetros influenciam na formação
da camada (substrato, pH, concentração, tempo). O trabalho teve como
objetivo o estudo da influência dos parâmetros no desempenho contra a
corrosão do revestimento formado pelas camadas de conversão obtidas a base
de ácido hexafluorzircônio em aço galvanizado. O comportamento
eletroquímico foi analisado através dos ensaios de potencial de circuito aberto,
espectroscopia de impedância eletroquímica e polarização potenciodinâmica.
Também foram realizados ensaios de avaliação anticorrosiva com aplicação de
um revestimento final (tinta comercial) sobre a camada de conversão para
avaliar o efeito do pré-tratamento quanto à resistência à corrosão. A partir dos
ensaios realizados e comparativamente aos processos tradicionais chega-se a
parâmetros que foram considerados ideais e com melhor desempenho. Com
isso obtém-se um pré-tratamento capaz de fazer frente a processos
convencionais de cromatização e fosfatização.
Quando se avalia o desempenho do revestimento nano cerâmico frente a
outros processos tradicionais, percebe-se o quão promissor é este
revestimento de conversão, com base nos resultados obtidos foi possível
constatar que revestimentos nanocerâmicos apresentaram resultados
interessantes, de modo à num futuro próximo vir a substituir pré-tratamentos
comerciais com eficiência e de modo ambientalmente correto. </description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>WAGNER SILVA WESSFLL</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2015-08-21T19:15:11Z</dc:date>
    <dc:type>Video</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/reuniao-da-equipe-gestora-e-das-equipes-colaboradoras-da-regiao-nordeste-2013">
    <title>Reunião da Equipe Gestora e das Equipes Colaboradoras da Região Nordeste (2013)</title>
    <link>http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/reuniao-da-equipe-gestora-e-das-equipes-colaboradoras-da-regiao-nordeste-2013</link>
    <description>Vídeo de boas vindas da Reunião da Equipe Gestora e das Equipes Colaboradoras da Região Nordeste (2013) - Boas vindas, exibindo imagens, músicas, logo do Programa Segundo Tempo (PST) e atividades realizadas pelas Equipes Colaboradoras da região nordeste do PST. O vídeo foi produzido e desenvolvido pela Equipe Colaboradora 06 do PST (Bahia).</description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>JANDREY DE MELLO LOPES</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2016-03-10T16:29:29Z</dc:date>
    <dc:type>Video</dc:type>
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  <item rdf:about="http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/resposta-do-arroz-irrigado-a-niveis-de-adubacao-em-experimento-de-longa-duracao">
    <title>RESPOSTA DO ARROZ IRRIGADO A NÍVEIS DE ADUBAÇÃO EM EXPERIMENTO DE LONGA DURAÇÃO</title>
    <link>http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/resposta-do-arroz-irrigado-a-niveis-de-adubacao-em-experimento-de-longa-duracao</link>
    <description>A lavoura de arroz irrigado é uma das principais culturas do Rio Grande do Sul. Atualmente, a área
cultivada gira em torno de 1,1 milhão de ha, com uma produção anual de 7,7 milhões de toneladas de
arroz. Com o recente advento de projetos de geração e transferência de tecnologia, como o PROJETO 10
do IRGA, o produtor teve acesso a um conjunto de práticas que permitiram um aumento de produtividade
na casa de 2,0 Mg ha-1
, em menos de 10 anos, alcançando a média de 7,4 Mg ha-1
de arroz na safra
2011/12. Dentre essas práticas, o manejo correto da irrigação, da época de semeadura e da adubação se
destacam. Desta forma, este trabalho, este trabalho, que está sendo realizado por oito anos consecutivos
na mesma área, tem por objetivo avaliar a resposta do arroz irrigado a diferentes níveis de adubação e seu
efeito em atributos químicos de solo, ao longo do tempo. O experimento foi iniciado na Safra 2004/5 e
conduzido na Estação Experimental do Arroz (EEA) do Instituto RioGrandense do Arroz (IRGA) em
Cachoeirinha do Sul-RS. A análise de solo, amostrada em fevereiro/2012, indicou os seguintes valores:
teor de argila 18%; pH (água), 5,2; P e K disponíveis (Mehlich 1), 13,4 e 43 mg dm-3
, respectivamente;
Ca, Mg e Al trocáveis (KCl 1,0 mol L-1
), 2,3, 0,8 e 0,5 cmolc L
-1
, respectivamente; CTCpH 7,0, 8,1 cmolc L
-
1
e matéria orgânica, 14 g kg
-1
. As parcelas vêm recebendo continuamente os mesmos tratamentos de
adubação, desde a primeira safra (2004/05). Os mesmos são em referência às expectativas de resposta à
adubação, conforme as recomendações técnicas (SOSBAI, 2010), e são: 1. Testemunha (sem adubação);
2. Resposta Baixa; 3. Resposta Média; 4. Resposta Alta; e 5. Reposta Muito alta, à adubação. Na safra
2011/12, a semeadura foi realizada no dia 31/10/2011, com a variedade Puita INTA CL e com o restante
das práticas seguindo as Recomendações Técnicas para a Cultura do Arroz Irrigado (SOSBAI, 2010). O
delineamento experimental é de blocos casualisados, com três repetições. Os dados de análise do solo
foram submetidos à análise de variância (ANOVA), as médias foram comparadas pelo teste de Tukey
(p/0,05); e os rendimentos de grãos foram submetidos à análise de regressão. Não houve incremento na
fertilidade inicial do solo ao longo dos anos em nenhum dos tratamentos, e sim, um decréscimo nos teores
de fósforo e potássio disponíveis. Mesmo que o teor de nitrogênio na folha bandeira não tenha sido
afetado, rendimento de grãos de arroz aumentou com o nível de adubação (R2
= 0,96), atingindo em torno
de 10 Mg ha-1
no maior nível de adubação, com um acréscimo de 4,0 Mg ha-1
em relação á testemunha.
Como conclusão, pode-se afirmar que a despeito das quantidades de adubos anualmente adicionadas ao
solo, o aumento de produtividade continua a ocorrer de forma significativa, mesmo após longo período de
exploração intensiva, ocorrendo, entretanto, perdas expressivas de fósforo e, especialmente de potássio,
no solo.</description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>WAGNER SILVA WESSFLL</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2015-10-15T21:26:31Z</dc:date>
    <dc:type>Video</dc:type>
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  <item rdf:about="http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/resolucao-de-circuitos-ca-numeros-complexos">
    <title>Resolução de Circuitos CA - Números Complexos</title>
    <link>http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/resolucao-de-circuitos-ca-numeros-complexos</link>
    <description>Vídeo de 8 min apresenta: a) como representar correntes e tensões alternadas como números complexos; b) como resolver circuitos de corrente alternada utilizando números complexos; c) uso do wxMaxima para resolução de sistemas de equações com números complexos.</description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>JANDREY DE MELLO LOPES</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2020-08-10T17:29:02Z</dc:date>
    <dc:type>Video</dc:type>
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