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  <title>Lume</title>
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            These are the search results for the query, showing results 1001 to 1015.
        
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  <item rdf:about="http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/pesca-artesanal-em-santa-catarina-evolucao-e-diferenciacao-dos-pescadores-da-praia-da-pinheira">
    <title>Pesca artesanal em Santa Catarina : evolução e diferenciação dos pescadores da Praia da Pinheira </title>
    <link>http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/pesca-artesanal-em-santa-catarina-evolucao-e-diferenciacao-dos-pescadores-da-praia-da-pinheira</link>
    <description>A pesca artesanal tem significativa importância para o Estado de Santa Catarina, onde existem cerca de 25 mil pescadores artesanais em atividade, os quais são responsáveis por 30% da produção catarinense de pescado. Entretanto, verifica-se a existência de problemas em relação à atividade, como a dificuldade de manutenção das colônias de pescadores, a concorrência da pesca industrial, a poluição, dentre outros. Para estudar esse processo, a área delimitada é a Praia da Pinheira, no município de Palhoça, região de colonização açoriana, que até os anos 1970 ainda era caracterizada como uma comunidade de pescadores. Conforme foram se implantando melhorias na infra-estrutura da região, ocorreram significativas mudanças sócioeconômicas, principalmente a crescente presença do turismo. Soma-se ao contexto a criação de uma unidade de conservação, o Parque Estadual da Serra do Tabuleiro, em 1975, o que pode ser mais um obstáculo para a sociedade local, na medida em que restringe o uso dos recursos naturais. Assim, o contexto sócio-econômico também contribui para um processo de vulnerabilidade dos pescadores. Há diversos entendimentos a respeito da permanência de populações tradicionais e suas formas de relações sócio-econômicas, sendo importante uma reflexão sobre este grupo social que preserva características consideradas tradicionais na sociedade contemporânea. Além disso, é relevante compreender as relações do setor pesqueiro com outras atividades econômicas. Nesse sentido, este trabalho aborda a complexidade da atividade pesqueira, através de um enfoque sistêmico que permite conhecer a evolução e diferenciação dos sistemas pesqueiros da Praia da Pinheira. A pesquisa revelou quatro fases distintas: o sistema pesqueiro indígena; o sistema pesqueiro de subsistência dos açorianos; o sistema pesqueiro de salga; e o sistema pesqueiro comercial e de prestação de serviços. Igualmente, com base em dados qualitativos e quantitativos foram caracterizados os atuais sistemas técnicos de captura utilizados na Praia da Pinheira, bem como os atuais tipos de pescadores do local.</description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>BEATRIZ HELENA PIRES DE SOUZA CESTARI</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2015-03-20T20:11:49Z</dc:date>
    <dc:type>Video</dc:type>
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  <item rdf:about="http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/a-pratica-de-educacao-musical-em-ongs-dois-estudos-de-caso-no-contexto-urbano-brasileiro">
    <title>A prática de educação musical em ONGs : dois estudos de caso no contexto urbano brasileiro</title>
    <link>http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/a-pratica-de-educacao-musical-em-ongs-dois-estudos-de-caso-no-contexto-urbano-brasileiro</link>
    <description>Esta pesquisa aborda as práticas musicais em Organizações Não Governamentais (ONGs), tomadas como locus de produção de novas formas de conhecimento. O campo empírico da pesquisa constituiu-se de duas ONGS: Associação Meninos do Morumbi, da cidade de São Paulo e o Projeto Villa-Lobinhos, da cidade do Rio de Janeiro, vinculado à ONG VivaRio. Ambas as ONGs têm como eixo comum a educação musical cujo objetivo é congregar crianças e jovens, atingidos pela desigualdade social, em situação de exclusão ou restrição ao acesso de bens materiais e simbólicos. O estudo buscou compreender como se configuram esses espaços de educação musical, focalizando dois aspectos: 1) como as ONGs selecionadas se constituíram e se instituíram como espaços legitimados para o ensino e aprendizagem musicais e 2) como é que se instaura o processo pedagógico-musical nesses espaços de práticas musicais. O objeto de pesquisa insere-se no campo sociocultural da educação musical, compreendido como um fenômeno social. A abordagem metodológica enfatiza o paradigma qualitativo, buscando respaldo no estudo de caso múltiplo e na etnometodologia. As práticas musicais são entendidas a partir da sua constituição sociocultural (SHEPHERD; WICKE, 1998) e o processo pedagógico-musical como um “fato social total” (MAUSS, 2003) enfatizado enquanto um fenômeno social de caráter sistêmico, estrutural e complexo e, portanto, pluridimensional. A produção de conhecimento sociomusical das ONGs foi analisada à luz do conceito de práxis cognitiva (EYERMAN; JAMISON,1998) como fruto da dinâmica das forças sociais que abrem espaços para a produção de novas formas de conhecimento. Assim, o processo pedagógico-musical nas ONGs foi interpretado como possibilidade de produção de novas formas de conhecimento musical nas suas diversas dimensões: institucional, histórica, sociocultural e de ensino e aprendizagem musical. O processo pedagógico-musical mostrou-se permeado pela noção de coletividade e pertencimento ligado às ONGs em questão. A análise e interpretação dos vários aspectos levantados por esse estudo apontam para a compreensão das práticas musicais enquanto articulações socioculturais de caráter eminentemente coletivo e interativo. A performance musical emergiu como condutora de ensino e aprendizagem musical e as ONGs selecionadas apresentaram-se como uma significativa alternativa para trabalhos socioeducativos-musicais. Assim, a presente pesquisa busca contribuir para a reflexão e a prática sobre o papel da educação musical no processo politizado dos movimentos e projetos sociais em ONGs, imersos na busca de transformação e justiça social.</description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>BEATRIZ HELENA PIRES DE SOUZA CESTARI</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2015-03-20T19:38:08Z</dc:date>
    <dc:type>Video</dc:type>
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  <item rdf:about="http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/a-imagem-um-ponto-de-partida-para-o-processo-composicional">
    <title>A imagem : um ponto de partida para o processo composicional</title>
    <link>http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/a-imagem-um-ponto-de-partida-para-o-processo-composicional</link>
    <description>O presente memorial apresenta uma reflexão teórica sobre a utilização da imagem como ponto de partida da organização estrutural e formal do processo composicional. A primeira parte apresenta as referências musicais e as motivações estéticas com as quais dialogo e que impactaram minha composição. A segunda parte consiste em um referente teórico, o qual se centra na análise da importância da imagem nos processos criativos, citando autores como Salles (2011) e Ostrower (2013); por outra parte, sintetiza casos de compositores cujos processos criativos foram mediados pela imagem e empregaram possibilidades de utilização da imagem como orientadora ao longo do percurso criativo. Finalmente, apresento as composições: Fantasia Bolerosa (2012), Quya-Killa (2012), Um Olhar no passado (2013), objeto principal de reflexão e análise, sob os conceitos de repetição e reiteração, Ferraz (1998). O resultado deste trabalho demonstra que a utilização da imagem é uma ferramenta que pode complementar a metodologia composicional na criação de peças como as que integram este memorial de composição.</description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>BEATRIZ HELENA PIRES DE SOUZA CESTARI</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2015-03-20T18:30:57Z</dc:date>
    <dc:type>Video</dc:type>
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  <item rdf:about="http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/formacao-e-atuacao-de-musicos-das-ruas-de-porto-alegre-um-estudo-a-partir-dos-relatos-de-vida-1">
    <title>Formação e atuação de músicos das ruas de Porto Alegre : um estudo a partir dos relatos de vida</title>
    <link>http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/formacao-e-atuacao-de-musicos-das-ruas-de-porto-alegre-um-estudo-a-partir-dos-relatos-de-vida-1</link>
    <description>Este trabalho versa sobre a formação e atuação dos músicos das ruas de Porto Alegre, com base na metodologia da Historia Oral. Através de relatos de vida, a pesquisa procura evidenciar o contexto de formação de dezessete músicos, suas maneiras de aprender música, bem como suas próprias concepções de formação. Busca também compreender os modos de atuação musical nas ruas, refletindo sobre as implicações e aspectos socioeconômicos que os envolvem. As questões de pesquisa que nortearam este trabalho foram: Quem são estes músicos? Qual é a sua formação? Quais razões os levam à atuação nas ruas? Seu aprendizado e formação estão relacionados com a atuação na rua? De que forma atuam? Para quem atuam? Quais implicações sociais envolvem a atuação nas ruas? Como são vistos pela sociedade? O trabalho está dividido em quatro partes. A primeira parte discute algumas concepções de História Oral e História de Vida, esclarecendo os caminhos metodológicos adotados pelo autor. O segundo capítulo evidencia o referencial utilizado sobre formação à luz do qual os relatos dos músicos são analisados. A terceira parte, após situar a rua como contexto social, trata da atuação dos músicos, de suas motivações e algumas dificuldades e estratégias utilizadas por eles para atrair atenção do público. A quarta e última parte retoma algumas questões sobre a atuação e sobre a identidade profissional dos músicos, destacando as contribuições do presente trabalho.</description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>BEATRIZ HELENA PIRES DE SOUZA CESTARI</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2015-03-20T14:33:32Z</dc:date>
    <dc:type>Video</dc:type>
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  <item rdf:about="http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/simulacao-e-simulacro-no-universo-da-animacao-e-do-video">
    <title>Simulação e simulacro no universo da animação e do vídeo</title>
    <link>http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/simulacao-e-simulacro-no-universo-da-animacao-e-do-video</link>
    <description>Essa pesquisa tem o objetivo de questionar a percepção de movimento como deslocamento dos corpos no espaço/tempo. Para atingir esse objetivo, proponho-me a criar animações digitais que apresentem esse movimento de forma não convencional. Essa proposta plástica, portanto, dialoga com os conceitos de simulação, em seu caráter processual; e de simulacro, no que diz respeito à percepção das obras. Esse trabalho também se propõe a fornecer um breve histórico da técnica de animação e da mídia vídeo, contextualizando-os tanto com as questões relativas à simulação e ao simulacro, quanto com alguns outros conceitos relativos às artes visuais.</description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>BEATRIZ HELENA PIRES DE SOUZA CESTARI</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2015-03-20T14:09:35Z</dc:date>
    <dc:type>Video</dc:type>
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  <item rdf:about="http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/rock-my-art-ou-o-novo-esteticismo-de-porque-choras-ou-o-dia-em-que-eduk-entrou-para-a-historia-da-arte-ttttt">
    <title>Rock my art : ou O novo esteticismo de Porquê choras? ou O dia em que Eduk entrou para a história da arte</title>
    <link>http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/rock-my-art-ou-o-novo-esteticismo-de-porque-choras-ou-o-dia-em-que-eduk-entrou-para-a-historia-da-arte-ttttt</link>
    <description>A partir do estudo de um caso específico – a performance Porquê Choras?, de Rogério Nazari e Telmo Lanes, ocorrida em 14 de agosto de 1985, em Porto Alegre, e que contou com a participação do grupo de rock Defalla – este trabalho busca narrar uma História (Roqueira) da Arte, apontando momentos no século XX em que o campo das artes visuais foi cruzado com o da cultura popular massiva representada pelo rock. Em paralelo, esta pesquisa também propõe reflexões acerca do fazer da própria história da arte e das maneiras de produção da chamada pós-crítica.</description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>BEATRIZ HELENA PIRES DE SOUZA CESTARI</dc:creator>
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    <dc:date>2015-03-20T13:15:46Z</dc:date>
    <dc:type>Video</dc:type>
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  <item rdf:about="http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/piada-explicada-imagem-e-humor-em-uma-pesquisa-em-poeticas-visuais">
    <title>Piada explicada : imagem e humor em uma pesquisa em poéticas visuais</title>
    <link>http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/piada-explicada-imagem-e-humor-em-uma-pesquisa-em-poeticas-visuais</link>
    <description>A presente dissertação busca trazer à discussão a minha prática artística, realizada inicialmente em vídeo e película, e agora também expandida para as práticas em fotografia e instalação, analisando como essa prática se constitui, bem como as questões conceituais que a problematizam. Para este fim, essa pesquisa traz à luz os trabalhos Como é bom ser rica!, Boquinha, Banheiros do IA e Sala de Espera. Identifico o despertar de algumas questões tais como a problematização do humor através de sua relação com a imagem, tanto em sua vertente audiovisual, como em sua versão estática. Dentro do conceito mais amplo de humor, elegi as seguintes subcategorias como possíveis conceitos operatórios: a sátira e a ironia (dentro destas, ainda, o absurdo e o nonsense). Neste sentido, estudo os procedimentos empregados e suas implicações conceituais na elaboração das proposições aqui investigadas.</description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>BEATRIZ HELENA PIRES DE SOUZA CESTARI</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2015-03-20T12:56:04Z</dc:date>
    <dc:type>Video</dc:type>
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  <item rdf:about="http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/percursos-de-acessibilidade-cultural-casa-de-cultura-mario-quintana-uma-pesquisa-acao-inclusiva">
    <title>Percursos de acessibilidade cultural Casa de Cultura Mario Quintana : uma pesquisa-ação inclusiva</title>
    <link>http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/percursos-de-acessibilidade-cultural-casa-de-cultura-mario-quintana-uma-pesquisa-acao-inclusiva</link>
    <description>Este estudo discute a acessibilidade cultural e cidadã a partir de uma pesquisa-ação desenvolvida na Casa de Cultura Mario Quintana (CCMQ), em Porto Alegre. A pesquisa aborda as percepções de um grupo de pessoas com deficiências, físicas, visuais e auditivas interagindo com os diferentes ambientes desse espaço cultural de Porto Alegre, na tentativa de traçar percursos culturais possíveis ou não. Esse processo cultural investigativo é apresentado na forma de um documentário, através de uma metodologia de pesquisa-ação, além de trazer uma discussão sobre a existência de uma Cultura do Acesso. Isso significa dizer que, na medida em que as diferenças são vistas e inseridas no nosso cotidiano sociocultural, a acessibilidade perpassa uma questão de reivindicação ou uma prerrogativa de políticas públicas e se estabelece por meio de sensibilizações e percepções, através de demonstrações atitudinais de cidadãos que constroem o que se denomina de Cultura do Acesso.</description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>BEATRIZ HELENA PIRES DE SOUZA CESTARI</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2015-03-19T20:13:40Z</dc:date>
    <dc:type>Video</dc:type>
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  <item rdf:about="http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/nada-e-sempre-a-mesma-coisa.-um-motivo-em-desdobramento-atraves-da-labanalise">
    <title>Nada é sempre a mesma coisa. Um motivo em desdobramento através da Labanálise (Vídeo 1)</title>
    <link>http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/nada-e-sempre-a-mesma-coisa.-um-motivo-em-desdobramento-atraves-da-labanalise</link>
    <description>Este é um memorial descritivo e dissertativo da investigação artística feita através da utilização da Motif Writing (escrita por motivos) como propulsora de tarefas de movimento para a construção de dramaturgia em dança. A coreografia que resultou deste processo, A Cadeira _/ Uma Ilha, foi criada a partir da Motif Writing de um trecho do solo Experimento da Cadeira, visando a recriação e a multiplicação das qualidades expressivas dos movimentos do motif em outros corpos/sujeitos e relações dinâmicas entre estes, objetos, espaço e tempo. A pesquisa-criação conta com a participação das bailarinas Juliana Vicari e Luciana Hoppe, transformando o solo original em um trio. A escrita do motif relativo ao trecho selecionado da obra de referência utiliza o instrumental da Análise Laban de Movimento como ferramenta metodológica utilizada também para a condução do processo de criação. Inserido num contexto de pesquisa pós-positivista, com perspectiva artística, este memorial contém aspectos dissertativos sobre a Análise Laban em Movimento e a dramaturgia da dança como aportes para o relato do processo de criação. Ambos ajudam a compreender algumas das opções de trabalho buscadas e alcançadas, ou não, nesta investigação. Ao final deste texto comprovo a eficácia da motif writing tanto como ferramenta para reposição como para recriação da dramaturgia da obra de referência e que uma construção através deste procedimento requer a auto-revelação dos artistas. Descubro a 'reduplicação' do Outro em mim como potência criadora e afirmativa da minha ação como intérprete.</description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>BEATRIZ HELENA PIRES DE SOUZA CESTARI</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2015-03-19T18:38:28Z</dc:date>
    <dc:type>Video</dc:type>
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  <item rdf:about="http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/raqs-el-jaci-danca-de-jaci-hibridacao-por-antropofagia-entre-a-danca-do-ventre-e-a-poetica-de-eva-schul-ttttt">
    <title>Raqs el Jaci / Dança de Jaci : hibridação por antropofagia entre a dança do ventre e a poética de Eva Schul</title>
    <link>http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/raqs-el-jaci-danca-de-jaci-hibridacao-por-antropofagia-entre-a-danca-do-ventre-e-a-poetica-de-eva-schul-ttttt</link>
    <description>A partir da perspectiva de uma pesquisa em arte sob o viés autoetnográfico, este memorial propõe uma análise reflexiva do processo de composição de uma coreografia de dança do ventre hibridizada à poética da coreógrafa Eva Schul. Desse modo, tem-se por objetivo compreender como a dança do ventre pode ser matriz de movimento para uma composição contemporânea em dança. Os estudos em "World Dance" (FOSTER, 2009; SHAY, SELLERS-YOUNG, 2003; 2005) e a perspectiva pós-colonialista de autores como Edward Said (2007) e Homi Bhabha (2010) forneceram referencial teórico para propor uma abordagem não eurocêntrica da dança do ventre, a qual postula que todas as danças são potentes artisticamente, independente de sua origem. Imersa na prática das aulas de dança contemporânea de Eva Schul, conhecendo sua poética, vivenciando sua técnica e inspirada pela antropofagia (ANDRADE, 1924; 1928, DANTAS 2008), a pesquisadora encontrou o caminho para alcançar a hibridação desejada (CANCLINI, 2011; LOUPPE, 2012). A poética de Eva Schul permitiu inserir conceito e reflexão na coreografia e relacionar os movimentos clássicos da dança oriental a procedimentos de composição em dança contemporânea. A criação coreográfica apresentada buscou problematizar o orientalismo que vê a dança do ventre de forma imutável através do tempo. Neste estudo compreendeu-se que, para inserir a dança do ventre em uma perspectiva contemporânea, é preciso subverter a visão orientalista associada a esta dança e refletir sobre a ambiguidade da bailarina de dança do ventre a qual, se por um lado, é mostrada como um ser exótico para apreciação, por outro lado é muitas vezes limitada a um objeto sensual passivo.</description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>BEATRIZ HELENA PIRES DE SOUZA CESTARI</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2015-03-19T17:46:46Z</dc:date>
    <dc:type>Video</dc:type>
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  <item rdf:about="http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/televisao-e-racionalizacao-do-cuidado-infantil-o-programa-supernanny-como-mediacao-da-incerteza-sobre-a-infancia">
    <title>Televisão e racionalização do cuidado infantil : o programa Supernanny como mediação da incerteza sobre a infância</title>
    <link>http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/televisao-e-racionalizacao-do-cuidado-infantil-o-programa-supernanny-como-mediacao-da-incerteza-sobre-a-infancia</link>
    <description>Este trabalho se desenvolve a partir da hipótese de que o programa de TV SuperNanny pode ser entendido como mediação da situação de incerteza própria das relações entre adultos e crianças na contemporaneidade. Essa mediação se faz por meio da esquematização da crescente racionalização do cuidado infantil convergindo assim com o movimento de racionalização da sociedade , que combina a linguagem psicopedagógica com a linguagem administrativa (gerenciamento do lar), sob a forma de um tipo de programa-realidade conhecido como programa de autoaprimoramento. Assim, o trabalho procura resgatar a problemática da infância contemporânea e as formas como a cultura respondeu a ela. Por meio de recursos derivados das tendências culturais atuais programas-realidade e manuais de ajuda a pais o programa SuperNanny busca se conectar com seu público como orientação prática e mental das dificuldades encontradas hoje para a compreensão do lugar da infância em nossa cultura.</description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>BEATRIZ HELENA PIRES DE SOUZA CESTARI</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2015-03-19T17:36:48Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/o-colecionador-de-vinil-um-estudo-video-etnografico">
    <title>O colecionador de vinil : um estudo vídeo-etnográfico</title>
    <link>http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/o-colecionador-de-vinil-um-estudo-video-etnografico</link>
    <description>O presente estudo tem por objetivo fornecer uma maior compreensão acerca do que motiva o comportamento de compra de coleção, utilizando como objeto de estudo, os colecionadores de discos de vinil da cidade de Porto Alegre. A questão central de pesquisa pode ser definida como: quais as causas motivadoras do consumo de discos vinil? A importância do estudo se justifica devido ao fato da existência de lacunas nos estudos sobre comportamento de consumo de coleção e sobre a tendência nostálgica influenciando o consumo. Acima de tudo, um colecionador é um consumidor, é baseado nessa premissa que se desenvolve este estudo. Tal escolha se deve ao fato de que esse tipo de produto é um produto de especialidade, que se difere de um produto comum por uma série de características (HOYER E MACINNIS, 1997) e também ao “significado pessoal” (SCHIFFMAN E KANUK, 2000) que o consumidor muitas vezes atribui a esse tipo de produto, tornando-o um objeto de estudo mais pertinente e rico em informações. O tipo de coleção escolhida permite que também se aborde o tema do comportamento de compra com tendência nostálgica. Acredita-se que o resultado alcançado com esta pesquisa seja pertinente por ter utilizado ao longo de seu desenvolvimento heavy-users e comerciantes peritos de um bem de especialidade como objetos de estudos, além de ter utilizado uma pesquisa multimetodológica, que permite que o conjunto de resultados alcançados seja mais compreensivo (ELALI, 1997). As diferentes etapas realizadas: observação simples, realização de entrevistas em profundidade filmadas, incluindo a utilização da técnica do incidente crítico e por fim, análise dos resultados, montagem e finalização da vídeo-etnografia permitem que se façam inferências sobre a amostra estudada. Os resultados alcançados indicam que alguns dos colecionadores parecem verdadeiramente estar deslocados no tempo e fora da realidade em que estão inseridos. Não vivem a correria do mundo moderno, mas sim aproveitam para se dedicar aos seus discos favoritos. A maioria dos colecionadores analisados possui um sentimento de nostalgia para com seus discos, mas, acima de tudo, o sentimento de envolvimento que se cria ao longo dos anos entre o colecionador e a coleção é algo indissolúvel. Em qualquer momento da vida, a coleção funciona como um porto-seguro para o colecionador, que talvez não possa ser representado por nenhum outro objeto ou até mesmo pessoa. Enfim, são pessoas que amam seus objetos demasiadamente, e tendo-os como uma extensão de sua personalidade.</description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>BEATRIZ HELENA PIRES DE SOUZA CESTARI</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2015-03-19T13:38:40Z</dc:date>
    <dc:type>Video</dc:type>
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  <item rdf:about="http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/cinema-e-moradores-de-rua-buscando-estrategias-de-resistencia">
    <title>Cinema e moradores de rua : buscando estratégias de resistência</title>
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    <description>Este trabalho aborda dois temas das ciências sociais: cinema e morador de rua. O cinema, lugar de onde nascem grandes inquietações, espaço rico para reflexões e, em algumas oportunidades se torna um caminho de expressão. Morador de rua é um sujeito que, individual ou coletivamente, contamina a grande magia de sobreviver. Buscamos fazer uma fusão desses dois temas ao analisar o cinema que aborda as estratégias de sobrevivência a partir das transformações miméticas e das peculiaridades dos moradores de rua. Esse trabalho contou com a realização de um audiovisual com moradores de rua sobre estratégias de resistência e modos de sobrevivência, produção que também inclui cenas de outros filmes que abordam a mesma temática.</description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>BEATRIZ HELENA PIRES DE SOUZA CESTARI</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2015-03-19T13:04:35Z</dc:date>
    <dc:type>Video</dc:type>
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  <item rdf:about="http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/labirintos-mapas-invisiveis-da-cidade">
    <title>Labirintos : mapas invisíveis da cidade</title>
    <link>http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/labirintos-mapas-invisiveis-da-cidade</link>
    <description>Um processo de trabalho, envolvendo um grupo de moradores de rua de Porto Alegre que realiza o Jornal Boca de Rua, é o mote para pensar as relações tensas entre os espaços na cidade contemporânea. A diluição dos limites entre público e privado, nas formas atuais do sistema capitalista, torna a experiência das pessoas que estão na berlinda entre o espaço da rua e o da casa, fundamental para nos ajudar a pensar novas estratégias para viver na cidade. Apesar disso, sabe-se da condição de invisibilidade a que estão condenados aqueles que, por diversas razões, não respondem aos ideais de vida ditados por aquele sistema. A elaboração de um vídeo-carta, endereçado a moradores de rua de São Paulo, é o dispositivo desse trabalho, que visa a produção de uma imagem crítica da cidade sob o olhar daqueles que habitam as suas ruas.</description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>BEATRIZ HELENA PIRES DE SOUZA CESTARI</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2015-03-19T12:52:13Z</dc:date>
    <dc:type>Video</dc:type>
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  <item rdf:about="http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/intensidades-de-ausencia-narrativas-sobre-a-criacao-do-ator">
    <title>Intensidades de ausência : narrativas sobre a criação do ator</title>
    <link>http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/intensidades-de-ausencia-narrativas-sobre-a-criacao-do-ator</link>
    <description>Este estudo questiona os modos pelos quais a autora experienciou possibilidades de presença, através da ausência na sua atuação, no espetáculo Cinco Tempos para a Morte, do grupo teatral porto-­‐alegrense Usina do Trabalho do Ator (2010). Articula‐se a noção de ausência com reflexões acerca da produção de presença, desenvolvidas pelo pesquisador alemão Hans Ulrich Gumbrect (2010) e com o pensamento de Walter Benjamin (1993) sobre a experiência. Toma‐se a ideia de experiência como algo que pode ser narrado. Problematiza‐se a ausência relacionando‐a com o jogo cênico de reações sutis, silêncios, pequenos movimentos, imobilidades sustentadas, gestos de proporções reduzidas, ausência de iniciativas, estabelecimento de um vazio interior e retenção de informações que possibilitem leituras interpretativas do espectador. Descreve‐se o processo criativo de cinco figuras criadas pela autora nesse espetáculo e compartilham‐se elementos do processo de criação correspondente a cada uma delas. Relaciona‐se a ausência à imobilidade, à presença, à omissão, ao real e à experiência. A pesquisa se aproxima do pensamento de Jacques Copeau, Corinne Enaudeau, Yoshi Oida, Eugen Herrigel, Étienne Decroux, Eugenio Barba, Georges Banu, Ariane Mnouchkine, Peter Brook, Zeami, Martin Jay, entre outros. Esta investigação observa modos por intermédio dos quais os efeitos de presença, no jogo próximo da ausência, podem ser percebidos com maior ou menor intensidade em relação aos efeitos de sentido impostos pelas interpretações.</description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>BEATRIZ HELENA PIRES DE SOUZA CESTARI</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2015-03-18T21:18:05Z</dc:date>
    <dc:type>Video</dc:type>
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