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  <title>Lume</title>
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            These are the search results for the query, showing results 841 to 855.
        
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  <item rdf:about="http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/cubismo-e-primitivismo">
    <title>Cubismo e Primitivismo</title>
    <link>http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/cubismo-e-primitivismo</link>
    <description>Cubismo: múltiplas dimensões - Cubismo e Primitivismo</description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Daniela Pinheiro Machado Kern</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2015-09-18T17:02:12Z</dc:date>
    <dc:type>Video</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/cubismo-e-guerra">
    <title>Cubismo e Guerra</title>
    <link>http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/cubismo-e-guerra</link>
    <description>Cubismo: múltiplas dimensões - Cubismo e Guerra</description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Daniela Pinheiro Machado Kern</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2015-09-16T18:13:51Z</dc:date>
    <dc:type>Video</dc:type>
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  <item rdf:about="http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/serie-ciencias-basicas-da-saude-resposta-humoral">
    <title>Série Ciências Básicas da Saúde - Resposta Humoral</title>
    <link>http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/serie-ciencias-basicas-da-saude-resposta-humoral</link>
    <description>Esta animação mostra os principais aspectos moleculares, celulares e teciduais associados à ativação de linfócitos B, secreção de anticorpos e mecanismos de eliminação de antígenos mediados pelo anticorpo, usando como exemplo uma infecção com o protozoário causador da leishmaniose.</description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>João Henrique Corrêa Kanan</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2015-09-16T17:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Video</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/oxido-de-zinco-nanoestruturado-em-cimentos-endodonticos-a-base-de-metacrilato">
    <title>Óxido de zinco nanoestruturado em cimentos endodônticos a base de metacrilato</title>
    <link>http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/oxido-de-zinco-nanoestruturado-em-cimentos-endodonticos-a-base-de-metacrilato</link>
    <description>O tratamento endodôntico consiste na remoção da polpa dentária,
desinfecção dos canais radiculares e preenchimento dos mesmos com material
obturador. A obturação é responsável pelo selamento dos canais radiculares,
suprimindo espaços vazios no interior desses. Por isso, é uma fase essencial
para a manutenção da desinfecção, proporcionando saúde ao paciente. Os
cimentos endodônticos devem ser radiopacos, não ser solúveis aos líquidos
teciduais, ter escoamento adequado, não ser irritante ao organismo e ser
antimicrobiano. Dentre os cimentos existentes, os resinosos apresentam
melhores propriedades por serem constituídos de uma matriz resinosa
polimerizável e terem a presença de cargas inorgânicas. As cargas inorgânicas
são capazes de aferir ao material propriedades como radiopacidade, resistência
e melhor reologia. A carga inorgânica mais utilizada para cimentos endodônticos
é o óxido de zinco por apresentar biocompatibilidade, radiopacidade e
capacidade antimicrobiana. Além disso, o metal desse composto é de fácil
disponibilidade, tendo baixo preço e bom custo benefício. Visando aprimorar
características como as antimicrobianas, utilizou-se partículas de ZnO em
dimensões nanométricas. Entretanto, ainda não existe cimento resinoso
comercial com ZnO como carga inorgânica. O ZnO obtido apresenta
nanoestruturas com ramificações com média de diâmetro de 40 nm e área
superficial de 16 m²/g por partícula. Quando incorporado à matriz resinosa em
até 30% em peso, os cimentos apresentaram propriedades como radiopacidade,
sorção de água, solubilidade e grau de conversão compatíveis com os materiais
comerciais. A incorporação de ZnO à matriz resinosa não inibiu sua capacidade
antimicrobiana contra o e. faecalis, principal microrganismo presente nas lesões
endodônticas. Além disso, pode-se observar a penetração do cimento no tecido
radicular dentinário, mostrando que este efeito antimicrobiano pode ser
potencializado devido às propriedades reológicas obtidas. Portanto, foi
desenvolvido um material odontológico com propriedades físicas e químicas
satisfatórias, atingindo os principais requisitos dos cimentos endodônticos. Além
disso, o óxido utilizado nesse estudo como carga para formulação de um eficaz
cimento endodôntico tem aplicabilidade nas mais diversas áreas da tecnologia,
com importante desempenho econômico.</description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>WAGNER SILVA WESSFLL</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2015-08-26T20:48:50Z</dc:date>
    <dc:type>Video</dc:type>
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  <item rdf:about="http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/utilizacao-da-tecnica-de-microfusao-de-metais-no-design-de-pecas-com-geometrias-complexas">
    <title>Utilização da Técnica de Microfusão de Metais no Design de Peças com Geometrias Complexas</title>
    <link>http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/utilizacao-da-tecnica-de-microfusao-de-metais-no-design-de-pecas-com-geometrias-complexas</link>
    <description>A microfusão é um processo de fundição de metais amplamente utilizado na indústria de
adornos, joias e de pequenos componentes metal-mecânicos que apresentam geometrias
com detalhes minuciosos onde a fabricação através de conformação ou usinagem não
compensa devido a complexidade e ao alto custo de produção. No entanto, grande parte
do conhecimento do processo baseia-se na linha de montagem e experiências empíricas
com poucas evidências científicas. Assim, o objetivo desta pesquisa foi estudar as etapas
do processo de microfusão utilizando diferentes matérias-primas, relacionando
parâmetros de fabricação, acabamento e precisão. Os estudos de caso foram joias e
adornos de geometrias complexas e diferentes texturas inicialmente usinadas ou
replicadas a partir de sua forma inicial. O trabalho desenvolvido no Laboratório de Design
e Seleção de Materiais juntamente com o Laboratório de Caracterização de Materiais do
Departamento de Materiais da UFRGS envolve varias etapas de microfusão –
equipamento Zezimaq. Inicialmente foi realizada a seleção de borracha de silicone para
vulcanização – marca Pasom advance; então, a partir da peça matriz, foi obtido o molde
de borracha para a produção dos modelos em cera, Pasom verde; após, para a obtenção
das réplicas, foram injetados diferentes tipos de cera para fundição. Nesta fase foram
observadas alterações ocorridas no acabamento e no detalhamento da superfície da peça
em cera. Em seguida, as réplicas da peça em cera foram montadas em um caule de cera
formando uma árvore e revestidas com gesso refratário, marca Pasom, tipo G2 para latão.
Após o período de descanso o conjunto foi levado a deceradora para a remoção da cera,
assim o gesso foi calcinado obedecendo as curvas de aquecimento selecionadas. As
últimas etapas do processo consistiram na fundição da liga metálica, no preenchimento do
molde cerâmico com o metal líquido e no acabamento, que consiste na retirada da
rebarba e polimento. As ligas metálicas já utilizadas foram zamak, latão e prata. No
decorrer do processo obteve-se dados sobre os materiais envolvidos, após testar
parâmetros repetindo etapas um número apropriado de vezes sobre condições diferentes
observou-se os seguintes resultados: (1) mudanças nas curvas de calcinação pré-
selecionadas do gesso. Em (1) o resultado final, duas curvas foram testadas, ambas
possuem um preaquecimento de 2 horas para chegar a temperatura de 100ºC, após o
preaquecimento, a curva A, mais acentuada, aquece o molde de 100 a 720ºC em 6 horas,
enquanto a curva (B) aquece o molde em patamares, primeiro de 100 - 520ºC em 4 horas
e depois de 520 - 720ºC em mais 4 horas. Ambas curvas mantém a temperatura máxima
por 2 horas e então resfriam a uma taxa de 40ºC/h até 400ºC, temperatura recomendada
para o vazamento do metal. Já a curva (B) apresentou um resultado final mais apropriado,
levando em conta que o primeiro teste – curva (A), resultou em um gesso quebradiço, não
recomendado para pratica de microfusão. O resultado (2) mostrou que a inclusão do
liquido antibolhas na fabricação de moldes de silicone evitou a formação de bolhas no
processo de vulcanização, aproveitando melhor os moldes produzidos. (3) A fundição do
metal, liga de latão 70/30, para o processo final apresentou melhores resultados na
presença de argônio, formando uma atmosfera protetiva evitando a formação de óxidos.
Assim, a adição de um gás inerte colaborou para a diminuição das impurezas no produto
final. Com os dados obtidos foi possível otimizar o processo, gerando menos resíduos,
eliminando falhas e aproveitamento melhor o silicone e o gesso.</description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>WAGNER SILVA WESSFLL</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2015-08-26T20:48:33Z</dc:date>
    <dc:type>Video</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/efeitos-antiinflamatorios-e-antioxidantes-do-pessego-prunus-persica-l.-batsch-e-dos-seus-produtos-derivados-em-uma-lesao-geral-aguda-induzida-por-ccl4-em-ratos-wistar">
    <title>Efeitos antiinflamatórios e antioxidantes do pêssego (Prunus persica (L.) Batsch) e dos seus produtos derivados em uma lesão geral aguda induzida por CCl4 em ratos Wistar</title>
    <link>http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/efeitos-antiinflamatorios-e-antioxidantes-do-pessego-prunus-persica-l.-batsch-e-dos-seus-produtos-derivados-em-uma-lesao-geral-aguda-induzida-por-ccl4-em-ratos-wistar</link>
    <description>Pêssegos são consumidos em todo o mundo e têm um alto teor de
carotenóides e compostos fenólicos que podem exercer atividades biológicas.
A Embrapa vem desenvolvendo variedades de pêssego na unidade Clima
Temperado, no sul do Brasil, que possuam características atrativas do ponto de
vista agronômico e comercial. Com o objetivo de agregar valor aos produtos
finais da rota do pêssego – fruto in natura, conservas em calda e sucos, por
exemplo, iniciamos uma parceria para realização de investigações de ações
biológicas de produtos do pêssego da variedade Maciel, tais como o a casca,
calda, polpa em calda e polpa in natura, de forma a determinar seu potencial
como alimento funcional e/ou nutracêutico.
Foram determinadas as concentrações de cinco diferentes carotenoides
nos distintos produtos do pêssego, os quais são relacionados às ações
benéficas no organismo. Foi realizado um estudo em modelo animal, onde o
potencial anti-inflamatório desses produtos foi estudado em ratos Wistar que
receberam uma dose oral diária de extratos liofilizados (200 e 400 mg /kg). A
glicemia dos animais foi monitorada com glicosímetro, a fim de avaliar as
alterações da glicose no sangue. Após 30 dias de tratamento, os animais
receberam uma injeção intraperitoneal de tetracloreto de carbono (CCl4) para
induzir uma resposta tóxica aguda ao fígado e outros órgãos, e uma análise de
parâmetros de toxicidade e estresse oxidativo foi realizada no fígado, rins,
cérebro e coração. Após quatro horas, os tecidos foram removidos para
análise. Realizou-se uma análise histológica dos fígados, a fim de visualizar a
morfologia tecidual (integridade das estruturas e necrose) dos mesmos. Nossos
resultados mostram que CCl4 induziu uma lesão geral e aguda no fígado, rins,
coração e cérebro. Os produtos derivados do pêssego como a casca, pêssego
in natura e pêssego em calda foram capazes de regular negativamente o
aumento dos parâmetros pró-inflamatórias induzidas por CCl4 em todos os
tecidos analisados.
A participação da bolsista neste projeto foi integral, desde a manipulação
dos animais, tratamento dos mesmos com os extratos de pêssego, retirada dos 
tecidos e realização das técnicas de ELISA e western blotting para análise das
respostas anti-inflamatórias.</description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>WAGNER SILVA WESSFLL</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2015-08-26T20:48:25Z</dc:date>
    <dc:type>Video</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/avaliacao-toxicologica-in-vivo-de-nanocapsulas-polimericas-biodegradaveis">
    <title>Avaliação Toxicológica in vivo de nanocápsulas poliméricas biodegradáveis</title>
    <link>http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/avaliacao-toxicologica-in-vivo-de-nanocapsulas-polimericas-biodegradaveis</link>
    <description>A exposição a nanopartículas vem crescendo significativamente, assim como
estudos utilizando formulações com nanopartículas biodegradáveis que liberem
fármacos de forma controlada em sítios específicos, objetivando aumentar o índice
terapêutico e/ou diminuir efeitos tóxicos. Entretanto, a avaliação toxicológica tem
sido pouco explorada e, na maioria dos estudos, utilizam-se testes in vitro. Portanto,
o objetivo desse estudo foi avaliar os possíveis efeitos toxicológicos de
nanocápsulas de poli (ε-caprolactona) (NC-PCL) após exposições aguda e
subcrônica e administração intraperitoneal e intradérmica em ratos. As suspensões
de nanocápsulas foram preparadas pelo método de precipitação do polímero pré-
formado. Foram utilizados ratos Wistar machos (n=6/grupo) que receberam solução
salina, polissorbato 80 (PS 80) e NC-PCL nas doses de 30, 20 e 10mg/kg por ambas
as vias durante 28 dias (CEP/UFRGS- 18427) para o estudo subcrônico e 14 dias
para o estudo agudo. Os parâmetros de dano renal creatinina, ureia e ácido úrico
em soro e microalbuminúria e N-acetil-beta-D-glucosaminidase (NAG) em amostras
urinárias foram colhidas em gaiolas metabólicas e quantificados por Labmax 240®
Labtest Diagnóstica AS. Para o dano hepático, foram analisadas aspartato e alanina
aminotransferase, lactato desidrogenase e fosfatase alcalina em soro. Em ratos
tratados com NC-PCL via i.p., verificou-se aumento da microalbuminúria, retornando
aos níveis basais no 28° dia (p&lt;0,01, ANOVA/Duncan). Enquanto os níveis de ureia
foram menores nos ratos tratados com NC-PCL (p&lt;0,01, ANOVA/Duncan), a
creatinina sérica foi significativamente maior no grupo PS 80 e na dose de 30mg/kg
NC-PCL, em relação à salina (p&lt;0,05, ANOVA/Duncan). Em nenhum dos
biomarcadores de hepatotoxicidade avaliados houve diferença significativa entre os
grupos. Evidenciou-se que biomarcadores séricos para função renal foram alterados
pela via i.p. principalmente pelas NC-PCL e PS 80. No entanto, não foram
evidenciadas alterações histopatológicas (dados não mostrados) neste tecido.
Portanto, os resultados dessas análises indicam que as LNC não têm efeitos
toxicológicos significativos, porém estudos que avaliem marcadores do estresse
oxidativo, inflamação e dano ao DNA são importantes para garantir a sua segurança
como nanocarreadores, os quais já estão sendo avaliados no nosso laboratório. A
minha participação como bolsista de iniciação tecnológica neste estudo foi auxiliar
no desenvolvimento das coletas e das análises de marcadores de dano renal,
hepático, de danos no sangue, análises hematológicas e avaliações
histopatológicas.</description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>WAGNER SILVA WESSFLL</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2015-08-26T20:48:42Z</dc:date>
    <dc:type>Video</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/metodologia-de-prospeccao-de-novas-drogas-antifungicas">
    <title>Metodologia de prospecção de novas drogas antifúngicas</title>
    <link>http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/metodologia-de-prospeccao-de-novas-drogas-antifungicas</link>
    <description>O uso irracional e repetido dos fármacos presentes no mercado para o
tratamento de infecções fúngicas leva à progressiva ineficiência desses.
Portanto, há uma necessidade de buscar novas substâncias antifúngicas de
várias fontes, incluindo substâncias sintéticas e naturais. Para verificar se estas
substâncias são capazes de inibir o crescimento de fungos, são realizados
diferentes testes e, dentre eles, encontra-se o teste de susceptibilidade. Neste
ensaio determina-se qual a menor concentração da substância capaz de
produzir inibição total visível sobre o crescimento do fungo, também chamada de
concentração inibitória mínima (CIM). São envolvidas várias etapas sendo a
primeira delas a preparação do inóculo fúngico em solução salina, padronizado
visualmente comparando-se a turbidez com o padrão de 0,5 McFarland. Esse
inóculo passa por diluições em meio de cultura RPMI até chegar a uma
concentração de 1 a 5x103 UFC/mL. Na segunda etapa, pipeta-se meio de
cultura RPMI em todos os poços de uma microplaca de 96 poços e, em seguida,
realiza-se de uma microdiluição seriada da substância teste. Procede-se, então,
com a pipetagem do inóculo em todos os poços, exceto no controle negativo
onde encontra-se somente meio de cultura. A microplaca é incubada por 48
horas a 35°C e a leitura do teste é realizada por método visual, verificando qual
o poço com a menor concentração da substância em que houve a inibição total
do crescimento do fungo. São muitos os relatos de casos de pacientes com
infecções fúngicas de difícil tratamento. Portanto, existe uma necessidade de
buscar novas substâncias com atividade antifúngica de várias fontes, sintéticas
ou naturais, sendo o teste de susceptibilidade um grande contribuinte para a
detecção dessa atividade.</description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>WAGNER SILVA WESSFLL</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2015-08-26T20:48:15Z</dc:date>
    <dc:type>Video</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/grupo-uvaia-discutindo-e-expandindo-a-agroecologia-dentro-e-fora-da-universidade">
    <title>Grupo UVAIA: Discutindo e expandindo a agroecologia dentro e fora da universidade</title>
    <link>http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/grupo-uvaia-discutindo-e-expandindo-a-agroecologia-dentro-e-fora-da-universidade</link>
    <description>O grupo UVAIA (Uma Visão Agronomica com Ideal Agroecológico), situado na FAGRO -
Faculdade de Agronomia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, surgiu no ano de 2003 a
partir da demanda dos alunos em discutir e praticar um outro modelo de agricultura, que no
momento não estava comtemplado no currículo do curso. Ao longo dos anos o grupo adquiriu duas
áreas experimentais dentro do campus: A EBA - Estufa da Biodiversidade e o SAF - Sistema
Agroflorestal. Além das atividades práticas que são realizadas nestas duas áreas o grupo realiza
espaços teóricos onde a agroecologia é discutida tanto como uma ciência quanto como um conjunto
de experiencias já desenvolvidas por algumas comunidades tradiconais.
A agroecologia é um campo multidisciplinar que não se limita apenas as ciências agrárias
mas que também possibilita a integração das mais variadas áreas do conhecimento, sendo assim
uma ciência complexa e ao mesmo tempo acessível para os mais diversos sujeitos. Para comtemplar
essa característica importante, que é a diversidade, a organização do grupo acontece de forma
horizontal, prezando sempre por decisões coletivas mas sem deixar de lado as especificidades dos
integrantes.
As atividades práticas também são de grande importância pois possibilitam aos alunos um
aprendizado complementar ao visto na academia. Embora o manejo agroecológico seja o principal
interesse do grupo é observado também um grande aprendizado nas práticas agrícolas de base. As
duas áreas são abertas com o intuíto de estimular a produção de conhecimento cientifico e viabilizar
a discusão e troca de experiencias entre os alunos. A atuação do grupo também acontece fora da
universidade, através de projetos de extensão. O trabalho em assentamentos da reforma agrária,
agricultores familiares, escolas, comunidades tradicionais, entre outros, pode ser destacado como
um importante momento onde o grupo pode compreender a realidade desses sujeitos e se questionar
sobre sua futura atuação profissional.
O grupo conta com o apoio de professores parceiros, bolsistas de iniciação científica e
extensão, bolsistas voluntários e outros grupos internos e externos a universidade. É graças a essa
mobilização de esforços que o Grupo UVAIA consegue contribuir de maneira significativa para a
formação dos alunos, criando uma reflexão sobre o atual modelo agrícola do país e todas as
questões que permeiam a agricultura e fazem dela uma ciência que vai além da técnica. </description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>WAGNER SILVA WESSFLL</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2015-08-26T20:48:05Z</dc:date>
    <dc:type>Video</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/obtencao-de-galactooligossacarideos-utilizando-b-galactosidase-imobilizada">
    <title>OBTENÇÃO DE GALACTOOLIGOSSACARÍDEOS UTILIZANDO β-GALACTOSIDASE IMOBILIZADA</title>
    <link>http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/obtencao-de-galactooligossacarideos-utilizando-b-galactosidase-imobilizada</link>
    <description>Nos últimos anos, a produção e aplicação de prebióticos em alimentos, como os
galactooligossacarídeos (GOS), tem aumentado consideravelmente devido às suas
importantes propriedades funcionais, como por exemplo: melhoria da microbiota
intestinal, alívio de transtornos gastrointestinais, diminuição do colesterol total,
melhoria do perfil lipídico do sangue, etc. Atualmente, os GOS são produzidos
comercialmente a partir da lactose utilizando a enzima β-galactosidase (EC 3.2.1.3). A
utilização da β-galactosidase em sua forma imobilizada tem se tornado cada vez mais
usual, uma vez que esta tecnologia permite a reutilização do biocatalisador, aumenta sua
estabilidade operacional e térmica, além de permitir o uso de diferentes configurações
de reatores enzimáticos. Assim, a enzima β-galactosidase de Aspergillus oryzae foi
imobilizada em esferas de quitosana ativadas com glutaraldeído para posterior utilização
em um reator de leito fixo para síntese contínua de GOS. As esferas de quitosana foram
preparadas pelo método de precipitação, resumidamente: quitosana (2 % m/v) foi
dissolvida em ácido acético (0,35 M) e gotejada em uma solução de NaOH 1 M e etanol
26 % (v/v). As esferas foram lavadas e posteriormente ativadas com glutaraldeído (5 %
v/v) em tampão fosfato (pH 7). A imobilização da β-galactosidase foi feita incubando-se
a solução enzimática (preparada em tampão acetato de sódio 0,1 M, pH 4,5) com as
esferas de quitosana obtidas. A atividade da β-galactosidase livre e imobilizada foi
medida utilizando o ο-nitrofenil-β-D-galactopiranosídeo (ONPG, 10 mM) como
substrato, a 37 ºC, durante 2 min. A reação foi parada com tampão carbonato de sódio
pH 10 e o ο-nitrofenil (ONP) liberado foi detectado em espectrofotômetro a 415 nm. A
síntese de GOS foi feita em um reator de leito fixo, a 40 ºC, variando o fluxo de
alimentação de substrato (lactose 300 g/L) de 0,44 a 2,2 mL/min. Os GOS obtidos, bem
como os açúcares residuais foram quantificados por cromatografia líquida de alta
eficiência, utilizando glicose, galactose, lactose, rafinose e estaquiose como padrões. A
máxima concentração de GOS de 71,2 g/L foi alcançada utilizando um fluxo de
substrato de 0,44 mL/min (tempo de residência de 5 min), o que corresponde a um
rendimento de 23,7 % em GOS e 39,7 % de conversão de lactose. Utilizando fluxos
mais rápidos (0,8 - 2,2 mL/min), a concentração de GOS sintetizados caiu
consideravelmente (38,7 g/L, fluxo de 2,2 mL/min), uma vez que o tempo de residência
do substrato em contato com a enzima dentro do reator é insuficiente para que ocorra a
síntese adequada de tais compostos. Os resultados obtidos já são satisfatórios, porém a
fluidização do leito pode ainda incrementar o rendimento da síntese de GOS, uma vez
que a transferência de massa no interior do biorreator também será melhorada. Tais
condições serão em breve testadas em nosso laboratório para aperfeiçoar o presente
trabalho.</description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>WAGNER SILVA WESSFLL</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2015-08-26T20:47:35Z</dc:date>
    <dc:type>Video</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/tecnologia-para-obtencao-de-oleo-de-semente-de-uva-rico-em-compostos-fenolicos">
    <title>Tecnologia para obtenção de óleo de semente de uva rico em compostos fenólicos</title>
    <link>http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/tecnologia-para-obtencao-de-oleo-de-semente-de-uva-rico-em-compostos-fenolicos</link>
    <description>Resíduos sólidos obtidos a partir do processamento de alimentos quando não
são tratados corretamente causam significativa poluição ambiental. Atualmente
é sugerido o reaproveitamento desses subprodutos em outros alimentos ou no
desenvolvimento de novos produtos. No presente trabalho foi utilizado resíduo
da produção de suco de uva, uma vez que o Rio Grande do Sul concentra
grandes produtores da fruta o que gera resíduos que podem conter substâncias
benéficas à saúde como os compostos bioativos. No processamento de suco
de uva as sementes da fruta não são utilizadas e uma opção para seu destino
é a obtenção do óleo de uva. Assim, o objetivo deste trabalho foi extrair óleo a
partir de sementes de uva Vitis labrusca cultivadas com o método convencional
e orgânico, das variedades Isabel e Bordô da safra 2012, bem como a
avaliação da composição físico-química e compostos fenólicos dos mesmos. A
extração do óleo foi realizada por extração a frio utilizando um extrator tipo
rosca sem fim de aço carbono cromado, as análises físico-químicas como
índice de refração, índice de acidez, índice de peróxidos e matéria
insaponificável, que indicam o estado de conservação e a pureza do óleo,
foram realizadas de acordo com Moretto et al. (2002) e a quantificação de
compostos fenólicos através do método utilizado por Capannesi et al. (2000),
sendo realizadas posteriormente análises estatísticas de ANOVA. Os
resultados obtidos para as análises físico-químicas dos óleos mantiveram-se
dentro dos padrões regulamentados pelo Codex Standard for Edible Fats and
Oils Not Covered By Individual Standards (19-1981). Os parâmetros analisados
foram índice de refração, acidez, matéria insaponificável e peróxidos tanto para
amostra convencional quanto para a orgânica dos cultivares Bordô e Isabel. Os
resultados para a quantificação de compostos fenólicos (mg de ácido
gálico/100 g) apresentaram uma média de 858,6 para óleo orgânico Isabel e
676,7 para o óleo convencional Isabel. Para o cultivar Bordô, o óleo orgânico
apresentou média de compostos fenólicos de 809,7 em comparação a 853,29
encontrado para o óleo obtido de uvas cultivadas pelo método convencional,
contudo tais valores não foram estatisticamente diferentes entre si. Portanto o
cultivo orgânico Isabel apresentou melhor resultado para compostos fenólicos
em relação ao cultivo convencional, entretanto para a variedade Bordô, os
cultivares orgânico e convencional não apresentaram diferença significativa. Os
óleos obtidos a partir das sementes de uva apresentaram uma maior
quantidade de compostos fenólicos comparada ao óleo de oliva virgem, obtidas
de olivas cultivadas em Salerno, Itália, que apresentaram um valor médio de
35 mg de ácido gálico/100 g de óleo. Menores valores, 9,1 mg/100g, também
foram obtidas em óleo de coco comercial obtido por prensagem de coco de
cultivares de coqueiro do Coconut Research Institute, Lunuwila, Sri Lanka. A
fim de apresentar esse projeto, será realizado um vídeo documentário dividido
em: introdução, materiais e métodos, resultados e conclusões. Na introdução,
serão apresentadas as razões pelas quais o projeto foi proposto. Os materiais
e métodos serão apresentados, assim como as técnicas necessárias para
realização das análises. Por fim, as conclusões obtidas, comparadas às demais
encontradas na literatura. </description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>WAGNER SILVA WESSFLL</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2015-08-26T20:47:53Z</dc:date>
    <dc:type>Video</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/vacina-de-dna-neutralizado-com-lipideo-cationico">
    <title>Vacina de DNA neutralizado com lipídeo catiônico</title>
    <link>http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/vacina-de-dna-neutralizado-com-lipideo-cationico</link>
    <description>O presente projeto visa o desenvolvimento de uma vacina de DNA.
Diferente das vacinas que conhecemos atualmente, que fornecem o
microrganismo inativado ou atenuado, a vacina de DNA fornece apenas o gene
codificante das proteínas geradoras de imunidade (antígenos), sem riscos de
infecções, com menor reação vacinal e menor inativação da vacina por
armazenamento em temperatura inadequada. Ao imunizar um organismo com
o DNA ele passa a produzir os antígenos, que irão gerar uma resposta imune.
Quando o patógeno entrar em contato com o organismo este já vai conhecer e
combater este microrganismo.
Para que o organismo possa produzir as proteínas, esse DNA deve estar
dentro do núcleo da célula e por possuir cargas negativas, o DNA tem
dificuldade de ultrapassar membranas. Ao associar o DNA com o lipídeo
catiônico essas cargas são neutralizadas, o que facilita sua penetração nas
células e no núcleo.
A fim de avaliar a eficiência do modelo de vacina, inoculamos
camundongos com diferentes formas moleculares de DNA codificante da GFP
(Proteína Fluorescente Verde), nosso antígeno modelo, associadas ao lipídeo
catiônico. Esses camundongos foram sacrificados e seus órgãos e sangue
foram coletados. Extraímos o DNA dos órgãos coletados e atualmente estamos
realizando a PCR em tempo real que quantifica o DNA presente em cada órgão
nos permitindo analisar como o DNA inoculado se distribuiu pelo organismo.
Com o soro destes animais realizaremos o teste sorológico ELISA para
avaliarmos a resposta imune gerada pela vacina.</description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>WAGNER SILVA WESSFLL</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2015-08-25T18:57:49Z</dc:date>
    <dc:type>Video</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/uso-de-virtual-screening-no-planejamento-racional-de-farmacos">
    <title>Uso de virtual screening no planejamento racional de fármacos</title>
    <link>http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/uso-de-virtual-screening-no-planejamento-racional-de-farmacos</link>
    <description>Nas últimas décadas, um grande número de tecnologias emergentes tem sido
aplicadas em projetos de pesquisa e desenvolvimento de fármacos. As
técnicas computacionais utilizadas no estudo de sistemas biológicos
mostram-se eficazes no manejo de dados e mapeamento da estrutura
tridimensional de alvos moleculares e ligantes, guiando a identificação e
otimização de novos candidatos a fármacos. O grande número de alvos
moleculares explorados atualmente no planejamento de fármacos requer o
emprego de métodos rápidos e relativamente precisos capazes de identificar
protótipos e uma das principais técnicas utilizadas atualmente para este fim é o
virtual screening. As técnicas de virtual screening auxiliam na seleção de
compostos orgânicos promissores como ligantes de alvos terapêuticos de
interesse, sejam eles agonistas ou antagonistas de receptores, ou ainda
inibidores enzimáticos. Uma abordagem central no screening baseado em
estrutura é o docking molecular, metodologia que se baseia no ancoramento de
pequenas moléculas em sítios de ligação de proteínas-alvo. As técnicas de
docking foram desenvolvidas para predizer a melhor orientação e conformação
de uma molécula ligante no seu sítio receptor, e a idéia geral do processo é
obter um conjunto de conformações do complexo ligante-receptor e
classificá-las em ordem de prioridade com base em suas estabilidades
energéticas. Neste contexto, o objetivo do presente trabalho foi o
desenvolvimento de um protocolo para cálculos de docking, adequado à
proposta das atividades desenvolvidas no laboratório, possibilitando também a
prestação de serviços científicos relacionados a virtual screening. A partir da
formatação de um protocolo adequado, tendo como base outros protocolos de
docking, a estratégia foi aplicada na predição de dados experimentais,
oferecendo validação estatística da ferramenta e procedimentos aplicados.
Para a predição de dados experimentais foram feitos e analisados dockings de
dezenas de ligantes relacionados a vários grupos de enzimas, incluindo
protease de HIV, trombina, tripsina, acetilcolinesterase e metaloproteinase. O
protocolo assim obtido alcançou boa capacidade preditiva, e foi aplicada para
cerca de 100 conjuntos proteína/ligante. O projeto teve resultados promissores
até esse ponto, e espera-se que o protocolo tenha aplicação expandida para
um número maior de compostos.</description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>WAGNER SILVA WESSFLL</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2015-08-25T18:57:41Z</dc:date>
    <dc:type>Video</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/estudo-das-propriedades-de-concretos-reforcados-com-fibras-de-aco-recicladas-de-pneus-e-suas-aplicabilidades">
    <title>Estudo das propriedades de concretos reforçados com fibras de aço recicladas de pneus e suas aplicabilidades</title>
    <link>http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/estudo-das-propriedades-de-concretos-reforcados-com-fibras-de-aco-recicladas-de-pneus-e-suas-aplicabilidades</link>
    <description>Esta pesquisa tem por finalidade garantir uma melhor destinação para
materiais inservíveis, que levariam muitos anos para decompor caso
fossem despejados em aterros sanitários. Além disso, a pesquisa está
relacionada com a preservação de recursos naturais que, para o caso
específico da construção civil, estão sendo cada vez mais explorados
devido ao rápido crescimento econômico em que se o País se encontra.
Para tanto, essa pesquisa visa estudar a inclusão de fibras de aço
recicladas de pneus como reforço para concretos especiais, melhorando
seu desempenho mecânico. Existe uma política nacional que estabelece a
obrigatoriedade para as empresas produtoras em garantir a correta
destinação dos pneus inservíveis; entretanto uma grande quantidade
ainda é frequentemente descartada de maneira incorreta no ambiente. A
pesquisa está estruturada em três etapas principais: revisão bibliográfica,
programa experimental e análise dos resultados. A revisão bibliográfica
está baseada em um estudo das normas e ensaios utilizados para
caracterização desse concreto especial, bem como uma busca das
pesquisas existentes (em âmbito nacional e internacional) acerca do tema.
A fase relacionada com o programa experimental compreende uma
comparação realizada entre o concreto com adição de fibras e um
concreto testemunho (sem adição de fibras), em termos de resistência à
compressão e de resistência à tração na flexão. A caracterização do
concreto durante a fase de realização de experimentos foi complementada
com a execução de ensaios de impacto e abrasão. Durante a realização
dos experimentos, planeja-se determinar um teor ideal de fibras de aço
recicladas, de maneira a garantir o melhor desempenho entre as
propriedades analisadas. Por fim, a última etapa desta pesquisa está
relacionada com a interpretação dos resultados obtidos durante as fases
anteriores (revisão bibliográfica e programa experimental), de maneira a
estabelecer quantitativamente as melhorias estabelecidas pela inclusão
das fibras ao concreto. Com essa pesquisa, espera-se fomentar e
estimular a utilização dessas fibras recicladas de pneus, as quais são
praticamente inexistentes no Brasil atualmente, dando um espírito
inovador e sustentável a área da construção civil. O concreto especial
desenvolvido nesta pesquisa poderá ser utilizado para pavimentos
rodoviários, pisos industriais, e outros locais susceptíveis a cargas de
impacto, ajudando a humanidade na sua vida corriqueira, além de
colaborar com o meio ambiente.</description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>WAGNER SILVA WESSFLL</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2015-08-25T18:56:32Z</dc:date>
    <dc:type>Video</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/aplicacao-da-tecnologia-de-pelotizacao-para-condicionamento-de-residuos-de-baixa-granulometria">
    <title>Aplicação da Tecnologia de Pelotização para Condicionamento de Resíduos de Baixa Granulometria</title>
    <link>http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/aplicacao-da-tecnologia-de-pelotizacao-para-condicionamento-de-residuos-de-baixa-granulometria</link>
    <description>Muitos processos industriais como a siderurgia e a geração de energia tem como coprodutos
materiais de baixa granulometria tais como “fly ash” e pó de aciaria elétrica,
dentre outros, em forma pulvurenta. O manuseio e transporte desses co-produtos traz
dificuldades tendo em vista sua baixa granulometria, tais como arraste por correntes de
ar, toxicidade e dificuldade de manipulação. Devido a isto o transporte a granel destes
materiais requer equipamento especial como caminhões à vácuo. Outro fator é a
dificuldade que este tipo de material apresenta para inclusão em outros processos de
beneficiamento, como co-processamento em industrias cimenteiras. Dentre os processos
possíveis para o melhorar as condições de transporte e manuseio de resíduos de baixa
granulometria tem-se a pelotização. Este processo é uma técnica de aglomeração de
partículas finas, desenvolvida inicialmente para transformar finos de minério de ferro
em material com propriedades físicas e químicas adequadas à utilização em aparelhos
de redução, com o objetivo de produzir ferro metálico. O presente trabalho tem como
objetivo aplicar técnicas de pelotização em disco pelotizador para a aglomeração de pó
de aciaria elétrica (PAE) de forma a obter pelotas viáveis e estáveis que permitam o seu
transporte e manuseio a baixo custo. Neste estudo foi utilizado um disco pelotizador
DN600 Engendrar, ensaiando-se as condições de otimização do processo, tal como nível
de umidade, agente ligante, rotação e inclinação do equipamento. Os resultados obtidos
sinalizam que esta técnica pode ser utilizada para condicionar os finos de pó de aciaria
em pelotas de resitência adequada ao transporte e manuseio, e com um custo reduzido,
já que estes equipamentos podem operar de forma contínua. As pelotas absorveram uma
maior quantidade de água de aproximadamente 15%, quantidade maior que os processos
tradicionais de aglomeração de minério de ferro que se situa entre 7 a 9%. O diâmetro
médio das pelotas foi de 8 a 12 mm. A participação do aluno bolsista se relacionou às
atividades de preparação de amostras de PAE para o processo de pelotização. Dentre as
tarefas executadas estão: quarteamento, uniformização, blendagem com ligante
adequado, determinação do teor de umidade adequado ao processamento do material e
finalmente a produção das pelotas.</description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>WAGNER SILVA WESSFLL</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2015-08-25T18:33:52Z</dc:date>
    <dc:type>Video</dc:type>
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