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  <title>Lume</title>
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            These are the search results for the query, showing results 801 to 815.
        
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  <item rdf:about="http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/modelando-uma-luminaria-03">
    <title>Modelando uma luminária - 03</title>
    <link>http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/modelando-uma-luminaria-03</link>
    <description>Este vídeo faz parte de uma coleção de vídeos tutoriais mostra como modelar uma luminária com o 3DSMax 2014.
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    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>RAFAEL DE OLIVEIRA CARVALHO</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2015-09-29T18:51:46Z</dc:date>
    <dc:type>Video</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/modelando-uma-luminaria-02">
    <title>Modelando uma luminária - 02</title>
    <link>http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/modelando-uma-luminaria-02</link>
    <description>Este vídeo faz parte de uma coleção de vídeos tutoriais mostra como modelar uma luminária com o 3DSMax 2014.
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    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Gabriela Trindade Perry</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2015-09-29T18:48:44Z</dc:date>
    <dc:type>Video</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/modelando-uma-luminaria-01">
    <title>Modelando uma luminária - 01</title>
    <link>http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/modelando-uma-luminaria-01</link>
    <description>Este vídeo faz parte de uma coleção de vídeos tutoriais mostra como modelar uma luminária com o 3DSMax 2014.</description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Gabriela Trindade Perry</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2015-09-29T18:47:37Z</dc:date>
    <dc:type>Video</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/utilizacao-de-residuos-de-agata-em-artefatos-de-concreto">
    <title>Utilização de resíduos de ágata em artefatos de concreto</title>
    <link>http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/utilizacao-de-residuos-de-agata-em-artefatos-de-concreto</link>
    <description>Considerado um dos três maiores produtores de gemas de ágata no Brasil, o
Rio Grande do Sul, concentra um número elevado de ocorrências de geodos
com alto significado econômico, com áreas de extração localizadas na região
central do estado atingindo norte do Uruguai, sendo as maiores ocorrências as
localizadas nos municípios gaúchos de Lajeado e Soledade. No entanto, essas
empresas geram resíduos, que são depositados nos pátios das empresas por
não serem mais aproveitáveis pelo setor, esse acumulo à céu aberto gera um
grave problema ambiental. O presente trabalho tem por objetivo propor uma
finalidade para a utilização desses resíduos a fim de gerar novos materiais e
contribuir com a sustentabilidade.
Logo, este projeto tecnológico utiliza resíduos de ágata, coletados nas
empresas do município de Soledade-RS, em substituição aos agregados
naturais, miúdos e graúdos, para fabricação de artefatos de concreto, como
placa para pisos, pawers, blocos, fachadas e utensílios como porta copos,
tampo de mesas, etc. Os concretos serão caracterizados e avaliados quanto às
propriedades físicas, químicas e mecânicas para utilização a nível comercial,
com a transferência de tecnologia e inovação ao setor da construção.
Foram dosados concretos com substituição de 100% dos agregados, tanto
agregado miúdo, quanto o graúdo, os quais são oriundos do beneficiamento da
ágata, juntamente com o cimento branco. Foi escolhido este tipo de cimento
para fins estéticos, já que a ágata é um agregado de cor clara.
O uso de resíduos vem, cada vez mais, sendo difundido na produção de
componentes construtivos. Na busca de um destino adequado aos resíduos de
ágata investiu-se na possibilidade de substituir os agregados naturais utilizados
por esse resíduo, pois proporcionam uma aparência interessante, de modo que
se demonstrará à sociedade a possibilidade do uso de materiais sustentáveis
com qualidade, durabilidade e com aspecto melhor ou similar aos materiais
convencionais empregados na construção civil.</description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>WAGNER SILVA WESSFLL</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2015-09-29T18:47:08Z</dc:date>
    <dc:type>Video</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/influencia-do-combustivel-na-sintese-de-oxidos-nanoestruturados">
    <title>Influência do Combustível na Síntese de Óxidos Nanoestruturados</title>
    <link>http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/influencia-do-combustivel-na-sintese-de-oxidos-nanoestruturados</link>
    <description>Dentre as técnicas para produção de óxidos catalisadores, a síntese por
combustão contínua em solução (SCS) tem sido muito aplicada devido à possibilidade
de produzir, a baixo custo, pós nanoestruturados altamente puros e homogêneos.
Quanto menor o diâmetro das partículas, maior é a atividade do catalisador. Na SCS o
tamanho do particulado produzido depende das variáveis do processo. Com o objetivo
de formular a metodologia ideal para preparação de óxidos nanoestruturados
destinados a catálise, foram estudadas a relação de concentração combustíveloxidante,
e a utilização de glicina e de polietileno glicol peso molecular 200 (PEG 200)
como combustíveis na SCS de catalisadores a base de Ferro, Magnésio e Molibdênio.
O produto da síntese foi caracterizado por DRX, MEV e Granulometria. Foram
realizadas também análises granulométricas e de área superficial específica. Os
resultados indicaram alta pureza do nanomaterial obtido para baixas concentrações de
combustível, e uma grande variação nos tamanhos das nanoestruturas conforme a
concentração e o tipo de combustível utilizado.</description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>WAGNER SILVA WESSFLL</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2015-09-29T18:32:02Z</dc:date>
    <dc:type>Video</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/cimento-osseo-de-alfa-fosfato-tricalcico-reforcado-por-hidrogeis">
    <title>Cimento Ósseo de Alfa - Fosfato Tricálcico Reforçado por Hidrogeis</title>
    <link>http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/cimento-osseo-de-alfa-fosfato-tricalcico-reforcado-por-hidrogeis</link>
    <description>O estudo desenvolvido teve como enfoque a obtenção de cimentos de
alfa – fosfato tricálcico (α-TCP) com a adição de hidrogeis poliméricos que
permitam o seu uso em processos de biofabricação. O cimento de fosfato de
cálcio é utilizado como substituto ósseo por apresentar uma série de
vantagens, sendo as mais destacadas a sua biocompatibilidade e bioatividade,
que permitem a osteocondução dos tecidos e o endurecimento “in situ”, sendo
mais facilmente manipulado. O cimento utilizado foi obtido através de
precipitação por via úmida utilizando-se ácido fosfórico e nitrato de cálcio. A
razão para a utilização de hidrogeis poliméricos é tentar aumentar as
propriedades mecânicas do cimento. Para que esse aumento de propriedades
mecânicas seja alcançado foram preparados compósitos de alfa-fosfato
tricálcico/higrogel. Foram preparados três diferentes tipos de hidrogeis para
serem utilizados no compósito: poli (N-vinil-2-pirrolidona), poli (ácido acrílico) e
poli (N-vinil-2-pirrolidona-co-ácido acrílico). A caracterização dos compósitos foi
realizada através de testes de compressão, densidade aparente, difração de
raios X e MEV. As amostras mergulhadas em fluido corporal simulado (SBF)
apresentaram crescimento de cristais de hidroxiapatita, o que demonstra a
bioatividade do cimento desenvolvido.</description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>WAGNER SILVA WESSFLL</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2015-09-29T18:18:43Z</dc:date>
    <dc:type>Video</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/desenvolvimento-de-composicoes-elastomericas-de-alto-desempenho">
    <title>Desenvolvimento de Composições Elastoméricas de alto desempenho</title>
    <link>http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/desenvolvimento-de-composicoes-elastomericas-de-alto-desempenho</link>
    <description>O projeto “Desenvolvimento de Composições Elastoméricas de Alto
Desempenho” vem sendo desenvolvido no Instituto de Química da
Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e tem por objetivo
elaborar e caracterizar composições elastoméricas à base de borrachas
comerciais visando a obtenção de um composto de alto desempenho, ou seja,
mais resistente a temperaturas, fluidos e pressões do que os compostos de
borracha usuais. Além disso, buscam-se propriedades específicas, como
condutividade elétrica. Como as borrachas puras não são capazes de atingir
todas as propriedades desejáveis em um artefato final necessita-se adicionar
cargas específicas capazes de conferir propriedades como resistência
mecânica e à deformação permanente, abrasão, dureza, entre outras.
Assim, visando atender essas exigências e as necessidades de
específicas do segmento automotivo e petroquímico, buscou-se material com
propriedades adequadas eeconômica e tecnologicamente viáveis.
Utilizou-se para isto, borracha HNBR – borracha nitrílica hidrogenada
com 46% de acrilonitrila (ACN), e cargas como flakes de grafite de diferentes
granulometrias tratamento (e natureza), isoladamente, ou em associação ao
negro de fumo (carga tradicional de caráter altamente reforçante) e peróxidos
como sistema de cura.
Entre as principais atividades desenvolvidas como bolsista destacam-se
a elaboração das planilhas de formulação, a preparação dos componentes e
obtenção das misturas em câmara de mistura, a obtenção das curvas
reométricas para a determinação do tempo ótima de cura e a cura dos
compostos em prensa e a obtenção dos corpos de prova. Na caracterização
avaliaram propriedades macroscópicas como o comportamento frente à
tensão-deformação, dureza, resistência a solvente (medidas de inchamento).
Quanto à morfologia foram realizadas análises de Difração de raios X e
microscopia eletrônica de varredura (MEV).
Os resultados iniciais de morfologia apontam para uma boa interação
carga-matriz, com as propriedades finais dependentes da natureza e do
tamanho da partícula, podendo-se atingir propriedades similares à carga negro
de fumo. Principalmente, o grafite modificado apresenta-se como uma carga
promissora para determinadas propriedades, como condutividade elétrica e
menor permeabilidade não atingíveis com negro de fumo.
Trabalhos terão prosseguimento tanto na parte da formulação,
processamento e caracterização.</description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>WAGNER SILVA WESSFLL</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2015-09-29T18:09:42Z</dc:date>
    <dc:type>Video</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/moinho-coloidal">
    <title>Moinho Coloidal</title>
    <link>http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/moinho-coloidal</link>
    <description>Ensino de Operações Unitárias Farmacêuticas: Moinho Coloidal</description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Miriam Anders Apel</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2015-09-28T19:38:02Z</dc:date>
    <dc:type>Video</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/puncao-venosa-periferica-com-cateter">
    <title>Punção venosa periférica com cateter</title>
    <link>http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/puncao-venosa-periferica-com-cateter</link>
    <description>O vídeo com animação denominado ‘punção venosa com cateter’ veio a ampliar o acervo de objetos de aprendizagem digitais produzidos pela Escola de Enfermagem da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. A motivação para a produção destes vídeos foi a possibilidade de disponibilizar temas de fundamentos de Enfermagem, que são majoritariamente procedimentos, em formato com portabilidade em dispositivos móveis e adequados em linguagem e em conteúdo mais próximos da realidade que os nossos estudantes irão encontrar nas suas práticas curriculares. A autonomia na aprendizagem é um dos propósitos do desenvolvimento destes vídeos, sem eximir a participação e a orientação do docente, mas oportunizando o acesso dos estudantes a materiais de qualidade. Os vídeos são utilizados em dois momentos distintos no ensino de Enfermagem. O primeiro ocorre na aprendizagem dos procedimentos ainda em laboratório de ensino, no qual os estudantes tem acesso aos vídeos antes da atividade prática. A dinâmica das atividades práticas tem demonstrado um enriquecimento dos questionamentos e uma execução técnica com mais segurança em relação ao contato dos estudantes diretamente com a observação da execução da técnica. O segundo momento de utilização dos vídeos ocorre como consulta durante as práticas curriculares mais avançadas do curso de graduação, nas quais os estudantes podem ter dúvidas da execução do procedimento.</description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Ana Luísa Petersen Cogo</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2015-09-28T19:35:10Z</dc:date>
    <dc:type>Video</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/ciclos-parasitarios-animados-leishmania-sp">
    <title>Ciclos parasitários animados: Leishmania sp</title>
    <link>http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/ciclos-parasitarios-animados-leishmania-sp</link>
    <description>Série Ciências Básicas da Saúde
Ciclos parasitários animados: Leishmania sp</description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Neusa Saltiél Stobbe</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2015-09-28T18:03:35Z</dc:date>
    <dc:type>Video</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/cubismo-e-quarta-dimensao">
    <title>Cubismo e quarta dimensão</title>
    <link>http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/cubismo-e-quarta-dimensao</link>
    <description>Cubismo: múltiplas dimensões - Cubismo e Primitivismo</description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>João Henrique Corrêa Kanan</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2015-09-28T17:20:38Z</dc:date>
    <dc:type>Video</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/avaliacao-dos-efeitos-do-floroglucinol-e-derivados-sobre-o-comportamento-e-crises-convulsivas-em-zebrafish-adulto">
    <title>Avaliação dos efeitos do floroglucinol e derivados sobre o comportamento e crises convulsivas em zebrafish adulto</title>
    <link>http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/avaliacao-dos-efeitos-do-floroglucinol-e-derivados-sobre-o-comportamento-e-crises-convulsivas-em-zebrafish-adulto</link>
    <description>O floroglucinol (1,3,5- triidroxibenzeno) é um composto fenólico precursor de diversas
moléculas com variadas atividades biológicas já descritas na literatura, destacando
dessas a atividade antidepressiva. Diversos estudos correlacionam moléculas com
atividade antidepressiva e anticonvulsivante. Um modelo animal que vem sendo muito
utilizado em várias linhas de pesquisa como, por exemplo, para avaliação de novas
moléculas que apresentem ação anticonvulsiva é o zebrafish (Danio rerio). Tendo isso
em vista, nosso objetivo foi avaliar a possível atividade anticonvulsiva do floroglucinol
e de dois derivados sintéticos – denominados nesse trabalho como Composto 4 e
Composto 5 – em zebrafish adulto utilizando o modelo de convulsão induzida por
pentilenotetrazol (PTZ), aprovado pelo CEUA, sob o número 22.214. Os animais foram
separados em 7 grupos (n = 9 por grupo): controle [solução com 5% de polissorbato 80
(tween)]; floroglucinol: 6 mg/kg e 60 mg/kg, Composto 4: 6 mg/kg e 60 mg/kg e
Composto 5: 6 mg/kg e 60 mg/kg. Todos os grupos foram anestesiados previamente ao
tratamento. Posteriormente, receberam injeção via i.p de 10 µL referente as amostras de
cada grupo (polissorbato, floroglucinol ou os compostos sintéticos) e deixamos os
mesmo em recuperação por 10 min em aquário com água. Após isso, os animais foram
passados para um tanque trapezoidal onde foram filmados durante dez minutos para
avaliar parâmetros como atividade locomotora e exploratória. Então foram transferidos
para um aquário contendo solução de PTZ (10 mM) onde ficaram imersos por 20
minutos sendo filmados para avaliarmos a intensidade e latência para a convulsão. Por
último, cada animal foi posto em um béquer com água durante 3h afim de avaliar o
tempo para que esses retornassem ao comportamento de nado normal. Os dados foram
expressos como média± desvio padrão e analisados por ANOVA de uma via seguida
por teste Tukey, de comparações múltiplas, sendo considerado diferença significativa
quando p&lt;0,05 e Bonferroni. O comportamento locomotor e exploratório dos animais
não sofreu alteração em relação ao controle para nenhum dos compostos testados. Os
animais pré-tratados com floroglucinol e composto 4 tiveram aumento na intensidade da
crise convulsiva, enquanto o composto 5 reduziu a intensidade. O composto 5 aumentou
significativamente a latência para a convulsão e, além disso, os animais demonstraram
se recuperar mais rapidamente da crise convulsiva. Fica evidenciado nesse trabalho que
a modificação química realizada pelo nosso grupo resultou em um composto com
atividade anticonvulsivante no modelo animal utilizado. Com base nisso, planeja-se
investigar o mecanismo de ação do composto 5. Através de estudos de química
medicinal serão planejados e sintetizados novas séries de compostos, visando o
desenvolvimento de um fármaco anticonvulsivante. (FAPERGS, CNPq e CAPES).</description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>WAGNER SILVA WESSFLL</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2015-09-25T21:35:38Z</dc:date>
    <dc:type>Video</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/analise-de-isolados-de-escherichia-coli-comensais-de-aves-para-validacao-da-pcr-pentaplex-como-metodo-de-diagnostico-rapido-de-e.-coli-patogenicas-aviarias">
    <title>Análise de isolados de Escherichia coli comensais de aves para validação da PCR Pentaplex como método de diagnóstico rápido de E. coli patogênicas aviárias</title>
    <link>http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/analise-de-isolados-de-escherichia-coli-comensais-de-aves-para-validacao-da-pcr-pentaplex-como-metodo-de-diagnostico-rapido-de-e.-coli-patogenicas-aviarias</link>
    <description>A Escherichia coli é um importante membro da microbiota intestinal de aves
e mamíferos. No entanto, algumas cepas adquiriram fatores de virulência que as
tornaram patogênicas para o homem e outros animais. As Escherichia coli
patogênicas aviárias (APEC) causam infecções extra-intestinais em aves,
denominadas colibacilose (Kaper, et al. 2004), o que acarreta perdas econômicas
significativas na avicultura. Entre os genes associados à virulência de APEC estão
os genes iroN, iutA, iss, ompT e hlyF, propostos por Johnson et. al.(Johnson, et al.
2008) como marcadores de virulência dessas cepas. A fim de validar a PCR
Pentaplex como uma possível ferramenta de diagnóstico de APEC para as cepas
brasileiras, testamos a presença desses cinco genes pela PCR Pentaplex em 193
isolados APEC e 100 isolados de E. coli ambientais coletadas de aviário. Esses
isolados foram testados in vivo em pintos de um dia e aos quais foi atribuído um
índice de patogenicidade. Como dois dos cinco genes (ompT e hlyF) estavam
sempre associados nas mesmas amostras, um deles foi eliminado da análise.
Assim, foi possível dividir as cepas em dois grandes grupos: cepas nãopatogênicas,
com 0 ou 1 gene, e cepas patogênicas, com 2, 3 ou 4 genes. A PCR
Pentaplex classificou corretamente como patogênicas 95% das APEC, mas
apenas 50% das amostras ambientais foram classificadas como não-patogênicas.
Neste trabalho, isolei amostras fecais diretamente da cloaca de frangos de corte
saudáveis, que em princípio devem ser apatogênicas e, portanto, não deveriam
apresentar esses genes marcadores. Até o momento, 62 isolados foram testados
para os cinco genes pela PCR Pentaplex. Destes 62 isolados: 5 (8%) não
apresentaram nenhum dos genes, 15 (24%), um gene, 23 (37%), dois genes, 5
(8%), três genes,e 14 (23%) amostras apresentaram os quatro genes. Ou seja,
apenas 20 (32%) das 62 amostras fecais puderam ser confirmadas como nãopatogênicas
pela PCR Pentaplex para iroN, iutA, iss e ompT/hlyF. Portanto,
enquanto a PCR Pentaplex se mostrou um bom método de diagnóstico rápido
para confirmar que isolados de lesões são realmente patogênicos, ela não foi
capaz de confirmar que um isolado comensal é não-patogênico.</description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>WAGNER SILVA WESSFLL</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2015-09-25T21:35:28Z</dc:date>
    <dc:type>Video</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/construcao-de-materiais-antirreflexivos-e-superhidrofobicos">
    <title>Construção de Materiais Antirreflexivos e Superhidrofóbicos</title>
    <link>http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/construcao-de-materiais-antirreflexivos-e-superhidrofobicos</link>
    <description>Materiais com propriedades antirreflexivas e superhidrofóbicas têm sido
extensamente utilizados para obtenção de alta transmitância em sistemas ópticos,
melhorando a eficiência em diversos sistemas, como pára-brisas de automóveis, painéis
solares, etc. Essas propriedades são obtidas através da alteração da rugosidade da
superfície combinada com baixa energia de superfície, revestimentos não-homogêneos e
filmes interferométricos. Para construir materiais com tais propriedades abordamos
duas diferentes rotas.
A primeira rota envolve a texturização da superfície do vidro através da
construção de um filme de nanopartículas de sílica, melhorando também a transmitância
óptica com uma deposição com índice gradual. Previamente são depositadas camadas de
adesão para criar ligações mais fortes das nanopartículas de sílica ao vidro por dipcoating
com soluções poliméricas de poli(4-estirenossulfonato de sódio) (SPS) e
poli(hidrocloreto de alilamina) (PAH). Para a construção da camada de adesão o
substrato de vidro foi mergulhado na solução catiônica (PAH 10-2 M, pH 4,0) por 15
minutos e, após a evaporação do solvente e formação do filme, lavado com água
destilada. A seguir foi mergulhado na solução catiônica (SPS 10-2 M, pH 4,0) sofrendo o
mesmo tratamento. Cinco bicamadas de cada filme foram depositadas sequencialmente
para melhorar a aderência das nanopartículas ao vidro, que foram então depositadas por
dip-coating. A seguir são depositados mais uma camada de adesão para fixar as
nanopartículas e um revestimento de PTFE, que possui baixa energia de superfície para
promover maior hidrofobicidade. A camada de PTFE é depositada via PVD (Physical
Vapor Deposition) por aquecimento resistivo.
A segunda rota envolve a anodização de uma fina camada de alumínio depositada
na superfície de vidro. O filme de alumínio foi depositado via PVD. Após a anodização
do alumínio é formando então um filme transparente nanoestruturado de óxido de
alumínio, que possui alta transmitância na região do visível. A esse processo segue a
deposição de um revestimento com PTFE, buscando também a diminuição da energia
de superfície.
Foram produzidas amostras com filmes ópticos seguindo as rotas descritas acima.
Devido às inúmeras otimizações necessárias a cada um dos procedimentos, ainda está
em andamento a caracterização dos materiais, portanto, ainda não há resultados
conclusivos sobre a qualidade dos filmes obtidos. </description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>WAGNER SILVA WESSFLL</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2015-09-25T21:35:16Z</dc:date>
    <dc:type>Video</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/sistemas-de-revestimento-para-fachada-reforcados-com-tela-metalica">
    <title>Sistemas de Revestimento para Fachada reforçados com Tela Metálica</title>
    <link>http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/sistemas-de-revestimento-para-fachada-reforcados-com-tela-metalica</link>
    <description>O projeto apresentado neste resumo faz parte de uma pesquisa maior de
doutorado e aborda os estudos realizados durante os últimos dois semestres,
como continuação do trabalho de mesmo título apresentado na Feira de
Inovação Tecnológica (FINOVA) em 2012.
Nesta etapa caracterizaram-se, por meio do ensaio de resistência à tração,
amostras de telas metálicas eletrosoldadas de malha quadrada, produzidas por
três fabricantes distintos no mercado nacional para uso em revestimentos de
fachadas, a fim de agregar uma maior resistência à tração, atuando na
absorção de tensões e deformações, evitando a formação de fissuras
perceptíveis a olho nu e garantindo o desempenho do sistema. A tela metálica
utilizada em sistemas de revestimento pode ser aplicada tanto diretamente
sobre o substrato, chamada ponte de transmissão, quanto como argamassa
armada.
A utilização desta como técnica de reforço e reabilitação de revestimentos
argamassados é indicada por normas como NBR 7200 (ABNT, 1998) e NBR
13755 (ABNT, 1996), sendo que esta última limita o uso de tela metálica
soldada a apenas a de malha quadrada (5x5)cm com fio de diâmetro maior ou
igual a 2mm, ancorada à estrutura-suporte. A norma exige ainda que a tela
metálica resista às solicitações mínimas referentes ao próprio peso do
revestimento e a uma “variação de temperatura igual ao intervalo entre a
máxima e a mínima local da obra”. A resistência por parte da tela a esses
esforços deve ser comprovada, no entanto o tipo de comprovação que deverá
ser adotado não é explicitado pela norma. Neste sentido, o ensaio proposto é
uma possibilidade de efetuar a avaliação das telas metálicas.
Com o objetivo de comparar as telas indicadas com o fim apresentado
anteriormente, foram realizados ensaios para caracterizar 6 amostras de
(30x50)cm de telas metálicas eletrossoldadas galvanizadas, de malha
quadrada (25x25)mm e com fio de diâmetro de 1,24mm, de três fabricantes
distintos no mercado nacional, que foram denominadas de: Fabricante A,
Fabricante B e Fabricante C. Foram avaliados a partir dos ensaios a carga
máxima (carga de ruptura), o limite de resistência à tração e os locais de
ruptura da tela metálica. Os ensaios foram realizados no Laboratório de
Materiais e Tecnologia do Ambiente Construído (LAMTAC/NORIE) da UFRGS,
com temperatura e umidade controlada de 23±2°C e umidade relativa do ar de
60±5%. Utilizou-se uma máquina de ensaios da marca EMIC, modelo DL
20000, com uma velocidade de carregamento de 0,05 KN/s.
Após a realização dos ensaios constatou-se que os desempenhos das telas
metálicas avaliadas foram distintos. A tela do Fabricante A obteve equilíbrio
nos locais de ruptura (52% ao longo do fio e 48% na solda) e grande
variabilidade com relação à carga de ruptura (7,05 kN) e ao limite de
resistência (709,48 MPa). Esta tela apresentou os maiores resultados para
esses parâmetros.
A tela do Fabricante B obteve as menores variabilidades para a carga de
ruptura (4,50 kN) e limite de resistência (452,86 MPa), e também mostrou um
bom desempenho com relação às rupturas, já que todas ocorreram ao longo do
fio. Assim, esta foi classificada como a que, dentre as telas avaliadas,
apresentou melhor desempenho e, supostamente, melhor controle de
qualidade. Já a tela do Fabricante C apresentou fragilidade nos pontos de
solda (96% de rupturas ocorreram nesses locais), mas baixa variabilidade para
a carga de ruptura (4,79 kN) e limite de resistência à tração (481,37 MPa). </description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>WAGNER SILVA WESSFLL</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2015-09-25T21:35:04Z</dc:date>
    <dc:type>Video</dc:type>
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