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  <title>Lume</title>
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            These are the search results for the query, showing results 641 to 655.
        
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  <item rdf:about="http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/antigenos-recombinantes-de-mycoplasma-hyopneumoniae-para-a-formulacao-de-vacinas-contra-pneumonia-enzootica-suina">
    <title>Antígenos recombinantes de Mycoplasma hyopneumoniae para a formulação de vacinas contra pneumonia enzoótica suína</title>
    <link>http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/antigenos-recombinantes-de-mycoplasma-hyopneumoniae-para-a-formulacao-de-vacinas-contra-pneumonia-enzootica-suina</link>
    <description>O vídeo, primeiramente, apresentará o nome do projeto, o grupo de
pesquisadores participantes e o local de realização do projeto. Em seguida, será
demonstrada uma breve introdução sobre a pneumonia enzoótica suína (PES), citando
os sintomas e a bactéria Mycoplasma hyopneumoniae como agente causador.
Após a introdução, serão expostas as justificativas e os objetivos desse projeto.
A PES afeta rebanhos de suínos causando grandes perdas econômicas para a
suinocultura. Como método de prevenção, os animais são imunizados com células
bacterianas inativadas (as bacterinas), que tem alto custo de produção devido às
dificuldades de multiplicação de M. hyopneumoniae in vitro e conferem apenas proteção
parcial contra a PES. Neste contexto, este projeto tem como objetivo o desenvolvimento
de novas formulações vacinais baseadas na tecnologia de DNA recombinante, a qual
permite que genes de M. hyopneumoniae sejam isolados e inseridos em outro
organismo. Para isso, foram selecionados genes que produzem proteínas de superfície,
que são aquelas expostas pela bactéria ao suíno. Estas proteínas são potencialmente
antigênicas, isto é, são capazes de estimular resposta do sistema imunológico do
hospedeiro (como a produção de anticorpos). No vídeo, a proteína estudada será
denominada MH1, uma vez que seu nome é protegido por patente (nº. PI0306775-0).
Em seguida, o vídeo apresentará as metodologias e os resultados obtidos na
caracterização imunológica preliminar da MH1. Para isso, foram realizados estudos para
avaliar a imunogenicidade (a capacidade da proteína de induzir a produção de
anticorpos sem o organismo ter sofrido uma infecção por M. hyopneumoniae) da MH1
utilizando a proteína purificada. Devido às dificuldades do cultivo de M.
hyopneumoniae, a produção da MH1 foi padronizada na bactéria Escherichia coli, a
qual é amplamente utilizada para produção de proteínas de outros organismos, devido a
facilidade de cultivo e custo relativamente mais baixo. Para isso, o gene da proteína
MH1 (que aqui será chamado mh1) foi clonado em um vetor de expressão procariótico
(uma animação demonstrando a clonagem será apresentada no vídeo) e que foi inserido 
na bactéria E. coli. Deste modo, a proteína MH1 é produzida pela própria bactéria e
logo após é purificada (o método de purificação, isto é, cromatografia de afinidade, será
mais bem ilustrado no vídeo). A MH1 purificada a partir de cultivos de E. coli passa a
ser chamada de proteína recombinante, uma vez que é produzida através da clonagem
de seu gene em um vetor de expressão. A MH1 recombinante purificada foi utilizada
para ensaios de imunização em camundongos, a fim de avaliar seu potencial para a
formulação de vacinas. Os ensaios foram realizados primeiramente em camundongos
para avaliar a produção de anticorpos induzida pela proteína purificada, isto é, sem um
quadro de infecção. Analisando o soro dos camundongos imunizados pode-se concluir
que a proteína MH1 é altamente imunogênica devido à produção de anticorpos
induzida, ressaltando seu potencial para o uso em vacinas.
Em seguida, o vídeo apresentará as metodologias empregadas na construção da
vacina de DNA utilizando o gene mh1. Também será explicado o mecanismo de ação
destas vacinas, em que os animais imunizados devem ser capazes de produzir a MH1. A
vacina de DNA possibilita a produção da proteína pelo animal imunizado porque é
desenvolvida utilizando um vetor de expressão, contendo o gene mh1, que é específico
para células eucarióticas, facilitando a expressão em animais. A eficiência da vacina
será previamente testada em camundongos, a fim de avaliar a produção de anticorpos
induzida, e futuramente em suínos, para analisar o potencial protetor contra a PES.
Ao final do vídeo, serão apresentadas as perspectivas do projeto, bem como os
agradecimentos e o apoio financeiro.</description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>WAGNER SILVA WESSFLL</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2015-10-28T22:42:53Z</dc:date>
    <dc:type>Video</dc:type>
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  <item rdf:about="http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/sintese-de-membranas-para-separacao-de-co2-do-gas-natural-testes-em-escala-de-bancada">
    <title>Síntese de membranas para separação de CO2 do gás natural: testes em escala de bancada</title>
    <link>http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/sintese-de-membranas-para-separacao-de-co2-do-gas-natural-testes-em-escala-de-bancada</link>
    <description>O gás natural consiste numa mistura de hidrocarbonetos gasosos, cujo
componente preponderante é o metano, também apresenta contaminantes tais como
CO2, H2S, N2 e água que podem causar problemas durante a produção, transporte e
utilização do gás natural comercial. Mesmo que o gás natural seja altamente
competitivo em relação a quase todos os combustíveis, é na indústria petroquímica que
ele encontra sua mais nobre aplicação, pelo fato de ser um insumo altamente qualificado
para uso como matéria prima tendo em vista a sua pureza e as suas características
químicas.
 A separação de gases através de membranas tem surgido como uma
importante operação unitária, oferecendo vantagens específicas sobre os métodos de
separação convencional como a destilação criogênica e a adsorção,tais como: economia
de energia,seletividade, simplicidade de operação e de escalonamento.
 O trabalho consiste no desenvolvimento e montagem de uma planta em
escala de bancada de permeação de gases e a síntese de membranas poliméricas de
triacetato de celulose (TAC) e Polidimetilsiloxano (PMDS) que tenham altas
seletividade e permeabilidade para os contaminantes do gás natural, dessa forma haverá
uma retirada dos contaminantes agregando mais valor ao gás purificado.Posteriormente
foram feitos testes com as membranas sintetizadas e os resultados obtidos mostraram a
melhor membrana para a separação do gás natural e suas impurezas.</description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>WAGNER SILVA WESSFLL</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2015-10-28T22:28:14Z</dc:date>
    <dc:type>Video</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/metodo-computacional-de-analise-de-imagens-para-o-estudo-da-fisiologia-do-esfincter-velofaringeo">
    <title>Método computacional de análise de imagens para o estudo da fisiologia do esfíncter velofaríngeo</title>
    <link>http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/metodo-computacional-de-analise-de-imagens-para-o-estudo-da-fisiologia-do-esfincter-velofaringeo</link>
    <description>Objetivo: Demonstrar a aplicabilidade do software Cyclops Pharyngeus no
estudo da fisiologia do esfíncter velofaríngeo.
Materiais e Métodos: confecção de um vídeo-documentário pela captura de
imagens do tipo slide, explicando a evolução do projeto Cyclops em um primeiro
momento, seguido de uma breve explanação sobre o funcionamento do esfíncter
velofaríngeo. Ainda, serão explicados os materiais e métodos utilizados na aplicação do
software e demonstrados os resultados obtidos, exemplificando-se, assim, a
contribuição do programa. Por fim, algumas considerações serão feitas.
Roteiro:
O primeiro slide mostra o título e acompanha uma explicação sobre a origem do
projeto: o Cyclops é um projeto multicêntrico desenvolvido em uma parceria entre a
disciplina de Otorrinolaringologia da Faculdade de Medicina da Universidade Federal
do Rio Grande do Sul (FAMED-UFRGS) e o Laboratório de Processamento de Imagens
e Computação Gráfica da Universidade Federal de Santa Catarina (LAPIX-UFSC).
O segundo slide é sobre o Cyclops Auris, fruto do projeto na área da otologia,
com o objetivo de desenvolver um sistema computacional que permita mensurar a
proporção entre as áreas timpânicas afetadas e o remanescente do tímpano íntegro por
meio da análise de videotoscopias digitais.
O terceiro slide explica a origem do Cyclops Pharyngeus: a enorme aplicação do
Auris levou à sua expansão a outras áreas da otorrinolaringologia. O esfíncter
velofaríngeo (EVF) é uma área de convergência das três subdivisões da
otorrinolaringologia, sendo natural a aplicação do software para o estudo da sua
fisiologia.
O quarto slide mostra o esfíncter velofaríngeo , que é uma cinta muscular entre a
orofaringe e a nasofaringe, e os músculos que o compõem.
O quinto slide explica a alternância entre via respiratória e via digestiva da
faringe, a cada deglutição, mantida pelo EVF. O fechamento do esfíncter é fundamental
para atividades motoras como a fala, o assobio, o sopro, a sucção e a deglutição.
O sexto slide mostra os 2 padrões de fechamento do EVF encontrados:
pneumático (envolve fluxo aéreo, como a fala e o sopro) e não-pneumático (não
envolve fluxo aéreo, como a deglutição).
O sétimo e o oitavo slide dizem respeito aos objetivos do Cyclops Pharyngeus,
criado por adaptação do Cyclops Auris com o objetivo de melhorar o entendimento da
fisiologia do EVF, por meio de uma análise quantitativa dos percentuais de 
movimentação de 4 diferentes momentos de ação do mecanismo velofaríngeo (dois nãopneumáticos,
repouso e deglutição, e dois pneumáticos, sopro e fonema /s/), e
correlacionar os achados entre os momentos de ação e entre grupos com e sem
alterações anatomofuncionais do EVF.
No nono slide, são mostrados os materiais e métodos usados na aplicação do
software: videonasofaringoscopias de dois grupos de pacientes, sendo mostrada uma de
exemplo.
Os slides dez e onze mostram os grupos de estudo: de controle (55 sujeitos entre
6 e 65 anos, sem queixas relacionadas ao EVF, alterações anatomopatológicas documentadas
ou histórico de cirurgia sobre o EVF, comparecendo a consultas agendadas
não-emergenciais no Serviço de Otorrinolaringologia do Hospital Universitário da
Universidade Luterana do Brasil no segundo semestre de 2008) e de casos (45 sujeitos
entre 6 e 12 anos portadores de fissura labiopalatina ou palatina isolada, já submetidos a
palatoplastia e em acompanhamento no Ambulatório de Otorrinolaringologia e Fissura
Palatina do HCPA entre fevereiro de 2005 e dezembro de 2008).
No décimo segundo slide, será incluído o programa em ação, para exemplificar
de modo consistente o método pelo qual as videonasofaringoscopias foram submetidas
para análise no Cyclops Pharyngeus. Ao fim, foram obtidas oito imagens por paciente,
duas de cada momento referido, sendo uma delas com os dados da análise.
O slide treze mostra dados dos grupos: Dos 55 indíviduos do grupo controle, 34
eram mulheres. A média de idade foi 36 anos e 2 meses. Dos 45 do grupo de casos, 33
eram homens. A média de idade foi de 9 anos e 4 meses.
Os slides catorze e quinze apresentam tabelas e suas interpretações: o eixo
horizontal mostrou-se com percentual menor de ação que o eixo vertical para quase
todas as ações motoras solicitadas em ambos os grupos (tabela 1) e o grupo controle
apresenta percentual de movimentação maior nos dois eixos, para todas as ações
realizadas, quando comparado ao grupo de casos (tabela 2). O slide dezesseis mostra um
gráfico e sua interpretação: a ação motora de deglutição apresenta percentual de
fechamento no eixo antero-posterior, maior que nas demais ações motoras no grupo de
casos.
O décimo sétimo slide mostra considerações finais: o Cyclops Pharyngeus,
assim como o Cyclops Auris, aumentou o poder estatístico do trabalho, proporcionando
uma análise objetiva da fisiologia do EVF. Mostra-se, assim, uma valiosa ferramenta
para um melhor entendimento desta região anatômica.</description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>WAGNER SILVA WESSFLL</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2015-10-28T22:22:06Z</dc:date>
    <dc:type>Video</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/controle-biologico-de-senecio-spp.-atraves-do-pastejo-por-ovinos">
    <title>Controle biológico de Senecio spp. através do pastejo por ovinos</title>
    <link>http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/controle-biologico-de-senecio-spp.-atraves-do-pastejo-por-ovinos</link>
    <description>INT – SPV-UFRGS- DIA
Voz de Veronica Rolim fazendo uma introdução sobre a importância da seneciose na
bovinocultura.
VERONICA:
Olá, meu nome é Veronica Rolim, eu sou bolsista de iniciação tecnológica da
Faculdade de Veterinária da UFRGS e vou apresentar para vocês algumas das
atividades que têm sido desenvolvidas pelo Setor de Patologia Veterinária.
A intoxicação por Senecio brasiliensis é a principal causa de morte por plantas
tóxicas em bovinos no Rio Grande do Sul. Estima-se que essas perdas
representem um valor aproximado anual de R$ 30 milhões para o Estado. Além
dos prejuízos por morte dos animais, Senecio spp. pode ocasionar perdas
econômicas difíceis de estimar, como por exemplo a diminuição do desempenho
produtivo e reprodutivo dos rebanhos manejados em áreas invadidas pela planta.
Senecio spp. são plantas pouco palatáveis consumidas provavelmente com maior
frequência durante períodos de escassez de forragens, especialmente entre os
meses de maio e agosto, período em que estão em brotação. É durante a brotação
que também ocorre a maior concentração de alcalóides pirrolizidínicos, as toxinas
responsáveis pelas lesões hepáticas associadas com sinais clínicos e mortes dos
animais, que podem persistir até vários meses após o consumo ou ser esporádicas
e distribuídas durante todo o ano. Devido ao caráter irrecuperável da doença, o
controle deve prevenir a ingestão da planta. Embora incerto se por mecanismo de
detoxificação hepática ou adaptação de flora ruminal, os ovinos são resistentes e
controlam a planta, se mantidos em lotação adequada. Entretanto, há carência de
informações referentes à metodologia aplicável para tanto e ao desempenho de
rebanhos ovinos mantidos em pastejo de áreas invadidas pela planta.
EXT- PROPRIEDADE AFETADA- DIA
Voz de Veronica Rolim explicando como o experimento foi desenvolvido
VERONICA:
O experimento foi instalado em uma propriedade em que surtos de intoxicação
por Senecio spp. causaram a morte de dezenas de bovinos. Uma área de 5,5
hectares severamente (cerca de 30 mil plantas) infestada por Senecio foi cercada
com alambrado apropriado (sete fios) para ovinocultura. Dezesseis ovinos foram
introduzidos em novembro de 2009, após secagem das plantas S. brasiliensis e
mantidos na área, mas a lotação de bovinos foi ajustada conforme a
disponibilidade de forragem. Os ovinos foram manejados exclusivamente à
campo, suplementados com sal mineral e dosificados periódica e estrategicamente
com anti-helmínticos de princípios ativos diferentes. Nos meses subsequentes, as
brotações de Senecio foram consistentemente consumidas pelos ovinos, a tal
ponto que, atualmente, é extremamente raro se encontrar uma plântula na área
experimental. O desempenho produtivo e reprodutivo dos ovinos tem sido
registrado e será comparado ao do grupo controle.
INT- SPV-UFRGS- DIA
Voz de Veronica Rolim discutindo os pontos mais relevantes do experimento e
concluindo os resultados observados até o momento.
VERONICA:
A disseminação de plantas nocivas em áreas de pastagens resultou do manejo
inadequado aplicado durante décadas e que reduziu a competição de espécies
nativas e proporcionou habitat para espécies daninhas. Os programas mais
eficientes de controle de plantas indesejáveis têm sido aqueles que integram
técnicas biológicas com estratégias de manejo como modificações na pressão de
pastejo, nos distúrbios às pastagens e culturas e no controle químico. Os estudos
aqui propostos constituem apenas parte, ainda que fundamental, de um projeto de
pesquisa mais amplo e que contemple outros fatores e possibilidades, dentre as
quais se destacam métodos de remoção manual e mecânica dessas plantas e testes
de controle biológico com insetos.</description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>WAGNER SILVA WESSFLL</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2015-10-28T21:47:53Z</dc:date>
    <dc:type>Video</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/motores-diesel-qualidade-do-diesel-e-emissoes">
    <title>Motores Diesel: Qualidade do diesel e Emissões</title>
    <link>http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/motores-diesel-qualidade-do-diesel-e-emissoes</link>
    <description>O presente trabalho avalia os parâmetros da qualidade dos combustíveis
relativos ao numero de cetanos e teor de enxofre e seus efeitos nas emissões de
hidrocarbonetos voláteis e material particulado. Foram utilizados combustíveis de
diferentes procedências, teor de enxofre e número de cetanos. No processo de
amostragem foi utilizado um motor/gerador diesel Toyama 4kVA com injeção mecânica
operando na rotação de 3200 rpm e 3,4 kW de potencia. O sistema de amostragem
consiste de um filtro de fibra de vidro para retenção do material particulado em um
suporte de aço inox utilizando um forno com controle eletrônico para ajuste da
temperatura de amostragem e um condensador com água na temperatura de 5°C para
amostragem da fração orgânica volátil.
A composição dos combustíveis utilizados nos motores Diesel exerce uma
grande influência nas emissões que são provenientes da combustão incompleta e das
reações de craqueamento térmico nas regiões de alta temperatura. A parcela resultante
da combustão incompleta e composta de hidrocarbonetos de alto peso molecular com
estrutura similar à composição do combustível. O material particulado é resultante do
craqueamento térmico de hidrocarbonetos de alto peso molecular que apresentam
dificuldade de vaporização durante o processo de injeção na câmara de combustão.
O material particulado é retido em um filtro de fibra de vidro em temperatura
próxima da descarga. Os gases livres de material particulado são resfriados utilizando
um condensador separador da fração líquida condensável utilizando água na
temperatura de 5°C. A sucção dos gases de exaustão será realizada com auxílio de uma
bomba de vácuo e a medida do fluxo dos gases obtida a partir de um
indicador/registrador/integrador de vazão, com capacidade nominal máxima de 20
L/min. A pressão no condensador foi ajustada com uma válvula agulha situada antes da
sucção da bomba de vácuo.
A quantificação dos hidrocarbonetos (na forma de CH4) presentes na fração
líquida da exaustão é obtida indiretamente a partir da quantidade de CO2 produzida pela
reação de oxidação da amostra (em fluxo) com Oxigênio.
O procedimento para quantificação dos hidrocarbonetos da fração líquida envolve
a utilização da seguinte instrumentação: uma bomba infusora, para injeção em fluxo
constante da amostra líquida; um controlador de vazão de gás, para a obtenção de um
fluxo constante da mistura oxidante; um reator de quartzo; um catalisador de oxidação, 
um forno tubular para alta temperatura, um condensador/separador de liquido e um
cromatógrafo com detector de condutividade térmica.
 De acordo com os resultados obtidos a quantidade de hidrocarbonetos emitidos foi
de 0,36 a 0,43 g/kWh. Estes valores indicam que o nível de emissão dos
hidrocarbonetos voláteis esta de acordo com a regulamentação da PROCONVE P-6
equivalente a EURO IV onde os hidrocarbonetos totais emitidos não devem ultrapassar
de 0,46 g/kWh. Estes resultados demonstram que para atingir estes níveis de emissões
da legislação brasileira atual é necessária a utilização de catalisador de oxidação nos
motores Diesel tradicionais com injeção mecânica
Foi verificado que à medida que o número de cetanos aumenta, aumentam as
emissões de material particulado e diminuem as emissões de hidrocarbonetos voláteis.
O teor te enxofre não exerce efeito significativo nas emissões de matéria particulado.</description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>WAGNER SILVA WESSFLL</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2015-10-28T21:37:06Z</dc:date>
    <dc:type>Video</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/formulacao-e-avaliacao-in-vitro-de-nanoemulsao-de-anfotericina-b-em-aspergillus-niger">
    <title>Formulação e avaliação in vitro de nanoemulsão de anfotericina B em Aspergillus niger</title>
    <link>http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/formulacao-e-avaliacao-in-vitro-de-nanoemulsao-de-anfotericina-b-em-aspergillus-niger</link>
    <description>INTRODUÇÃO
Inicialmente irão aparecer slides com logotipo da UFRGS, título do trabalho,
integrantes e locais de realização.
Sequencialmente, no Laboratório de Fungos Patogênicos do ICBS, Laura está sentada
em frente a alguns materiais utilizados durante o trabalho.
Laura: Olá, eu sou a Laura, estudante de Farmácia e bolsista de iniciação tecnológica
CNPq. Estou aqui hoje para falar do trabalho que auxiliei no desenvolvimento intitulado
“Formulação e avaliação in vitro de nanoemulsão de anfotericina B em Aspergillus
niger” que tem como principais objetivos: desenvolver e caracterizar uma nanoemulsão
de anfotericina B passível de administração parenteral através da técnica de
homogeneização à alta pressão e avaliar a suscetibilidade do fungo Aspergillus niger in
vitro frente à nanoemulsão produzida.
Laura narra uma introdução do trabalho, com possível inclusão de perguntas cujas
respostas estão inclusas no texto abaixo, além de utilizar uma seleção de imagens
correspondentes aos assuntos abordados.
Laura narra: A relevância clínica de doenças fúngicas aumentou notavelmente depois da
segunda metade do século XX, principalmente devido à crescente população de
indivíduos imunocomprometidos. As micoses profundas também vêm despertando
atenção crescente na comunidade científica, devido à grande ineficiência no tratamento,
pois a estreita similaridade funcional entre as células fúngicas e as de mamíferos limita
em muito as alternativas de tratamento. A aspergilose, doença causada por fungos do
gênero Aspergillus, pode se apresentar sob a forma de infecções superficiais e infecções
profundas, sendo que neste último caso acometem predominantemente os pulmões, ou
como infecção sistêmica disseminada, acometendo vários órgãos em pacientes
imunocomprometidos. Nesse contexto, a anfotericina B é considerada o padrão ouro da
terapia antifúngica, apesar do desenvolvimento de novos fármacos. Ela tem como
mecanismo de ação a formação de complexos com o ergosterol presente na membrana
plasmática fúngica, o que produz poros, resultando na perda de conteúdo intracelular e
morte da célula. No entanto, sua utilização como solução micelar é limitada devido à 
elevada nefrotoxicidade. A veiculação de anfotericina B em sistemas nanoestruturados
mantém ou melhora a eficácia desta e mostra-se menos tóxica às células dos mamíferos
que a forma convencional. Assim, as nanoemulsões, alternativas às formulações
micelares, são preparações nanométricas obtidas pela dispersão de duas fases líquidas
imiscíveis com auxílio de um sistema emulsionante adequado.
METODOLOGIA
Para demonstração das técnicas e materiais utilizados, Laura os exemplifica através de
vídeos, imagens e/ou tabelas dos processos e equipamentos utilizados nos laboratórios.
Laura narra: A formulação desenvolvida está especificada na tabela que se segue. Com
relação ao preparo da nanoemulsão de anfotericina B, a fase oleosa foi dispersada sob
alta agitação (16000 rpm, 5 min.) usando um Ultra-Turrax em uma solução aquosa
contendo o tensoativo. A pré-emulsão obtida foi homegeneizada a alta pressão
aplicando-se 6 ciclos de 500 bar. A nanoemulsão produzida foi caracterizada por meio
da distribuição de tamanho de gotícula, potencial zeta, pH, viscosidade e análise de
retroespalhamento múltiplo de luz. O doseamento foi realizado por CLAE, cujos
parâmetros utilizados constam em tabela a seguir. Para avaliação da suscetibilidade foi
utilizada a técnica de microdiluição em caldo preconizada pelos documento M38-A2 do
Clinical and Laboratory Standards Institute, de acordo com esquema/ vídeo.
RESULTADOS E CONCLUSÃO
Para demonstração dos resultados, Laura os exemplifica através de vídeos, imagens e/ou
tabelas.
Laura narra: Para o isolado avaliado, Aspergillus niger ATCC 9029 a nanoemulsão de
anfotericina B apresentou atividade superior (CIM = 0,5 µg/mL) à anfotericina B em
solução micelar e em DMSO (CIM = 2 µg/mL). Os resultados obtidos demonstraram a
potencialidade da formulação em estudo para veiculação da anfotericina B e para uma
futura utilização no tratamento de Aspergilose.
AGRADECIMENTOS
Slide com logotipos dos órgãos financiadores (CNPq e Capes)</description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>WAGNER SILVA WESSFLL</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2015-10-28T21:26:48Z</dc:date>
    <dc:type>Video</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/purificacao-da-urease-de-bradyrhizobium-japonicum">
    <title>Purificação da urease de Bradyrhizobium japonicum</title>
    <link>http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/purificacao-da-urease-de-bradyrhizobium-japonicum</link>
    <description>O vídeo iniciará com uma cientista entrando em um laboratório e nesse momento
serão feitas as apresentações, do Centro de Biotecnologia da UFRGS e do Laboratório
de Proteínas Tóxicas. A imagem será focada em uma cultura bacteriana em placa de
Petri e essa cultura dará início às explicações sobre o trabalho. A bactéria em questão se
chama Bradyrhizobium japonicum, uma bactéria do solo que forma nódulos nas raízes
da soja para a fixação de nitrogênio. Essa bactéria produz uma enzima, chamada urease.
Então, será apresentado todas as características da enzima: ureases são enzimas
dependentes de níquel que catalisam a hidrólise de uréia em NH3 e CO2, sendo
sintetizadas por plantas, fungos e bactérias. Foi proposto que, em plantas, além de
atuarem na reciclagem de nitrogênio, as ureases têm papel na germinação de sementes e
na defesa contra patógenos. Em fungos e bactérias, as ureases atuam como um fator de
patogenicidade ou virulência, contribuindo para a sobrevivência do patógeno, e também
permitindo o uso de uréia como fonte de nitrogênio. Em plantas e fungos, as ureases
consistem em trímeros ou hexâmeros formados por uma subunidade de 90 kDa,
enquanto que as enzimas bacterianas são complexos com 2 ou 3 subunidades. Todas
essas informações serão dadas em forma de animação. A imagem volta às colônias
bacterianas para explicação do processo de purificação, o qual também será
demonstrado com animações. O extrato bruto do B. japonicum passa por duas etapas de
cromatografia de troca aniônica para obtenção da urease pura. A bactéria cresce em
meio líquido extrato de levedura–manitol por 10 dias a 28oC, sob agitação de 125 rpm.
Após lise por ultrassom e centrifugação, o extrato bruto de B. japonicum passa por duas
etapas de cromatografia de troca aniônica para obtenção da urease semipurificada. A
primeira etapa se dá na resina Q-Sepharose, com uso de um gradiente de eluição
descontínuo de 150 a 500 mM de NaCl. Na segunda etapa, utiliza-se a resina Source 15-
Q em gradiente contínuo de eluição, realizado em FPLC. A enzima então está purificada
e pronta para os testes. O vídeo será finalizado com uma leve demonstração da
utilidade do trabalho e com a cientista saindo do laboratório. Então serão apresentados
os créditos finais. 
No estante serão mostrados os nódulos nas raízes da soja que ocorrem devido à
simbiose da planta com a bactéria. Serão expostas também algumas placas com as
culturas bacterianas e a vidraria necessária para o processo de purificação.</description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>WAGNER SILVA WESSFLL</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2015-10-28T21:15:22Z</dc:date>
    <dc:type>Video</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/influencia-da-temperatura-no-concreto-com-adicao-de-borracha-de-pneu">
    <title>Influência da Temperatura no Concreto com Adição de Borracha de Pneu</title>
    <link>http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/influencia-da-temperatura-no-concreto-com-adicao-de-borracha-de-pneu</link>
    <description>A grande quantidade de resíduos de pneus gerados anualmente tem resultado em um sério problema ambiental,
principalmente devido à falta de gerenciamento no que se refere à coleta e destinação final. No Brasil, somente
no ano de 2010, a produção de pneus é estimada em 67 milhões de unidades, tendo ainda cerca de 18 milhões de
unidades importadas, contabilizando um total de 85 milhões de unidades de pneus colocados em serviço. O
Brasil recicla cerca de 74% dessa demanda. Apesar de alto, esse índice ainda não é satisfatório, no que diz
respeito ao impacto ambiental que os 26% excedentes podem causar. Considerando estes dados e a crescente
busca por métodos de reutilizar os pneus inservíveis (pneus que não podem mais ser recapados), foi iniciada no
LEME uma linha de pesquisa que visa estudar formas de reaproveitamento das partículas de borracha e fibras
obtidas pela trituração de pneus inservíveis. Os primeiros resultados obtidos por Albuquerque (2008) e Graeff
(2011) foram muito positivos e o presente estudo buscou caracterizar de forma mais intensa a utilização da
borracha moída de pneus como adição em matrizes cimentícias. Buscando agregar novo conhecimento, o
trabalho se focou no estudo do comportamento do concreto com adição de borracha quando submetido a
temperaturas elevadas. Para caracterizar o uso da adição de borracha de pneu foram moldados corpos de prova
cilíndricos e painéis, com 3 porcentagens de adição (1, 2 e 3%), usando 2 matrizes, uma de alta resistência e
outra de resistência normal. Cada combinação de traço e porcentagem de adição foi submetida a vários
patamares de temperatura (23, 60, 80, 350, 650 e 800°C), sendo monitorada a evolução da temperatura e das
deformações no interior das amostras. Após a exposição corpos de prova cilíndricos extraídos e moldados foram
submetidos a ensaios de compressão para determinação da resistência residual. Desta forma foi possível avaliar
os eventuais benefícios e problemas associados à incorporação dessa adição em situações de aquecimento
equivalentes ao uso em barragens e durante incêndios.</description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>WAGNER SILVA WESSFLL</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2015-10-28T21:04:47Z</dc:date>
    <dc:type>Video</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/desenvolvimento-de-tecnica-de-separacao-de-plasticos-em-lixo-domiciliar-estudo-do-caso-de-frascos-de-polipropileno-e-polietileno-de-alta-densidade">
    <title>Desenvolvimento de técnica de separação de plásticos em lixo domiciliar - Estudo do caso de frascos de polipropileno e polietileno de alta densidade</title>
    <link>http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/desenvolvimento-de-tecnica-de-separacao-de-plasticos-em-lixo-domiciliar-estudo-do-caso-de-frascos-de-polipropileno-e-polietileno-de-alta-densidade</link>
    <description>A reciclagem é uma importante atividade na minimização dos resíduos resultantes da
atividade humana. Atualmente a segregação dos diferentes tipos de plásticos
encontrados nos resíduos sólidos urbanos (RSU) é um grande problema enfrentado
neste âmbito, visto que as técnicas utilizadas para esta são baseadas apenas em um nível
superficial de análise, como a inspeção visual e a relação do design de produto com o
nicho de mercado, e que, associado ao erro humano, resulta em deficiências de
separação, as quais prejudicam a viabilidade do processo. Com isto, um grande número
de estudos relacionados ao assunto têm sido realizados, sendo que a maior parte das
técnicas desenvolvidas apresentam um alto custo e necessidade de uma eficiente
limpeza superficial, o que reduz as possibilidades de uso industrial. Desta forma,
buscou-se com esta pesquisa estudar um caminho tecnológico alternativo, de baixo
custo e eficaz para a separação de polipropileno (PP) e polietileno de alta densidade
(PEAD), materiais amplamente encontrados nos RSU. Esta técnica baseia-se na
diferença de comportamento das curvas de distribuição granulométrica resultante do
processo de cominuição, levando em conta as significativas diferenças entre os graus de
cristalinidade e resistência ao impacto entre PP e PEAD.</description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>WAGNER SILVA WESSFLL</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2015-10-27T22:34:46Z</dc:date>
    <dc:type>Video</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/avaliacao-de-desempenho-de-hidrofugantes-para-revestimentos-petreos-quanto-a-permeabilidade-e-alteracao-de-cor">
    <title>Avaliação de desempenho de hidrofugantes para revestimentos pétreos quanto à permeabilidade e alteração de cor</title>
    <link>http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/avaliacao-de-desempenho-de-hidrofugantes-para-revestimentos-petreos-quanto-a-permeabilidade-e-alteracao-de-cor</link>
    <description>Em cidades como Porto Alegre, que apresentam alguns dias do ano com elevada
amplitude térmica, é comum o acontecimento de diversos climas em um curto período de
tempo. Ciclos de molhamento e secagem das fachadas, por exemplo, favorecem a
proliferação de agentes degradantes dos materiais e, por conseqüência, dos sistemas
empregados na construção civil. Em prédios construídos nessas cidades e, portanto,
expostos a esse padrão de microclima, observa-se um envelhecimento mais acelerado dos
revestimentos de fachada, através do surgimento de manifestações patológicas em maiores
proporções.
Desde a antiguidade, as rochas ornamentais vem sendo empregadas na construção
civil, não só como símbolo de estética e nobreza, mas por ser um material capaz de garantir,
quando bem empregado, um sistema de revestimento de altíssima resistência e de elevada
vida útil, aliado a baixa manutenabilidade das fachadas. Logo, verifica-se uma boa opção
de revestimento, principalmente, em cidades de elevada amplitude térmica.
Apesar desse material, em geral, se comportar muito bem, surge um novo desafio:
algumas rochas, quando submetidas às intempéries, sofrem manchamentos pontuais ou
alterações de cores ao longo de sua vida útil. Esse fato está associado, com maior ênfase, a
alguns tipos de rochas muito específicas, devido às suas composições mineralógicas e às
suas estruturas internas de fraturamento.
A partir disso, surge, então, a tecnologia de produtos hidrofugantes que, quando
aplicados sobre a superfície da rocha, prometem estancar o revestimento evitando, ao
mesmo tempo, a alteração de cor da rocha. Com o objetivo de avaliar o desempenho desses
hidrofugantes é que o projeto objetivou inicialmente o desenvolvimento de um
equipamento que proporcionasse, nas amostras de rocha, a simulação ambiental de forma
acelerada, com base nos preconizados em normas internacionais. Posteriormente partiu-se
para validação da eficiência do equipamento com a avaliação do desempenho de três
hidrofugantes encontrados no comércio da região sul do país quando aplicados na
superfície de quatro diferentes tipos de granitos (comercialmente denominados: cinza
andorinha, arabesco, branco itaúnas e marfim) com 3 tipos de acabamentos superficiais
(levigado, polido e flameado), do ponto de vista de absorção de água e alteração de cor.
As amostras foram submetidas aos ensaios de análise petrográfica, colorimetria e
absorção de água antes de sofrerem ação de qualquer intemperismo, após um ciclo e após 
dois ciclos em simulador ambiental (cada ciclo equivale a 45 dias de exposição a
intempéries artificiais). O ensaio de absorção de água foi adaptado da norma
NBR12766/1992 – Rochas para revestimento – Determinação da massa específica aparente,
porosidade aparente e absorção aparente, e o ensaio de colorimetria foi realizado através da
utilização de um espectrofotômetro.
Após o ensaio acelerado de envelhecimento, comprovou-se que as rochas que
possuem minerais máficos (ferro) em sua composição, associado a um alto grau de
fraturamento, desenvolvem manchas ferruginosas permanentes. Além disso, pôde-se
concluir que nem todas as fórmulas de hidrofugantes disponíveis no mercado são capazes
de satisfazer as condições às quais se propõem, o que resulta em dados interessantes tanto
para o consumidor, quanto para os fabricantes.</description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>WAGNER SILVA WESSFLL</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2015-10-27T22:28:36Z</dc:date>
    <dc:type>Video</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/bancodafa">
    <title>BancoDAFA</title>
    <link>http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/bancodafa</link>
    <description>Este trabalho sugere a vinculação de dados antropométricos a sistema generativos
de projeto para a produção de assentos para mobiliário urbano. A partir da comparação
de dados de posturas em bancos públicos colhidos in situ e parâmetros
ergonômicos de conforto, foram estabelecidas relações formais e funcionais entre
usuário e objeto. Estas relações deram origem a diferentes combinações de posturas ,
traduzidas em dados para o aplicativo Grasshopper (Rhino). A geração de múltiplos
perfis como fator de continuidade entre anatomias e atividades diferentes, correspondentes
às posturas e usos prevalentes deu origem a uma estratégia de projeto que otimiza
a realização de todas as atividades observadas. Um vez em posse deste ferramental foi
possível, através de equipamentos controlados numéricamente, produzir um banco na
escala 1:1 englobando toda a informação compilada anteriormente.</description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>WAGNER SILVA WESSFLL</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2015-10-27T22:17:33Z</dc:date>
    <dc:type>Video</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/mudanca-na-molhabilidade-do-polipropileno-via-ultravioleta-de-vacuo">
    <title>Mudança na molhabilidade do Polipropileno via Ultravioleta de vácuo</title>
    <link>http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/mudanca-na-molhabilidade-do-polipropileno-via-ultravioleta-de-vacuo</link>
    <description>O polipropileno (PP) possui baixa molhabilidade e consequentemente baixa adesão; para
muitas das aplicações do PP é necessário aumentar a molhabilidade do polímero. Este
material pode ter sua superfície alterada através de tratamentos que modifiquem suas
propriedades químicas (modificação na energia livre) e físicas (topográficas). Um método de
tratamento da superfície é a fotoquímica envolvendo a exposição da superfície à radiação
ultravioleta de vácuo, VUV ( &lt; 200 nm), juntamente com a exposição em gases reativos
como oxigênio (O2). Este trabalho tem por objetivo geral modificar a molhabilidade do
polipropileno pela funcionalização com O2 e com Silsesquioxano Poliédrico Oligomérico
(POSS), e assim avaliar as modificações de superfície. As amostras foram funcionalizadas nos
tempos de 10 a 60 min. As amostras funcionalizadas nos tempos de 10, 30 e 50 min foram
recobertas com o POSS-NCS (POSS-Isotiocianato). Também foi estudado o
envelhecimento da amostra funcionalizada com O2 durante 20 min, sendo que o tempo de
envelhecimento foi de 0 a 28 dias. As modificações químicas e físicas foram analisadas por
Espectroscopia de Infravermelho com Transforma de Fourier no modo Refletância Total
Atenuada (ATR-FTIR), Microscopia de Força Atômica (AFM) e medidas de Ângulo de
Contato estático (AC). Os resultados mostraram que o a molhabilidade do PP via
funcionalização com O2 e recobrimento com POSS é devido principalmente à mudança
química na superfície. O estudo do envelhecimento mostrou que há um efeito físico e não só
químico na mudança da molhabilidade.</description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>WAGNER SILVA WESSFLL</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2015-10-27T22:16:41Z</dc:date>
    <dc:type>Video</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/desenvolvimento-de-sistema-anestesico-conversivel-circular-para-nao-valvular-para-animais-de-grande-porte">
    <title>Desenvolvimento de sistema anestésico conversível circular para não valvular para animais de grande porte</title>
    <link>http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/desenvolvimento-de-sistema-anestesico-conversivel-circular-para-nao-valvular-para-animais-de-grande-porte</link>
    <description>A necessidade de um sistema anestésico para grandes animais que comporte a variabilidade
de pesos entre os mesmos e que minimize os riscos de hipercapnia e hipoxemia, motivou o
desenvolvimento de um equipamento que possa ser convertido de um sistema nãovalvulado
para um circular valvulado. A anestesia geral em grandes animais produz
depressão respiratória de gravidade variada. Em alguns indivíduos, tal depressão é severa a
ponto de requerer suporte ventilatório. O objetivo deste experimento foi o de demonstrar a
viabilidade de tal equipamento, através de avaliações das funções cardiovascular e
respiratória de equinos submetidos à anestesia geral, com a inserção de uma válvula de
demanda de oxigênio. Para tanto, uma avaliação in vitro da utilização de um sistema
ventilatório acoplado ao aparelho anestésico conversível foi realizada.
Funcionamento do aparelho, filme com o mesmo em funcionamento e a descrição do
mesmo:
Foi empregado um ventilador mecânico automático com ciclo de seis respirações por
minuto injetando um volume corrente de oxigênio variável de 1,5 a 3 L a 100%. No
sistema, foi injetado isoflurano líquido no sistema com fluxo diluente de oxigênio para
determinação das concentrações do gás anestésico obtidas com esta técnica. Para avaliação
das concentrações dos gases anestésicos no sistema foi utilizado um monitor
multiparamétrico com um módulo de análise de gases e um gráfico de espirometria. Os
resultados demonstraram que as concentrações de oxigênio não sofreram alteração. A
injeção de um volume corrente de 1,5 a 3 litros de oxigênio a 100% produziu um efeito
diluidor do isoflurano de 32 V% para 2,3 V% a 1,1 V%. Estes resultados sugerem que o
efeito diluidor de um volume corrente de 1,5 a 3 L de oxigênio a 100%, no aparelho
anestésico avaliado, poderia acarretar valores de concentração alveolar insuficientes para
manutenção anestésica em um equino adulto. Os autores sugerem que um novo modelo de
ventilador seja desenvolvido para utilização com o aparelho anestésico conversível.</description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>WAGNER SILVA WESSFLL</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2015-10-27T22:02:25Z</dc:date>
    <dc:type>Video</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/componente-cefalico-para-protese-de-quadril">
    <title>Componente céfalico para prótese de quadril</title>
    <link>http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/componente-cefalico-para-protese-de-quadril</link>
    <description>Artroplastia total do quadril tem sido uma das técnicas mais bem sucedidas em
ortopedia proporcionando bons resultados em longo prazo. Apesar de uma alta
incidência de falhas catastróficas relativamente cedo, nos últimos anos algumas
melhorias, tais como o uso de mais materiais resistentes, melhores técnicas de produção
e controle através de ensaios baseados em normas nacionais e internacionais tem
 reduzido bastante o número de falhas. No entanto, algumas falhas catastróficas em
curto prazo de tempo tem sido notadas, geralmente decorrentes de mau uso de design
e material. Esforços devem ser empregados para reduzir esses eventos, uma vez que as
cirurgias de revisão são procedimentos mais caros e que reduzem ainda mais o suporte
ósseo, resultando em um desempenho inferior na revisão. Neste trabalho,
algumas haste de quadril que sofreram uma ruptura catastrófica prematura foram
analisadas. O objetivo e identificar os mecanismos de falha envolvidos e contribuir para
aumentar a vida útil das próteses através da melhoria do seu design. O presente trabalho
envolve análise de falhas e simulação numérica usando as cargas recomendadas
pelo método de teste de fadiga NBR ISSO 7206-4. As hastes estão sujeitas ao processo
de corrosão-fadiga devido à microestruturas desfavoráveis, bem como o efeito
do concentração de tensões induzido por designs impróprios.</description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>WAGNER SILVA WESSFLL</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2015-10-27T21:47:33Z</dc:date>
    <dc:type>Video</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/producao-biotecnologica-e-otimizacao-do-processo-de-obtencao-de-acido-poliglutamico-em-cultivos-submersos-e-de-estado-solido-sobre-residuos-industriais-e-desenvolvimento-de-aplicacoes">
    <title>PRODUÇÃO BIOTECNOLÓGICA E OTIMIZAÇÃO DO PROCESSO DE OBTENÇÃO DE ÁCIDO ?-POLIGLUTÂMICO EM CULTIVOS SUBMERSOS E DE ESTADO SÓLIDO SOBRE RESÍDUOS INDUSTRIAIS E DESENVOLVIMENTO DE APLICAÇÕES</title>
    <link>http://videos.ufrgs.br/lume/arquivos/producao-biotecnologica-e-otimizacao-do-processo-de-obtencao-de-acido-poliglutamico-em-cultivos-submersos-e-de-estado-solido-sobre-residuos-industriais-e-desenvolvimento-de-aplicacoes</link>
    <description>As indústrias alimentícias e químicas enfrentam a competição do mercado com
maior intensidade a cada dia. Nesse cenário, a busca por materiais que venham a
substituir os tradicionalmente utilizados, de maneira que atendam as necessidades
dessas indústrias, mantendo ou otimizando as características originais de seus produtos,
se torna cada vez maior. Além disso, tais materiais devem apresentar um custo mais
competitivo, ou ainda reduzir o impacto ambiental. Dentre esses materiais, os
espessantes, muito utilizados nas indústrias de alimentos, químicas e também
farmacêuticas, merecem destaque, uma vez que a maioria desses aditivos utilizados
atualmente é extraída de fontes vegetais, através de processos que agridem o meio
ambiente, além de poderem apresentar altos custos de produção.
Por este motivo o objetivo do projeto é produzir o ácido -poliglutâmico (-
PGA) e desenvolver aplicações nas áreas químicas e de alimentos.
O ácido -poliglutâmico (-PGA) é um biopolímero solúvel em água, atóxico,
biodegradável e biocompatível, que pode ser produzido a partir de cultivo submerso de
Bacillus sp. Este polímero pode ser utilizado em vários setores industriais, como nas
áreas de alimentos, cosméticos, medicamentos, química e meio ambiente. As aplicações
atuais e futuras do -PGA incluem usos como ingrediente funcional, espessante,
umectante, crioprotetor, agente geleificante, floculante, absorvedor de metais pesados e
matéria-prima para o desenvolvimento de embalagens biodegradáveis.
O vídeo documentário apresentará informações sobre a produção do -PGA,
bem como suas aplicações que já podem ser encontradas no mercado, além de propostas
de aplicações futuras.
No estande será exposta uma placa de petry com a linhagem microbiana
utilizada para a produção de -PGA, amostras do caldo de cultivo em erlenmeyer e
amostra do -PGA em pó e hidratada (gel). Para comparação serão apresentadas
também suspensões de outros agentes espessantes tradicionalmente ultilizados na
indústria química e de alimentos.</description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>WAGNER SILVA WESSFLL</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2015-10-27T21:38:26Z</dc:date>
    <dc:type>Video</dc:type>
  </item>




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